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Alla turca - alla franca. Les enjeux de la musique turque

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Cahiers d’ethnomusicologie

Anciennement Cahiers de musiques traditionnelles

3 | 1990

Musique et pouvoirs

Alla turca - alla franca

Les enjeux de la musique turque Ahmed Kudsi Erguner

Édition électronique

URL : http://journals.openedition.org/ethnomusicologie/2379 ISSN : 2235-7688

Éditeur

ADEM - Ateliers d’ethnomusicologie Édition imprimée

Date de publication : 1 janvier 1990 Pagination : 45-56

ISBN : 2-8257-0423-7 ISSN : 1662-372X

Référence électronique

Ahmed Kudsi Erguner, « Alla turca - alla franca », Cahiers d’ethnomusicologie [En ligne], 3 | 1990, mis en ligne le 15 octobre 2011, consulté le 22 avril 2019. URL : http://journals.openedition.org/

ethnomusicologie/2379

Article L.111-1 du Code de la propriété intellectuelle.

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ALLA  T U R C A ­ ALLA FRANCA  Les enjeux de la musique turque 

Ahmed Kudsi Erguner 

U n  h o m m e se  p r é s e n t e un matin à la porte d'un tekké (couvent) de derviches  tourneurs.  M a n d a t é par la Cour, il vient chercher un enfant dont la réputation  de chanteur est parvenue jusqu'au sultan Sélim III, musicien (joueur de ney) et  p r o t e c t e u r de la  m u s i q u e . C'est ainsi  q u e la  m u s i q u e  t r a d i t i o n n e l l e savante  gagna un illustre musicien appelé Ismaël Effendi (1777­1845). 

D e u x siècles plus tard, dans le  m ê m e pays (la Turquie), dans la  m ê m e ville  (Istanbul), un enfant de onze ans se fait chasser des studios de la Maison de la  R a d i o , alors qu'il était invité à participe r à  u n e émission musicale consacrée  aux  e n f a n t s .  L ' e n c o u r a g e m e n t à la  m u s i q u e  t r a d i t i o n n e l l e  é t a n t formelle­

m e n t  i n t e r d i t , cet  e n f a n t , Kudsi  E r g u n e r ,  j o u e u r de ney, se  t r o u v a i t  d o n c là 

« p a r erreur»... 

Ces deux anecdotes illustrent un changement radical dans le comportement  du pouvoir à l'égard de la musique traditionnelle.  O n imagine difficilement au­

jourd'hui en  E u r o p e que des autorités ou des personnalités politiques prennent  des décisions dans des domaines qui échappent de si loin à leurs compétences ;  alors  q u ' e n Orient, un représentant du pouvoir peut aisément  p r e n d r e des me­

sures sans consulter des spécialistes éminents ­ mesures risquant de nuire à la  vie culturelle d'un peuple tout entier. C'est une pratique courante dans certains  pays du tiers  m o n d e de décréter du  j o u r au lendemain l'adoption d'un nouvel  a l p h a b e t , la modification de la  t e n u e  v e s t i m e n t a i r e , l'interdiction de certains  mots, sans recontrer aucune résistance. Aujourd'hui cependant, la situation est  d e v e n u e  p a r a d o x a l e : les pouvoirs politiques du tiers  m o n d e  t e n t e n t  p a r tous  les moyens de propager chez eux la culture  e u r o p é e n n e sous toutes ses formes  (y compris musicale), alors que  l ' E u r o p e s'est mise  q u a n t à elle à la recherche  des  t r a d i t i o n s musicales les plus  a u t h e n t i q u e s , issues des  c u l t u r e s  n o n  e u r o ­ p é e n n e s . Si l'on peut laisser à  d ' a u t r e s le soin d'analyser ces volontés  d ' a d a p ­ t a t i o n à la  c u l t u r e  o c c i d e n t a l e , il  n ' e n est  p a s  m o i n s  i m p o r t a n t de distinguer  e n t r e civilisation et  c u l t u r e , car les pays qui  a m b i t i o n n e n t de  s ' i n t é g r e r à la 

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46  CAHIERS DE MUSIQUES TRADITIONNELLES 3/1990 

Fig. 1 : Kudsi Erguner (ney) et Nezih Uzel (bendir). Photo: Ateliers d'ethnomusicologie, Genève. 

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DOSSIER/ERGUNER 47  civilisation  m o d e r n e sont amenés à renoncer ipso facto à leur identité culturel­

le.  E n bref: l'acquisition d'un poste de radio, objet  « m o d e r n e » par excellence,  oblige­t­elle à écouter la musique de ceux qui l'ont inventé ? 

