• Aucun résultat trouvé

PORTC and the TRISC Register

Dans le document PDA Robotics (Page 113-119)

Veremos nesta se¸c˜ao uma rela¸c˜ao de grande importˆancia que liga os operadores com- pactos aos operadores de Fredholm. Esta rela¸c˜ao nos permitir´a provar facilmente que a soma de um operador compacto e um operador de Fredholm ´e um operador de Fredholm.

Defini¸c˜ao 2.4.1. Sejam L, T ∈ L(E, F ) dados. Dizemos que L e T s˜ao congruentes m´odulo operador compacto se L − T ´e compacto, e escrevemos L ∼= T .

Em alguns livros os operadores congruentes m´odulo operador compacto s˜ao chama- dos de Calkin equivalentes.

Vejamos que a congruˆencia ∼= ´e uma rela¸c˜ao de equivalˆencia. De fato, sejam L, T, S ∈ L(E, F ). Esta congruˆencia ´e reflexiva, pois claramente L ∼= L. Agora, se L ∼= T , ent˜ao L − T ´e compacto. Assim, T − L = −(L − T ) ´e compacto. Da´ı, T ∼= L, o que prova que a congruˆencia ´e sim´etrica. Por ´ultimo vejamos que ela ´e transitiva. Se L ∼= T e T ∼= S, ent˜ao L − T e T − S s˜ao operadores compactos. Como a soma de operadores compactos ´e compacta, temos que

L − T + T − S = L − S ´

e compacto, isto ´e, L ∼= S.

Outra propriedade dos operadores congruentes m´odulo operador compacto ´e apre- sentada na seguinte proposi¸c˜ao.

Proposi¸c˜ao 2.4.2. Sejam L, T ∈ L(E, F ) e L1, T1 ∈ L(G, E), onde E, F e G s˜ao

espa¸cos de Banach. Suponhamos que L ∼= T e L1 ∼= T1. Ent˜ao, LL1 ∼= T T1.

Demonstra¸c˜ao. De fato, como L − T e L1 − T1 s˜ao compactos, se segue do Teorema

2.3.10 que (L − T )L1 e T (L1− T1) s˜ao compactos. A soma de operadores compactos ´e

compacta, portanto (L − T )L1+ T (L1− T1) ´ e compacto. Assim, LL1− T T1 = (L − T )L1+ T (L1 − T1) ´

e compacto, o que prova a proposi¸c˜ao.

Observe que, se L ∼= T e L1 ∼= T1, onde L, T, L1, T1 ∈ L(E, F ), ent˜ao

L + L1 ∼= (T + T1).

Dizemos que L : E → F ´e invers´ıvel m´odulo operador compacto se existe um operador limitado L1 : F → E tal que

L1L ∼= IE e LL1 ∼= IF,

onde IE e IF denotam as identidades de E e F , respectivamente. Neste caso dizemos

que L1 ´e uma inversa de L m´odulo operador compacto.

Observa¸c˜ao 2.4.3. Suponhamos que, para L ∈ L(E, F ), existam L1, L2 ∈ L(F, E)

tais que

LL1 ∼= IF e L2L ∼= IE.

Vejamos que L1 ∼= L2 e que, al´em disso, L1 e L2 s˜ao inversas de L m´odulo operador

compacto. De fato, por hip´otese,

K1 = LL1− IF e K2 = L2L − IE (2.4.1)

s˜ao compactos. Assim, temos as rela¸c˜oes seguintes LL1− IF = K1

L2LL1− L2 = L2K1

(K2+ IE)L1− L2 = L2K1

K2L1 + L1− L2 = L2K1

L1− L2 = L2K1− K2L1.

Este fato prova que K1,2 = L1− L2 ´e compacto.

Agora, vejamos que L2 ´e uma inversa de L m´odulo operador compacto. Dado que

L1 = L2+ K1,2, onde K1,2 ´e compacto, de (2.4.1) temos

LL2− IF = K1− LK1,2.

