Partie IV. R´ esistance aux attaques ` a canaux cach´ es
13.4 Conclusion
O projeto visa a proporcionar para os estudantes, além das atividades curriculares, componentes extracurriculares em que o ambiente onde a escola está inserida seja explorado de modo sustentável e proporcione ao aluno contato com a natureza. Portanto, a escola foi projetada para um currículo sustentável, utilizando a edificação como ferramenta de aprendizado e demonstração de benefícios de práticas sustentáveis.
A proposta almeja a flexibilidade dos ambientes para que haja integração entre disciplinas, além de uma possível alteração de pedagogia. Com isso, a estrutura da escola é modular e pré-fabricada. As salas podem se juntar, pois as
58 paredes entre elas são de placas cimentícias deslizantes, proporcionando a integração.
Como foi projetada, a escola suprirá uma demanda de, aproximadamente, 600 alunos matriculados. Isso implicará na abertura de novas vagas e, consequentemente, no término da fila de espera que há atualmente (em 2019, havia 50 estudantes na fila). Outra linha que favorece a flexibilização é um espaço destinado a uma possível expansão da escola, caso exista a necessidade de ampliação devido à demanda populacional. O projeto também objetiva uma aproximação com a comunidade: espera-se que a escola funcione como um equipamento comunitário, oferecendo oficinas, cursos, além de atividades de integração entre a escola e bairro.
9.1. Implantação do projeto:
1. Área delimitada:
O terreno tem uma leve inclinação, estando 2 metros abaixo do nível da via;
Figura 35. Área do terreno sem alterações. Imagem produzida pelo autor.
Optou-se por aterrar o terreno a fim de fazer a drenagem correta, para que não tenha agua empoçada, pois a secagem do terreno é longa, devido ao acumulo de detritos, orgânicos e entulhos. Pretende-se utilizar essa água para nutrir a vala, podendo, assim, explorar todo o potencial do terreno.
59
Figura 36. Parte do terreno aterrada. Imagem produzida pelo autor.
2. Setorização:
A inclusão de uma área pública, em vermelho, busca uma relação e aproximação da comunidade com a escola, em azul, e com o meio em que a escola está inserida. Por isso, a escola está cercada por espaço público.
Figura 37. Separação público-privado. Imagem produzida pelo autor.
3. Eixos estruturantes:
Os fluxos foram definidos a fim de aumentar a relação da comunidade escolar e do bairro com o mangue, além da relação da área pública com a escola.
60
Figura 38. Eixo. Imagem produzida pelo autor.
4. Marco visual:
O morro do Lampião faz parte do cenário paisagístico do terreno onde a escola está inserida. Por isso, explorou-se bastante o uso do vidro e das aberturas mais baixas e largas, buscando uma conexão visual com o morro.
Figura 39. Relação da escola com o Morro do Lampião. Imagem produzida pelo autor.
5. Distribuição da edificação:
A distribuição das edificações acompanham os eixos estruturantes, assim como a transição entre o ambiente público e escolar. A área pública se localiza mais próxima da rua e no mesmo nível da via de acesso. O espaço escolar está no mesmo nível da rodovia, a fim de se destacar na paisagem do bairro. Na área escolar, as salas estão divididas de acordo com as faixas etárias, para que a
61 relação entre os espaços e o aluno acompanhe o momento e a fase de cada criança e adolescente com uma integração entre idades mais próximas. Com isso, as salas do ensino fundamental I (5 a 9 anos) estão no térreo, pois requerem mais atenção e cuidado, além de poderem explorar mais os espaços da escola. Já as salas do ensino fundamental II (10 a 14 anos) estão no pavimento superior.
Figura 40. Programa da edificação. Imagem produzida pelo autor.
6. Fluxos
Os fluxos de acessos à escola ocorrem pelas zonas públicas, seja pelas laterais ou pela frente, onde localiza-se o acesso principal. Como a via em que o terreno está localizado já possui ciclovia e calçada para pedestres, foi necessária apenas a estruturação da calçada frontal ao terreno, possibilitando não só maior conforto dos pedestres, como também permite a ligação da escola ao TIRIO e à UPA. Além disso, foi preciso inserir uma lombofaixa em frente à escola a fim de servir como redutor de velocidade, aumentando a segurança e permitindo uma travessia mais tranquila aos pedestres e estudantes.
62
Figura 41. Circulação. Imagem produzida pelo autor.
