• Aucun résultat trouvé

Interviews LME – Compte-rendu

3. Les regroupements

Com base nas respostas obtidas na parte do questionário que levantou as informações sobre traços de personalidade, atribuímos uma pontuação para cada resposta e transformamos o escore total obtido em uma escala para medir o grau do traço de personalidade presente em cada indivíduo. Para maiores detalhes vide apêndice.

Utilizamos o escore dos traços para separar os participantes em dois grupos, um dos que obtiveram maior carga e outro que apresentaram menor carga. Utilizamos a mediana para realizar tal separação.

Para o índice de contabilidade mental, separamos os indivíduos de acordo com o escore individual obtido. Dentre um intervalo de escore que varia entre zero e cinco, aqueles que apresentaram escore três, quatro e cinco foram denominados como alta probabilidade de tomada de decisão viesada pela contabilidade mental, os que apresentaram escores zero, um ou dois foram classificados como de baixa probabilidade de ocorrência.

Para investigar a influência dos traços de personalidade sobre a ocorrência do efeito contabilidade mental, verificamos se existe algum tipo de relação entre ambos. Em termos de hipótese:

H0: Correlação entre contabilidade mental e o traço de personalidade = 0. Ha: Correlação entre contabilidade mental e o traço de personalidade ≠ 0.

O único traço de personalidade que mostrou indício de significância estatística foi abertura para experiência, que apresentou uma relação positiva de 27,2% (p=0,012). Os dados se tornaram significantes quando utilizamos uma variável indicativa para apartar os indivíduos que apresentaram maior carga neste traços dos que possuem menor carga, juntamente com o indicativo de ausência ou presença do efeito contabilidade mental. Continuando nossa investigação sobre a influência dos traços de personalidade sobre a ocorrência do efeito contabilidade mental, separamos os indivíduos, pela mediana, em dois grupos, um composto pelos participantes que manifestaram a ilusão e outro dos que não manifestaram. Comparamos o escore de cada traço de personalidade em cada grupo para comparar a intensidade. Em termos de hipótese temos:

H0: Média do escore do traço de personalidade dos participantes que apresentaram contabilidade mental = Média do escore do traço de personalidade dos participantes que não apresentaram contabilidade mental.

Ha: Média do escore do traço de personalidade dos participantes que apresentaram contabilidade mental ≠ Média do escore do traço de personalidade dos participantes que não apresentaram contabilidade mental.

As diferenças de médias entre os escores de traço de personalidade divididos pelo efeito contabilidade mental deram não significantes para todos os traços.

Para o erro contabilidade mental, rodamos um modelo de regressão para descrever a relação entre esse efeito e as demais variáveis explicativas disponíveis no estudo. Para rodar a regressão utilizamos o programa de seleção de modelos conhecido como Autometrics, que é um módulo do software econométrico Oxmetrics. Este programa parte de um modelo geral irrestrito e seleciona as variáveis mais importantes para formar o modelo.

Através de testes programados e nível de significância definido, o modelo realiza múltipas buscas até que o modelo dominante seja selecionado. Para um maior detalhamento do algoritmo Autometrics vide Doornik (2009).

Hendry e Krolzig (2003) utilizaram simulações para demonstrar que o Autometrics gera bons resultados. Krolzig e Hendry (2004) também demonstraram que o algoritmo é eficiente quando comparado com outras técnicas.

Porém, não encontramos resultados significativo para nenhuma a variável explanatória. A seguir transcrevemos o quadro com o resumo dos resultados significativos encontrados para o efeito contabilidade mental.

Quadro 2.1 – Resumo dos resultados

2.5.Considerações Finais

É normal que as pessoas acreditem que os indivíduos que utilizam sistematicamente sua capacidade mental para solucionar problemas associados a um maior nível de conhecimento e inteligência consigam se sair melhor nas tomadas de decisões, evitando que erros de julgamento afastem suas decisões da racionalidade.

Essa crença é aderente à lógica da racionalidade ilimitada que espera que os indivíduos mais racionais, que possuem maior nível de conhecimento e inteligência, que são mais reflexivos e que tomem decisões de forma mais consciente fossem menos afetados pela ilusão cognitiva contabilidade mental.

Porém, quando analisamos os indivíduos pelo seu nível de conhecimento e inteligência, não encontramos indícios de que aqueles alunos que apresentaram pior desempenho intelectual foram os mais afetados pelo viés cognitivo estudado.