Se segue do Teorema 2.3.10 que LK1,2 ´e compacto. Logo, LL2 − IF = K1 − LK1,2

´

e compacto, pois a soma de operadores compactos ´e compacta. Consequentemente, LL2 − IF e L2L − IE s˜ao compactos. Em conclus˜ao, L2 ´e uma inversa de L m´odulo

operador compacto.

Analogamente, L1 ´e uma inversa de L m´odulo operador compacto.

No pr´oximo teorema mostraremos que L ´e um operador de Fredholm se, e somente se, L ´e invers´ıvel m´odulo operador compacto.

Teorema 2.4.4. Um operador L ∈ L(E, F ) ´e de Fredholm se, e somente se, ´e invers´ıvel m´odulo operadores compactos. Podemos escolher uma inversa de L m´odulo operadores compactos que tenha imagem de codimens˜ao finita.

Demonstra¸c˜ao. Suponhamos primeiro que L ∈ L(E, F ) seja um operador de Fredholm e provemos que existe S ∈ L(F, E) tal que IE−SL e IF−LS s˜ao operadores compactos.

Expressemos os espa¸cos E e F nas seguintes somas diretas E = G ⊕ Ker L e F = Im L ⊕ H,

onde G e H s˜ao subespa¸cos fechados de E e F, respectivamente. Assim, L−1 : Im L → G existe e ´e limitado pelo Teorema da aplica¸c˜ao aberta. Tomemos P : Im L ⊕ H → Im L a proje¸c˜ao sobre Im L e i : G ,→ G ⊕ Ker L a inclus˜ao. Seja S ∈ L(F, E) a composi¸c˜ao iL−1P.

Agora, se x + y ∈ Im L ⊕ H, com x ∈ Im L e y ∈ H, ent˜ao (IF − LS)(x + y) = IF(x + y) − L(iL−1P )(x + y)

= x + y − LiL−1x = x + y − x = y.

Este fato prova que IF − LS ´e a proje¸c˜ao sobre H. Al´em disso,

dim Im(IF − LS) = dim H = coKer L < ∞,

isto ´e, IF − LS ´e compacto.

Por outro lado, se x + y ∈ G ⊕ Ker L, onde x ∈ G e y ∈ Ker L, temos (IE − SL)(x + y) = IE(x + y) − iL−1P L(x + y)

= x + y − iL−1P Lx = x + y − L−1Lx = x + y − x = y,

isto ´e, IE− SL ´e a proje¸c˜ao sobre Ker L. Dado que

dim Im(IE − SL) = dim Ker L < ∞,

IE− SL ´e compacto.

Os fatos acima mostram que S ´e uma inversa de L m´odulo operador compacto. Reciprocamente, suponhamos que T ∈ L(F, E) seja uma inversa de L m´odulo operadores compactos. Assim, K = IE − T L ´e compacto. Portanto, T L = IE − K ´e

de Fredholm. Este fato prova que Ker(T L) tem dimens˜ao finita. Dado que Ker L ⊆ Ker(T L), temos dim Ker L < ∞. Analogamente, LT ´e de Fredholm. Se segue da Proposi¸c˜ao 1.2.13 que LT tem imagem fechada de codimens˜ao finita. Al´em disso, Im(LT ) ⊆ Im L. Logo, Im L ´e fechado e tem codimens˜ao finita. Em conclus˜ao, L ´e de Fredholm.

Terminamos o cap´ıtulo mostrando que a soma de um operador compacto e um operador de Fredholm ´e tamb´em um operador de Fredholm, estendendo o Teorema 2.1.9.

Teorema 2.4.5. Se L ∈ L(E, F ) ´e um operador de Fredholm e K ∈ L(E, F ) ´e um operador compacto, ent˜ao L + K ´e de Fredholm. Al´em disso,

ind(L + K) = ind L.

Demonstra¸c˜ao. Sejam L ∈ Φ(E, F ) e K ∈ K(E, F ) fixados. O Teorema 2.4.4 implica que existem L1 ∈ L(F, E), K1 ∈ K(F, F ) e K2 ∈ K(E, E) tais que

LL1− IF = K1 e L1L − IE = K2.

