• Aucun résultat trouvé

Développer les services de sécurité des entreprises, fonction interne de plus en plus indispensable pour faire face aux menaces

Dans le document NOUVEAUX DÉFIS POUR LES (Page 155-160)

DEUXIÈME LIVRET : REFORMULER LE PACTE DE

155sécurité impliquent également une forte responsabilité ; c’est pourquoi ce

4.2. Développer les services de sécurité des entreprises, fonction interne de plus en plus indispensable pour faire face aux menaces

O papel dos educadores de infância, aparece como um orientador, mediador, durante as atividades realizadas no grupo, ajudando as crianças em suas aprendizagens e experiências a cerca de sua interação com os sujeitos envolvidos e suas descobertas a cerca do mundo, localizadas num tempo e num espaço envolvendo um determinado contexto social, politico e econômico. A conceção destas experiências, acontecem como uma forma de interação social, num ambiente formado por crianças, mas também pelas suas famílias, pela comunidade que a circunda, auxiliadas pelos adultos que de uma maneira ou outra estão envolvidos neste processo, não esquecendo de que aparecem nestes espaços inúmeras e diferentes formas coletivas de relações que se estabelecem no individual e no coletivo, onde as vezes, ocorre um choque diante da realidade impactada, ocorrendo uma vinculação emocional ao mesmo tempo associada a um profissionalismo como forma de autonomia e de decisões a serem tomadas, através dos diferentes interlocutores envolvidos. Tarefa complexa e um pouco difícil. Trata-se de assumir o papel para organizar as ações educativas no sentido de possibilitar uma certa emancipação do indivíduo, aumentando seu grau de amadurecimento, melhorando nas questões voltadas a segurança e bem-estar, dando base a novas possibilidades na resolução de conflitos que de uma maneira ou outra surgirão, trazendo sugestões, inovações e ideias, de maneira flexível ouvindo os envolvidos nesta trama para que juntos descubram satisfatoriamente novas formas de solucionar os conflitos e outras questões que poderão surgir. Para tanto, este sujeito deve participar da construção de seu mundo, e para que isto aconteça é fundamental adquirir competências sociais. O educador indica o caminho a ser seguido, mas não o faz para a criança e sim acompanha-o e dá suporte neste processo.

58 Convocando a reflexão de Zaida Garcez, porque “as crianças, mais do que necessitarem da nossa ação socializadora, necessitam de oportunidades para se exercerem como atores com direito a serem ouvidos e lidos na sua forma de olhar e conceber o mundo” (2001: 1).

Este espaço configurado num âmbito socioeducativo é o espaço propício e disciplinar onde se realiza a prática da educação social, garantindo a ascensão dos indivíduos. Esta postura do educador a caminho de uma educação social, também sofre influências sobre a maneira como interagimos com estas crianças, além de perceber qual o tipo de ambiente que criamos para elas. Está diretamente interligada com os tipos de pensamentos, temos de considerar as conceções, ideias, estruturas sociais e padrões comportamentais que também moldaram as nossas conceções de criança e da infância, dentro de uma educação social. Temos de gerar um intercâmbio fomentando novas perspectivas diante dos problemas ou das questões que ao longo do percurso vão aparecer, a fim de utilizar momentos de diálogo, partilha e discussões para que encontramos um meio que seja positivo na solução das mais diferentes situações nas quais nós podemos nos deparar. Sabendo que as vezes, as nossas formas de pensar e agir podem se caracterizar como opostas na opinião dos outros, que apresentam realidades diversas. Assim possibilitamos novas formas de ação que poderão ajudar na solução das situações de conflito ou divergências. De acordo com Correia, (2004), considero que o mediador “é alguém que vai potenciar os conflitos como transformadores da própria instituição. É aqui que a questão da comunicação entra, nas potencialidades que ele tem, não de pôr a funcionar melhor as instituições, mas de as transformar, o que é completamente diferente”.

Segundo Ortega (1999), podemos caracterizar que a Educação Social é, ou deve ser, o seguinte:

1. Uma progressiva e contínua configuração do indivíduo para alcançar o seu desenvolvimento e conseguir a participação na comunidade, o que deverá ajudá-lo a compreender o mundo e a si mesmo, ou seja, deverá ensinar a ser e a conviver. Neste sentido, deve dizer-se que o melhor e mais rendível dos objetivos da educação é conseguir a convivência dos indivíduos, dos grupos e dos povos.

59 2. A educação é uma dimensão inseparável dos indivíduos e das comunidades e, por isso, a educação é ao longo de toda a vida, acompanha o homem do nascimento até à morte.

3. Uma educação entendida ao longo da vida deve verificar-se em todo o espaço espacial e temporal e, por isso, a educação escolar será mais um aspeto da mesma, evitando centrar-se exclusivamente na transmissão de conteúdos instrutivos.

4. Toda a educação é, ou deve ser, social, já que quando falamos de educação esta faz-se na família, na escola, na comunidade e, inclusive, para a comunidade. Não pode existir uma autêntica educação individual se não se forma o indivíduo para viver e conviver em comunidade.

5. A educação social deve estar inserida no contexto da educação ao longo da vida, e também, às vezes, deve concretizar-se em espaços e tempos distintos dos da educação escolar.

Por último, Ortega (1999) afirma que a educação social é ou seria fundamentalmente a dinamização ativa das condições educativas da cultura, da vida social e dos seus indivíduos e a compensação, normalização ou, até, a reeducação da dificuldade e do conflito social. Portanto, uma educação social assim entendida promove e dinamiza uma sociedade que educa e uma educação que socializa, integra e ajuda a evitar, equilibrar e reparar o risco, a dificuldade ou o conflito social.

O impacto da medição escolar traduz-se numa mudança de cultura, e, portanto, como sempre acontece em educação, há que semear agora para colher mais tarde, guardando sempre semente para a próxima vez (Torremorell, 2002).

Dans le document NOUVEAUX DÉFIS POUR LES (Page 155-160)