Ter conhecimento é importante para que o indivíduo apresente um comportamento racional, porém tal quesito de nada adianta se o indivíduo não utilizar a capacidade reflexiva do cérebro para processar as informações ao realizar suas escolhas.

Quando analisamos os indivíduos pelo seu grau de impulsividade, não encontramos indícios de que os participantes do experimento, que apresentaram maior nível de espontaneidade nas suas decisões tiveram maior propensão ao viés cognitivo estudado. Segundo Dickman (1993) os indivíduos que se mostram mais impulsivos, quando comparados aos indivíduos mais reflexivos, não possuem diferenças significativas quanto à capacidade de memória, de entendimento da situação enfrentada ou sequer quanto à limitação de resolução de problemas que exigem soluções simples ou complexas.

Os indivíduos utilizam conscientemente sua capacidade intuitiva no processo de tomada de decisão quando é necessário definir uma posição rapidamente. Dessa forma, o agente também utiliza o sistema I de forma voluntária (Giraud, 1999).

A impulsividade deixou de ser identificada como algo apenas involuntário e pôde ser reconhecida como parte integrante de um rol de estratégias utilizadas pelos agentes no processo de tomada de decisões.

Mesmo quando juntamos os quesitos conhecimento e capacidade reflexiva para mensurar a racionalidade não encontramos evidências de influência, quer seja negativa ou positiva, na ocorrência da ilusão contabilidade mental.

Para o grupo estudado, encontramos indícios de que as únicas características individuais que estão relacionadas com a presença da alteração cognitiva contabilidade mental foram os traços de personalidade e a diferença de gênero, embora esta segunda se mostrasse como um critério fraco.

Quanto aos traços de personalidade, verificamos que os indivíduos que se revelaram mais exploradores, são mais propensos a sofrer do desvio contabilidade mental. No campo explorador do traço abertura a experiências, encontramos pessoas que tendem a ser mais conscientes dos seus sentimentos, agem de forma mais individualista e não se conformam facilmente com a situação. São pessoas de gosto refinado, que apreciam novidades e se adaptam bem às mudanças.

Dessa forma, temos evidência de que o erro contabilidade mental se manifesta mesmo em indivíduos que apresentam características reconhecidamente essenciais para que o indivíduo norteie suas decisões pautadas pela racionalidade. As evidências colaboram com a idéia de que o viés cognitivo pode atingir indivíduos pertencentes a um grupo de onde não se esperaria desvios da racionalidade. Conforme relatado por Rajagopal e Rha (2009), é de se esperar que as pessoas tratem diversas questões de forma isolada, utilizando para isso contas mentais.

Os resultados vêm reafirmar a visão de Simon (1956) que acredita na versão limitada da racionalidade humana. A racionalidade ilimitada não deve ser generalizada, o comportamento baseado na limitação da racionalidade humana é o padrão que norteia o processo de tomada de decisão.

2.6.Referências Bibliográficas

Amoo, T; Friedman, H.H. (2000), Overall Evaluation Rating Scales: An Assessment. International Journal of Market Research. 42: 301-310.

Billieux, J.; Rochat, L.; Rebetez, M.M.L.; Van Der Linden, M. (2008) Are all facets of impulsivity related to self-reported compulsive buying behavior? Personality and Individual Differences. 44(6): 1432-1442.

Briggs, S. R. (1992) Assessing the Five-Factor Model of personality description. Journal of Personality. 60: 253-293.

Chaiken, S.; Trope, Y. (1999) Dual Process Theories in Social Psychology. Nova York: Guilford.

Choi, J.J.; Laibson, D.; Madrian B.C. (2009) Mental Accounting in Portfolio Choice: Evidence from a Flypaper Effect. American Economic Review. 99(5): 2085-2095. Dickman, S.J. (1993) Impulsivity and information processing. In McCown, W., Johnson,

J.L., Shure, M.B. The Impulsive Client – Theory, Research and Treatment. Washington: American Psychological Association.

Digman, J. M. (1990) Personality structure: The emergence of the Five-Factor Model. Annual Review of Psychology. 41: 417-440.

Doob, L. (1993) Hesitation: impulsivity and reflection. In McCown, W.; Johnson, J.L.; Shure M.B. The Impulsive Client – Theory, Research and Treatment. Washington: American Psychological Association.

Doornik, J. (2009) The methodology and practice of econometrics: a festschrift in honor of David Hendry. Oxford.

Foxall, G.R. (2003) The behavior analysis of consumer choice: An introduction to the special issue. Journal of Economic Psychology. 24(5) 581-588.

