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Mandrin ou double-galette

II.5 Amélioration des performances de l’insert froid (deuxième version)

II.5.4 Construction de la nouvelle station d’essais

Pela análise dos gráficos de dispersão foi possível associar as variáveis analisadas e identificar a relação entre as mesmas de modo a comparar os bancos sob uma mesma perspectiva, considerando o contexto.

Adotou-se a padronização da escala dos gráficos que ilustram esta análise visando facilitar as comparações, tendo sido constatado:

 Para os bancos de varejo, o período 2009 a 2012 apresentou de modo geral expansão da carteira de crédito associada à piora na rentabilização, discreta melhora no perfil de risco do total portfólio apesar da qualificação da originação, alavancagem da carteira e da receita de crédito tanto em número de agências quanto de funcionários e aumento da produtividade das agências para a maioria das instituições;

 Para os bancos do segmento de crédito a análise evidenciou aumento do portfolio de crédito, redução/estabilização da receita de intermedição gerada pela carteira de crédito, ausência de unidade na qualificação da originação das operações, variação de carteira e receita por agência e funcionários sem alinhamento no grupo, e crescimento acelerado das equipes dos bancos.

São apresentadas a seguir as análises de dispersão que possibilitaram as constatações realizadas:

Segmento Bancos de Varejo

Inicia-se a análise avaliando a geração de receita de intermediação de crédito pela carteira de crédito o que permite avaliar a capacidade de geração de receitas da instituição sobre seu exposure.

A figura 17 evidencia a evolução da relação receita/carteira sinalizando ter havido o aumento da carteira de crédito e também o aumento da receita de intermediação para todos os bancos da amostra deste segmento, dado o deslocamento dos índices tanto no eixo da carteira (abcissa) quanto da receita (ordenada).

Figura 17 - Evolução das variáveis: Carteira de Crédito versus Receita de Intermediação de Crédito

Fonte: Elaborado pela autora

A razão receita de intermediação de crédito versus carteira de crédito evidencia a otimização da gestão do portfolio, tanto em termos de precificação quanto no controle da inadimplência – tanto pela melhor originação, como pela manutenção da carteira.

Neste contexto, observa-se na Tabela 26 que o ano de 2009 apresentou índices de receita/carteira para os bancos de maior porte desde 5,99% a 8,94%, respectivamente a CEF e o Itaú. Em 2012, os mesmos bancos apresentaram respectivamente um índice de 4,9% e 8,72%, o que sinaliza a piora de desempenho do portfolio de crédito, que resulta na indicação da necessidade de refinamento da gestão de crédito e risco, principalmente em um contexto de expansão da carteira.

A Tabela 26 também evidencia que dentre o grupo de bancos selecionados, apenas uma das instituições apresenta variação positiva entre os anos de 2009 e 2012, o que valida o entendimento de piora generalizada nos processos de gestão da carteira de crédito.

Tabela 26 - Razão Receita de Intermediação de Crédito pela Carteira de Crédito (%)e variação (p.p.)

PERÍODO BB ITAÚ CEF BRAD

2009 7,88 8,94 5,99 8,26

2012 6,50 8,72 4,94 8,66

Variação p.p. -1,38 -0,21 -1,05 0,41

Fonte: Elaborado pela autora

Na tabela 27, observa-se que todas tiveram aumentos em pontos percentuais da carteira de risco normal. Esta variação positiva indica uma melhora no perfil de pagamentos da carteira de crédito e sinaliza, por consequência, a melhora do perfil da carteira.

Tabela 27 – Concentração de Risco Normal na Carteira de Crédito (%) e variação (p.p.)

Fonte: Elaborado pela autora

A Figura 18 ilustra a variação positiva da carteira de crédito de todas as instituições e a aparente manutenção ou melhora do perfil de risco da carteira de crédito.

