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Type de vanne et caractérisation

Dans le document MANUEL DE LA VANNE DE RÉGULATION (Page 41-45)

Chapitre 2 - Performances des vannes de régulation

2.1 Variabilité des processus

2.1.4 Type de vanne et caractérisation

Enquadramento e Programa

O Parque da Maia, da autoria do Atelier Laura Roldão – Arquitetura Paisagista, Sociedade Unipessoal Lda., situa-se na freguesia da Maia e tem por limites a Av. D. Manuel II, a Av. Altino Coelho, a Av. Luís de Camões e a Rua José Rodrigues da Silva Júnior.

A área de intervenção, com cerca de 6 hectares, é marcada pela existência de um estádio, edifícios desportivos, campos de treino, bancadas, escolas e junta de freguesia que se lhe encontram adjacentes (Laura Roldão - Arquitetura Paisagista, 2016).

De acordo com a memória descritiva do projeto do Parque da Maia, o quarteirão em que se vai implantar o parque situa-se no centro da cidade da Maia estabelecendo ligações importantes entre equipamentos, serviços e transportes públicos (Metro e autocarros) essenciais ao funcionamento da cidade (Fig. 38).

Dos serviços na proximidade destacam-se a Câmara Municipal, Biblioteca Municipal Doutor José de Carvalho, Fórum da Maia, Tribunal, Junta de Freguesia, Centro de Saúde

Fig. 39 - Diagrama de equipamentos próximos. Fonte: LR | Arquitetura Paisagista

e o Posto dos Correios. Dos equipamentos destacam-se a Escola Eb2/3 Maia e a Escola Secundária da Maia, o Estádio e Campo de Treinos do Estádio Municipal Doutor José Vieira de Carvalho, o Complexo de Ténis da Maia, Pavilhão Municipal da Maia e Complexo Desportivo de Ginástica da Maia (Fig. 39). Na área envolvente é também possível encontrar vários serviços de hotelaria, restauração e saúde.

Sendo o parque um espaço predominantemente permeável e arborizado pretende-se o estabelecimento de conexões com os outros espaços verdes da cidade destacando-se o Parque Central da Maia e um conjunto de espaços verdes ao longo da Av. Altino Coelho. Existem também praças e largos dos quais se destacam a Praça Doutor José Vieira de Carvalho e a praça junto do fórum da Maia na rua Engº Duarte Pacheco (Fig. 38).

Por se encontrar num espaço urbano consolidado o parque pretende integrar aspetos de ordem ecológica e social, interligando-se as áreas arborizadas com os serviços numa articulação coerente de usos e funções entre todos os elementos que se situam no seu interior e na periferia.

O projeto teve em consideração vários aspetos como a morfologia do terreno, ventos, percurso solar, compatibilização de percursos pedonais e de veículos, arborização e multifuncionalidade do espaço. A proposta para o espaço pretende imprimir qualidade cénica e ecológica e incorporar aspetos sociais. Deseja-se que o parque não contemple exclusivamente espaços de recreio, mas que pela diversidade de funções e situações faça

parte do quotidiano dos maiatos sendo um local de vivências e de criação de memórias individuais e coletivas.

O espaço também foi desenhado contemplando áreas que podem funcionar em situações de emergência como seja instalação de albergues provisórios, hospitais de campanha, centro de controlo de operações, etc.

Este parque pretende fazer parte dos circuitos fundamentais da cidade, e por isso na sua projeção foram considerados os atravessamentos rápidos com pendentes de menor inclinação, não esquecendo os percursos lentos que permitem deambular e usufruir calmamente do espaço (Fig. 23 e Fig. 22). Como se trata de um espaço desportivo, também foram definidos percursos que permitam a prática de desportos, com diferentes níveis de dificuldade e intensidade de atividade e ainda a criação de um skatepark.

Este parque apresenta ainda um elevado número de entradas e saídas de emergência, garantindo a rápida evacuação das pessoas e ocupação por forças de segurança e emergência médica em caso de incidentes.

Os solos apresentam má qualidade dadas as sucessivas intervenções e construções realizadas no local que foram deixando materiais de aterro resíduos. Foi necessário em

Fig. 44 – Diagrama de percursos rápidos. Fonte: LR | Arquitetura Paisagista Fig. 43 – Diagrama de percursos lentos. Fonte: LR | Arquitetura Paisagista

projeto definir que as áreas verdes seriam alvo de aterros, com colocação de terras vegetais para garantir a qualidade do solo. A má qualidade do solo, a presença de resíduos e a consequente compactação do solo e deficiente drenagem obrigou à seleção criteriosa das espécies vegetais a aplicar.

Resumindo, o parque apresenta um conjunto de áreas destinadas a circulação, áreas de praça, muros, escadas e rampas, lago, skatepark e zonas permeáveis que são relvadas ou revestidas por arbustos e herbáceas.

Posto isto, considera-se que o projeto pode ser dividido em três grandes áreas.

A primeira área corresponde à área envolvente ao Estádio Doutor Vieira de Carvalho, que mantém as grandes áreas de circulação e de entradas e saídas e na qual o revestimento vegetal será pensado para assegurar maior diversidade de cor e de espécies.

A segunda área corresponde à faixa central e permite a ligação entre edifícios desportivos, campo de treinos e parque de estacionamento. Tem uma função particularmente associada ao desporto e inclui o campo de treinos e pavilhões, permitindo ainda instalação de equipamentos de ginástica em exterior. Nesta área um edifício existente de apoio à manutenção do parque será ainda transformado em café bar com dois pisos, para permitir vistas sobre os campos e parque.

A terceira área será vocacionada para o recreio ativo e passivo. Para o recreio passivo contemplaram-se os relvados envolvidos por espaços com flor, socalcos com relvados, miradouros, passadiços sobrelevados, lago e caminhos que deambulam pelo parque. Quanto ao recreio ativo destinou-se uma área de skatepark e muro para arte urbana.

II.

Tabelas com os valores para a Forma e Dimensão

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