Gerbing, D.W., Ahadi, S.A. Patton, J.H. (1987) Toward a conceptualization of impulsivity: a comparison across the behavioral and self-report domains. Multivariate Behavioral Research. 22:357-379.

Goldberg, L. R. (1992) The development of markers for the Big-Five factor structure. Psychological Assessment, 4: 26-42.

Giraud, M. (1999) L´ achat impulsive: un etat de l´art. Strasbourg Anais. Strasbourg: 15o Congress de l´Association Française de Marketing.

Gujarati, D.N. (2002) Basic Econometrics. 4th Ed. McGraw-Hill, New York.

Hendry, D.; Krolzig, H (2003) The Properties of Automatic Gets Modeling. Economic Journal. 115(502):C32-C61.

Hunter, K.; Kemp S.(2004) The personality of e-commerce investors. Journal of Economic Psychology. 25(4): 529-537.

Kahneman, D. (2002) Maps of bounded rationality: a perspective on intuitive judgment and choice. Prize lecture – Nobel Prize, Dec.8th. Disponível em http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/2002/ kahneman-lecture.pdf. Acesso em 24.01.03.

Kahneman, D.; Tversky, A. (1979) Prospect Theory: An analysis of decision under risk. Econométrica.47:263-291.

Katona, G. (1975) Psychological Economics. New York: Elsevier.

Krolzig, H.; Hendry, D. (2004) We ran one regression. Oxford Bulletin of Economics and Statistic. 66(12): 799-810.

Lai, C.W. (2010) How financial attitudes and practices influence the impulsive buying behavior of college and university students. Social Behavior and Personality: an international journal. 38(3):373-380

Lawrence, J.B.; Stanford, M.S. (1999) Impulsivity and time of day: effects on performance and cognitive tempo. Personality and Individual Differences. 26:199-207.

Lea, S. E.G.; Tarpy, R. M.; Webley, P. (1987) The individual in the economy. Cambridge: Cambridge University Press.

Malhotra, N.K.; Birks, D.F.(2007) Marketing Research: An Applied Approach. 3th Ed. Prentice-Hall, Harlow.

Maroco, J. (2007). Análise Estatística – Com Utilização do SPSS. 3th Ed. Edições Sílabo, Lísboa.

McAdams, D. P. (1992) The Five-factor Model in personality: A critical appraisal. Journal of Personality. 60: 329-361.

McCrae, R. R.; Costa, P. T. (1989) More reasons to adopt the Five-Factor Model. American Psychologist. 44: 451-452.

McCrae, R. R.; Costa, P. T.; Piedmont, R. L. (1993) Folk concepts, natural language, and psychological constructs: The California Psychological Inventory and the Five-Factor Model. Journal of Personality. 61: 1-26.

McCrae, R. R.; John, O. P. (1992) An introduction to the Five-Factor Model and its applications. Journal of Personality. 60: 175-216.

Myers, R.H.; Well, A.D. (2003). Research Design and Statistical Analysis. 2nd Edition. Lawrence Erlbaum Associates, London.

Ozer, D. J.; Reise, S. P. (1994) Personality Assessment. Annual Review of Psychology. 45: 357-388.

Palifka, B.J. (2009) Personality and income in Mexico: Supervisor assessments vs. self-assessments. Journal of Economic Psychology. 30(1):92-106.

Patton, J.H.; Stanford, M.S, Barratt, E.S. (1995) Factor structure of Barratt impulsiveness scale. J Clin Psychol. 51:768–74.

Rajagopal, P.; Rha, J.Y. (2009) The mental accounting of time. Journal of Economic Psychology. 30(5):772-781.

Rosenbloom, J.L.; Ash, R.A., Dupont, B.; Coder, L. (2008) Why are there so few women in information technology? Assessing the role of personality in career choices. Journal of Economic Psychology. 29(4): 543-554

Semykina, A.; Linz, S.J. (2007) Gender differences in personality and earnings: Evidence from Russia. Journal of Economic Psychology. 28(3): 387-410.

Shefrin, H.H.; Statman, M. (1987) The disposition to sell winners too early and ride losers too long. Journal of Finance. 40:777-790.

Simon, H. (1956) A. Rational choice and the structure of the environment. Psychological Review. 63: 129-138.

Thaler, R. H. (1994) Quasi rational economics. New York: Russell Sage Foundation. Thaler, R. H. (1999) Mental Accounting Matters. Journal of Behavioral Decision

Making. 12:183-206.