Le dilemme de la Turquie moderne

P a r m i les  n o m b r e u x pays qui se  t r o u v e n t étirés  e n t r e la  « m o d e r n i t é » et  l'authenticité culturelle, la Turquie est un exemple significatif: 

« N o u s devons habituer les oreilles à la musique polyphonique  e u r o p é e n n e  de la  m ê m e  m a n i è r e que nous avons réussi à  m e t t r e le  c h a p e a u occidental  sur 20 millions de têtes» 1

O u encore : 

« Il nous faut éviter tout acte critique qui s'oppose au système occidental,  car cela  p o u r r a i t  n o u s créer un  g r a n d  d o m m a g e . Bien au  c o n t r a i r e ,  n o t r e  tâche consiste à faire  c o n n a î t r e ce système aux masses, et nous devons les  é d u q u e r au moyen de la force expressive de la musique occidentale. Voilà  un devoir essentiel incombant à l'homme d'art ! »2

Ces deux extraits  m o n t r e n t  c o m b i e n les intellectuels et les artistes turcs  sont convaincus des bienfaits d'un  c h a n g e m e n t culturel radical, en particulier  dans le domaine musical. Ce genre d'arguments solde une évolution entamée il  y a deux cents ans. 

J u s q u ' a u  d é b u t du  X V I I Ie siècle,  l ' E m p i r e  o t t o m a n connaissait deux ex­

pressions musicales.  D ' u n e part, la musique traditionnelle savante, développée  à la  C o u r par les élites lettrées et les soufis (en particulier les mevlevis, ou der­

viches  t o u r n e u r s ) ; c'était une musique très raffinée et subtile, liée au  D i w â n3.  D ' a u t r e part, la musique populaire, riche des diversités régionales de l'Empire,  qui  e x p r i m a i t  u n e  l i t t é r a t u r e  v a r i é e  d a n s un langage simple. Les différences  entre ces deux univers musicaux étaient énormes sur tous les plans. 

A partir du  X V I I Ie siècle, la Cour, puis les élites portent un intérêt croissant  à la musique occidentale qui vient ainsi s'ajouter comme troisième genre musi­

cal à la culture  o t t o m a n e et en reflète bien d'ailleurs l'orientation multicultu­

relle. Or, au fur et à mesure que l'Empire se  m u e en État­nation, cette dernière  est  m e n a c é e . La fondation de la  R é p u b l i q u e , en 1923, exige une culture natio­

1 Bedii Sevin, Journal Ulus, 30 octobre 1950. 

2 Halil Bedii Yönetken, Journal Akşam, 10 février 1950. 

3 Diwân : nom donné à la littérature savante. 

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48  CAHIERS DE MUSIQUES TRADITIONNELLES 3 /1990  nale et, par voie de conséquence, une musique nationale. C'est dans cet esprit  que Mustafa Kemal, fondateur de la République,  d o n n e des directives précises  p o u r  l ' é l a b o r a t i o n de la  m u s i q u e  n a t i o n a l e dans son discours  d ' o u v e r t u r e de  l'Assemblée nationale, le 1e r octobre 1934: 

« C e t t e année nous allons également changer la musique.  J e sais bien, chers  amis, à quel point vous souhaitez le progrès de la jeunesse nationale en ce  qui  c o n c e r n e les  b e a u x ­ a r t s . La  m u s i q u e  j o u e un rôle de  p r e m i è r e impor­

tance dans ce projet. Le  c r i t è r e de  p r o g r è s  d ' u n e  n a t i o n réside  d a n s son  a d a p t a t i o n au  c h a n g e m e n t et dans la transformation de la musique. Il faut  réunir les hautes pensées et les sentiments les plus fins de la nation, les bro­

der avec les dernières règles de la musique. Seule cette démarche  p e r m e t t r a  à notre musique nationale d'évoluer et de prendre sa place dans la musique  universelle»4

D a n s ses tentatives  p o u r extraire la nation  t u r q u e de la  « m u l t i n a t i o n a l e »  o t t o m a n e , Mustafa Kemal s'est largement inspiré de Ziya  G ô k a l p , philosophe  et sociologue  c o n t e m p o r a i n de Bergson : «  N o t r e musique nationale naîtra de  la  b o n n e fusion  e n t r e la  m u s i q u e occidentale et  n o t r e  m u s i q u e  p o p u l a i r e »5.  Ziya  G ö k a l p exclut ainsi totalement la musique traditionnelle dite savante, qui  ne  r e p r é s e n t e  p o u r lui  q u ' u n e extension de la musique byzantine volée  p a r le  célèbre philosophe Fârâbi (Xe siècle), c'est­à­dire une musique importée et, de  ce fait, non nationale, et aussi une musique artificielle et loin de la nature. 

