Chapitre 1. Approche théorique de l’insertion économique
1.2. Les théories du marché du travail et les facteurs d’insertion économique des
1.2.4. La théorie de la segmentation du marché du travail
Após o 1º seminário, no ano seguinte, entre os dias 20 e 21 de março de 2003, realizou-se, no município de Timóteo, o 2º seminário sobre cooperativismo popular solidário da Região do Vale do Aço. O intuito era fortalecer e promover a constituição de uma efetiva rede de solidariedade entre produtores e consumidores da região. Participaram desse evento, oitenta e um trabalhadores representando mais de quarenta entidades, grupos, associações e cooperativas populares da regi- ão. O encontro evento contou com a assessoria de Marcos Arruda, integrante do PACS.
A realização do fórum de cooperativismo popular solidário da região, realizado no ano anterior tivera como tema as Redes de Solidariedade. Conforme depoimento de Marina 30, diretora da Cooperativa dos Trabalhadores em Massas Ágape de Ti- móteo (COOPERMASSAS) uma das organizadoras do evento, o cooperativismo po- pular e o associativismo constituem formas para amenizar o problema do desempre- go e buscar melhoria da qualidade de vida da população excluída do mercado de trabalho. Em suas palavras, querem “fortalecer os grupos da região através de inter- câmbios, debates e realização de oficinas”.
30 Os nomes usados nesta pesquisa são fictícios para preservar a identidade dos agentes e atores nela envolvidos, bem como de suas respectivas organizações.
Durante o encontro, os representantes das cooperativas conheceram várias possibilidades de comercialização dos produtos como clubes de troca, criação de moedas próprias, feiras, entre outros temas.
A apresentação do Marcos Arruda foi feita por meio de um grupo de teatro de bonecos expressando criatividade, bom humor e informações importantes sobre o cooperativismo e economia solidária. Fez-se um minuto de silêncio pela Paz no Mundo e contra a guerra de Bush, além da distribuição de fitas brancas para todos os participantes. Arruda (2003) reafirmou, no início, que o novo se constrói de baixo para cima, no cotidiano de cada um. Assim, transformação nos valores, atitudes e comportamentos são palavras-chave nesse contexto.
O encontro teve início com ênfase dada pelo assessor ao conceito de econo- mia31 como a gestão, que é o cuidado da casa. Nesse sentido, enfatizou que os ha- bitantes dela é que são o objeto da casa, no caso, casa do povo brasileiro, do plane- ta. Como anda a casa? Questionou e desenvolvendo o raciocínio, acrescentou: uma análise cuidadosa da situação de nossa casa permite identificar posturas exacerba- das de individualismo, guerras constantes, casa contra casa, país contra país, Esta- do contra Estado. Desse modo, ele quis chamar a atenção da economia predatória, centrada no interesse do capital em detrimento dos trabalhadores. Considerou, ain- da, que construir o projeto socialista na prática exige a adoção de novas formas de produção cooperativa de autogestão e novas formas de comércio, transparentes com o custo, margem de lucro adequada ao comércio justo.
Quanto a esse comércio, Fretell e Roca, após recuperarem os aspectos histó- ricos que marcam as relações tradicionais no comércio internacional e demonstra- rem como evoluíra a compreensão que restringia a noção de relações entre as na- ções que, agora, incorporam o plano local, o definem como:
31 A palavra economia na Grécia Antiga servia para indicar a administração da casa, do patrimônio particular; enquanto a administração da polis (cidade-estado) era indicada pela expressão economia política. A última expressão caiu em desuso e só voltou a ser empregada na época do mercantilismo pelo economista francês Antoine Montcheresteien (1615); os economistas clássicos utilizavam-na para caracterizar os estudos sobre a produção social de bens visando à satisfação de necessidades humanas no capitalismo. Foi somente com o surgimento da Escola Marginalista, na segunda metade do século XIX, que a expressão Economia Política foi abandonada, sendo substituída apenas por Economia. Desde então, é a denominação domi- nante nos meios acadêmicos, enquanto o termo Economia Política ficou restrito ao pensamento marxista. (SANDRONI, 2002, p.94).
