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4.5.2.1.La navigation et l’orientation (wayfinding)

NOTION D’ESPACE PUBLIC URBAIN ET CRITERES DE

III. 4.5.2.1.La navigation et l’orientation (wayfinding)

De modo a analisar a significância estatística da frequência de compra de produtos biológicos entre os géneros (feminino e masculino), realizou-se o teste U Mann-Whitney, em que se observou que não há relação estatisticamente significativa (p=0.14). Assim, não se infere haver qualquer relação entre o género do consumidor/comprador de produtos biológicos, ainda que a maior percentagem da amostra sejam indivíduos do género feminino.

Analisando as variáveis idade com a frequência de compra, verifica-se, utilizando o teste de Spearman, um valor de p=0.03, o que significa que de facto há relação entre a frequência de compra e a idade dos inquiridos, do presente estudo.

De modo a compreender esta relação, organizou-se a frequência de compra de acordo com a idade, concluindo-se que entre os 25 e 64 anos, apenas 2.1% dos compradores afirmaram fazê- lo diariamente; por sua vez a maioria dos inquiridos afirma comprar todas as semanas estes produtos, maioritariamente entre os 25 e 34 anos e entre os 55 e 64 anos. De refletir também, que 2.2% inquiridos com idade até aos 34 anos, afirmaram comprar raramente estes produtos.

Idade 18-24 25-34 35-44 45-54 55-64 >65 Com que frequência adquire alimentos biológicos? Todos os dias 0% 0.7% 0.7% 0.7% 0% 0% Todas as Semanas 4.4% 15.6% 11.1% 7.4% 14.8% 5.2%

Duas vezes por mês

2.9% 9.6% 5.2% 5.2% 1.5% 0%

Uma vez por mês 2.2% 2.9% 2.2% 4.8% 0.7% 0%

Raramente 1.5% 0.7% 0% 0% 0% 0%

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Relacionando a frequência de compra com as habilitações literárias dos inquiridos, obteve-se um p=0.06, o que significa que não há relação entre as variáveis acima mencionadas. Contrariamente, Fonseca, (2010) refere que estes consumidores pertencem a um nicho ainda restrito, sendo constituído por quem tem maior informação, inferindo-se, quem tem mais habilitações literárias.

Por sua vez, ao contrário do esperado, a frequência de compra e classe de rendimento, apresenta um p=0.23, o que significa que a frequência de compra e a classe de rendimento dos inquiridos não interferem entre si. Num estudo realizado por Brown et. al, (2009), concluiu-se que o consumo de produtos biológicos está associado a uma classe social mais alta. Sendo, no estudo de Lappalaien et la., (1998), o fator preço significante na escolha dos alimentos, principalmente nos indivíduos com salários mais baixos, reformados ou desempregados.

Tendo o Hipermercado, sido o local de recolha de questionários presenciais, estudou-se a possibilidade de relação entre o local de compra de produtos biológicos e a sua frequência, obtendo-se um p=0.00, o que significa que de facto há relação entre estas duas variáveis.

Em que local compra alimentos biológicos mais regularmente?

Hipermercados/ Supermercados Lojas de Alimentos Biológicos Feiras ou mercados Biológicos Diretamente aos Produtores Produção Própria Com que frequência adquire alimentos biológicos? Todos os dias 0.7% 0.7% 0% 0.7% 0% Todas as Semanas 38.5% 8.1% 9.6% 2.2% 0% Duas vezes por mês 15.5% 2.9% 3.7% 0.7% 0.7%

Uma vez por mês

5.2% 4.4% 2.2% 0.7% 0%

Raramente 2.8% 0.7% 0% 0% 0%

Tabela 3. Relação Frequência compra de Produtos Biológicos e Local de compra mais frequente

Verifica-se, de acordo com a tabela 3, que a maioria dos inquiridos que compra produtos biológicos nos hipermercados/supermercados, e que o faz todas as semanas (38,5% = 52 respostas), havendo um total de 62.7% (83 inquiridos) a comprar em hipermercados/supermercados, num total de 135 compradores/consumidores.

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Tendo o inquérito sido aplicado via online e presencial num Hipermercado, estudou-se a possível relação entre o local de compra e o modo de resposta de inquérito.

Meio de resposta do Inquérito Presencial Online Em que local compra alimentos biológicos mais regularmente? Hipermercados/Supermercados 74.2% 50%

Lojas de Alimentos Biológicos 9.1% 25%

Feiras ou mercados Biológicos 16.7% 14.7%

Diretamente aos Produtores 0% 8.8%

Produção Própria 0% 1.5%

Tabela 4. Relação Local de Compra de Produtos Biológicos e Meio de Resposta ao Questionário.

Ao analisar a tabela 4, conclui-se que o local de compra mais indicado foram os hipermercados e supermercados, em detrimento de todos os outros locais, independentemente do meio de resposta.

Esta análise pode-se relacionar com a conclusão retirada por Dettman et. al, (2010), que afirmavam que os supermercados e outros pontos de venda, aumentaram estes tipos de produtos à sua oferta.

Analisou-se a possível relação entre os produtos mais adquiridos e a frequência com que os produtos são adquiridos, e obteve-se uma significância estatística (p=0.00), percebendo-se que os produtos mais adquiridos são as frutas e legumes, maioritariamente todas as semanas, seguidas de duas e uma vez por mês. Uma vez que são produtos perecíveis, esta frequência de compra era expectável. Também nos produtos proteicos (carne, ovos ou lácteos), se verifica que quem os adquire, o faz igualmente todas as semanas, na sua maioria, sendo estes produtos também perecíveis e com períodos de durabilidade mais baixa do que a maioria dos produtos, como exemplo os amiláceos, bebidas (como sumos, vinho, bebidas vegetais).

