• Aucun résultat trouvé

Male and female agricultural holders in selected LDCs

Dans le document THE LEAST DEVELOPED COUNTRIES REPORT 2015 (Page 147-152)

CHAPTER 5: Transforming Rural Economies in the Post-2015 Era: A Policy Agenda

F. Conclusion

I.4. Official capital inflows to LDCs, 2000–2013

4.2. Male and female agricultural holders in selected LDCs

Nesta seção estão demonstrados, conforme é possível observar nas tabelas 8 e 9, as características sociodemográficas e o perfil predominantes de todos os respondentes da pesquisa. A amostra efetiva desse trabalho foi de 117 pessoas, sendo 110 liderados e 07 líderes. Isto é, um pouco a mais daquela que foi estabelecida em definitivo com a desconsideração, já explicada, de uma das diretorias da PROGESP e de uma das Pró-reitorias da UFRN: 105 liderados e 07 líderes. Iniciando pelos líderes apresenta-se o seguinte resumo na tabela 8:

TABELA 8 – Perfil da amostra LÍDERES

Gênero Frequência Percentual (%)

Masculino 03 43

Fermino 04 57

Total 07 100

Faixa etária Frequência Percentual (%)

De 31 a 40 anos 01 14,29

De 41 a 50 anos 02 28,57

De 51 a 60 anos 04 57,14

Total 07 100

Classificação do cargo investido ou do vínculo com a

UFRN Frequência Percentual (%)

Docente magistério superior 05 71,43

Técnico administrativo nível médio 01 14,29

Técnico administrativo nível superior 01 14,29

Total 07 100

Tempo ocupando a função de Pró-reitor Frequência Percentual (%)

1 ano 02 28,57

3 anos 01 14,29

5 anos 03 42,85

9 anos 01 14,29

Total 07 100

Desde que assumiu a função de Pró-reitor você foi incentivado ou orientado a fazer alguma capacitação no que diz respeito às práticas de liderança?

Frequência Percentual (%)

Não 05 71,43

Sim 02 28,57

Total 07 100

Fez alguma capacitação relacionada especificamente à

liderança? Qual? Frequência Percentual (%)

Não 02 28,57

Sim 05 71,43

Total 07 100

Constata-se a partir da tabela 8 que dentre os líderes acessados pela pesquisa quase a metade deles é composto igualmente pelos dois gêneros, sendo a representação feminina tendo uma leve superioridade (57%) frente aos líderes masculinos (43%). A faixa etária apresenta-se com a hegemonia cingindo no intervalo entre 41 a 60 anos o qual alcança o percentual somado de 85,74%: apenas um dos líderes da alta gestão da UFRN tem idade menor ou igual a 40 anos (14,29). Quanto cargo formalmente investido deles na UFRN, observou-se o predomínio de docentes do magistério superior (71,43%), seguido de 01 técnico administrativo nível médio (14,29%) e de 01 técnico administrativo de nível superior. No tocante ao tempo no exercício da função de pró-reitor a amostra se mostrou mais distribuída entre as opções disponíveis: 02 deles atuando somente até 1 ano (28,57%); 01 até 3 anos (14,29%); 03 com até 5 anos no exercício, e 01 com bem mais tempo anotando 9 anos como pró-reitor (14,29%). Finalizando, 05 deles (71,43%) afirmaram que desde que assumiram a referida função na alta gestão não foram estimulados ou orientados no sentido de fazer alguma capacitação sobre liderança.

Complementado esse resumo exposto na tabela 8, tem-se que as cinco respostas positivas dadas por alguns líderes quanto à participação em capacitação específica de liderança vieram acompanhadas da discriminação dos cursos feitos, os quais, com exceção de dois (28,57%), não se coadunam com tal temática tratada neste trabalho. O que se destaca disso é que apesar de serem relevantes na evolução das competências técnica de um líder, enquanto gestor, essas capacitações apresentadas de fato não desenvolvem suas habilidades motivacionais com vistas a influenciar um grupo ou equipe de trabalho, o que, de novo, e agora vindo do ponto de vista do líder deste estudo, vem reforçar aquela confusão das pessoas trazida e esclarecida no capítulo 02 quanto à distinção entre um líder eficaz e um gestor bem capacitado, no sentido de que por vezes o senso comum confunde o real significado de cada desses “atores” organizacionais: nem todo líder é um administrador ou gestor formal. Além disso, a função de liderar é apenas uma parte da tarefa administrativa global de um gestor (FIEDLER & CHEMERS, 1981; HERSEY & BLANCHARD, 1986; ROBBINS, 2005). Essas suas respostas creditando a certos cursos o significado de capacitações com

abordagem exclusiva em liderança estão transcritas logo abaixo, seguidas das duas exceções também observadas:

• Líder 1 – “planejamento estratégico”

• Líder 2 – “gestão do tempo para gestores universitários”; “gestão de riscos para universidades públicas”; “implementação de gestão de riscos no setor público”; e “governança e gestão de riscos no setor público”.

