• Aucun résultat trouvé

Méthodes utilisées pour l’analyse de la structure secondaire d’un ARN

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 123-127)

MATÉRIEL ET MÉTHODES

II. Matériel et Méthodes

1. Méthodes utilisées pour l’analyse de la structure secondaire d’un ARN

Os dados necessários ao desenvolvimento do estudo foram recolhidos em diferentes momentos, utilizando diversos materiais.

2.2.1 Ficha clínica

Nesta ficha clínica (Anexo 1 ), preenchida na consulta de triagem, elaborada segundo o protocolo do Departamento de Cirurgia Oral da FMDUP, para além dos dados pessoais do doente (nome, idade e profissão) foi registada informação sobre o motivo da consulta, antecedentes pessoais gerais, nomeadamente no que diz

MATERIAIS E MÉTODOS

respeito a medicação corrente, precauções anestésicas, reacções medicamentosas e/ou reacções alérgicas e outras patologias, tais como doenças cardíacas, infecto- contagiosas, gastro-intestinais e diabetes.

Através desta ficha também foram recolhidos dados relativos a alguns hábitos dos doentes, como por exemplo hábitos tabágicos, uso de narcóticos, ingestão de álcool e hábitos de higiene oral.

Neste estudo, só foram utilizados os dados relativos aos hábitos tabágicos e de higiene oral dos doentes, por se pensar serem os mais directamente relacionados com a evolução do pós-operatório da cirurgia de terceiros molares mandibulares inclusos.

A ficha clínica permitiu ainda registar informação acerca dos antecedentes dentários do doente e acerca dos antecedentes gerais e dentários dos seus familiares.

Com base nestes dados fez-se o registo da história clínica de cada doente e estabeleceu-se um plano de tratamento cirúrgico provisório.

2.2.2 Ficha do índice de Graffar

A Classificação Social Internacional de Graffar (Anexo 2) apresenta quatro itens e em cada item existem cinco opções.

O primeiro item diz respeito à fonte principal de rendimentos do agregado familiar, o segundo diz respeito às habilitações literárias, o terceiro destina-se a referir o conforto do alojamento e o quarto a referenciar o aspecto da zona de habitação.

Neste estudo, utilizou-se apenas a informação relativa ao item "habilitações literárias" como indicadora do nível sócio-cultural dos doentes da população.

Este item apresenta cinco opções, licenciatura ou bacharelato, 12° ano de escolaridade ou equivalente, 9o ano de escolaridade ou equivalente, 4o ano de escolaridade ou equivalente (antiga 4a classe) e ensino primário incompleto ou nulo.

Os doentes tinham de assinalar a opção correspondente à sua habilitação literária.

Entendeu-se que os outros itens da Classificação Social Internacional de Graffar seriam mais utilizados como indicadores do nível sócio-económico, variável que não se pretendia ter em linha de conta neste estudo.

2.2.3 Ficha cirúrgica

Na ficha cirúrgica (Anexo 3), preenchida imediatamente após a cirurgia, registaram-se os dados pessoais (nome, sexo e idade), o tipo de intervenção cirúrgica a que o doente foi submetido, a existência ou não de alguma patologia sistémica e o motivo da realização dessa cirurgia.

Nesta ficha registaram-se ainda os dados relativos ao tipo de anestesia, sutura utilizada, o tempo cirúrgico e a terapêutica prescrita (pré quer pós-operatória).

A ficha cirúrgica foi também usada para a recolha dos dados necessários ao primeiro controlo pós-operatório, feito sete dias após a intervenção cirúrgica.

Registaram-se também os dados relativos ao estado geral da cavidade oral e do pós-operatório do doente, numa escala qualitativa de bom, regular e mau, colheram-se e registaram-se informações quanto ao estado geral da ferida operatória, depois de se perguntar ao doente se tinha ou não cumprido a terapêutica que lhe foi prescrita no dia da intervenção cirúrgica.

