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Non-Functional Constructs in Id

Typing Non-Functional Constructs

5.1 Non-Functional Constructs in Id

A partir das primeiras ocorrências, datadas do século XIX, observamos que o desenvolvimento de atividades laborais apontavam para a prática dos chamados

ofícios. Como sugere Hobsbawm (2000 [1984]), tais práticas enalteciam a figura do

trabalho na sociedade, de modo que, ao trabalho, era associada uma perspectivação valorativa positiva, conforme citamos:

Enquanto ‘dedicar-se a negócios’ desenvolvia conotações de desprezo ou de deferência, ‘ter um ofício’, pelo menos para os que possuíam, mantinham suas conotações de satisfação pessoal e orgulho [...]. A estratificação e a separação das classes no séc. XIX estão, portanto, profundamente enraizadas no vocabulário do universo de ofícios pré- industrial, e daí estas memórias cristalizadas. (HOBSBAWM, 2000 [1984], p.360).

Esse caráter positivo das práticas laborais o percebemos nas ocorrências seguintes, como em (40), em que o escrevente solicita os serviços de um profissional específico, a saber, “official de pedreiro”. A expressão “precisa-se” sugere que o trabalho de outrem supre uma necessidade, de modo que TRABALHO É SUPRIDOR DE NECESSIDADES:

(40) Precisa-se de um bom official de pedreiro para obra grande; quem estiver n’esse caso e sem serviço póde dirigir-se ao Campo da Luz, rua do barão de Antonima. (Annuncios, p.4, 1881).

Ainda utilizada na contemporaneidade, ou com sinônimos do tipo “meio oficial de pedreiro”163

, a expressão “oficial de pedreiro” alude aos serviços prestados por alguém que tem o conhecimento das atividades de pedreiro, porém informalmente,

163

Pudemos observar alguns contextos de uso desta expressão, em textos contemporâneos, como em: “Vagas para meio oficial de pedreiro em Itajaí, SC. Executar serviços auxiliares, sob supervisão, de serviços de alvenaria, concreto e outros.”; “Meio oficial de pedreiro em Belo Horizonte, MG. Requisito: alfabetizado. Atribuições: auxiliar os técnicos de manutenção predial civil e os técnicos de manutenção hidráulica na realização de suas atividades; realizar a limpeza do local onde forem realizados os serviços; realizar a remoção de entulhos; executar tarefas manuais que exijam esforço físico; executar outras atividades compatíveis com as atribuições do cargo”. Disponíveis em: https://www.sine.com.br. Acesso em 20 mar. 2017.

sem a validação por meio de cursos oficiais de formação. O “oficial”, devido aos referidos conhecimentos, por outro lado, não realiza atividades de “ajudante de pedreiro”, visto ter um conhecimento mais aprofundado sobre a prática de construções, por isso, há uma generalização da atividade.

Nesse caso, temos a metáfora conceptual TRABALHO É OFÍCIO, associada à metonímia EXERCÍCIO ESPECÍFICO DE UMA PROFISSÃO POR TRABALHO, o que corrobora com a ideia defendida por Hobsbawm (2000 [1984], p.366), sobre a valorização das especializações: “O sentido de independência do artífice era baseado na crença justificada de que sua técnica era o único fator indispensável à produção”.

Em (43), por sua vez, o escrevente, ao elaborar o anúncio, evoca a importância da experiência do profissional que oferece seus serviços, de modo que notamos o acarretamento TRABALHO É AQUISIÇÃO DE EXPERIÊNCIA PELA PRÁTICA DO

OFÍCIO:

(43) Um moço que tem bastante pratica de enfermeiro deseja empregar- se tanto n’esta capital quanto no interior da provincia, dando conhecimento de sua pessoa, e como tambem aonde tem prestado seus serviços. (Classificados – Enfermeiro, p.4, 1883).