« L e s  O r i e n t a u x et les Byzantins  n ' o n t  p a s saisi la justesse des intervalles  d'un ton et d'un demi­ton. Ils se sont préoccupés de petits intervalles appe­

lés quarts de tons, qui sont complètement artificiels»6

Il continue sa diatribe contre cette musique en la taxant de  m o n o d i q u e , car 

«la vie n'est pas faite  d ' u n e seule  d i m e n s i o n » .  E n se  d é b a r r a s s a n t des  q u a r t s  de ton, il espère aboutir à la création d'une musique polyphonique. En résumé,  p o u r  G ö k a l p , la  m u s i q u e  t r a d i t i o n n e l l e  s a v a n t e dite  o r i e n t a l e ne  p e u t  p a s  constituer une musique nationale, parce qu'elle est  « m a l s a i n e »7

La musique populaire, en revanche, appartiendrait à la culture nationale. Et  c o m m e  n o t r e auteur est convaincu que l'avenir musical réside dans l'adoption  de la musique occidentale, il ne lui reste  q u ' à formuler le programme que voici : 

« H a r m o n i s e z les mélodies de la  m u s i q u e  p o p u l a i r e selon le système de la  musique occidentale, et vous obtiendrez notre musique nationale ! »8

4 Atatürkçülük, volume I, p. 367. 

5 Ziya Gökalp, Türkçülü ün Esaslan, p. 27. 

6 ibid., p. 117. 

7 ibid., p. 118. 

8 ibid., p. 118. 

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DOSSIER/ERGUNER  49  Pour rendre possible cette transformation, il faut donc interdire la musique  traditionnelle savante. Toutefois, si les  r e p r é s e n t a n t s de la bureaucratie répu­

blicaine écoutent Mozart vêtus de leurs smokings, c'est en pyjama qu'ils révè­

lent leurs goûts orientaux: 

« J e  r e g r e t t e de  c o n s t a t e r  q u e dans  n o t r e pays, l'intérêt  p o u r la  m u s i q u e  occidentale n'est pas établi.  P e u t ­ ê t r e à Istanbul cet intérêt est­il plus vif,  mais  A n k a r a s'en  d é s i n t é r e s s e .  L e  p e u de succès des  c o n c e r t s s'explique  peut­être par le fait que  n o m b r e de fonctionnaires  n ' o n t pas les moyens de  s'offrir des billets. La jeunesse reste plus passionnée par la musique turque. 

Si cette passion persiste, je crois qu'il n'y aura bientôt plus aucun candidat  p o u r  n o t r e  m é t i e r de musicien occidental. Il faut donc susciter à tout prix  un  i n t é r ê t accru  e n v e r s la  m u s i q u e  o c c i d e n t a l e .  J e suis  p e r s u a d é que les  compositeurs turcs profiteront plus de la musique populaire que de la mu­

sique 'alla  t u r c a ' [musique traditionnelle savante] qui est sans intérêt pour  la musique occidentale»9

Dans les années cinquante, la création  d ' u n e Maison nationale de la  R a d i o  à  A n k a r a et à Istanbul  r é p a n d une  p o l é m i q u e qui était confinée  j u s q u ' a l o r s à  la couche sociale dirigeante. La  p r e m i è r e consigne officielle  d o n n é e à la nou­

velle institution fut de diffuser  u n i q u e m e n t de la musique occidentale afin de  la  r e n d r e populaire. Cela  p r o v o q u e de  n o m b r e u s e s réactions. Car  d ' u n e part,  la  m u s i q u e  s a v a n t e  t r a d i t i o n n e l l e est  e n c o r e  p r é s e n t e et vivante, et  d ' a u t r e  part, ses représentants célèbres jouissent d'une large estime en dehors des mé­

dias officiels. Ainsi, après quelques années d'interdiction, les deux Maisons de  la  R a d i o sont  c o n t r a i n t e s de réaccueillir des  i n t e r p r è t e s de la  m u s i q u e tradi­

tionnelle savante. 

A cette  é p o q u e  m ê m e , la vie politique turque est  m a r q u é e par l'instauration  du bipartisme et l'arrivée au pouvoir du Parti démocrate, nouvellement créé, qui  accorde un droit d'existence à la musique dite savante et  e n c o u r a g e des re­

cherches dans le domaine de la musique populaire. Cette fois­ci les réactions cri­

tiques n'émanent plus des milieux traditionalistes, mais des cercles kémalistes: 