[...] a rede comercial de produção – distribuição – consumo orientada para um desenvolvimento solidário e sustentável, que beneficie principalmente os produtores excluídos ou em situação de desvantagem, impulsionando me- lhores condições econômicas, sociais, políticas, culturais, ambientais e éti- cas neste processo (preço justo para os produtores, educação para os con- sumidores, desenvolvimento humano para todos. [...]
Está orientado para o reconhecimento e a valorização do trabalho e as ex- pectativas dos produtores e consumidores, permitindo melhorar as condi- ções de vida. Propõem-se a estabelecer relações entre produtores e con- sumidores, baseados na equidade, na associação, na confiança, na solida- riedade e no interesse compartilhado. (FRETELL e ROCA, 2003, p. 36) Para esses autores, são objetivos gerais do comércio justo: fazer evoluir as práticas comerciais para a sustentabilidade e a incorporação dos custos sociais e ambientais de modo a incidirem na tomada de consciência das pessoas e nas legis- lações nacionais e internacionais; gerar nos consumidores a consciência do poder que têm de atuar a favor de intercâmbios mais justos; impulsionar estratégias que busquem o equilíbrio entre os mercados locais internacionais; promover as relações de equidade de gênero; favorecer a expressão das culturas e dos valores locais, no contexto de um diálogo intercultural; promover o desenvolvimento integral no âmbito econômico, organizativo, social e político.
A reflexão sobre o associativismo e cooperativismo popular desenvolvida nesse seminário por Marcos Arruda propiciou uma série de aprendizados, que po- dem ser formulados da seguinte maneira: o cooperativismo é uma forma específica e diferenciada de organizar a produção, comercialização e serviços. Vinte por cento da população mundial está envolvida com o cooperativismo, entretanto, nunca esse movimento foi capaz de ser alternativa ao capitalismo, pois, em geral, é pensado e praticado na esfera de empresa, esquecendo-se do fato fundamental, ou seja, não é só a empresa importante na economia. O capitalismo, por sua vez, é um sistema de organização da economia na base do indivíduo, propriedade privada e da livre inicia- tiva, direito de iniciar, produzir e controlar qualquer empreendimento. Cada um faz o que quiser: é o caos, não tem planejamento a não ser o da empresa. Procura-se sempre, obter o máximo lucro: “cada um por si e Deus por mim”; é o “EU sem NÓS”. Por outro lado, há o coletivismo estadista, em que se predomina o “NÓS SEM O EU”. A economia solidária, ao contrário, é o (“EU e NÓS”) ao mesmo tempo: pessoa, comunidade, sociedade.
Outra abordagem importante apresentada no seminário por Marcos Arruda foi sobre o cooperativismo oficial: Organização das Cooperativas Estaduais OCE’s (es- taduais), Organização das Cooperativas do Brasil OCB (nacional). Criadas em 1971, durante a ditadura militar, elas defendem a unicidade cooperativa e disputam espaço com a economia solidária, que propõe a liberdade de adesão. Por exemplo, em Mi- lão na Itália, existem seis confederações cooperativas, e qualquer cooperado tem o direito de escolher, entre as seis e uma sétima, de não se filiar a nenhuma. O obje- tivo principal do cooperativismo popular é quebrar as condições limitantes impostas pela realidade e criar novo marco legal para as cooperativas, através da mudança de legislação. O cooperativismo popular está se ampliando no Brasil.
Na sequência ao relato sobre o 2º Seminário, os participantes foram estimula- dos pelo assessor a pensar na necessidade ou não de se transformarem todas as experiências de produção, comercialização e financeiras em cooperativismo. Foi lembrado o exemplo do Movimento dos Sem-Terra MST, que no início definiu que tudo seria cooperativa. Posteriormente, houve mudanças de critérios e hoje percebe- se um novo processo de construção, outras maneiras de se relacionarem, mudanças de valores contra o egoísmo e o individualismo.