7. Estrutura modular:
A escola está estruturada através de uma malha estrutural, com módulos de 1,2 metros, que conformam os ambientes da escola. A estrutura inteira é pré- moldada. O pilares e as vigas, trabalham juntamente com as lajes alveolares. Esse tipo de laje foi escolhido pelos módulos disponíveis no mercado, a escolhida é de 20 cm de espessura por 1,2 metros de largura, podendo atingir até 20 metros de comprimento. Sendo assim, adequa-se à modulação do projeto. Conforme a imagem a seguir, um recorte para ilustrar a conexão das estruturas mencionadas:
63
Figura 42. Ligação das estruturas. Imagem retirada do site auto QI (http://faq.altoqi.com.br/content/428/1081/pt-br/lan%C3%A7amento-de-vigas-pre_moldadas- com-2%C2%BA-est%C3%A1gio-e-liga%C3%A7%C3%B5es-semirr%C3%ADgidas-com-barras- passantes.html)
As paredes exteriores, limitantes entre edificação e terreno são de uma combinação entre painéis de concreto pré-moldado, de 10cm, e painéis de drywall, de 11cm. Já as paredes que dividem salas e pátios são apenas de drywall. As paredes que separam as salas são de placas cimentícias, deslizantes e revestidas, de 12mm, proporcionando a junção de salas.
64
Figura 43. Malha do módulo. Imagem produzida pelo autor.
Figura 44. Estrutura parede externa. Imagem produzida pelo autor.
8. A cobertura:
A cobertura, além de proteger, também ajuda na ventilação, por ter uma distância entre a estrutura e a laje. Auxilia também na iluminação interna, seja
65 com os recortes na sua estrutura, seja com placas translúcidas. Além de sua função na captação da água das chuvas.
Figura 45. Cobertura. Imagem produzida pelo autor.
9.2. Sustentabilidade:
Quanto à sustentabilidade neste projeto, prezou-se pelo conforto ambiental, pela coleta de água pluvial, colocar placas fotovoltaicas e contentores de lixo.
9.2.1. Conforto ambiental:
Para que obtenha-se um melhor conforto luminoso, acústico e luminoso, o edifício está orientado para que obtenha um bom aproveitamento luz solar, para que, combinada com a luz artificial, resulte em um bom desempenho luminoso nos ambientes. A orientação também influencia na busca por melhor conforto término no interior da edificação. Sendo assim, ajuda na ventilação no interior do edifício. No projeto, utilizou-se a ventilação cruzada, favorecida, não só pela orientação, mas também pela indução através das janelas e da distância entre cobertura e edifício. Quanto à acústica, a escola projetada está em um espaço distante de zonas de grandes ruídos e há uma distância adequada das salas de aula em relação à Rodovia SC-405. Essas práticas visam a um melhor desempenho do edifício, acarretando, assim, em um menor uso de energia.
9.2.2 Água pluvial:
A coleta da água pluvial tem o intuito de preservar e abastecer a vala, além de recuperar áreas do manguezal. Planejou-se para que a coleta de água pluvial
66 seja realizada por três meios: pelo telhado, por meio do sistema de drenagem do terreno e através das bocas de lobo da rodovia.
A água que vem da via ela traz impurezas, como óleo que causa muitos danos ao meio ambiente. Para que a água que venha da via não seja poluente para a vala e, consequentemente, para o mangue, foi colocado um sistema de purificação no início da vala. Quanto à captação da água da chuva, ela se dará pela leve inclinação do telhado: através dos pilares, que também trabalharão como calhas, a água será levada ao térreo, onde se juntará aos canos dos drenos e, posteriormente, chegará até a vala.