« L e s bruits courent que les  " a l l a ­ t u r q u i s t e s " (partisans de la musique tra­

d i t i o n n e l l e  s a v a n t e ) font des crises de nerfs...  L e u r  c o l è r e est telle qu'ils  n'hésitent pas à  d i r e :  " N o t r e peuple n'a pas besoin de Bach,  B e e t h o v e n et  Schumann..." Sans  d o u t e cela leur passera.  D e  n o m b r e u s e s manifestations  se sont calmées après les avertissements venus des  h a u t e s autorités.  J e ne  c o m p r e n d s pas  p o u r q u o i ces messieurs se plaignent. Ils devraient plutôt se  réjouir de la situation, car le projet révolutionnaire  d ' A t a t ü r k (faire évoluer  notre  p e u p l e  j u s q u ' a u niveau de ceux qui s'expriment au  m o y e n de la mu­

sique  m o d e r n e d'expression occidentale) semble  p o u r l'instant  ê t r e lettre 

9 Halil Onayman, Akşam, 21 février 1950 

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50  CAHIERS DE MUSIQUES TRADITIONNELLES 3/1990  m o r t e . Preuve en est  q u ' u n e musique interdite du temps  d ' A t a t ü r k occupe  aujourd'hui, avec ses lamentations, les meilleurs  m o m e n t s de notre  r a d i o ­ diffusion.  Q u a n d je pense aux efforts de nos musiciens "alla franca" (parti­

sans de la musique occidentale)  p o u r faire apprécier cet élément du  m o n d e  civilisé, je ne puis  m ' e m p ê c h e r de dire que, s'il y a des laissés­pour­compte,  ce ne sont pas les " alla­turquistes " mais bien nous ! »1 0

La musique véhicule  m ê m e une remise en cause de la révolution kémaliste. 

Les traditionalistes justifient leur position en rappelant que Mustafa Kemal ap­

préciait en privé la  m u s i q u e  t r a d i t i o n n e l l e  s a v a n t e . Les  m o d e r n i s t e s , en  r e ­ vanche, s'appuient sur les discours officiels qui  p r ô n e n t le passage irréversible  à la musique occidentale : 

« C e s  d e r n i e r s  j o u r s ,  n o m b r e u x sont les efforts visant à sortir la  m u s i q u e 

" alla  t u r c a " des tekké (couvents de derviches tourneurs), des palais du Sul­

t a n et de son  d e r n i e r refuge, les  m u s é e s . Mais, fait  é t r a n g e , bien  q u e la  R a d i o  d ' I s t a n b u l (qui se doit de diffuser la civilisation) lui  a c c o r d e  u n e  place toujours plus  g r a n d e , cette  m u s i q u e  r e s t e  i n e r t e ,  c o m m e elle l'a  é t é  pendant des siècles.  J e pense qu'il est grand temps de définir ce qu'est cette  musique et ce que cache la passion " alla turca " face à notre révolution mo­

derne depuis Atatürk. Il est impossible aujourd'hui pour un  h o m m e moder­

ne de préférer ces compositions, souvenirs  d ' u n e  é p o q u e révolue, avec ses  quarts de tons, ses intervalles étranges et ses poèmes incompréhensibles qui  p r o v o q u e n t bien des  l a m e n t a t i o n s chez les ivrognes [...]. Si,  d a n s  n o t r e  pays, l'art ne fait aucun progrès, c'est à cause du mysticisme des " alla­tur­

q u i s t e s " .  N e se rendent­ils pas  c o m p t e des progrès du  m o n d e civilisé? La  civilisation ne connaît pas les quarts de tons, et vouloir attendre que ceux­ci  soient acceptés revient à refuser le progrès et à trahir la patrie par ignoran­

ce. Sans  d o u t e , l'avenir de la musique est dans la voie suivie par le  m o n d e  civilisé et, en tant que témoignage du passé, cette musique sera enseignée  par des professeurs d'histoire de la  m u s i q u e »1 1

L'enjeu de la musique «nationale»

T o u t e cette  p o l é m i q u e se  r é s u m e dans  q u e l q u e s idées maîtresses guidant  successivement la politique officielle en matière musicale. Tout  d ' a b o r d la vo­

lonté de  s u p p r i m e r  t o t a l e m e n t la  m u s i q u e traditionnelle  p o u r y substituer la  m u s i q u e occidentale, afin de  r a t t r a p e r le  r e t a r d vis­à­vis de la  m u s i q u e  e u r o ­ péenne, comme l'a fait  A t a t ü r k en interdisant pendant plus d'un an la musique 

1 0 Cemal Reşit Rey, musicien officiel attitré d'Atatürk, dans La Revue philharmonique 18, 1950. 

1 1 Baha Calt, La Revue des Arts 3, 1950. 