Ficou claro, também, em termos de lições de cooperativismo que, para que se guarde coerência com os princípios e diretrizes gerais da economia solidária, são importantes: não ter só um projeto político e cultural para além do capitalismo, mas vários; há vários conceitos de economia solidária, mas como tal é o projeto de outra economia; o respeito à diversidade, entenda-se que todo diferente é complementar. Além do mais, cada pessoa é única no mundo, eu e nós vivemos ao mesmo tempo e não só a produção de autogestão, mas a comercialização de maneira justa é o prin- cípio fundamental da economia solidária que trabalha com vários campos ao mesmo tempo.
Prosseguindo a interpretação metafórica, gestão é o cuidado da casa. A pri- meira casa é a família que, do ponto de vista do capital, é vista como mão-de-obra, poder de compra, mas do ponto de vista da economia solidária é a unidade de pro- dução de serviços humanos, de bens e serviços, de conhecimento e constitui a refe- rência fundamental para a economia solidária. A família ampliada (casa, empresa,
país, mundo), tem na mulher um papel fundamental na construção de uma economia solidária, pelo papel amoroso que desempenha na gestão dessa casa.
Um momento fecundo dessa experiência reflexiva se deu por ocasião da rea- lização de oficinas, realizadas com a participação dos integrantes distribuídos em quinze grupos de trabalho. Utilizou-se da seguinte metodologia com o intuito de sub- sidiar a experiência de constituição e fortalecimento do Fórum de Cooperativismo e Associativismo Popular Solidário da região: elaboração da carta de princípios; defini- ção do nome do mutirão como Elo Solidário; definição do nome da moeda social como sendo Elo; definição do nome do secretário efetivo e suplente do mutirão; ano- tação de ofertas e demandas, telefones; preparação do catálogo dos produtos soli- dários; definição do coordenador/animador do mutirão; definição do mestre de ceri- mônia do mutirão que seria o responsável pelo local de realização da feira, pelo cumprimento, dar as boas vindas aos novos participantes e introdução deles no gru- po e zelo do espaço após a realização da feira.
O relato das experiências dessas oficinas propiciou o entendimento sobre a dimensão dos aspectos educativos suscitados. Cada um dos quinze grupos elegeu um relator para expor aos demais o resultado das discussões e encaminhamentos dados em cada um.
Feita a apresentação dos expositores, foram feitas anotações do nome e do telefone de cada um, o que cada um oferece e o que cada um precisa. Tratou-se de fazer uma reflexão coletiva sobre o significado mais profundo da moeda32. Quanto vale o Elo? Qual o critério? Com tais dados, foi aberta a negociação: confiança mú- tua, tudo em aberto, alternativas encontradas, indexar o Elo ao Real, relacionando-o com o tempo de trabalho, no caso, o Tupi do RJ. Tomou-se como exemplo, o salário mínimo do Dieese (R$1.400,00/nº de horas/mês 01 Elo = 1 hora de trabalho = R$10,00). Prosseguindo, o Eco banco é o banco da casa, que tem a função de pro- duzir e administrar a moeda. Distribui e recolhe as moedas em cada feira, edita no- vas moedas para os novos participantes que vão entrando no mutirão e anota o
32 Albuquerque (2003, p. 202) afirma que moeda social, em sentido lato, deve-se entender o instrumento fiduciário utilizado por uma ou mais pessoas e/ou grupo (s) que exerce as funções de unidade valorativa, que pode circular livremente em uma comunidade e é aceita como forma de pa- gamento; seu valor nominal não é igual ao valor intrínseco, depende da confiança daqueles que a recebem ou a repassam, por isso não pode ser usada como instrumento de entesouramento das riquezas produzidas pelos indivíduos ou comunidade.
quanto cada um vendeu para entregar na próxima feira. Sua tarefa principal é fazer circular a moeda. Dinheiro parado na economia solidária não vale nada, pois não gera juros. Definir a multa, (enferrujamento / oxidação) por deixar o dinheiro parado no Eco banco.