Tversky, A.; Kahneman, D. (1972) Elimination by aspects: A theory of choice. Psychological Bulletin. 79:281-299.

Tversky, A.; Kahneman, D. (1974) Judgment under uncertainty: Heuristics and biases. Science. 185: 1124-1131.

2.7.Apêndice

2.7.1.Descrição da Pesquisa

Descrição do questionário utilizado para levantamento dos traços de personalidade e impulsividade

Para capturar os traços de personalidade foi utilizado um questionário com a metodologia dos cinco grandes fatores e foi construído tendo como base o trabalho de Goldeberg (1992). conforme detalhado a seguir.

Apesar de esse modelo ser relativamente novo, vários estudos têm demonstrado que outras metodologias já consolidadas, que a muito tempo são utilizadas para levantar e mapear os traços de personalidade, geram resultados compatíveis com o modelo dos cinco grandes fatores (McCrae e Costa, 1989; Digman, 1990; McAdams, 1992; Briggs, 1992; McCrae e John, 1992).

Um grupo de pesquisadores vai além da constatação de convergência e acredita que o modelo dos cinco grandes fatores deve ser considerado o melhor modelo disponível para descrever a personalidade dos agentes (Goldberg, 1992; McCrae e John, 1992; McCrae et al., 1993; Ozer e Reise, 1994).

As perguntas referentes à mensuração da impulsividade foram realizadas com base na Escala de Impulsividade de Barratt. O questionário foi extraído e adaptado da abordagem dos trabalhos de Patton, Stanford e Barratt (1995) e Gerbing et al. (1987). No primeiro trabalho, os autores revisaram as versões anteriores do modelo.

Juntamos as questões sobre traço de personalidade e impulsividade em um único questionário.

Para capturar as informações sobre os traços de personalidade e impulsividade dos participantes utilizamos um questionário estruturado com escala não comparativa, itemizada utilizando uma escala do tipo likert modificada de um até quatro. (Amoo e Friedman, 2000). Este tipo de escala permite a comparação por item, ou então calcular o escore total para cada participante através dos somatório dos escores de cada item assinalado.

A escala utilizada possui quatro graduações, saindo da de menor graduação denominada “nunca”, passando por “raramente”, “quase sempre” e finalizando em “sempre”. Nesta adaptação da escala não permitimos espaço para que o participante se posicionasse em uma escala intermediária, do tipo neutra.

Cada marcação do participante recebe uma pontuação que varia de 1 para o menor impacto até 4 para o maior impacto. A nota recebida a cada resposta seguiu a graduação de acordo com os gabaritos transcritos a seguir.

Para a escala de impulsividade foram utilizadas trinta questões, colocadas no começo do questionário, a seguir transcrevemos o gabarito.

Para as questões 4, 5, 13, 14, 15, 16, 17, 19, 20, 21, e 26, quanto mais para a esquerda à marcação mais impulsivo o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida ao escore de impulsividade.

Para as questões 1, 2, 3, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 18, 22, 23, 24, 25, 27, 28, 29 e 30 quanto mais para a direita à marcação mais impulsivo o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida ao escore de impulsividade.

Para capturar o escore dos traços de personalidade foram utilizadas cinco questões para cada um dos cinco traços de personalidade que se propõem a mapear, perfazendo um total de vinte e cinco perguntas.

Para capturar as informações sobre o traço extroversão foram utilizadas as questões de número 31, 35, 39, 43 e 50.

Sendo que para a questão número 31, quanto mais para a direita à marcação mais extrovertido o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 35, quanto mais para a esquerda à marcação mais extrovertido o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 39, quanto mais para a direita à marcação mais extrovertido o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 43, quanto mais para a esquerda à marcação mais extrovertido o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 50, quanto mais para a direita à marcação mais extrovertido o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida.

Para capturar as informações sobre o traço estabilidade emocional foram utilizadas as questões de número 33, 37, 40, 42 e 52.

Sendo que para a questão número 33, quanto mais para a esquerda à marcação mais estável emocionalmente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 37, quanto mais para a direita à marcação mais estável emocionalmente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 40, quanto mais para a esquerda à marcação mais estável emocionalmente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 42, quanto mais para a esquerda à marcação mais estável emocionalmente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 52, quanto mais para a esquerda à marcação mais estável emocionalmente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida.

Para capturar as informações sobre o traço abertura a experiência foram utilizadas as questões de número 34, 38, 46, 51 e 55.