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DOSSIER/ERGUNER  51  t u r q u e traditionnelle. Les musiciens de  l ' e n t o u r a g e du fondateur de la  R é p u ­ blique  l ' e n c o u r a g e n t dans  c e t t e  d é m a r c h e , en  s o u t e n a n t  q u e cette solution  aboutirait à une  « n o u v e l l e  m u s i q u e »  p a r l'«éducation des oreilles». Ils affir­

ment  m ê m e que cette direction permettrait de mieux  c o m p r e n d r e le patrimoi­

ne musical  t r a d i t i o n n e l . Le  c o m m e n t a i r e de Cemil Reşit Rey, le  « p è r e de la  musique républicaine», est à cet égard significatif: 

« P o u r  e n t e n d r e  v é r i t a b l e m e n t la  m u s i q u e de Ytriq, Hafiz Post il faut  avoir  p é n é t r é véritablement et avoir  j o u é les œuvres de Bach,  B e e t h o v e n ,  M o z a r t , Wagner,  D e b u s s y [...].  N o u s devons sauver notre  m u s i q u e  m o n o ­ d i q u e de ces  p e r s o n n e s  b o r n é e s qui  n ' o n t  é c o u t é  d a n s leur vie  q u e de la  musique  m o n o p h o n i q u e , sans rien  c o m p r e n d r e , car ces gens  n ' o n t  q u ' u n e  seule oreille ! »1 2

Les  a p ô t r e s de cette  t e n d a n c e sont tous des musiciens ayant fréquenté les  c o n s e r v a t o i r e s  d e s  g r a n d e s capitales  e u r o p é e n n e s .  C e m a l  R e ş i t  R e y et au­

j o u r d ' h u i ses élèves Nevit Kodalli,  H i k m e t Simsek ­  p o u r ne citer que ceux­là 

­ perpétuent cette influence. La deuxième idée maîtresse est la volonté de sup­

primer la musique traditionnelle savante, héritage d'un passé  « n o n national». 

Tout en développant des recherches dans le domaine de la musique populaire,  de sorte qu'elle puisse servir de matériau de base pour créer une nouvelle mu­

sique turque dans le contexte d'une «nouvelle civilisation», on tente de suppri­

m e r la  m u s i q u e  t r a d i t i o n n e l l e  s a v a n t e . L'initiateur en est Ziya  G ö k a l p , déjà  cité, qui s'insurge contre les quarts de tons et préconise l'harmonisation, selon  le système musical occidental, de la musique populaire. Son point de vue se fait  jour au  m o m e n t  m ê m e (les années cinquante) où l'art de la musique tradition­

nelle savante est plus vivant  q u e jamais.  D e grands maîtres de cette  m u s i q u e  (ainsi  q u e  l ' h é r i t a g e musical  l u i ­ m ê m e ) se  t r o u v e n t  e n t e r r é s vifs,  p o u r ainsi  dire.  O n  p a r l e de  c e t t e  m u s i q u e  c o m m e de  l ' a p a n a g e d'un passé lointain,  c o m m e d'un  d o c u m e n t  « h i s t o r i q u e » méritant  q u ' o n l'étudié. En poursuivant  cette  i d é e , un des  l e a d e r s de ce  c o u r a n t ,  A d n a n Saygun,  p a r t i c i p e dans le  m o n d e entier à des conférences très érudites sur la musique modale. On relève  é g a l e m e n t  d ' a u t r e s  a t t a q u e s de la part de musiciens soi­disant progressistes,  comme Baha Calt: 

« D e part ses liens avec le tekké, l'ancienne musique appartient à l'histoire  [...]. Pourquoi donc transporter les temps anciens jusqu'à nos  j o u r s ? A quoi  b o n  j o u e r du bendir, du ney, du ud,  p u i s q u e ces  i n s t r u m e n t s de  m u s i q u e 

" a l l a  t u r c a "  a p p a r t i e n n e n t  d e p u i s  l o n g t e m p s déjà à  l ' h i s t o i r e ?  P o u r q u o i  persister à  t o u r n e r en rond dans un labyrinthe de quelques octaves, à accu­

muler les quarts de tons dans une ère d'harmonisation et de  p r o g r è s ? »1 3

1 2 Cemal Resit Rey, Akşam, 13 mai 1950. 

1 3 Baha Calt, La Revue des Arts 2, mai 1950. 

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52  CAHIERS DE MUSIQUES TRADITIONNELLES 3/1990 

Fig. 2: Constantin Brăiloiu (à gauche) et Ahmed Adnan Saygun au Colloque de Wégimont, 1956. 

Photo: Archives Samuel Baud­Bovy. 