Assim,

LL1+ KL1− IF = K1+ KL1 e L1K + L1L − IE = K2+ L1K.

Da´ı,

(L + K)L1− IF = K1+ KL1 e L1(L + K) − IE = K2+ L1K. (2.4.2)

Dado que K1 + KL1 e K2 + L1K s˜ao compactos, se segue de (2.4.2) que o operador

L1 ´e uma inversa de L + K m´odulo operador compacto. Portanto, pelo Teorema 2.4.4

L + K ´e de Fredholm.

Por outro lado, tK ´e um operador compacto para todo t ∈ R. Assim, L + tK ´e de Fredholm para 0 6 t 6 1. Dado que a aplica¸c˜ao ind ´e cont´ınua, temos

ind(L + K) = ind(L + tK) = ind L, e o teorema ´e provado.

Cap´ıtulo 3

Operadores de Fredholm

auto-adjuntos em espa¸cos de

Hilbert

O prop´osito deste cap´ıtulo ´e apresentar algumas das propriedades dos operadores de Fredholm em espa¸cos de Hilbert. Para este fim, nas duas primeiras se¸c˜oes lembraremos alguns resultados conhecidos da an´alise funcional dos espa¸cos de Hilbert, assim como a defini¸c˜ao do operador adjunto. Uma aten¸c˜ao especial ser´a dada aos operadores auto- adjuntos, como premissa para a constru¸c˜ao do fluxo espectral. Estes resultados ser˜ao de grande importˆancia no resto do trabalho.

Na terceira se¸c˜ao mostraremos algumas no¸c˜oes b´asicas da teoria espectral. Lembra- remos a defini¸c˜ao do espectro de um operador limitado. Al´em disso, para um operador auto-adjunto L ∈ L(H), onde H ´e um espa¸co de Hilbert, veremos a decomposi¸c˜ao espectral de H na soma direta dos subespa¸cos espectrais positivo e negativo e o n´ucleo do operador L.

Na quarta se¸c˜ao provaremos que, se H ´e um espa¸co de Hilbert de dimens˜ao infinita, real e separ´avel, o conjunto dos operadores de Fredholm auto-adjuntos, que denotare- mos por ΦS(H), possui trˆes componentes conexas ligadas `a estrutura dos subespa¸cos

espectrais.

Nas trˆes primeiras se¸c˜oes, se n˜ao se diz o contrario, H representar´a um espa¸co de Hilbert de dimens˜ao finita ou infinita, com produto interno denotado por h· , ·i, sobre o corpo K, onde K ´e R ou C, em quanto a quarta se¸c˜ao H ser´a considerado real.

3.1

Preliminares: algumas propriedades dos espa-

¸

cos de Hilbert

Como t´ınhamos falado acima, sublinharemos alguns fatos particulares inerentes aos espa¸cos de Hilbert (reais ou complexos) e aos operadores limitados em espa¸cos de Hilbert que ser˜ao usados no resto do trabalho. O leitor pode observar que alguns dos resultados s˜ao v´alidos no caso em que H seja um espa¸co com produto interno n˜ao necessariamente completo.

Uma das propriedades do produto interno ´e a continuidade, como mostraremos no seguinte lema.

Lema 3.1.1 (Continuidade do produto interno). Se (xn)∞n=1 e (yn)∞n=1s˜ao duas sequˆen-

cias em H tais que xn → x e yn→ y, onde x, y ∈ H, ent˜ao hxn, yni → hx, yi.

Demonstra¸c˜ao. Da defini¸c˜ao do produto interno e da desigualdade de Cauchy-Schwarz (ver (1.1.2)), se segue

|hx, yi − hxn, yni| = |hx, yi − hxn, yi + hxn, yi − hxn, yni| ≤ kx − xnkkyk + kxnkky − ynk.