Destacamos que, embora o escrevente ressalte o fato de possuir “bastante pratica”, associado ao saber aplicar suas atribuições funcionais, vemos que, ainda assim, ele “deseja empregar-se”. Assim sendo, associamos tal “prática” com o exercício remunerado, que, formalmente, lhe ofereceria maior segurança (emprego). Assim, notamos que prática difere, nessa ocorrência, de experiência, sob tais aspectos, pela experiência ser uma especificidade metonímica do tipo EMPREGAR- SE POR TRABALHAR.

Nas ocorrências abaixo, observamos como os trabalhadores se disponibilizam para a execução de atividades diversas:

(37) Um portuguez recentemente chegado a esta capital offerece-se para trabalhos em qualquer chacara ou na roça. (Annuncios, p.3, 1881). (113) Querem alugar-se um casal de estrangeiros e sem filhos, a mulher para lavar e engommar ou cuidar em creanças e o marido para

jardineiro ou serviços domesticos. Tratar á rua de D. Teresa, n.10. (Classificados, p.3, 1910).

As ocorrências (37) e (113) sinalizam que a mão-de-obra até então predominantemente escrava, em fins do século XIX e início do XX, passa a contar, também, com os imigrantes164 (“um portuguez”, “casal de estrangeiros”). A este respeito, pontua Martins (1995, p.38-9):

A sociedade positiva só podia ser aquela habitada por um povo social, isto é, uma comunidade de produtores livres e insaciáveis, sempre perseguindo novas necessidades e, portanto, constantemente devotados ao trabalho [...]. [o governo agira] propondo um plano abrangente e minucioso para o aproveitamento dos vários tipos de trabalhadores disponíveis ou em potencial, como os negros alforriados, nacionais livres sem terra, índios e também imigrantes europeus.

Tal panorama foi identificado nas ocorrências, pelo uso das expressões “offerece-se” (37) e “alugar-se” (113) ancoradas na metáfora TRABALHO É ATIVIDADE A QUE SE ENTREGA. O uso verbal “alugar”, ainda que comumente utilizado, à época, estando relacionado às atividades do ser humano165, a nosso ver, aponta para o caráter transitório do trabalho a que se pretendia dedicar, além de uma possível coisificação do ser humano, então tratado como mercadoria.

Observamos, assim, uma concepção mais elaborada do que seja um novo ofício, chamado, contemporaneamente, de serviços gerais, também presente em (114), contexto em que ainda era comum, ou pelo menos ainda não tido como ilegal, o trabalho infantil:

(114) Precisa-se de um menino de 16 a 17 annos de idade, para serviços de casa, jardim, etc. Carta á A. E. J. caixa do correio 18 - S.Paulo. (Classificados, p.4, 1910).

164

Um panorama desta situação sócio econômica do país nos é apresentada por Furtado (2003 [1959], p.89), a quem citamos: “Pela metade do século XIX, a força de trabalho da economia brasileira estava basicamente constituída por uma massa de escravos que talvez não alcançasse 2 milhões de indivíduos. Qualquer empreendimento que se pretendesse realizar teria de chocar-se com a inelasticidade da oferta de trabalho. O primeiro censo demográfico, realizado em 1872, indica que nesse ano existiam no Brasil aproximadamente 1,5 milhão de escravos. Tendo em conta que o número de escravos, no começo do século, era de algo mais de 1 milhão, e que nos primeiros cinqüenta anos do século XIX se importou muito provavelmente mais de meio milhão, deduz-se que a taxa de mortalidade era superior à de natalidade. [...] Eliminada a única fonte importante de imigração, que era a africana, a questão da mão-de-obra se agrava e passa a exigir urgente solução”.

165 Bluteau (1728) assim define “alugar”: “Tomar por aluguel; dar em aluguel; coisa que uma pessoa

Assim, a força de trabalho passa a ser oferecida a fim de auferir ganhos, ainda que mínimos, a partir do que pudemos inferir a conceptualização TRABALHO É LIVRE NEGOCIAÇÃO166.