Les musiciens  a p p a r t e n a n t à ce courant  r e n c o n t r e n t un appui et  u n e colla­

b o r a t i o n active  a u p r è s  d ' i n t e r p r è t e s de  m u s i q u e  p o p u l a i r e  c o m m e Muzaffer  Sari­Sözen et Sadi  Y a v e r ­ A t a m a n qui, à l'image de Béla  B a r t ó k ,  p a r c o u r e n t  l'Asie  M i n e u r e  p o u r en recueillir les  r é p e r t o i r e s .  G r â c e à leurs  r e c h e r c h e s ,  b e a u c o u p de mélodies ont pu être utilisées par de jeunes compositeurs  c o m m e  Erkin­Saygun,  A k s e s ou Tuzün. Mais la création d'ensembles de musique  p o ­ pulaire destinés à  j o u e r ces  r é p e r t o i r e s régionaux  n ' a fait  q u ' é l o i g n e r de plus  en plus la  m u s i q u e  p o p u l a i r e de ses racines. Par ailleurs, la nouvelle  m u s i q u e  n'a jamais réussi à se substituer à la musique populaire, malgré les appuis offi­

ciels sur lesquels elle compte pour se créer une large audience : 

«Toutes ces disputes  e n t r e les différentes musiques ne  c o n c e r n e n t  q u e les  cinq cent mille  p e r s o n n e s qui  h a b i t e n t les  g r a n d e s villes. Si l'on  p e n s e au  n o m b r e de ceux qui écoutent la musique polyphonique [...] je  m e  d e m a n d e  pour qui travaillent les compositeurs de cette nouvelle musique turque ? » 

1 4 Ferit Alnar, Akşam, 18 février 1950. 

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DOSSIER/ERGUNER  53  U n e  t r o i s i è m e idée maîtresse réside dans la  r é f o r m e de la  m u s i q u e tradi­

tionnelle savante.  D e v a n t la  m e n a c e officielle,  b e a u c o u p d'interprètes de mu­

sique  t r a d i t i o n n e l l e  s a v a n t e s'effacent.  D è s lors,  c e t t e  m u s i q u e ne  s ' a d r e s s e  plus  q u ' à un cercle intime  d ' a u d i t e u r s passionnés. Mais, vers les  a n n é e s qua­

r a n t e , des personnalités  c o m m e  H u s e y n Saydettin  A r e l et Suphi Ezgi se met­

tent à  c o m b a t t r e les accusations d'anti­nationalisme  p o r t é e s contre cette mu­

sique. Arel, dans une revue qu'il a créée, s'attache à démontrer que la musique  traditionnelle savante n'était ni arabe ni iranienne ni byzantine, mais essentiel­

lement  t u r q u e . Pour ces musicologues, il s'agit bel et bien d'un héritage natio­

nal, et une petite réforme suffirait  p o u r qu'elle devienne l'expression musicale  de la  R é p u b l i q u e . A l'instar des partisans de la musique populaire, ils s'achar­

nent à fixer un répertoire et à formuler une théorie musicale qui ne correspond  d'ailleurs pas toujours à la  p r a t i q u e de cette musique,  p o u r s'atteler ensuite à  la  t â c h e de  c o m p o s e r des  œ u v r e s  p o l y p h o n i q u e s .  U n des élèves  d ' A r e l ,  E r c u m e n t Berker, fonde un  e n s e m b l e  ( « A  c a p p e l l a » ) , tandis  q u e son  m a î t r e  crée dans les  a n n é e s cinquante un «Centre de musique traditionnelle savante  progressiste». Ainsi, les musiciens se divisent en deux groupes.  D ' u n e part, les  p a r t i s a n s  f a r o u c h e s de la  m u s i q u e  m o n o d i q u e et,  d ' a u t r e  p a r t , les  p a r t i s a n s  d'Arel avec leurs naïfs essais d'harmonisation. 

Plus tard, le fils du  c é l è b r e  j o u e u r de tanbur  T a n b u r i Cemil Bey,  M e s u d  Cemil, crée, à mi­chemin  e n t r e les deux  c o u r a n t s , un grand  e n s e m b l e au sein  de la  R a d i o d'Istanbul à l'image des grands orchestres  e u r o p é e n s . L'échec des  tentatives polyphoniques se transforme alors en une nouvelle  a p p r o c h e desti­

née à  d o n n e r à la musique traditionnelle savante le travestissement nécessaire  à se faire  a d m e t t r e dans la «nouvelle  è r e » . Ce courant bénéficie de l'appui de  l ' É t a t .  A u j o u r d ' h u i , un  c o n s e r v a t o i r e  d ' É t a t  p o u r la  m u s i q u e  t r a d i t i o n n e l l e  savante et populaire et de grands ensembles appelés «Chœurs  d ' É t a t » existent  grâce à l'effort accompli  p a r ces musicologues. Nevzat  A k l i q et  E r c u m e n t  Berker en assurent actuellement la direction. 

