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Le régime alimentaire conditionne le microbiote tout au long de la vie long de la vie

I‐ Le microbiote intestinal

C. Le régime alimentaire conditionne le microbiote tout au long de la vie long de la vie

Os resultados analíticos de isótopos de Sm e Nd obtidos para o Granito Matupá encontram-se na tabela 2.5. As quatro amostras analisadas possuem valores negativos de Nd(t) (entre -2,66 e -4,29) e idades-modelo (TDM) paleoproterozóicas, variando de 2,34 a 2,47 Ga. Em um diagrama 147Sm/l44Nd x l43Nd/144Nd, os dados dispõem-se segundo uma isócrona, a qual, devido à pequena variação nas razões 147Sm/144Nd e l43Nd/l44Nd, não permite o cálculo de idade isocrônica. Entretanto, a ausência de dispersão dos dados relativamente à razão Nd/l44Nd é consistente com a hipótese de magma granítico original homogêneo (Innocent et

al., 1994).

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Segundo Faure (1986), a idade-modelo representa uma estimativa válida do tempo de residência crustal do Nd de uma rocha.

Duas hipóteses devem ser consideradas na interpretação dos dados de (t) e TD M do Granito Matupá: fonte única e mistura de fontes na geração do magma granítico. Em ambos os casos, entretanto, as semelhantes características isotópicas de Nd entre as amostras analisadas sugerem ter sido o magma granítico original homogêneo. O valor negativo de (t) decorre de influência de crosta continental preexistente e sugere uma fonte enriquecida em elementos litófilos.

Considerando-se uma única fonte para o magma granítico original, as idades-modelo obtidas representam a idade de formação de crosta continental. Neste caso, o Granito Matupá teria sido originado por reciclagem de crosta diferenciada do manto entre 2,34 e 2,47 Ga atrás.

A segunda hipótese considera que o magma granítico original resultou da mistura de duas fontes. De acordo com este modelo, as idades TD M não têm significado de idade de formação de crosta continental, resultando da mistura de materiais derivados de fontes com composições isotópicas e idades distintas (Faure, 1986; Pimentel et ai, 1996). É possível que a formação do magma original tenha-se dado a partir de magmas derivados do manto ( > 0) misturados com rochas tipicamente crustais ( < 0), conforme observado em batólitos graníticos de cinturões orogênicos (Depaolo, 1980; Faure, 1986). O magma básico também poderia ser derivado de fusão da crosta inferior (Hassanen & Harraz, 1996).

As variações isotópicas de Sm e Nd de granitos I e S australianos resultaram em uma curva de mistura em um diagrama x (McCulloch & Chappell, 1982). Os granitos do tipo S possuem valores de entre -6,1 e -9,8, enquanto nos do tipo I varia de +0,4 a - 8,9. Segundo McCulloch & Chappell (1982), os dados isotópicos obtidos são consistentes com a produção dos granitos por mistura de um componente de manto empobrecido com um componente crustal, sendo os granitos do tipo I dominados pelo componente mantélico na fonte e os granitos do tipo S, pelo componente crustal.

Com base em dados de isótopos estáveis e radiogênicos, Von Blackenburg et al. (1992) formularam um modelo de contaminação em dois estágios para a gênese do complexo ígneo cálcio-alcalino Bergell, de aproximadamente 30 Ma, localizado nos Alpes Centrais. Em um primeiro estágio, a fonte mantélica subcontinental enriquecida ( = +4) é contaminada por desidratação ou fusão parcial de crosta oceânica subductada e alterada. No segundo estágio, líquidos parciais gerados no manto contaminado foram contaminados pela crosta continental Alpina, com simultânea cristalização fracionada, produzindo assinatura isotópica crustal de Nd

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para as rochas ácidas ( = -7.6). Os autores acrescentam que se as feições observadas em Bergell devem-se realmente a processos de contaminação na fonte mantélica, os quais são conhecidos por contribuírem para a gênese de arcos vulcânicos continentais e oceânicos, esses processos também devem ter importância na gênese de outras intrusões cálcio-alcalinas.

Innocent et al. (1994) demonstraram que a geração de magmas cálcio-alcalinos durante a distensão Variscana nos Pirineus poderia ter-se dado por fusão de granulitos básicos ou por mistura de líquidos derivados do manto astenosférico ou litosférico com uma crosta fundida. Na primeira hipótese, os autores argumentaram que a fusão da crosta inferior granulítica requer condições de temperatura muito elevada, não descritas em zonas de subducção.

De acordo com a segunda hipótese, o magma cálcio-alcalino originado teria valor negativo de (-3), ou seja, características isotópicas de Nd crustais. Pelo modelo prosposto, as rochas cálcio-alcalinas foram posicionadas ao longo de lineamentos normais reativados por colapso gravitacional pós-orogênico. Houve o desenvolvimento de bacias ao longo do lineamento, causando o afinamento do manto litosférico subjacente devido à ascensão da astenosfera. O relaxamento pós-orogênico da tensão tectônica leva à liberação da energia potencial acumulada durante o espessamento crustal, o que resulta em um gradiente térmico muito elevado e induz à fusão parcial da crosta inferior, gerando magmas cálcio-alcalinos. Conseqüentemente, as rochas vulcânicas e plutônicas cálcio-alcalinas derivam da mistura de processos entre a crosta fundida e líquidos vindos do manto litosférico (Innocent et al, 1994; Aerden, 1994).

O modelo desenvolvido para rochas cálcio-alcalinas do Platô Tibete por Inger (1994) compreende intrusões derivadas exclusivamente da crosta por mecanismo semelhante ao existente nos Pirineus. O Tibete é interpretado como um corpo gravitacionalmente instável cuja crosta está em colapso, enquanto o manto litosférico subjacente foi adelgaçado, resultando em perturbações termais no manto litosférico e conseqüente fusão de horizontes férteis, resultando na produção de vasto vulcanismo. À medida que a litosfera retorna à espessura normal e as geotermas se reequilibram, a produção de magma tende a cessar.

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7 - DISCUSSÃO

7.1 - CONDIÇÕES DE FUGACIDADE DE OXIGÊNIO E TEMPERATURA