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2.2 Utilisation d’antennes microphoniques

2.2.1 Principe de la formation de voies

O avanço da idade implica necessariamente maiores cuidados, nomeadamente no que respeita ao estilo de vida dos indivíduos, sendo na nossa opinião, benéfico, adotar-se um estilo de vida mais ativo. Esta visão, pode no entanto levantar opiniões e questões controversas, nomeadamente quando consideramos que o exercício físico deve ser presença ativa na vida da pessoa idosa. Compreendemos que, faz sentido esta análise, se observarmos que o exercício contribui para o aumento da energia, confiança, boa disposição e consequentemente, da saúde do indivíduo, seja qual for a sua idade.

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Assim, tendo em conta a melhoria da saúde, percebemos que diversas doenças que, podem surgir e afetar a pessoa idosa, podem ser prevenidas através da prática do exercício físico.

Para além dos benefícios físicos, psicológicos e emocionais, que esta prática oferece, o idoso pode ainda beneficiar de importantes resultados na manutenção e prevenção de um cérebro mais ativo e alerta, que lhe permita desenvolver atividades e realizar tarefas de forma mais ágil e segura. Segundo Pedroso (2009), a prática desportiva garante ao idoso, o funcionamento integral das funções cognitivas necessárias que sustentam a preservação dessas faculdades e previnem a ausência de outras como a memória. Doenças associadas à demência por exemplo, podem ser combatidas através do exercício físico, uma vez que os resultados desta prática no idoso tem-se verificado benéfica a este nível.

A manutenção de hábitos e rotinas que estimulem o cérebro são também benefícios que o idoso pode tirar da prática do exercício físico, uma vez que fica mais desperto e com maior energia que lhe permita usufruir de atividades como a leitura e a escrita. Muitos teóricos entendem que a pratica de exercício físico pode tornar-se o melhor remedio para a depressão e a tristeza que muitas vezes afeta o idoso. Cientificamente e em termos biológicos, esta prática produz no organismo uma substancia, chamada endorfina, que desenvolvem sentimentos de bem-estar e autoconfiança, além do fortalecimento do sistema imunitário e digestivo, ossos e tensão arterial, assim como de outros órgãos como o coração e os rins.

Muitas vezes, nesta fase da vida, podem ocorrer perturbações que afetam o bem-estar do idoso a vários níveis, nomeadamente, ao nível do sono. Também esta situação melhora com o exercício físico regular, que contribui para o equilíbrio de um sono mais descansado e profundo (Idem, 2009).

Um organismo equilibrado é essencial para que se encontrem e desenvolvam as defesas necessárias a possíveis doenças que possam surgir. Deste modo, é importante que a pessoa idosa mantenha um corpo são em mente sã, ou seja, um corpo equilibrado e em forma, prevenindo-o de fatores que possam contribuir para o seu desequilíbrio ao nível da saúde e bem-estar, combatendo a falta de mobilidade que muitas vezes é assumida como uma causa inerente à idade avançada, mas que do nosso ponto de vista, se relaciona acima de tudo com a falta de movimento (Maia, 2001).

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Contudo, importa referir que cada exercício deve adequar-se a cada pessoa idosa, em grande parte pelas questões apresentadas anteriormente, não obstante a certeza de que a prática de exercício físico, ajuda a melhorar a sua força, flexibilidade e postura, o otimizando a mobilidade, equilíbrio e coordenação motora da pessoa idosa.

A atividade física no idoso, vai permitir que este se sinta capaz de realizar as suas atividades de forma autónoma e independente, mantendo-o ativo física e mentalmente por mais tempo, reduzindo assim, hábitos sedentários que possa ter adquirido ao longo do processo de envelhecimento.

Importa, contudo, salvaguardar que, a atividade física do idoso deve ser cautelosamente estabelecida por profissionais qualificados, que devem planificar os exercícios mais adequados a cada indivíduo, no sentido de se evitar o risco de lesões indesejadas. A prática dos exercícios deve também ser do agrado da pessoa idosa, para que esta se mantenha motivada, sendo fundamental também a sua prática regular.

Em situações de doenças crónicas e/ou condições médicas adversas, a atividade física pode não significar uma contraindicação para um envelhecimento ativo. A pessoa idosa pode manter-se ativa com moderação e segundo indicações dos profissionais de acompanhamento médico em articulação com o responsável pelo seu plano de exercícios, sendo que maioritariamente, se verificam melhorias na qualidade de vida do indivíduo, quando este pratica exercício.

Entre as inúmeras razões e benefícios apontados ao longo deste ponto, consideramos importante ainda destacar que a prática da atividade física pode beneficiar a saúde da pessoa idosa, no controlo e análise de alguns sintomas associados a doenças, como a disfunção cardiovascular, diabetes, osteoporose, depressão e ansiedade.

Conforme referimos, a adequação de um programa de exercícios eficiente para o idoso deve ter como principal objetivo a melhoria da sua condição física e qualidade de vida, bem como, o aumento da sua capacidade cardiovascular, flexibilidade e equilíbrio, não descurando a redução sintomatológica de ansiedade e depressão.

Desta forma concluímos que o exercício e a atividade física regular funcionam em conjunto na promoção da saúde e qualidade de vida durante o processo de envelhecimento, associada ao compromisso e motivação que o idoso necessita para adotar um estilo de vida ativa e saudável.

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7. A IMPORTÂNCIA DO ENVELHECIMENTO ATIVO PARA A