Fizeram parte, ainda, desse evento, exercícios práticos que foram realizados ao ar livre. Para isso, organizou-se um círculo menor com quinze pessoas, ofertando produtos para troca e um círculo maior com a presença dos demais participantes do encontro, cerca de sessenta pessoas.
Com relação à avaliação final das oficinas, diferentes expositores, majoritari- amente mulheres, não só apresentaram os resultados como também passaram a socializar com os demais aquilo que definiram como produtos a ser apresentado na rede. Tratava-se de um exercício reflexivo sobre o processo de produção, distribui- ção e consumo com vistas ao entendimento da estrutura e dinâmica de outro modo de produção.
Assim sendo, Eliane, integrante do grupo Estrela Dalva de Ipatinga foi a pri- meira expositora e ofereceu pano de prato, sabão líquido, detergente, artesanato, bordados, trabalhos domésticos. A matéria-prima que precisavam consistia em tin- tas, pano de saco, linhas, agulhas, ingredientes para sabão e detergente, (sebo, ál- cool, soda, cloro).
Cristina, integrante da Cooperativa de Salgados Marimassa de Ipatinga apre- sentou em seguida e ofereceu salgados e serviços de Buffet. A matéria-prima exigi- da foi frango desfiado, farinha, ovos, leite, embalagem, temperos.
A terceira pessoa a apresentar era integrante a COOPERMASSAS de Timó- teo, que ofereceu bolo para casamentos, aniversários, buffet, salgados e tinha ne- cessidade, por sua vez, de materiais diversos para serviço de buffet como taças, vasilhame.
Glorinha, integrante do grupo de mulheres Vale do Sol de Ipatinga ofereceu trabalhos manuais como crochê e conserto de roupas e apresentou como necessi- dade linhas, tintas, retalhos e mão de obra voluntária.
Maura, participante da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (A- PAE) de Ipatinga ofereceu pano de prato e bordados em geral. Precisava de linhas, pano de saco e agulhas.
A Mércia, participante da Cooperativa de Salgados Marimassas de Ipatinga, deu continuidade na exposição e ofereceu salgados, bolos, bombons, café da ma- nhã, torta, serviços de buffet e precisava de presunto, muçarela, frango, leite, carne, mecânico, gasolina, motorista.
A Márcia, integrante atuante nos movimentos sociais de Ipatinga, ofereceu doces, bombons e precisava de leite condensado, chocolate, embalagem, enquanto que a dona Marina, participante da COOPERMASSAS de Timóteo, oferecia almoço para casamento e precisava de leite, manteiga, carro, gasolina, propaganda.
Mara, participante do grupo de mulheres do bairro Recanto Verde em Timóteo ofereceu como produtos bijuterias e ovos de páscoa e precisava de chocolate e ma- terial para bijuteria. Natalina, participante do mesmo grupo, também ofereceu como produtos, bijuteria, artesanato de jornal, bordados (ponto cruz, crochê...), salgados, reforço escolar. Precisava de congelados, embalagem, papéis, leite condensado.
Estela, integrante da Associação de Mulheres do bairro Betânia em Ipatinga ofereceu como produtos, artesanato, crochê, bijuteria. Precisavam de miçangas, li- nhas, brincos, anéis. Por sua vez, a Edna, participante do grupo de mães do bairro Tiradentes em Ipatinga ofereceu ponto cruz e crochê e precisavam de pano de saco, linhas, agulhas, e trabalhos voluntários.
A Magda, participante do Clube de Mães do bairro Limoeiro em Ipatinga ofe- receu pano de prato, bordados de ponto cruz, lafoente e precisava de macamê, cur- so de pintura, pano de saco, linhas, agulhas.