Figura 18 - Evolução das variáveis: Carteira de Crédito versus Risco Normal

Fonte: Elaborado pela autora

PERÍODO BB ITAÚ CEF BRAD

2009 91,29 88,22 90,87 90,80

2012 94,82 89,98 91,93 91,52

A Tabela 28 apresenta a variação de saldos decorrida entre 2009 e 2012 para todas as instituições e o percentual deste incremento que obteve risco normal em seu crédito no banco. Onde se evidencia a melhora no perfil das novas carteiras de crédito obtidas nos quatro anos por estas instituições, sendo este comportamento resultado da eficiência na de gestão de crédito e na manutenção da carteira.

Tabela 28 – Carteira incremental (R$mil) e percentual de risco normal (%)

Fonte: Elaborado pela autora

No contexto expensionista de crédito observado no período do estudo, é relevante avaliar o comportamento dos canais e das equipes comerciais, visando entender o nível de eficiência da estrutura na geração de volumes de operações de crédito e seu nível de risco.

Na Figura 19 é apresentada a variação positiva tanto em termos de volume da carteira quanto em número de agências, deste modo parece ser adequado concluir que quanto maior a rede de atendimento, maior a carteira de crédito da instituição.

Figura 19 - Evolução das variáveis: Carteira de Crédito versus Quantidade de agências

Fonte: Elaborado pela autora

Na Tabela 29 é evidenciado na relação carteira/agência, o comportamento outlier contatado para a CEF, no período, com valor de 107,48% enquanto o banco Bradesco apresentou uma variação de 12,23%. Tais números, de certo modo capturam a estratégia de

PERÍODO BB ITAÚ CEF BRAD

2012 217.281.321 122.773.461 234.662.926 99.686.212

atuação para a qual está estruturada a expansão, e deste modo pode-se entender que a expansão da CEF é basicamente focada na expansão da concessão de crédito.

Tabela 29 - Razão Carteira de Crédito pela Quantidade de agências (R$ mil)

PERÍODO BB ITAÚ CEF BRAD

2009 56.535 54.172 60.708 55.162

2012 92.717 95.288 125.955 61.908

Variação % 64,00 75,90 107,48 12,23

Fonte: Elaborado pela autora

A Figura 20 ilustra o comportamento da receita de intermediação de crédito em relação à quantidade de agências de cada banco da amostra. A análise dos gráficos também apresenta a variação de desempenho da CEF no período, que apesar de se manter com a menor quantidade de agências do segmento e menor receita de intermediação, acompanhou a alavancagem das demais instituições.

Ainda em relação à figura 19 observa-se que o banco Bradesco no ano de 2009, estava em terceiro lugar no ranking de quantidade de agências na amostra dos bancos de varejo, ocupando a mesma posição em termos de receita de intermediação de crédito; no ano de 2012, o banco atinge o segundo maior número de agências e mantém a posição do ranking em termos de receita de intermediação de crédito, evidenciando uma redução de eficiência dos processos e potencial excesso de capilarização da estrutura.

No ano de 2009, o Itaú apresentava a maior receita de intermediação do grupo e o segundo maior número de agências (menor apenas que o BB) – apresentando a razão de R$ 4.841 mil gerados de receita de crédito por agência; já em 2012, embora o Itaú tenha chegado a segunda maior receita de intermediação (atrás do BB), a redução da quantidade de agências, evidencia a otimização da sua relação receita/canal.

Figura 20 - Evolução das variáveis: Receita de Intermediação de Crédito versus Quantidade de agências

Fonte: Elaborado pela autora

A tabela 30 captura a variação da razão receita de intermediação de crédito de 2009 para 2012 – evidenciando que todos os bancos do grupo apresentam variações positivas, ainda que se constatem valores que variam de 18% a 72%, no mesmo período, respectivamente para os bancos Bradesco e Itaú.

O crescimento máximo observado evidencia a atuação agressiva de algumas instituições do grupo, na rentabilização de sua carteira de crédito.