«Il faut  a u j o u r d ' h u i , et sans  p e r d r e du  t e m p s ,  e n s e i g n e r la  t h é o r i e de la  m u s i q u e classique aux radios  d ' A n k a r a et d'Istanbul et dans les conserva­

toires de ces villes [...].  E t  p o u r créer une musique polyphonique turque, il  est indispensable de connaître la  m u s i q u e  " a l l a  t u r c a " . C'est ainsi  q u e les  c o m p o s i t e u r s turcs  p o u r r o n t  c o n t r i b u e r  p a r de  g r a n d e s œuvres à la musi­

que occidentale »1 5

U n e  q u a t r i è m e et dernière idée maîtresse consiste dans la préservation de  l'authenticité de la  m u s i q u e traditionnelle savante et  p o p u l a i r e .  D a n s les an­

n é e s  s o i x a n t e ,  t o u t e s les  t e n d a n c e s nouvelles sont  r e n f o r c é e s , tandis  q u ' u n e  poignée de musiciens partisans d'une pure authenticité se trouvent toujours ré­

1 5 Retik Fersan, Akşam, 24 février 1950. 

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54  CAHIERS DE MUSIQUES TRADITIONNELLES 3/1990  duits à un cercle d'intimes. Seule la nomination de Ulvi  E r g u n e r à la direction  de la  m u s i q u e de la Maison de la  R a d i o a  p e r m i s à la  m u s i q u e  t r a d i t i o n n e l l e  savante de sortir de son isolement forcé. Il contribue à maintenir la liberté de  recherche et d'expression  d ' u n e musique aussi  a u t h e n t i q u e  q u e possible, sans  nier l'existence  d ' a u t r e s  c o u r a n t s musicaux.  D e s  t r o u b a d o u r s  i n d é p e n d a n t s  (aşik) peuvent aussi s'exprimer librement, malgré le  m é c o n t e n t e m e n t manifes­

te des chefs des grands  e n s e m b l e s de  m u s i q u e  p o p u l a i r e .  B e a u c o u p  d ' a u t r e s  r e p r é s e n t a n t s de la musique traditionnelle savante, rejetés  a u p a r a v a n t par les  p a r t i s a n s progressistes  d ' A r e l , ont ainsi  é g a l e m e n t pu avoir accès à la  r a d i o .  Restreinte jusqu'alors à une expression réformée (un répertoire limité joué par  des chœurs dirigés à la baguette), la musique traditionnelle savante est soudai­

n e m e n t  p r é s e n t e sous une multiplicité de formes et de  r é p e r t o i r e s .  C e t t e  è r e  d ' « o u v e r t u r e » se  t e r m i n e  p a r un procès  d ' É t a t à  r e n c o n t r e de Ulvi  E r g u n e r ,  accusé d'être «arriéré». 

M a l g r é ces difficultés, des musiciens de la nouvelle  g é n é r a t i o n ont  n é a n ­ moins eu l'occasion de  p r o u v e r l'essor des  r e c h e r c h e s  d a n s le  d o m a i n e de la  musique traditionnelle. 

Les principaux courants musicaux de la Turquie actuelle

Les controverses politiques autour de la musique ont eu  p o u r conséquence  une confusion des genres musicaux dans la Turquie  m o d e r n e . Il est  m ê m e de­

venu très difficile de distinguer la musique traditionnelle savante de la musique  dite de variétés.  D e plus, l'expression actuelle de la musique populaire se trou­

ve très éloignée de son terroir.  D ' u n e  m a n i è r e  g é n é r a l e , on  p e u t distinguer  neuf grandes tendances musicales dans la Turquie contemporaine : 

­ La  m u s i q u e classique  e u r o p é e n n e , parfois enrichie de  c o m p o s i t i o n s  turques, qui est soutenue officiellement par l'État. 

­ La musique polyphonique turque, arrangée d'après la musique populaire et  également soutenue par l'État. 

­ La musique classique  t u r q u e ,  a d a p t é e de la musique traditionnelle savante  selon une conception occidentale ; elle est soutenue officiellement par l'État  c o m m e étant l'unique expression possible de la musique traditionnelle sa­

vante. 

­ La musique populaire  d ' É t a t ,  a d a p t é e selon une conception occidentale et  soutenue par l'État. 

­ La musique de variétés influencée, soit par la musique traditionnelle savan­

te ou  p o p u l a i r e  t u r q u e , soit par la  m u s i q u e  o c c i d e n t a l e ; il s'agit  g é n é r a l e ­ m e n t de compositions  t a n t anciennes que  c o n t e m p o r a i n e s  j o u é e s et chan­

t é e s dans un style  d é v e l o p p é  d a n s des music­halls dits  c a s i n o s ; elle est  officiellement tolérée dans ses trois expressions. 