• Líder 3 – “riscos; oratória; gestão e UFRN; entrevistas em rádio e tv” • Líder 4 – “leader training” (EXCEÇÃO)

• Líder 5 - “liderança pública em tempos de crise” (EXCEÇÃO)

As respostas que evidentemente fogem do conceito relacionado à liderança que foi amplamente tratado neste trabalho sugerem revelar que para uma parte majoritária dos líderes da alta gestão da UFRN não há um entendimento correto da liderança em si. A assimilação desse achado pode estar relacionada ao fato de que o verbete “liderança” é relativamente novo, dado seu aparecimento formal apenas na segunda metade do século 19 no dicionário de Inglês Oxford de berço anglo-saxônico onde foi que ocorreu primeiro a preocupação da ideia da liderança, em oposição à chefia baseada na herança, usurpação ou nomeação. A palavra liderança se refere a um conceito moderno e sofisticado que é contrário ao entendimento de chefia provida por qualquer umas das três formas acima citadas (BASS, 2008). Desde o início sendo muito mais estudada em países de origem inglesa, as dúvidas persistentes que, segundo Bass (2008), foram compiladas e examinadas em 1993 por Rost quanto também à distinção da liderança em relação a outros processos de influência social, como coordenação e controle, parecem ainda ecoar. Esse quadro até certo ponto identificado na alta gestão da UFRN já é indicador de oportunidade para ser mais bem explorado pela instituição com vistas à consolidação mais uniforme e concordante do que é liderança no seu corpo administrativo.

Isto posto, seguem agora as características pessoais e profissionais investigadas para os liderados, que diferentemente dos líderes, se desdobram em apenas quatro aspectos conforme estão demostrados na tabela 9.

TABELA 9 – Perfil da amostra LIDERADOS

Gênero Frequência Percentual (%)

Masculino 41 37,27

Fermino 69 62,73

Total 110 100

Faixa etária Frequência Percentual (%)

até 30 anos 20 18,18 De 31 a 40 anos 57 51,82 De 41 a 50 anos 23 20,91 De 51 a 60 anos 08 7,27 A partir de 61 anos 01 0,91 Não respondeu 01 0,91 Total 110 100

Classificação do cargo investido ou do vínculo com a UFRN

Frequência Percentual (%)

Técnico administrativo nível fundamental 02 1,82

Técnico administrativo nível médio 55 50,00

Técnico administrativo nível superior 50 45,45

Terceirizado 01 0,91

Não respondeu 02 1,82

Total 110 100

Tempo na unidade de trabalho Frequência Percentual (%)

Até 1 ano 09 8,18 De 2 a 5 anos 41 37,27 De 6 a 10 anos 34 30,91 De 11 a 25 anos 18 16,36 Acima de 26 anos 06 5,46 Não respondeu 02 1,82 Total 110 100

Fonte: elaborado pelo autor (2020) com base nos dados da pesquisa.

Assim como para os líderes, os respondentes liderados que estão organizados na tabela 9 são na maioria feminino com 62,73%. Constata-se também o predomínio de idade variando entre 31 a 40 anos, com 51,82%, seguido daquelas compreendidas a partir de 41 até os 50 anos (anotando 20,91%), ou seja, a meia-idade se destaca frente

aos mais jovens e idosos igualmente presentes nesta amostra dos liderados. Outras características dominantes da amostra relacionam-se ao vínculo deles com a UFRN, majoritariamente técnico administrativo dividido quase pela metade em nível médio e superior, como também ao tempo de trabalho do liderado na sua respectiva pró-reitoria o qual se revelou está mais presente nas opções que indicavam conjuntamente o intervalo temporal de 02 a 10 anos, que soma 68,18%.

Dans le document THE LEAST DEVELOPED COUNTRIES REPORT 2015 (Page 147-152)

Documents relatifs