Tabela 30 - Razão Receita de Intermediação de Crédito pela Quantidade de agências (R$ mil) e variação (%)

PERÍODO BB ITAÚ CEF BRAD

2009 4.453 4.841 3.637 4.554

2012 6.023 8.313 6.225 5.362

Variação % 35 72 71 18

Fonte: Elaborado pela autora

Os gráficos de relação carteira de crédito versus quantidade de funcionários apresentados na Figura 21 evidenciam a expansão do mercado de crédito, quando observa-se que as instituições apresentam um alinhamento a diagonal no gráfico, ou seja, aumentaram tanto o número de funcionários quanto o volume da carteira de crédito.

Figura 21 - Evolução das variáveis: Carteira de Crédito versus Quantidade de funcionários

Fonte: Elaborado pela autora

A visão detalhada dos participantes do grupo de bancos de varejo da seleção, apresentado na tabela 31, confirma o comportamento outlier da CEF que apresenta variação no valor de carteira média por funcionário de 160,56%, enquanto o Itaú atinge uma variação menor no valor de 31,23%.

É importante destacar que a CEF apresentava em 2009 a menor relação carteira por funcionário, resultando em uma maior expansão frente aos demais bancos que já apresentavam valores maiores para esta razão.

Tabela 31 - Razão Carteira de Crédito pela Quantidade de funcionários (R$ mil)

Fonte: Elaborado pela autora

Na avaliação da receita de intermediação de crédito pela quantidade de funcionários é adotada a premissa de que toda a estrutura de recursos humanos da instituição gera receita de intermediação de créditos; nesta análise pode-se avaliar a eficiência dos funcionários na geração desta receita para evidenciar uma potencial subutilização de recursos.

Na Figura 22, demostra-se a receita de intermediação por funcionário para os dois períodos (2009 e 2012), onde se constata que a CEF apresenta a segunda maior quantidade de funcionários, ao mesmo tempo em que gera a menor receita de crédito no grupo. Para fins de

PERÍODO BB ITAÚ CEF BRAD

2009 2.290 2.312 1.183 2.383

2012 3.806 3.034 3.083 2.946

comparação, o valor da receita de intermediação de crédito por funcionário em 2009 para a CEF é de R$ 70,88 mil enquanto para o BB é R$ 180,37 mil, destacando que este último tem a segunda menor receita de intermediação por funcionário no período.

Figura 22 - Evolução das variáveis: Receita de Intermediação de Crédito versus Quantidade de funcionários

Fonte: Elaborado pela autora

Para o período analisado, observa-se como indicado na Tabela 30, a razão receita de intermediação por funcionário, variações de 28% a 115% para as instituições financeiras do varejo. Tal amplitude de variação sinaliza a alavancagem da receita gerada pelo portfolio de crédito sobre o crescimento da estrutura funcional das instituições, destacadamente a de maior percentual calculado.

A Figura 23 captura a expansão da carteira de crédito ocorrida nos últimos quatro anos e agrega o contexto de crescimento dos canais de atendimento/relacionamento dos bancos de varejo da amostra em atuação no país – seja por aquisição/fusão ou pelo crescimento orgânico da estrutura. Os gráficos permitem ainda identificar o esforço de aumento de capilaridade para parte das instituições analisadas neste grupo e a potencial melhora de eficiência nos casos em que se pode constatar aumento na quantidade de agências, sem o correspondente aumento na quantidade de funcionários.

Figura 23 - Evolução das variáveis: Quantidade de funcionários versus Quantidade de agências

Fonte: Elaborado pela autora

É possível confirmar pela Tabela 32 o aumento na quantidade de funcionários por agências para o banco Itaú, enquanto que para as demais instituições se constata a redução na relação funcionário por agência, sendo tal fenômeno resultado dos movimentos de fusão e aquisição realizados ao mesmo tempo em que algumas instituições realizaram a revisão de seus quadros internos.

Tabela 32 - Razão Quantidade de funcionários pela Quantidade de agências

Fonte: Elaborado pela autora

Segmento Bancos de Crédito

A razão receita de intermediação de crédito versus carteira de crédito evidencia o foco na rentabilização do portfolio de crédito. Neste segmento as características de precificação (taxas e tarifas, por exemplo) são cruciais, principalmente pela prática em seus canais, ofertarem empresas concorrentes para o financiamento de seus produtos.