(12)

DOSSIER/ERGUNER  55 

Fig. 3: Ensemble fasil d'Istanbul: exemple de «modernisation» de l'ensemble traditionnel. 

Photo: Habib Hassan Tourna. 

­ La  m u s i q u e de variétés  a r r a n g é e ou  c o m p o s é e par des Turcs,  a p p e l é e au­

j o u r d ' h u i türk hafif bati müzigi  ( m u s i q u e  e u r o p é e n n e  l é g è r e  t u r q u e ) ; de  grandes  v e d e t t e s de ce genre musical reflétant le show­business  e u r o p é e n  ont ainsi  p o r t é un coup  i m p o r t a n t à la langue  t u r q u e , en l'adaptant stricto  sensu à des chansons  e u r o p é e n n e s (déformation de la  p h o n é t i q u e ) ; elle est  officiellement acceptée par l'État. 

­ La musique «folk»  t u r q u e calquée sur le courant folk américain, qui est la  forme d'expression privilégiée des intellectuels turcs (par  e x e m p l e : Esin  Afchar) ; encouragée par l'État, elle consiste en des chansons populaires ac­

compagnées à la guitare. 

­ La musique  « a r a b e s q u e » issue, d'une part, de l'insatisfaction de toutes les  expressions traditionnelles (expressions gelées par les médias officiels) et,  d'autre part, du besoin d'une nouvelle littérature. Ce courant, lié au phéno­

m è n e des  m i g r a t i o n s vers les  g r a n d e s villes, a  d o n n é lieu à un  m é l a n g e  d ' i n s t r u m e n t s  a p p a r t e n a n t à la musique populaire savante  m o d e r n e et ex­

p r i m e  u n e poésie qui touche  r é e l l e m e n t aux  p r o b l è m e s  ( m ê m e sentimen­

taux) de  t o u t e une  p o p u l a t i o n .  C r é é e dans les  a n n é e s soixante par  O r h a n  G e n j e b a i ,  c e t t e  m u s i q u e ­ qui est en fait  u n e  r e s u r g e n c e vulgaire de  l ' O r i e n t ­ se  t r o u v e tout de suite  b a n n i e  p a r les  m é d i a s , alors  q u e les  disques et les cassettes se vendent par millions. Aujourd'hui, elle occupe le 

(13)

56  CAHIERS DE MUSIQUES TRADITIONNELLES 3/1990  devant de la scène musicale en Turquie et, à ce titre, menace et inquiète les  autorités, car elle traduit la confrontation  e n t r e l'Orient renaissant et la vo­

lonté officielle  d ' e u r o p é a n i s a t i o n .  L e destin,  l ' a m o u r impossible, les illu­

sions de ce  m o n d e :  a u t a n t de sujets qui sont le  c o n t e n u  m ê m e de  t o u t e la  l i t t é r a t u r e  t r a d i t i o n n e l l e et qui  r é a p p a r a i s s e n t  a u j o u r d ' h u i  c o m m e  u n e  plante sauvage et indésirée.  U n e commission a été formée par l'État afin de  contrôler et de contenir l'influence de cette musique. Sans l'accord de cette  commission, aucun disque ni aucune cassette ne peut  ê t r e édité ou diffusé. 

Précaution peu efficace devant l'engouement populaire  p o u r ce genre. 

­ Enfin, la musique  « a r a b e s q u e »  e u r o p é e n n e , genre créé en 1988 par  A h m e t  Kaya, qui correspond à la musique arabesque, à la différence qu'elle se veut  politiquement engagée. 

C e t t e classification ne  p r é s e n t e  q u e les grandes  t e n d a n c e s de la  m o s a ï q u e  musicale de la Turquie  m o d e r n e . Nous avons volontairement omis de mention­

ner la musique traditionnelle savante, car elle n'y est pas considérée comme un  c o u r a n t musical. Elle se limite à la  p r é s e n c e de  q u e l q u e s  r a r e s musiciens,  contraints de se mêler à d'autres courants musicaux que ceux dont ils sont issus. 

Conclusion

Cet  a p e r ç u de la vie musicale  d ' u n pays ­ et qui  p o u r r a i t sans  d o u t e  ê t r e  a p p l i q u é à  d ' a u t r e s pays  m u s u l m a n s ­ fait  a p p a r a î t r e  l ' é c h e c de la  v o l o n t é  d ' u n  c h a n g e m e n t radical  d a n s la  c u l t u r e  d ' u n  p e u p l e . La  m u s i q u e ne  p e u t  exister sans liens avec la totalité d'un univers culturel, et cet univers perd son  sens en dehors de la pratique culturelle. Il est difficile d'entraîner des millions  d'individus d'un univers à un  a u t r e ­ quels  q u e soient les  m o y e n s et la force  mis en œuvre. 

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