Embora retome a questão do aluguel da mão-de-obra, a ocorrência (59) sugeriu-nos outros desdobramentos:

(59) Aluga-se uma moça para arrumar a casa e copeira; dorme no aluguel. (Annuncios, p.3, 1888).

O uso do verbo em pessoa indeterminada (“aluga-se”), ao invés da indicação do seu agente (como se deu nas ocorrências (37) e (113)), em que os próprios trabalhadores se oferecem para o trabalho, indica a possibilidade de que alguém estivesse oferecendo e negociando o serviço de uma terceira pessoa, para, com ele, obter lucro. Pelo contexto da época, 1888, antes, portanto, da promulgação da Lei Áurea, acreditamos poder se tratar da exploração da mão-de-obra escrava, de modo que a força de trabalho de outrem passa a ser oferecida em favor de seu “possuidor”, o que aponta para a compreensão metafórica TRABALHO É MOEDA DE TROCA, enquanto um possível acarretamento da metáfora TRABALHO É LIVRE NEGOCIAÇÃO.

(41) A comedia, de autor desconhecido, tem situações engraçadas e denuncía sinão uma decidida vocação para aquelle genero de trabalho, pelo menos forte dose de jeito para a cousa e graça natural. (Noticiario – Theatro S. José, p.1, 1883).

Em (41), nos trechos “uma decidida vocação para aquelle genero de trabalho” e “forte dose de jeito para a cousa”, observamos que TRABALHO É RESULTADO DE UMA VOCAÇÃO, pois para desenvolver bem determinado ofício – no caso em

166 A respeito dessa “venda” da própria força de trabalho, pelo trabalhador, assim se posiciona Smith

(1996 [1776], p.70): “É a grande multiplicação das produções de todos os diversos ofícios — multiplicação essa decorrente da divisão do trabalho — que gera, em uma sociedade bem dirigida, aquela riqueza universal que se estende até as camadas mais baixas do povo. Cada trabalhador tem para vender uma grande quantidade do seu próprio trabalho, além daquela de que ele mesmo necessita; e pelo fato de todos os outros trabalhadores estarem exatamente na mesma situação, pode ele trocar grande parte de seus próprios bens por uma grande quantidade, ou — o que é a mesma coisa — pelo preço de grande quantidade de bens desses outros. Fornece-lhes em abundância aquilo de que carecem, e estes, por sua vez, com a mesma abundância, lhe fornecem aquilo de que ele necessita; assim é que em todas as camadas da sociedade se difunde uma abundância geral de bens”.

questão, o de artistas de teatro – faz-se necessário ter vocação. Assim, a expressão “genero de trabalho”, pelo uso preposicional, indicou-nos a metonímia TIPO DE OFÍCIO POR TRABALHO.

Outra ocorrência reiterou esta forma de conceptualização:

(58) De ordem do exm. sr. conego Manoel Vicente da Silva, director da Escola Normal [...] acha-se de novo aberta [...] a inscripção para o concurso da cadeira de desenho e calligraphia do sexo feminino desta Escola. [...] só podem concorrer segundo o art. 40, senhoras brazileiras, natas ou naturalizadas. (Editaes – Escola Normal, p.2, 1888).

O anúncio da realização de um concurso público destinado exclusivamente a mulheres chamou-nos a atenção para a situação da inserção da mulher no mercado formal de trabalho. A este respeito, citamos Azevedo (1987), para quem tal inserção não se deu, sem antes ter ocorrido uma mudança na perspectiva do que representaria a figura feminina tentar equiparar-se à masculina, ao inserir-se em atividades laborais formais, fora do ambiente doméstico:

[...] tratava-se, acima de tudo de moralizar o trabalho, e para isso era preciso torná-lo positivo e inevitável não só aos olhos das mulheres pobres como também das ricas. [...] A afirmação da mulher como ser social útil, equiparado ao homem em termos de produção material e mental, só poderia ser conquistada mediante a sua inserção no mercado de trabalho livre. Mas para isso as mulheres, como um todo, teriam de ser criadas tendo como postulado de vida, a positividade do trabalho ou a interiorização da necessidade de trabalhar não só no lar como fora dele. (AZEVEDO, 1987, p.58-9).