Quanto ao terreno, trabalhar-se-á com sistema de drenagem, para que a água seja coletada e direcionada para a vala, para que não ocorram poças, atrapalhando o desenvolvimento de atividades escolares. Com isso, o sistema de drenagem escolhido é semelhante ao utilizado nos campos de futebol, como na imagem a seguir:
Figura 46. Esquema da estrutura da drenagem. Imagem retirada do site Drenagem de Solos (http://drenagem-de-solos.blogspot.com/2016/03/drenagem-de-solos.html)
9.2.3. Energia:
Para a projeção de consumo elétrico e para a implementação do sistema de geração de energia, foi utilizada como base uma escola de Araranguá, a qual possui aproximadamente 5500 m², com um consumo mensal de energia de 2661,12 Kwh (este valor refere-se apenas para as lâmpadas, não leva em
67 consideração outros meios de consumo de energia, porém, para a análise do projeto, foram utilizados os meios de consumo de energia). Analisando os valores, a estimativa é de que a escola projetada tenha um consumo diário de 410.15 kWh, resultando, assim, em um gasto anual de aproximadamente 150000 kWh. Dessa forma, o gasto anual de energia elétrica seria, aproximadamente, R$ 70.500,00 reais. A irradiação no projeto, considerando a orientação do edifício, é de 4,8 kWh /m²/dia. O rendimento das placas é de 90%, considerando 10% de perda da placa até a tomada. Com isso, temos uma potência nominal instalada de:
P = (consumo/irradiação)/rendimento P = (410.95/4.8)/0.9
P= 95.12 kWp
De acordo com o mercado, foi analisado um conjunto de 14 placas da marca WEG, com área de 31m² e potência nominal instalada de 4.62 kWp. O que calculando nos dá uma eficiência de 15%, conforme o cálculo:
A= (P/Eficiência) 31= (4.62/Eficiência) Eficiência= 15%
Com isso, podemos obter nossa área necessária para o sistema: A= (P/Eficiência)
A= (95.12/0.15) A= 635m²
Então, para suprir a demanda de energia do edifício, vamos precisar de 635m² de placas fotovoltaicas. Com esses valores, podemos fazer uma estimativa de custo para emprego dessa estrutura e analisar se compensa a implantação desse sistema no projeto. Segundo a CELESC, o custo do kWh é de R$ 0,47, sem taxas e impostos. Sendo assim, como o nosso consumo anual de energia elétrica que é de aproximadamente 150000 kwh, vamos ter um gasto aproximado de R$ 70.500,00 reais. Caso seja implantado o sistema de placas
68 fotovoltaicas, teremos um custo pela faixa de potência, segundo a empresa Ideal6, de R$ 4,72 por kwh.
70500 --- 1 ano (4,72 x 95120) --- X
Portanto, em 6,36 anos a implementação das placas terá o retorno financeiro.
As placas serão implementadas em uma cobertura com área de 1300m² aproximadamente, sendo o dobro da área necessária para suprir a demanda da escola. Assim, o restante da energia poderá ser injetado na rede e, a partir disso, buscar-se-á uma parceria com a prefeitura para que a energia seja fornecida para a UPA, reduzindo o custo que a prefeitura tem com esse serviço.
9.2.4. Lixo
No que se refere ao lixo, foram colocados contentores de coleta seletiva, por meio dos quais os alunos farão a separação dos lixos recicláveis. Os materiais que por ventura puderem ser utilizados em oficinas e atividades educacionais terão uso já na própria escola e os que não forem úteis serão descartados para a coleta seletiva. Já os resíduos orgânicos serão utilizados para a horta e a estufa, podendo, dessa forma, servir de experimentos no laboratório e adubar a terra.
69
Figura 47. Contentores de coleta seletiva. Imagem retirada do site Evolution Plásticos (https://www.evolutionplasticos.com.br/blog/coleta-seletiva/qual-a-importancia-das-lixeiras-para- a-coleta-de-lixo-seletiva-e-como-faze-la-adequadamente)
9.3. Programa de necessidades: ADMINISTRAÇÃO
Destinada ao atendimento de assuntos administrativos, bem como ao estabelecimento da interface entre a escola e a comunidade. Pode ser um espaço em que se ofereçam aos alunos, aos pais (ou responsáveis) e à comunidade apoio e orientações pedagógicas e psicológicas.
BIBLIOTECA
Pretende-se que os(as) estudantes e a comunidade utilizem a biblioteca, durante e após do período letivo. Podem ser utilizados também os espaços de apoio, como o espaço de leitura junto à biblioteca, e os cantinhos de leitura espalhados pelo terreno.
REFEITÓRIO
Projetado para proporcionar qualidade na experiência de contato com o entorno para alunos(as) durante refeições e outras atividades, além de ser um ponto de encontro e confraternização para a comunidade.
70
PÁTIOS
Espaços abertos para permitir sua utilização para diversas atividades escolares, lúdicas e até comunitárias, como manifestações culturais, políticas, confraternizações, apresentações ou encontros, a fim de incentivar a participação da família e da comunidade no ambiente escolar.
GINÁSIO
Possibilitará a prática de diversas modalidades desportivas. Poderá ser utilizado pela comunidade em horário não letivo. Além disso, permitirá a realização de eventos esportivos, gincanas, festas e poderá integrar outras escolas e comunidade.
SALAS DE AULA
Desenvolvidas para aplicação de diversas pedagogias e usos diferentes de acordo com matérias e características das turmas, permitindo, portanto, atividades distintas. Prezou-se pelo contato com o exterior e pela possibilidade de junção das salas por meio da flexibilização dos espaços. Para isso, as paredes são móveis e a separação das salas foi feita de placas cimentícias.