E a Figura 24 ilustra o aumento na carteira de crédito para todas as instituições do segmento e de receita de intermediação para a maioria dos bancos do grupo.

PERÍODO BB ITAÚ CEF BRAD

2009 25 23 51 23

2012 24 31 41 21

Figura 24 - Evolução das variáveis: Carteira de Crédito versus Receita de Intermediação de Crédito

Fonte: Elaborado pela autora

A Tabela 33 evidencia que dentre o grupo de bancos selecionados, apresenta variações positivas e negativas entre os anos de 2009 e 2012, o que valida o entendimento de contexto concorrencial e macro econômico na gestão de crédito da instituição.

Neste contexto, observa-se que o ano de 2009 apresentou índice de receita/carteira desde 3,52% a 27,91%, respectivamente o banco Mercedes-Benz e o BMG. De modo geral, para o grupo, a taxa de receita obtida na carteira de crédito é de 12,57% em 2009 e de 7,89% em 2012 indicando redução de rentabilidade, que dentre outros temas pode resultar da pressão concorrencial ou contexto macro-econômico.

Tabela 33 - Razão Receita de Intermediação de Crédito pela Carteira de Crédito (%) e variação (p.p.)

PERÍODO BMG PAN MERC VW

2009 27,91 19,92 3,52 5,68

2012 11,20 8,39 4,36 6,51

Variação p.p. -16,72 -11,53 0,85 0,83

Fonte: Elaborado pela autora

Das quatro instituições financeiras da seleção, observam-se na Tabela 34 variações distintas, em pontos percentuais, da carteira de risco normal. Tais variações indicam o impacto de temas tais como pressão concorrencial ou ambiente econômico, na gestão do ciclo de crédito e cobrança destas instituições.

Tabela 34 - Concentração de Risco Normal na Carteira de Crédito (%) e variação (p.p.)

Fonte: Elaborado pela autora

Quando analisada a relação da Carteira de Crédito em relação à participação da carteira normal como na Figura 25, confirma-se o maior volume de crédito para todas as instituições no intervalo de quatro anos avaliado neste estudo, pelo deslocamento horizontal (abcissa) das quatro instituições mapeadas.

Figura 25 – Evolução das variáveis: Carteira de Crédito versus Risco Normal

Fonte: Elaborado pela autora

A Tabela 35 apresenta a variação de saldos decorrida entre 2009 e 2012 para todas as instituições e o percentual deste incremento que obteve risco normal em seu crédito no banco. Onde não se evidencia um comportamento único para os bancos, com a piora do perfil de risco das novas operações com percentuais de risco até 60 dias inferiores a carteira vigente e também superiores, sendo este comportamento indicador de não alinhamento na gestão de crédito e eficiência errática no grupo.

PERÍODO BMG PAN MERC VW

2009 91,03 87,69 96,21 93,02

2012 93,86 87,91 96,14 92,80

Tabela 35 - Carteira incremental (R$mil) e percentual de risco normal (%)

Fonte: Elaborado pela autora

Também para este segmento, realiza-se a avaliação pela interação das variáveis Receita de intermediação de crédito e quantidade de agências. Como já comentado, este segmento de banco se utiliza, em muitos dos casos, da estrutura dos canais de atendimento de terceiros e tal contexto é constatado na Figura 26. Nesta figura fica evidente a capilaridade e expansão de apenas uma das instituições da amostra.

Figura 26 - Evolução das variáveis: Receita de Intermediação de Crédito versus Quantidade de agências

Fonte: Elaborado pela autora

A tabela 36 captura a variação da razão receita de intermediação de crédito de 2009 para 2012 – evidenciando a heterogeneidade de variação entre os bancos de crédito que apresentam variações positivas e negativas de modo que não é observado um comportamento alinhado neste segmento da indústria, na evolução deste índice.