É nesse sentido que, em (58), o trecho “cadeira de desenho e calligraphia do

sexo feminino” sugere, a princípio, que tal oportunidade, por estar restrita às

mulheres, não representaria uma afronta social aos homens, já que “só podem

concorrer segundo o art. 40, senhoras brazileiras, natas ou naturalizadas”, portanto,

não haveria concorrência homem x mulher. Metonimicamente, o uso da expressão “cadeira de desenho e calligraphia” indica o lugar e o instrumento, a partir da atividade a ser desenvolvida: o ensino das referidas disciplinas. Essa questão sexista, pelo contexto da ocorrência, e levando em conta a cosmovisão oitocentista a respeito da

mulher na sociedade, nos levou a identificar o acarretamento metafórico ATIVIDADES

DE ENSINO SÃO ATIVIDADES FEMININAS167.

Além de ventilar como se deram os parcos movimentos de inserção da mulher no mercado de trabalho, o corpus nos ofereceu pistas sobre as reações ao processo de industrialização nos ambientes de trabalho168. Observamos essa mudança de paradigma, aventada em fins do século XIX, na ocorrência (60), a partir da percepção de que uma determinada atividade poderia ser realizada por qualquer pessoa, desde que o instrumental fosse o maquinário:

(60) [...] qualquer pessoa póde trabalhar com essas machinas que não offerecem perigo algum. Os focos de 1.000 velas servem para illuminar terreiros de café facilitando extraordinariamente o serviço de noite. (Annuncios – Luz electrica para fazendas, p.3, 1888).

Assim, temos uma especialização do tipo de atividade, pela metonímia conceptual TRABALHO POR TÉCNICA. A expressão “trabalhar com essas machinas” aponta para o EI de PARTE-TODO, de modo que entendemos o acarretamento

MÁQUINAS SÃO INSTRUMENTOS DE TRABALHO, e, em consequência, UTILIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE TRABALHO É PARTE DO TRABALHO.

Percebemos tal ampliação do sentido do ofício, também, nas ocorrências (63), (65) e (115), nas quais, em anúncios, os escreventes – guarda-livros (atividade corresponde, na contemporaneidade, a dos contabilistas) – buscavam oportunidade de trabalho, não apenas em sua área específica, mas em qualquer uma que a demanda oferecesse, de acordo com os trechos em destaque:

167

As referidas observações não se tratam, conforme vimos pontuando, de generalizações a respeito da sociedade da época, mas, sim, uma reflexão a partir do que essa informação textual oferece-nos. Sabemos, por exemplo, da atuação de professores do sexo masculino nas escolas oitocentistas, mas a referida conceptualização, na ocorrência em estudo, apontou para uma restrição da referida atividade às mulheres. A respeito da história da feminização do magistério no Brasil, a partir de fins do séc. XIX, vide Almeida (2004).

168 A este respeito, citamos Hobsbawm (2000 [1984], p.379): “[com o início da industrialização] trabalha-se por tanto dinheiro quanto se consegue obter, e nada mais. Isto representa uma quebra fundamental da tradição de ofício, que tinha como objetivo um ganho correspondente ao status do artífice como grupo [...]. A habilidade técnica, o bom trabalho, não era mais a base essencial para bons ganhos [...] A técnica mudou-se para o universo dos diplomas”.

(63) Procura-se um emprego numa fazenda para guardar os livros, fazer a correspondencia, tratar com os colonos e para outros trabalhos desta ordem [...]. (Annuncios – Guarda livros, p.4, 1888).

(65) Um guarda- livros, dispondo de algumas horas, encarrega-se de trabalhos avulsos. (Annuncios, p.4, 1890).