Como kx − xnk → 0 e ky − ynk → 0, temos hxn, yni → hx, yi.

Defini¸c˜ao 3.1.2. Seja A um subconjunto de H. Dizemos que x ∈ H ´e ortogonal a A, se hx, yi = 0 para todo y ∈ A. O conjunto ortogonal de um subconjunto A de H, denotado por A⊥, ´e o conjunto dos x ∈ H que s˜ao ortogonais a A. Se A ´e um subespa¸co de H, A⊥ ser´a chamado de complementar ortogonal de A.

Vejamos algumas das propriedades que possui um conjunto ortogonal.

Proposi¸c˜ao 3.1.3. Se A ´e um subconjunto de H, ent˜ao A⊥ ´e um subespa¸co fechado de H e A⊥ = A⊥.

Demonstra¸c˜ao. Primeiro vejamos que A⊥´e um subespa¸co de H. De fato, sejam x, y ∈ A⊥ e λ ∈ K. Assim, se a ∈ A, temos

hλx + y, ai = hλx, ai + hy, ai = λhx, ai + hy, ai = 0, isto ´e, λx + y ∈ A⊥. Este fato prova que A⊥ ´e um subespa¸co de H.

Agora mostremos que A⊥´e fechado. Seja (xn)∞n=1uma sequˆencia em A⊥convergente

a x ∈ H. Da´ı, se a ∈ A e n ∈ N, a desigualdade de Cauchy-Schwarz implica que |hx, ai| = |hx, ai − hxn, ai| = |hx − xn, ai| ≤ kx − xnkkak.

Dado que xn → x, ent˜ao hx, ai = 0 para todo a ∈ A, isto ´e, x ∈ A⊥, como se queria

Por ´ultimo, provemos que A⊥= A⊥. ´E claro que A⊥⊆ A⊥, pois A ⊆ A. Por outro

lado, seja x ∈ A⊥. Qualquer a ∈ A ´e o limite de uma sequˆencia (an)∞n=1 em A. Assim,

|hx, ai| = |hx, ai − hx, ani| = |hx, an− ai| ≤ kxkkan− ak.

Portanto, hx, ai = 0 e a ∈ A⊥. Consequentemente, A⊥= A⊥.

Teorema 3.1.4 (Soma direta). Seja H1 um subespa¸co completo de H, isto ´e, H1 ´e um

espa¸co de Banach. Ent˜ao,

H = H1⊕ H1⊥.

Demonstra¸c˜ao. Seja x ∈ H fixado. Provemos que existe x1 ∈ H1 tal que

kx − x1k = inf z∈H1

kx − zk

e x − x1 ⊥ H1. De fato, para n ∈ N, seja yn ∈ H1 tal que kx − ynk2 < d2+ 1/n, onde

d = infz∈H1kx − zk. Vejamos que (yn)

n=1 ´e uma sequˆencia de Cauchy. Consideremos

x − yn e x − ym. Da lei do paralelogramo temos

k(x − yn) + (x − ym)k2+ k(x − yn) − (x − ym)k2 = 2kx − ynk2+ 2kx − ymk2. Assim, como yn− ym 2 ∈ H1, ent˜ao kym− ynk2 = 2kx − ynk2+ 2kx − ymk2 − k2x − (yn− ym)k2 = 2kx − ynk2+ 2kx − ymk2 − 4kx − yn− ym 2 k 2 ≤ 2(d2+ 1/n) + 2(d2+ 1/m) − 4d2 = 2 n + 2 m.

Consequentemente, dado que H1 ´e completo, (yn)∞n=1converge a algum ponto x1 ∈ H1.

Portanto,

kx − x1k = lim

n→∞kx − ynk = d.

Ponhamos x2 = x − x1. Assumamos que x2 n˜ao ´e ortogonal a H1. Assim, existe

z ∈ H1 tal que hx2, zi > 0. Ent˜ao, para ε > 0, temos

kx − (x1+ εz)k2 = kx2− εzk2 = hx2− εz, x2− εzi

= hx2, x2i − 2εhx2, zi + ε2hz, zi

= d2− ε(2hx2, zi − εkzk2).