SALAS INDIVIDUAISOU PARA PEQUENOS GRUPOS
Espaço para estudos individual ou em pequenos grupos cuja principal característica é proporcionar silêncio e tranquilidade preservando o contato com o eixo verde.
LABORATÓRIOS
Para elaboração de várias atividades que proporcionem aos(às) estudantes experiências práticas relacionadas aos conteúdos teóricos aprendidos em sala de aula. O laboratório de ciências foi pensado de forma a preservar o contato com exterior, principalmente com a horta e a estufa, para atividades e experimentos relacionados às matérias lecionadas em sala de aula. O laboratório de informática está localizado junto à biblioteca a fim de favorecer o acesso da comunidade para oferecimento de oficinas, além de capacitação profissional. Para os(as) alunos(as), ele permite a prática de atividades relacionadas ao ensino, à pesquisa e ao desenvolvimento do conhecimento.
71
CIRCULAÇÕES
A circulação principal dentro do espaço escolar se deu de forma que a escola interaja com o mangue, sendo feita em linha reta e em sentido ao mesmo. Além da circulação principal, a escola possui uma circulação de serviços, para que possa abastecer, principalmente, a cozinha, para retirada do lixo e para demais manutenções necessárias. O eixo verde se deu através da ligação com o mangue, com intuito de influenciar que as pessoas vão em direção a ele (a ideia é estimular a relação da comunidade escolar e do bairro com o mangue). Além disso, há uma ligação entre o eixo verde a escola, aumentando a interação entre escola e comunidade. A circulação vertical acontece através de escadas e elevadores, localizados em espaços que proporcionem que o deslocamento até as salas de aula seja o menor possível, facilitando principalmente a locomoção de pessoas com deficiência.
HORTA
A horta, além de ser um objeto de experiências para alunos, também suprirá certa demanda de alimentos para a cozinha, ou seja, o que for plantado poderá ser servido às crianças e adolescentes. Essa prática já ocorre na creche Hassis, em que os insumos colhidos da horta servem não só para o consumo dos usuários como para o consumo de outra creche do bairro Costeira do Pirajubaé. Porém, para que isso funcione corretamente e obtenha sucesso, é necessária a presença de um profissional capacitado, para instruir e fazer a manutenção da horta.
9.4. Materiais utilizados
• Cobertura: é sustentada por uma estrutura de treliça espacial, que fará a distribuição dos esforços do telhado. Já o telhado é de telha sanduiche, também conhecida como telha termoacústica, auxiliando no conforto ambiental da edificação. É uma telha apropriada e muito utilizada em ambientes escolares. É sustentável, à medida que é feita com materiais recicláveis e garante a diminuição do consumo de energia elétrica.
• Pisos: para os caminhos e para a praça foram usados pisos intertravados
72 apresentam vantagens em termos técnicos e de sustentabilidade: eles permitem manutenções sem perda de material (são módulos reaproveitáveis), podem ser manejados de forma manual, permitem reduzir escoamentos superficiais (com filtragem no terreno) e correspondem à escolha de um material com menor energia embutida, ou seja, irá gerar menor consumo energético se comparado aos demais tipos de revestimento. Isso impacta na geração de energia, que é uma das maiores responsáveis pela emissão de gases do efeito estufa. Já para os ambientes fechados, foram utilizados os pisos marmoleum, natural composto, em sua maioria, por matérias primas naturais, rapidamente renováveis e de conteúdo reciclável. Ele é criado integralmente a partir de matérias primas obtidas em seu habitat natural, onde elas crescem e renovam- se, geralmente em um intervalo de 12 meses. Pode ser descartado, porque é biodegradável. Além disso, pode também ser usado como combustível uma vez que gera uma energia térmica de elevado grau que ultrapassa inclusive o grau de calor necessário para a sua produção.
• Parede drywall: é um sistema composto por estrutura de aço galvanizado e chapas de gesso acartonado aparafusadas em ambos os lados. Na questão acústica, o ar entre as placas funciona para o som como uma barreira. Com relação às propriedades térmicas, ocorre o mesmo: o colchão de ar formado entre as placas propicia conforto térmico ao ambiente. No projeto foram utilizadas paredes de 11 centímetros de espessura. As paredes de drywall foram empregadas de duas maneiras: a) trabalhando sozinhas, fazendo a separação interna dos ambientes na parte administrativa; e b) trabalhando de modo combinado com as placas de concreto pré-moldado, formando uma estrutura térmica e acusticamente mais eficientes.