As informações sobre as complicações pós-operatórias referidas pelo doente e verificadas pelo médico, bem como as condições da sutura e a sua manutenção, durante os primeiros sete dias de pós-operatório, ficaram registadas nesta ficha.

2.2.4 Ficha de registo de pós-operatório

A ficha de registo de pós-operatório (Anexo 4) foi entregue a cada doente no dia da intervenção cirúrgica. Nessa ficha, o doente devia registar dados que o clínico considerava essenciais para uma melhor avaliação dos resultados do tratamento a que o doente fora sujeito.

As instruções de preenchimento foram devidamente explicadas ao doente, exemplificando com um caso concreto descrito na respectiva ficha.

Esta ficha continha também uma escala de intensidade da dor, constituída por cinco itens enumerados de 0 a 5. Ao 0 correspondia a ausência de dor, ao 1

MATERIAIS E MÉTODOS

correspondia uma dor ligeira, ao 2 dor de intensidade média, ao 3 dor forte, ao 4 dor muito forte e ao 5 a maior intensidade de dor (dor insuportável).

As recomendações a seguir em caso de dor estavam bem explícitas na ficha, onde se recomendava o recurso a um analgésico aconselhado, no caso dos medicamentos prescritos não serem eficazes para diminuir, ou mesmo anular, a dor.

Pedia-se aos doentes para comparecerem na primeira consulta de pós- operatório com esta ficha devidamente preenchida.

Neste estudo, para efeitos de avaliação do pós-operatório, incluindo o controlo da dor, cumprimento da terapêutica prescrita e recurso ao analgésico em situação de emergência, utilizaram-se os dados registados nos três primeiros dias de tratamento após a intervenção cirúrgica, por ser esse o intervalo de tempo mais provável de o doente sentir dor mais intensa.

Nos dias subsequentes, geralmente, é maior a probabilidade de a dor diminuir de intensidade, ou mesmo desaparecer.

Claro que, num caso ou noutro, a dor foi mais renitente e, por isso, houve registos mais prolongados no tempo.

2.2.5 Exames clínicos e radiográficos complementares de diagnóstico

Com base na história clínica relacionada com o motivo da consulta, registada na ficha clínica do doente, foi efectuado o exame clínico, tendo em vista o estabelecimento de um diagnóstico.

Para conseguir obter diagnósticos mais precisos, recolheram-se dados através de exames auxiliares de diagnóstico, sobretudo exames radiográficos (ortopantomografias, radiografias retroalveolares e oclusais, telerradiografias de perfil): sempre que necessário foram também obtidas tomografias computorizadas e biópsias incisionais ou excisionais e/ou aspirativas.

Na consulta, após a avaliação do caso, foi indicado ao doente o plano de tratamento adequado que, numas situações, passava por intervenções cirúrgicas sob o efeito de anestesia local e, noutras situações, por vezes mais minuciosas e/ou complexas, por intervenções cirúrgicas com anestesia geral.

Em alguns casos, muitas vezes a pedido do médico especialista em anestesia, foi necessário recolher outros dados, através de exames complementares

de diagnóstico, nomeadamente análises sanguíneas, electrocardiogramas, radiografias pulmonar ou outras específicas, para complementar o estudo pré- operatório.

Sempre que necessário, aconselhou-se o doente a fazer consultas médicas de áreas complementares e/ou multidisciplinares.

Para todos os casos clínicos foram efectuados registos fotográficos antes, durante e após as intervenções cirúrgicas.

Em patologias com alterações anatómicas dos tecidos, optou-se por fazer modelos em gesso, após toma das impressões à maxila e à mandíbula.

Estes procedimentos permitiram fazer uma avaliação posterior da evolução da cicatrização e de eventuais sequelas pós-operatórias e possibilitaram a comparação com os modelos de gesso da fase pré-operatória.

Após as intervenções cirúrgicas foram realizadas ortopantomografias.

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 123-127)