(115) Um guarda-livros, dispondo de algumas horas, encarrega-se de trabalhos avulsos. Cartas nesta redacção a F.I.C. (Annuncios, p.4, 1910).

Assim, o trabalho, mesmo sendo um ofício, poderia ser cumulado com outras atividades “avulsas”. Observamos, inclusive, a ancoragem nos EI’s do RECIPIENTE, por meio da preposição locativa em, no trecho “Procura-se um emprego numa fazenda” (63) e do CONDUTO, pela preposição para, em “para guardar os livros”, que sugere a conceptualização metafórica mais geral TRABALHO É ATIVIDADE QUE SE FAZ COM FINALIDADE, EM UM LUGAR, também observada em (80), pelo uso prepositivo no trecho “as officinas para trabalhos manuaes”:

(80) Serão installadas brevemente, na Escola Normal, as officinas para trabalhos manuaes dos alumnos da Escola Modelo Caetano de Campos. (Notas e informações, p.2, 1895).

Ainda em (80) e também em (143), observamos a conceptualização TRABALHO É OFÍCIO ENSINÁVEL:

(143) Mas elle também vae ao Japão com um bom contrato por dois ou três annos, com o fim de installar uma nova machinaria, destinada a ensinar os japonezes a trabalhar com maior efficiencia e menor custo. (Reportagem – A mulher japoneza na vanguarda do progresso, p.4, 1938).

Em (143), o ensino do ofício, a que se refere, objetivava, a nosso ver, aumentar a produtividade das fábricas, através do uso de maquinaria específica, como aponta Hobsbawm:

A verdadeira crise do artífice se instaurou quando os operários qualificados tornaram-se substituíveis por operadores de máquinas semiespecializados, ou através de uma divisão diferente do trabalho em tarefas especializadas e tarefas de aprendizado rápido, ou seja, aproximadamente nas duas últimas décadas do século XIX, [quando] os ofícios se encontravam ameaçados pelo capitalismo industrial, mas sem a esperança de evitá-lo. (HOBSBAWM, 2000 [1984], p.373-4).

A partir desse novo panorama, tinha-se cada vez menos os ofícios manuais para conclusão de várias etapas na fabricação de um único produto, por um único trabalhador, em detrimento da especialização das funções, para a produção de um único produto, por meio de vários trabalhadores; o que potencializou o volume da fabricação. A ideia de que “O direito a um ofício não era um direito somente do artífice devidamente qualificado, mas também uma herança de família” (HOBSBAWM, 2000 [1984], p.372) perde, assim, o sentido, a partir do final do século XIX e começo do XX169.

O trecho “trabalhar com maior efficiencia e menor custo”, em (143), aponta para uma estruturação por meio dos EI’s da VERTICALIDADE e do EQUILÍBRIO, de modo que o resultado do trabalho, tido como positivo, concentra-se no que é menor, em uma projeção metafórica em que MENOS É POSITIVO: “maior efficiencia e menor custo”; assim sendo, mais produtividade gerará menor custo, portanto, melhor qualidade.

Em (196), observamos outro aspecto da especialização dos ofícios, ao retomar a metáfora TRABALHO É TÉCNICA, principalmente pela especificação dos agentes que realizaram a atividade, ou seja, os técnicos, conforme destacamos:

(196) Ao todo, o projeto de lei derruba mais de cem artigos da CLT [...] segundo os técnicos que trabalharam no texto. (Notícia – Intenção é liberar relação de trabalho, p.4, 1991).

O estudo do MCI do OFÍCIO levou-nos à identificação de formas de conceptualização metafóricas e metonímicas, estruturadas pelos EI’s, cujas ocorrências se concentraram no recorte temporal dos séc. XIX e XX. Não identificamos o referido MCI nas ocorrências do séc. XXI.

Passemos, no subtópico seguinte, às ponderações a respeito do MCI do APERFEIÇOAMENTO.

169 A esse respeito, observaremos o MCI da ESPECIALIDADE, que reforça esta percepção