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CADRE POLITIQUE ET LEGISLATIF DE GESTION DU PROGEDE

La population globale de ces deux régions est estimée à 1311960 habitants en 2009 d'après les projections démographiques

4. CADRE POLITIQUE ET LEGISLATIF DE GESTION DU PROGEDE

A eficiência de incorporação obtida para os diferentes encapsulados é apresentada na Tabela 8.

Tabela 8. Eficiência de incorporação do óleo de quinoa para as diferentes formulações de encapsulados.

Formulação Eficiência de incorporação - Média (DP) %

OG4 76,90 (1,44)A OG8 63,50 (3,63)B OPG1.4 86,90 (1,89)C OPG1.8 86,40 (0,67)C OPG2.4 87,50 (3,72)C OPG2.8 91,00 (1,62)C

*Média e desvio padrão, n = 3.

Letras maiúsculas iguais na mesma coluna significa que não houve diferença significativa, de acordo com o pós-teste de Tukey (p>0,05).

Segundo Sagiri et al.183, estudos com ótima eficiência de incorporação apresentam percentuais acima de 80%. Com isso, foi observado que as formulações que utilizaram apenas a gelatina suína como agente encapsulante não apresentaram uma eficiência de incorporação satisfatória. As demais formulações, utilizando a combinação gelatina suína e proteína do soro do leite isolada como agentes encapsulantes, apresentaram ótimos percentuais de incorporação do óleo de quinoa.

Tavares et al.184 afirmam que a eficiência de incorporação está diretamente ligada a técnica e as condições utilizadas para o encapsulamento. Jiménez-Martín et al.185 ao compararem a encapsulação de óleo de peixe por dupla emulsão e emulsão multicamada, verificaram uma melhor eficiência de incorporação

ao utilizarem a técnica de emulsificação multicamada. No entanto, no presente estudo, as formulações OPG1.4, OPG1.8, OPG2.4 e OPG2.8, produzidas com variações nas quantidades de óleo de quinoa e por técnicas de encapsulação distintas, não diferiram significativamente entre si. Isso mostra que, tais formulações, comparadas às demais (OG4 e OG8), apresentam proteína do soro do leite isolada na composição, o que possivelmente, funcionou como uma carga de tensoativo extra no sistema. Uma vez que, segundo Taherian et al.186, a proteína do soro do leite isolada, devido as suas regiões hidrofóbicas e hidrófilas, funciona como um importante emulsificante em encapsulamentos pela técnica de emulsificação, aumentando a estabilidade e proteção do núcleo devido uma combinação de interações eletrostáticas e estéricas. Isso refletiu nos resultados obtidos, que mostraram que mesmo aumentando a quantidade de óleo de quinoa encapsulado o sistema manteve a eficiência de incorporação (p > 0,05). Ao contrário das formulações a base de gelatina suína, nas quais foi possível observar a redução significativa da eficiência de incorporação (p < 0,05) com o aumento da quantidade de óleo de quinoa encapsulado.

Valores menores de eficiência de incorporação são observados em outros estudos presentes na literatura ao encapsularem diferentes tipos de óleos, utilizando diferentes técnicas de encapsulação e agentes encapsulantes.

González et al.121 promoveram a encapsulação do óleo de chia por meio das técnicas de atomização e liofilização, utilizando proteína de soja isolada e maltodextrina como agentes encapsulantes, e obtiveram eficiência de encapsulação variando entre 57 e 66%. Em estudo realizado por Hoyos-Leyva et al.187, a eficiência de incorporação obtida ao encapsular óleo de amêndoa pela técnica de atomização e utilizando amido de taro (Colocasia esculenta L. Schott) como agente encapsulante, variou entre 38 e 45%. Já Stefani et al.188 encapsularam óleo de linhaça pela técnica de emulsificação com uma mucilagem de chia como material de parede e alcançaram uma eficiência de incorporação de 52%. Valores maiores, variando entre 58 e 89%, foram obtidos por Di Giorgio et al.92 ao encapsular óleo de peixe por spray drying tendo a proteína de soja como agente encapsulante.