Sendo que para a questão número 34, quanto mais para a direita à marcação mais aberto a experiência o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 38, quanto mais para a direita à marcação mais aberto a experiência o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 46, quanto mais para a esquerda à marcação mais aberto a experiência o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 51, quanto mais para a esquerda à marcação mais aberto a experiência o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 55, quanto mais para a esquerda à marcação mais aberto a experiência o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida.

Para capturar as informações sobre o traço nível de socialização foram utilizadas as questões de número 32, 36, 48, 49 e 53.

Sendo que para a questão número 32, quanto mais para a esquerda à marcação mais sociável o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 36, quanto mais para a esquerda à marcação mais sociável o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 48, quanto mais para a esquerda à marcação mais sociável o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 49, quanto mais para a direita à marcação mais sociável o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 53, quanto mais para a direita à marcação mais sociável o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida.

Para capturar as informações sobre o traço consciência foram utilizadas as questões de número 41, 44, 45, 47 e 54.

Sendo que para a questão número 41, quanto mais para a esquerda à marcação mais consciente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 44, quanto mais para a direita à marcação mais consciente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 45, quanto mais para a direita à marcação mais consciente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 47, quanto mais para a esquerda à marcação mais consciente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida. Para a questão número 54, quanto mais para a esquerda à marcação mais consciente o indivíduo revela-se e maior é a pontuação recebida.

Questionário para levantamento dos traços de personalidade e impulsividade

Nome:

Idade: Sexo: ( ) Masculino

( ) Feminino Prezado(a), leia a afirmação e assinale a opção que mais está em linha com o que você pensa. Lembre-se de marcar apenas uma opção para cada questão

Nunca Raramente Quase

Sempre Sempre 1 Eu me retorço em teatros ou palestras

2 Eu fico inquieto no teatro ou em palestras 3 Eu não presto atenção

4 Eu me concentro facilmente 5 Eu sou um pensador constante 6 Eu ajo sob impulso

7 Eu ajo no calor do momento 8 Eu compro coisas sob impulso 9 Eu faço a minha cabeça rapidamente 10 Eu faço coisas sem pensar

11 Eu gasto mais do que ganho 12 Eu sou cuca fresca

13 Eu sou um pensador cuidadoso 14 Eu planejo tarefas cuidadosamente 15 Eu tenho autocontrole

16 Eu planejo viagens com bastante antecedência 17 Eu me planejo para ter segurança no trabalho 18 Eu digo coisas sem pensar

Nunca Raramente Quase

Sempre Sempre 20 Eu gosto de enigmas

21 Eu poupo regularmente

22 Eu estou mais interessado no presente do que no Futuro

23 Eu fico facilmente entediado resolvendo

problemas mentais 24 Eu troco de residência 25 Eu troco de empregos

26 Eu sou orientado para o futuro

27 Eu só posso pensar em um problema de cada vez

28 Eu tenho pensamentos estranhos 29 Eu tenho pensamentos rápidos 30 Eu troco de hobbies

31 Eu adoro bater papo

32 Eu tendo a por defeito nos outros 33 Eu sou depressivo, triste

34 Eu sou original, surjo com novas idéias 35 Eu sou reservado

36 Eu sou solícito e altruísta com os outros 37 Eu sou relaxado, lido bem com estresse

38 Eu sou curioso sobre muitas coisas diferentes 39 Eu faço amigos facilmente

40 Eu me irrito facilmente 41 Eu faço tudo de última hora 42 Eu me preocupo muito 43 Eu tendo a ficar quieto

44 Eu persevero até que a tarefa seja realizada 45 Eu aceito desafios

Nunca Raramente Quase

Sempre Sempre 47 Eu sou pessimista quanto ao futuro

48 Eu não gosto de assumir liderança 49 Eu sou aberto, sociável

50 Eu sou quem mais conversa 51 Eu gosto de seguir uma rotina 52 Eu fico nervoso facilmente

53 Eu gosto de cooperar com os outros 54 Eu ajo sem planejar

55 Eu não sou sofisticado na arte, música ou literatura

Descrição do questionário utilizado para graduação do viés contabilidade mental

O questionário para graduar o erro contabilidade mental foi extraído e adaptado de Thaler (1999). Para capturar o viés contabilidade mental construímos cinco questões envolvendo pagamentos e recebimentos onde, em cada pergunta, levantamos duas situações diferentes uma ocorrida com o Sr. A e outra com o Sr. B. Embora as situações sejam diferentes, os resultados obtidos por ambos são idênticos.

Para cada situação relatada foi questionado quem se encontrava mais feliz, quando os