une revue des avancées récentes 1
4. Mécanismes et Modélisations
O presente estudo concluiu sobre a viabilidade técnica da disposição compartilhada de estéreis e rejeitos. Porém, de forma a complementar os estudos apresentados e detalhar alguns aspectos que podem contribuir para a compreensão da técnica de disposição compartilhada propõe-se a seguir algumas sugestões de pesquisas complementares:
Aplicar a metodologia de disposição compartilhada para outros rejeitos de minério de ferro.
Realizar ensaios de caracterização e resistência para o estéril.
Estudar a mistura de estéril com o rejeito em determinadas proporções e avaliar a viabilidade técnica e operacional dessa alternativa.
Avaliar a disposição de rejeito com granulometria fina compartilhada com rejeito de granulometria granular e estéril.
125
Estudar métodos probabilísticos para as análises de estabilidade considerando a variabilidade dos parâmetros geotécnicos e determinar a probabilidade de ruptura dos taludes das alternativas estudadas.
Simular análises de percolação de água superficial e subterrânea.
Analisar a estabilidade da pilha para diferentes condições de compactação considerando o comportamento dos rejeitos nos períodos de seca e chuva.
Simular análises de estabilidade considerando os resultados das análises tensão - deformação.
Estudar cenários intermediários do empilhamento considerando a dinâmica das operações.
Realizar estudo de fechamento progressivo para o empilhamento, de forma a minimizar os impactos ambientais e integrar a estrutura ao meio ambiente.
126
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131
ANEXO I
Rejeito Atual - Ensaios Triaxiais
Figura 1.1 - Trajetória de tensões efetivas (p’ x q’) - Amostra SM-01
132
Figura 1.3 - Gráfico “d x ” e “u x ” – Amostra SM-01
133
Figura 1.5 - Círculos de Mohr – Tensões efetivas – Amostra SM-03
134
Figura 1.7 - Trajetória de tensões efetivas (p’ x q’) - Amostra PI-03
135
Figura 1.9 - Gráfico “d x ” e “u x ” – Amostra PI-03
136
Figura 1.11 - Círculos de Mohr – Tensões efetivas – Amostra AD-02 SD-02
137
Figura 1.13- Trajetória de tensões efetivas (p x q) - Amostra AD-02 SD-02 - CDnat
138
ANEXO II
Rejeito Futuro - Ensaios Triaxiais
Figura 2.1 - Gráfico tensões efetivas τ’ x σ’ - Ensaio CIUsat – Amostra AR-PCI-01
139
Figura 2.3 - Gráfico tensões efetivas τ’ x σ’ - Ensaio CIUsat – Amostra AR-PCF-06
Figura 2.4 - Gráfico tensões totais τ x σ - Ensaio CIUsat – Amostra AR-PCF-06
Figura 2.5 - Gráfico pressão neutra (µ) x deformação axial - Ensaio CIUsat – Amostra AR-PCI-01
140
Figura 2.6 - Gráfico pressão neutra (µ) x deformação axial - Ensaio CIUsat – Amostra AR-PCF-06
Figura 2.7 - Gráfico tensões efetivas τ’ x σ’- Ensaio CIUnat w=11% - Amostra AR-PCI- 01
141
Figura 2.8- Gráfico tensões totais τ x σ - Ensaio CIUnat w=11% – Amostra AR-PCI-01
Figura 2.9 - Gráfico tensões efetivas τ’ x σ’- Ensaio CIUnat w=18% - Amostra AR-PCI- 01
Figura 2.10 - Gráfico Tensões Totais τ x σ - Ensaio CIUnat w=18% – Amostra AR-PCI- 01
142
Figura 2.11 - Gráfico Tensões Efetivas τ’x σ’- Ensaio CIUnat w=18% - Amostra AR- PCF-06
Figura 2.12 - Gráfico Tensões Totais τ x σ - Ensaio CIUnat 18% – Amostra AR-PCF-06
Figura 2.13- Gráfico Tensões Efetivas τ’ x σ’ - Ensaio CDsat w=18% - Amostra AR- PCI-01
143
Figura 2.14- Gráfico Tensões Totais τ x σ - Ensaio CDsat w=18% – Amostra AR-PCI- 01
Figura 2.15- Gráfico Tensões Efetivas τ’ x σ’ - Ensaio CDsat w=18% - Amostra AR- PCF-06
Figura 2.16 - Gráfico Tensões Totais τ x σ - Ensaio CDsat w=18% – Amostra AR-PCF- 06