J´a que hx2, zi > 0, para ε suficientemente pequeno, 2hx2, zi − εkzk2 > 0. Da´ı, kx −

(x1+ εz)k < d, contradizendo a defini¸c˜ao de d. Assim, x2 ⊥ H1. Logo, para qualquer

x ∈ H podemos achar x1 ∈ H1, x2 ∈ H1⊥ tal que x = x1+ x2. Em conclus˜ao,

H = H1+ H1⊥.

´

Observe que o teorema anterior ´e v´alido tamb´em no caso em que H seja um espa¸co com produto interno n˜ao necessariamente completo. Como consequˆencia obtemos que, para qualquer subespa¸co completo H1 de um espa¸co com produto interno H, existe

um complementar fechado H2 = H1⊥ de H1, isto ´e, H = H1 ⊕ H2. Por outro lado,

se E ´e um espa¸co normado (ou de Banach), que n˜ao tem estrutura de espa¸co com produto interno, este fato n˜ao ´e sempre v´alido, isto ´e, existem subespa¸cos completos de E que n˜ao tˆem complementar fechado. Por´em, como vimos na Proposi¸c˜ao 1.2.4, todo subespa¸co de dimens˜ao finita de um espa¸co normado possui um complementar fechado.

Outra propriedade que possui o complementar ortogonal e que ser´a usada nas pr´oximas se¸c˜oes ´e dada na seguinte proposi¸c˜ao.

Proposi¸c˜ao 3.1.5. Se H1 ´e um subespa¸co de H, ent˜ao H1 = H1⊥⊥.

Demonstra¸c˜ao. Seja x ∈ H1 fixado. Ent˜ao, hx, yi = 0 para todo y ∈ H1⊥. Assim,

x ∈ H1⊥⊥. Este fato prova que H1 ⊆ H1⊥⊥. Da´ı, H1 ⊆ H1⊥⊥, pois H ⊥⊥

1 ´e fechado.

Por outro lado, se segue do teorema anterior que H = H1⊕H1 ⊥

. Logo, se x ∈ H1⊥⊥, ent˜ao x = y + z onde y ∈ H1 ⊆ H1⊥⊥ e z ∈ H1

. Dado que H1⊥⊥´e um espa¸co vetorial, temos z = x − y ∈ H1⊥⊥. Portanto, hv, zi = 0 para todo v ∈ H1⊥ = H1

. Em particular, hz, zi = 0, pois z ∈ H1⊥. Isto ´e, z = 0, e x = y ∈ H1. Consequentemente,

H1 = H1⊥⊥.

Observe que, se H = H1⊕ H2, onde H1 e H2 s˜ao dois subespa¸cos ortogonais de H,

ent˜ao, para x1, y1 ∈ H1 e x2, y2 ∈ H2, temos

hx1+ x2, y1+ y2i = hx1, y1i + hx2, y2i.

Portanto, se x = x1 + x2, ent˜ao

kxk =pkx1k2+ kx2k2.

A igualdade acima ´e conhecida como o Teorema de Pit´agoras: Se x1 e x2 s˜ao dois

elementos ortogonais de um espa¸co com produto interno, ent˜ao kx1+ x2k =pkx1k2+ kx2k2.

.

Por outro lado, se H1 e H2 s˜ao espa¸cos de Hilbert com produtos internos denotados

por h· , ·i1 e h· , ·i2, respectivamente, ent˜ao H = H1× H2 ´e um espa¸co de Hilbert com

o produto interno dado por

Assim,

k(x1, x2)k =

q

kx1k21+ kx2k22 para (x1, x2) ∈ H1× H2.

Note que com este produto interno H1× {0} e {0} × H2 s˜ao subespa¸cos ortogonais

de H = H1× H2 e

H = [H1× {0}] ⊕ [{0} × H2]. (3.1.2)

Dans le document PDA Robotics (Page 113-119)