Não há relatos na literatura de encapsulamento de óleo de quinoa. Com isso e, diante dos resultados apresentados para outros óleos, observa-se que as técnicas de encapsulação e agentes encapsulantes utilizados no presente estudo mostraram elevada eficiência ao encapsularem o óleo de quinoa, apresentando alta

potencialidade de aplicação tendo como objetivo o aumento do potencial de utilização do óleo de quinoa pela indústria alimentícia.

5.6 ENSAIO DE DISPERSÃO EM ÁGUA

Os resultados do ensaio de solubilidade para os encapsulados OG4, OG8, OPG1.4, OPG1.8, OPG2.4 e OPG2.8 foram: 48% (1,59), 68% (7,18), 51% (4,67), 59% (6,35), 68% (3,48) e 71% (2,97), respectivamente (Figura 14).

Figura 12. Percentuais de solubilidade para o óleo de quinoa bruto (OQ) e das partículas em pó obtidas por emulsificação O/A (A) OG4 - óleo de quinoa e GS (1:1 p/p); (B) OG8 - óleo de quinoa e GS (2:1 p/p); (C) OPG1.4 - óleo de quinoa, PTI e GS (4:1:3 p/p/p); (D) OPG1.8 - óleo de quinoa, PTI e GS (8:1:3 p/p/p); e multicamadas (E) OPG2.4 - óleo de quinoa, PTI e GS (4:1:3 p/p/p); (F) OPG2.8 - óleo de quinoa, PTI e GS (8:1:3 p/p/p). Os valores são comparados entre si por meio de análise de variância com pós-teste de Tukey (p < 0,05).

Com o objetivo de aumentar a solubilidade dos óleos e, assim, possibilitar a sua utilização pela indústria alimentícia, destaca-se a utilização de estratégias de encapsulação.189,190 Conforme observado nos resultados acima, a encapsulação do óleo de quinoa levou ao aumento significativo da sua solubilidade em água, independente do agente encapsulante ou técnica de encapsulação empregada.

Os encapsulados OG4 e OG8 diferiram significativamente entre si, tendo apresentado uma maior solubilidade em água aquele que, utilizando a técnica de emulsão O/A com a gelatina suína como agente encapsulante, apresentava em sua formulação uma maior quantidade de óleo de quinoa (OG8). No entanto, ao observar o resultado da eficiência de incorporação é possível verificar que a formulação OG8 foi a que apresentou o menor valor (63,50%) entre todas as formulações, o que demonstra que este encapsulado apresentava uma menor quantidade de óleo em seu núcleo (p < 0,05) justificando, assim, o resultado de solubilidade apresentado pelo mesmo.

Para o OPG1.4 e o OPG1.8 é possível afirmar que ao utilizar a técnica de emulsificação O/A com a combinação da proteína do soro do leite isolada e gelatina suína como agente encapsulante, ao aumentar a quantidade de óleo no sistema, a solubilidade não difere significativamente. O mesmo se aplica para os encapsulados OPG2.4 e OPG2.8 que também não diferiram significativamente entre si, o que demostra que para a técnica de emulsificação camada por camada utilizando os mesmos agentes encapsulantes, o aumento do volume de óleo no sistema também não tem interferência na solubilidade.

Os encapsulados OPG2.4 e OPG2.8 foram os que apresentaram o melhor percentual de solubilidade, confirmando os resultados de caracterização anteriores que demonstram que a técnica de encapsulação camada por camada parece ser a que obtém as melhores características físicas e químicas para o óleo de quinoa encapsulado.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A caracterização físico-química e química do óleo de quinoa obtido por via biotecnológica, demonstrou a qualidade nutricional desse óleo apresentando potencial para ser utilizado pela indústria alimentícia. No entanto, o perfil de ácidos graxos do óleo analisado indicou a necessidade de mais estudos acerca da extração enzimática do óleo de quinoa com o objetivo de aprimorar esta tecnologia.

As diferentes formulações de encapsulados avaliadas apresentaram boa eficiência de incorporação do óleo de quinoa. No entanto, o encapsulamento do óleo de quinoa por meio da técnica de emulsificação por multicamadas, utilizando a combinação proteína do soro do leite isolada e gelatina suína como agentes encapsulantes, e Tween 20 como tensoativo, foi uma estratégia que se destacou como promissora uma vez que tornou o óleo de quinoa mais dispersível em água. Com isso, a aplicação dessa tecnologia aumenta o potencial de aplicação do óleo de quinoa em matriz alimentícia.

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