Com que frequência adquire alimentos Biológicos?

Todos os dias Todas as Semanas Duas vezes por mês Uma vez por mês Raramente Tipo de Produtos Adquiridos Frutas e Legumes 1.5% 44.4% 17.8% 5.9% 1.5% Carne, ovos ou lácteos 0% 29.6% 11.1% 3.7% 0% Azeite e vinagre 0.7% 21.5% 5.2% 4.4% 0.7% Amiláceos 0% 5.9% 2.2% 0.7% 0% Bebidas 0.7% 19.2% 7.4% 2.2% 0% Processados 0% 3.7% 5.9% 0% 0.7% Vegetarianos/Vegans 0% 1.5% 1.5% 0% 0%

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Estudou-se a relação entre as razões/motivações de compra e a sua frequência, tendo-se obtido resultados estatisticamente significativos, na razão de disponibilidade destes produtos no local de compra (p=0.04) e, na motivação de estes produtos terem maior segurança alimentar (p=0.00).

Verificou-se em 31 dos inquiridos que no motivo “disponibilidade no local de compras” concordaram com a afirmação e, 22 efetuam compras semanalmente. E, por seu lado, de 48 inquiridos que concordaram com a afirmação “maior segurança alimentar”, 36 efetuam igualmente compras todas as semanas.

Fonseca, (2010), refere que as exigências em qualidade alimentar são cada vez maiores, procurando o cliente, produtos mais naturais e saudáveis. A disponibilidade e acessibilidade dos produtos alimentares, estão definidos como fatores importantes nas escolhas alimentares, no que diz respeito à disponibilização de alternativas alimentares saudáveis, à localização dos mercados e ao custo monetário dos produtos alimentares (Pitt et. al, 2017).

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5. Considerações Finais

A presente dissertação teve como principal finalidade analisar o comportamento de compra de produtos biológicos, através de inquérito realizado presencialmente a clientes de uma grande superfície de compras na Cidade de Almada e, on-line.

Como objetivos específicos procurou-se conhecer o perfil dos inquiridos e a sua frequência de compra e conhecimento do conceito “biológico”, descrever as consequências do consumo de produtos biológicos na saúde dos inquiridos, identificar as principais razões de compra de produtos biológicos, bem como os atributos e valores associados aos mesmos e reconhecer os principais locais de compra dos consumidores de produtos biológicos.

A partir dos resultados do estudo, pode-se considerar que os objetivos foram cumpridos na íntegra. Quanto ao perfil dos compradores de produtos biológicos, neste estudo, foram maioritariamente mulheres, com idades entre os 25-34 anos, com duas pessoas no agregado familiar e com um grau de habilitações elevado, bacharelato/licenciatura ou grau superior a estes. Estes resultados vão de encontro à maioria dos estudos já realizados, em que são as mulheres as mais compradoras, não só destes produtos, mas de todos em geral, e com um grau de habilitação elevado. Contrariamente ao esperado, neste estudo não se verificou qualquer relação entre a frequência de compra destes produtos e a sua classe de rendimento.

Os compradores de produtos biológicos, fazem-no essencialmente todas as semanas, optando mais pelos hortofrutícolas e produtos proteicos (carne, ovos, peixes). Sendo estes os produtos mais perecíveis da roda dos alimentos, seguindo a tendência esperada, pois são produtos que devem ser consumidos pouco tempo após a sua compra. Concluiu-se ainda, que estes produtos são comprados maioritariamente nos hipermercados, sendo este o local mais referido como local de confiança. No entanto, na ótica do consumidor ainda são produtos que economicamente não são acessíveis.

As principais motivações de compra referidas pelos inquiridos, foram essencialmente os benefícios que acreditam que estes produtos trazem à saúde, meio ambiente e, por serem alimentos mais nutritivos e com melhor sabor. Os principais atributos associados a estes produtos, são o facto de serem produzidos de forma natural, sem tratamentos químicos, o facto de terem uma produção regulamentada e certificada, bem como serem mais saudáveis e trazerem mais benefícios à saúde.

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Em resposta à pergunta de partida deste trabalho: “Os motivos de aquisição de produtos biológicos estão associados à sua perceção benéfica à saúde?” Sim. Após a realização dos testes estatísticos, concluiu-se que os motivos de compra de produtos biológicos, estão de facto associados à sua perceção benéfica à saúde. Assim, os produtos são comprados pelos seus benefícios à saúde, ambiente, bem-estar animal, melhor sabor e frescura, melhor constituição nutricional, segurança alimentar e disponibilidade no local de compras e, todas estas razões estão relacionadas com uma das componentes do significado de produto biológico, o facto de serem produtos mais saudáveis e benéficos à saúde, na perceção de todos os inquiridos on line e em questionário presencial, que referiram comprar estes produtos.

5.1 Estudos Futuros

Este estudo foi realizado numa grande superfície de compras, com um corredor de “Produtos Biológicos” e, via on-line, de modo a perceber se haveriam diferenças estatisticamente significativas nas respostas dadas pelos inquiridos. Seria interessante no futuro, alargar este estudo a outras cadeias de Hiper/supermercados, que não tenham corredores de produtos biológicos identificados, de modo a compreender se a tendência de compra destes produtos se mantém, se o facto de haver um corredor distinguido incita a sua compra, ou ainda, se o cliente frequenta aquela superfície de compras pela existência do corredor identificado e distinguido na área do Hiper/supermercado.

Também, para trabalhos futuros pode investigar-se se os consumidores destes produtos, optam sempre por biológicos em determinados grupos da roda dos alimentos, ou se o fazem intercalando com produtos obtidos pela agricultura convencional.

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