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CORRECTEUR DE TONALITÉ

Dans le document ELECTRONICS CONTINENT (Page 138-143)

A integração das análises estrutural e estratigráfica de dados sísmicos 2D e 3D e de perfis geofísicos de poços permitiu a compreensão da história evolutiva da Tectonossequência Rifte na área de estudo, localizada na porção central da Bacia do Rio do Peixe.

Na etapa de tratamento da base de dados 2D e 3D, a aplicação de filtros e o uso de atributos sísmicos voltados para o realce de feições estruturais e estratigráficas proporcionou resultados satisfatórios para a interpretação. Os filtros da Mediana e 1ª Derivada Centrada Vertical da Amplitude em Função do Tempo resultaram em uma melhora na resolução lateral e vertical dos dados, respectivamente. Na interpretação sismoestrutural, os atributos de Pseudorrelevo e Absoluto da 1ª Derivada Centrada Vertical da Amplitude em Função do Tempo ressaltaram estruturas frágeis, evidenciando principalmente àquelas falhas enraizadas no embasamento. Por outro lado, o atributo de Curvatura foi empregado na interpretação de feições relacionadas à flexura de camadas como o traço axial de dobras de arrasto e de flexão de falha, principalmente. Na interpretação sismoestratigráfica foram usados os atributos de Cosseno da Fase e a Amplitude RMS para a distinção de padrões, terminações de reflexões e texturas sísmicas.

De acordo com o arcabouço estrutural aqui interpretado, a Zona de Falha de Brejo das Freiras é formada por três segmentos principais que convergem para uma única estrutura em profundidade, constituindo a borda falhada do Semi-Graben Brejo das Freiras (ZFBF) que, localmente, apresenta direção ENE-WSW e mergulho para NW e NNW. A geometria lístrica das falhas principais origina sinformes de arrasto nos estratos inferiores, preferencialmente no depocentro, com planos axiais subverticais que mergulham fortemente contra a falha. Em locais onde falha apresenta traço retilíneo, os estratos basais encontram-se essencialmente basculados. Neste caso, falhas precoces do embasamento ocorrem frequentemente rotacionadas e com aparente rejeito inverso. Por outro lado, os estratos superiores apresentam estruturas antiformes, ocasionadas por variações de mergulho ao longo do plano da falha. Outras dobras geradas pela flexura de camadas como aquelas relacionadas à propagação da deformação, também foram mapeadas. Falhas oblíquas à ZFBF de direção NNW-SSE foram aqui interpretadas como

Rapozo, B. F. - Evolução tectono-estratigráfica da porção central da Bacia do Rio do Peixe, NE do Brasil falhas de alívio, cuja nucleação é favorecida em sítios de descolamento máximo e mínimo das zonas de falhas (Duffy et al., 2015).

Embora a análise de texturas sísmicas não permita a extração direta de informações geológicas, constituiu uma etapa muito importante na identificação prévia, reconhecimento e distribuição de padrões de reflexão. Assim, a textura sísmica 1 ocorre na região da borda falhada, sugerindo um controle geográfico/estrutural deste padrão de reflexões. Por outro lado, as texturas sísmicas 2 e 3 apresentam uma relação lateral, por vezes intercaladas. No tocante às sismofácies, foram reconhecidos cinco padrões distintos: (i) Paralela a sub-paralela de alta amplitude e continuidade; (ii) Paralela a sub- paralela de amplitude e continuidade variáveis; (iii) Paralela a sub-paralela de baixa amplitude e continuidade; (iv) Shingled, e (v) Caótica. Ao contrário das texturas sísmicas, as sismofácies permitem extrair informações acerca de processos e sistemas deposicionais a partir da sua geometria, distribuição, amplitude a associações.

O modelo de tratos de sistemas tectônicos adotado neste trabalho consistiu em uma adaptação daquele proposto por Kuchle & Scherer (2010; Figura 3.10), empregando nomenclaturas do modelo visto nos trabalhos de Ene et al. (2015) Ramirez et al. (2015) e Alvarenga (2016; Figura 3.11). Desta forma as nove sequências deposicionais aqui reconhecidas foram agrupadas em cinco tratos: (i) Início de Rifte; (ii) Desenvolvimento de Meio-Graben; (iii) Alta Atividade Tectônica (fase 1); (iv) Baixa Atividade Tectônica, e (v) Alta Atividade Tectônica (fase 2). As superfícies internas à Tectonossequência Rifte, que constituem os limites de sequências e dos tratos tectônicos, representam superfícies de inundação e são representadas como superfícies de inundação na região do depocentro e discordâncias na margem flexural (Kuchle & Scherer, 2010). Martins Neto & Catuneanu (2010) corroboram a ideia de sequências deposicionais limitadas na base e no topo por superfícies de inundação, constituindo ciclos de raseamento para o topo. Com base nestas premissas, foram interpretados limites de sequências no poço referência, ao passo que na sísmica, as superfícies de inundação foram reconhecidas com base em mudanças de sismofácies e na ocorrência de terminações em onlap da sequência sobreposta na região do depocentro, e de truncamentos em direção à margem flexural.