• Placas de paredes pré-moldadas: são placas cimentícias preenchidas com EPS (isopor). Há algumas vantagens quanto ao seu uso: a) possibilita economia na mão de obra e no material já que elimina a etapa de chapisco e emboço da construção; b) funciona como isolante termoacústico; c) possui menor peso na estrutura; e d) facilita a execução por conta das suas dimensões.
• Esquadrias: quanto às janelas, priorizou-se o peitoril mais baixo e com grandes
aberturas. Por isso, foi adotada a altura de 60 centímetros do chão, buscado uma relação maior com o exterior em todos os ambientes. Nos grupos das crianças
73 maiores, funcionará como um elemento de descontração e desafio; no grupo das crianças menores, como uma espécie de barreira amigável à aproximação. Isso não ocorrerá nas áreas que necessitam mais privacidade ou armazenamento, em que a função das janelas é apenas para ventilação.
10. REFERÊNCIAS
Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris. DECLARAÇÃO UNIVERSAL
DOS DIREITOS HUMANOS. 10 dez. 1948. 2015. Disponível em
<https://www.ohchr.org/EN/UDHR/Pages/Language.aspx?LangID=por>. Acesso em 05 jul 2019.
ALMEIDA, Cleide; ROCHA, Luis Octavio. Em busca de uma aproximação
entre arquitetura e educação. CEMOrOC-Feusp, IJI-Universidade do Porto,
2009.
ALVES, Marcelo Paraiso; RABELO, Isabela Carvalho; TULER, Rosinei Maria de Oliveira; FONSECA, Maria Conceição Vinciprova. Prática cotidianas do
recreio escolar: táticas de quem gosta de inventar. Cadernos UniFOA, v. 12,
n. 35, pp. 75-86, 2017.
ARIÈS, Philippe (1975). A História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Guanabara.
ASSUNÇÃO, Kelli Regina dos Santos; As contribuições do educador Anísio
Teixeira para a formação do pensamento pedagógico da educação brasileira. Revista Travessias, v. 8, n.1, pp.199-212, 2014.
AZEVEDO, Giselle Arteiro Nielsen. Arquitetura escolar e educação: um
modelo conceitual de abordagem interacionista. Tese de doutorado.
Programa de Pós-Graduação de Engenharia. Universidade Federal de Santa Catarina. 2002.
BARROS, Ricardo Paes de; MENDONÇA, Rosane. Investimentos em
educação e desenvolvimento econômico. Instituto de Pesquisa Econômica
74
http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/2308/1/td_0525.pdf>. Acesso em 05 jul. 2019.
BITTAR, Marisa; BITTAR, Mariluce. História da Educação no Brasil: a escola
pública no processo de democratização da sociedade. Revista Acta
Scientiarum Education. Maringá, v. 34, n. 2, pp. 157-168, Jul./Dez. 2012.
BRASIL. Constituição Federal, 1988. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em 05 jul. 2019.
BUENO, Ayrton Portilho; Patrimônio paisagístico e turismo na Ilha de Santa
Catarina: a premência da paisagem no desenvolvimento sustentável da atividade turística. São Paulo, 2006.
CLEVELAND, Benjamin. 2012. Future Proofing schools: The Phase 1 Research Compilation. 2012. Disponível em: https://msd.unimelb.edu.au/learn- publications-0. Acesso em 01 out. 2019
DALVITE, Bárbara; OLIVEIRA, Dienifer; NUNES, Giovana; PERIUS, Mariane. SCHERER, Minéia Johann. Análise do conforto acústico, térmico e
lumínico em escolas da rede pública de Santa Maria, RS. Revista
Disciplinarium Scientia, v. 8, n. 1, 2007. Disponível em
https://periodicos.ufn.edu.br/index.php/disciplinarumALC/article/view/712. Acesso em 01 de out. de 2019.
DANIEL, Hugo Adriano. Campeche um lugar no sul da ilha. Florianópolis: Insular, 2018.
ELALI, Gleice Azambuja. O ambiente da escola - o ambiente na escola: uma
discussão sobre a relação escola-natureza em educação infantil. Estud.
psicol. (Natal) [online]. 2003, vol.8, n.2, pp.309-319. ISSN 1678-4669.
http://dx.doi.org/10.1590/S1413-294X2003000200013.
FERNANDES, Odara de Sá; ELALI, Gleice Azambuja. Reflexões sobre o
comportamento infantil em um pátio escolar: o que aprendemos observando as atividades das crianças. Paidéia (Ribeirão Preto) [online].
2008, vol.18, n.39, pp.41-52. ISSN 0103-863X. http://dx.doi.org/10.1590/S0103- 863X2008000100005.
75 FROTA, Ana Maria Monte Coelho. Diferentes concepções da infância e