Tabela 36 - Razão Receita de Intermediação de Crédito pela Quantidade de agências (R$ mil) e variação (%)

PERÍODO BMG PAN MERC VW

2009 130.556 1.333.970 204.626 799.992

PERÍODO BMG PAN MERC VW

2012 11.437.282 4.461.412 3.822.814 8.824.811

2012 100.683 935.896 420.619 1.456.428

Variação % -23 -30 106 82

Fonte: Elaborado pela autora

Os gráficos da relação carteira de crédito versus quantidade de funcionários, apresentados na Figura 27 evidenciam a expansão do mercado de crédito e das equipes das instituições, além de sinalizar que as variações no período se comportaram de modo distinto entre os bancos.

Figura 27 - Evolução das variáveis: Carteira de Crédito versus Quantidade de funcionários

Fonte: Elaborado pela autora

O grupo de bancos da seleção apresenta diferentes variações nos quatro anos, como indicado na Tabela 37, que ilustra a variação no valor de carteira média por funcionário em 2009 e 2012. A tabla captura o distinto comportamento dos bancos que no período tiveram distintas variações de originação de crédito por colaborador, o que evidencia a ineficiência na gestão de crédito.

Tabela 37 - Razão Carteira de Crédito pela Quantidade de funcionários (R$ mil)

Fonte: Elaborado pela autora

PERÍODO BMG PAN MERC VW

2009 15.742 69.053 28.084 28.266

2012 28.916 13.113 28.594 23.269

Na avaliação da receita de intermediação de crédito pela quantidade de funcionários deste grupo, é mantida a premissa de que toda a estrutura de recursos humanos dos bancos gera receita de intermediação de créditos; deste modo pode-se avaliar a eficiência dos funcionários na geração de receita de intermediação de crédito para apurar o nível de utilização dos recursos.

Na Figura 28 os dados de 2009 indicam o banco com a menor taxa de geração de receita de intermediação por funcionário, no caso o banco Mercedes-Benz com R$ 988,53 mil por colaborador, enquanto o banco Panamericano apresenta R$ 1.333,970 mil.

Figura 28 - Evolução das variáveis: Receita de Intermediação de Crédito versus Quantidade de funcionários

Fonte: Elaborado pela autora

Para o período analisado observamos, como indicado na Tabela 38, a razão receita de intermediação por funcionário, variações de -92% a 26% para os bancos de crédito. Estes valores captam adequações de estrutura, mudança de gestão e de práticas contábeis das instituições.

A tabela evidencia novamente a ineficiência na gestão de recursos para os bancos nos quais o aumento da capilaridade resultou na manutençãi da rentabilização da carteira.

Tabela 38 - Razão Receita de Intermediação de Crédito pela Quantidade de funcionários (R$ mil) e variação (%)

PERÍODO BMG PAN MERC VW

2012 3.237 1.100 1.248 1.516

Variação % -26 -92 26 -6

Fonte: Elaborado pela autora

A Figura 29 permite identificar o aumento de funcionários de modo genérico no grupo apesar do aumento no número de agências se restringirem a uma instituição, o que reforça o alinhamento às características do mercado-foco, com uso dos canais de terceiros.

Figura 29 - Evolução das variáveis: Quantidade de agências versus Quantidade de funcionários

Fonte: Elaborado pela autora

É possível confirmar pela Tabela 39 o aumento na quantidade de funcionários por agências em todas as instituições, evidenciando que a expansão no número de colaboradores foi maior que o aumento dos canais, no período analisado. Destaca-se o comportamento

outlier do banco Panamericano em comparação ao do banco BMG, que obteve a menor

variação.

Tabela 39 - Razão Quantidade de funcionários pela Quantidade de agências

Fonte: Elaborado pela autora

PERÍODO BMG PAN MERC VW

2009 30 97 207 498

2012 31 851 337 961

Em função das constatações obtidas nas análises descritiva e de dispersão realizadas, entende-se que os dados a serem utilizados na avaliação das metodologias propostas, são representativos do sistema financeiro e das especificidades de gestão dos bancos da amostra.