No estágio de implementação do rifte, falhas de direção NE-SW fortemente condicionadas pelo fabric pré-existente do embasamento distribuem quase igualmente a deformação. Assim, o Trato de Sistemas Tectônico de Início de Rifte não apresenta

Rapozo, B. F. - Evolução tectono-estratigráfica da porção central da Bacia do Rio do Peixe, NE do Brasil expressiva divergência em direção à futura falha de borda, englobando reflexões contínuas de alta amplitude, limitadas na base pela discordância sin-rifte e no topo pela superfície de desenvolvimento de meio-graben. A discordância sin-rifte é marcada por truncamentos das reflexões associadas à Tectonossequência Pré-Rifte, restritas ao embasamento, que migra para uma não conformidade em direção à margem flexural, separando a sequência cretácea do embasamento.

Na fase seguinte, a deformação passa a se concentrar na falha de borda, cujo desenvolvimento se deu de maneira semelhante ao modelo fault-linkage proposto por Gawthorpe & Leeder (2000). O espessamento das camadas evidencia a geometria em cunha deste trato que, associada às primeiras ocorrências de depósitos incipientes de falha de borda caracterizam o Trato de Sistemas Tectônico de Desenvolvimento de Meio- Graben.

O Trato de Sistemas de Alta Atividade Tectônica (fase 1) é limitado na base pela superfície de aumento de atividade tectônica e no topo pela superfície de máximo rifteamento (fase 1). O incremento na atividade tectônica confere às sequencias um padrão de divergência mais evidente e o avanço mais expressivo de depósitos de falha de borda em direção ao depocentro. De maneira geral, as sequências registram ciclos de expansão e assoreamento do sistema lacustre por sistemas de leques aluviais e deltaicos provenientes da borda falhada. A expansão do lago alcança regiões cada vez menores em direção ao topo do TSAAT (1), fato este que pode ser atribuído a condições climáticas áridas e/ou a pulsos tectônicos cada vez menos expressivos, que culminaram com a deposição do Trato de Sistemas de Baixa Atividade Tectônica.

Na fase de quiescência tectônica, a retrogradação da cunha conglomerática e a divergência pouco expressiva do Trato de Sistemas de Baixa Atividade Tectônica retratam um momento de diminuição na taxa de criação de espaço de acomodação. O limite superior deste trato constitui a superfície de aumento de atividade tectônica e marca a passagem para o Trato de Sistemas de Alta Atividade Tectônica (fase 2). Nesta fase, uma nova expansão do sistema lacustre e o avanço da cunha conglomerática ocorrem em resposta ao aumento na atividade tectônica, retratado na forma de um pulso mais significativo.

Rapozo, B. F. - Evolução tectono-estratigráfica da porção central da Bacia do Rio do Peixe, NE do Brasil Tendo em vista o evento erosivo de idade pós-Aratu (Nunes da Silva, 2009) que afetou a seção pós-rifte e provavelmente, parte da Tectonossequência Rifte, não foi possível caracterizar a história evolutiva completa da seção rifte da Bacia do Rio do Peixe. A ausência dos tratos e sequências sobrepostas àquelas aqui interpretadas impossibilita a interpretação dos tratos de Clímax e Final de Rifte e justifica a adaptação do modelo inicialmente proposto por Kuchle & Scherer (2010).

A compartimentação do preenchimento sedimentar de bacias rifte segundo tratos e sistemas tectônicos em dados sísmicos suportada pela análise de sismofácies permite compreender a evolução e distribuição de sistemas deposicionais, aumentando as chances de predição de possíveis sistemas petrolíferos. Mesmo que a bacia em questão não apresente, atualmente, condições favoráveis à exploração de hidrocarbonetos, blocos exploratórios já foram ofertados na 9ª Rodada de Licitações da ANP. Os principais plays, de acordo com Nunes da Silva (2009), são visualizados em em (i) arenitos fluviais e fluvio-deltaicos da Formação Antenor Navarro em margens flexurais e rampas direcionais; (ii) lentes de arenito fluviais intercaladas na Formação Sousa no centro do semi-graben; e (iii) arenitos e conglomerados de sistemas de leques aluviais da Formação Rio Piranhas em margens falhadas e rampas de revezamento.

De acordo com a história evolutiva aqui proposta, plays do tipo (ii) são desenvolvidos preferencialmente em momentos de baixa atividade tectônica ou atividade tectônica reduzida, quando ocorre a reestabilização das drenagens axiais e/ou transversais responsáveis pela ocorrência de lentes de arenitos fluviais intercalados na Fm. Sousa. Por outro lado, a deposição de arenitos e conglomerados de sistemas por leques aluviais nas margens falhadas (plays do tipo iii) pode ser diretamente associado aos momentos de alta atividade tectônica.

Possíveis trapas, de natureza estrutural principalmente, são visualizadas pela ocorrência de altos internos, além da ocorrência de estruturas antiformes geradas pela ocorrência de falhas sintéticas e antitéticas, originando flexura nas camadas afetadas por estruturas tipo pop-up (principalmente nos reservatórios dos tipos i e ii) e por variações de mergulho (flat-ramp) ao longo da falha principal (para reservatórios do tipo iii).

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