Milene, integrante do grupo Maria Pereira Silva em Ipatinga, ofereceu unifor- mes para escolas, creches, proposta de almoço para casamento e precisava de agu- lha até máquina de costura, além de solicitação de voluntários. Por fim, o assessor do referido seminário, ofereceu as publicações do PACS sobre a economia solidária, aulas de inglês, francês, espanhol, cursos de economia solidária.
Após a realização do painel com os representantes dos quinze grupos sobre as diferentes oficinas, deu-se um momento de trocas com o respectivo aprofunda- mento temático. Para tanto, utilizou-se do seguinte método: cada expositor recebeu cinco moedas de Elo; uma moeda de 0,10 de Elos; uma moeda de 0,20 de Elos; uma moeda de 0,50 de Elos; uma moeda de 02 Elos; uma moeda de 05 Elos.
O desafio cognitivo proposto consistia em calcular o preço de cada produto. O assessor deu um exemplo da sua produção de geléia ecológica no Rio de Janeiro: 1º custo dos ingredientes usados na produção da geléia; 2º custo das embalagens; 3º custo do tempo de trabalho envolvido na produção; 4º custo dos impostos (se houver); 5º custo do transporte. O custo total é a soma dos custos anteriores. Defi- ne-se a margem de ganho (para fazer progredir o empreendimento: de 10% até 50% sobre o custo total), portanto, o custo final do produto é igual ao custo total acrescida a margem de ganho.
Observação importante realizada pelo assessor aos participantes do seminá- rio foi a recomendação sobre a importância de se apresentar o custo final do produto decomposto nas parcelas de custos envolvidos. Trata-se de garantir, nas experiên- cias de economia solidária, a total transparência do custo. Para tanto, foi utilizado um cartaz para mostrar os custos do seu produto.
Sobre a negociação de preços, o assessor estimulou os participantes a nego- ciarem a margem de ganho. Quanto à taxa de risco, no caso de produtos perecíveis, deve-se considerar uma taxa de risco envolvida. A sugestão é usar da experiência de trocas anteriores: quanto foi perdido em trocas anteriores, por exemplo, no perío- do de um mês. Se a perda foi de cinco produtos em cem dos que foram expostos, então, usa-se a taxa de 5/100= 5% sobre o custo total. Com isso, o custo final neste caso seria: custo total + taxa de risco + margem de ganho.
Feitos os cálculos, começam-se as trocas: o Eco banco avalia se é necessá- rio retirar Elos de circulação, ou acrescentar outros Elos. No exercício, embora tives- sem preparadas moedas de 10 Elos, elas não estavam sendo usadas devido aos preços dos produtos e, por isso, foi devolvida ao Eco banco. O Eco banco precisa ter o controle sobre a quantidade de Elos circulando: só se acrescentam mais Elos quando entra mais gente na feira de trocas. Dinheiro que fica parado no Eco banco
não vale nada; só vale quando circula. Assim, deve ser feito o cálculo da quantidade de dinheiro que estará circulando na feira: a referência é a quantidade de produtos que cada um trouxe e então, distribuiu o dinheiro de maneira correspondente. E- xemplo: quem trouxe só um produto para a feira, compra só um produto equivalente em dinheiro; caso contrário, pode acontecer de alguém levar poucos produtos e re- ceber mais dinheiro: vai sobrar dinheiro, e isso não vale nada.
Em diversos outros momentos do seminário, pôde-se perceber o esforço re- flexivo no intuito de despertar, nos participantes, a consciência sobre a necessidade de elaboração de políticas públicas de apoio à economia solidária, através da articu- lação com o Poder Público municipal, estadual e federal. As diferentes intervenções foram para incentivar a filosofia do cooperativismo popular, que busca desenvolver o espírito solidário como forma de superar os problemas de natureza econômica e de relacionamento dos grupos entre si.
4.4 Principais desafios para a consolidação do cooperativismo popu-