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Junho de 2002 Gilda

Idade: 42 anos.

Sobre seu curso de Psicologia: fiz foi Bacharelado, Formação de Psicólogo, Licenciatura Em que escola: na Metodista.

Ano de conclusão do curso: 1984

Psicologia foi o único curso superior que fez? Sim

Fez ou faz curso de Pós-Graduação? To fazendo psicossomática. Onde que é? Instituto Brasileiro de Estudos Homeopáticos - IBEH

Você lembra da Carga Horária? vai dá 500 e poucos, 600 horas, num lembro assim. Eu sei que é uma carga horária que dá pra gente requerer a coisa de especialista lá. É a nível de especialização, não é mestrado.

Executa outras atividades profissionais fora da UBS? Não. No momento não. Tenho consultório, tudo, mas no momento tá parado.

Quanto tempo de serviço você tem como psicólogo da rede municipal de saúde? Tenho 30 horas semanais, são seis horas ao dia.

E quanto tempo na prefeitura você tem? Eu sou do Estado. Entrei no Estado em 1987. Aqui na Prefeitura de Cidade eu estou desde... 96, porque antes disso eu trabalhava em Mauá no Centro de Reabilitação Física de praticamente... de 88 porque eu entrei no finalzinho de 87. De 88 até 96 eu trabalhei em Mauá. Que era ligado à prefeitura porque agora tem esse, a Municipalização. A Psicóloga

E a função atual? Psicóloga

E a carga horária presencial? Sim essa daí é de 30 horas semanais,então no caso, eu tenho um horário certo, né. Horário de entrada, horário de saída.

Quantas pessoas você atende em média por dia? Uns 8. Depende se tem grupo ou não tem se tem atendimento individual.Quando tem grupo tem vez que chega a 12, 13 por que a gente conta... Indique as atividades que executa na UBS:

Triagem? É uma Triagem assim, rápida até. Por que é algo assim: a pessoa vem com a queixa. Não faço psicodiagnóstico aqui, nem tenho material pra isso. E aí conforme a queixa, às vezes eu encaminho ou às vezes, dependendo do caso, fica aqui, seguro aqui comigo. Encaminho

principalmente criança, dependendo do problema que vem, se eu vejo que com orientação aos pais a coisa não vai funciona, geralmente eu encaminho pro ambulatório de saúde mental pra fazer uma avaliação e pra ver, dar prosseguimento. Tem muitos casos que com orientação aos pais a gente consegue já um progresso com a criança, porque muitas vezes só a mudança de atitude dos pais com relação à criança se já consegue por que não é um problema tão sério. É mais assim uma conversa, ouvir a queixa, a partir da queixa no caso da criança aí a mãe traga, aí eu encaminho. Quando encaminho, a maioria das vezes eu continuo ainda por algum tempo dando orientação à mãe, porque muitas vezes ela não consegue ser atendida logo, demora, então eu continuo dando uma orientação a ela. Trabalhando com ela como, assim como que foi, por que às vezes eu peço pra ela retornar dali uns quinze dias, então como que foi nestes 20 dias, como que tá, o que aconteceu, como que a pessoa tá para à mudança dela. No caso, o que a criança tá respondendo a algumas mudanças, como que tá indo. Então eu faço este acompanhamento. E com adulto é mais ou menos do mesmo jeito. Mas a maioria dos casos que vêem aqui de adulto pra mim em alguns atendimentos a gente consegue solucionar, porque a gente não fica trabalhando aquele passado, é assim o que tá acontecendo hoje, agora, e como que a gente pode tá resolvendo e ele, é até uma característica do paciente que vem, eles não tem muito essa coisa de fica tendo a longo prazo, não sei o quê... Eles têm aquele problema ali que tá pegando, eu resolvi isto daqui, um abraço. Já cheguei a ter dois, três atendimentos, depois a pessoa não vem, a gente quer que ela retorne e ela não vem, porque de repente de uma certa forma ela solucionou e foi pra outra. Você se pergunta se o problema ta totalmente resolvido, provavelmente não, atingiu o objetivo que ela tava querendo. E também tem alguns dois ou três casos que já faz um tempinho que passam aqui comigo, e que eu peço que retorne. do Tem vezes que eu espaço mais, mando vir a cada quinze dias, depois passa um tempo a pessoa parece que dá uma caidinha aí eu mando ela voltar toda

semana novamente, mas assim, não são casos psiquiátricos. São pessoas que tem uma depressão um pouquinho mais acentuada, que não dá pra deixar andando aí sozinhas, e nem elas querem, você percebe que elas não tão ainda querendo sabe. A gente faz grupos educativos. Então temos grupos de BCG, de puericultura, grupo de planejamento familiar, grupo de diabetes, grupo de hipertensão, a gente tem o grupo de matrícula. O que é o grupo de matrícula. O grupo de matricula é mais assim, pra você entender, são as pessoas que vem se matricular na unidade, passar pelos profissionais que trabalham aqui, então a gente tenta tratar do funcionamento, como que essa unidade funciona, que horário que funciona. O que tem, o que não tem, que ele trabalha com consulta marcada, não é pronto socorro. Que as pessoas vão querer chegar aqui, vão querer passar e não vai conseguir, sempre tem que procurar marcar, na medida do possível, porque pode ser que ela chegue pra querer passar num dia e não consiga, não tenha vaga. Pra eles compreenderem que a unidade básica é muito mais um serviço primário, do que secundário. Então a gente ta tentando assim, ver se consegue...

Em relação à afirmação: "saúde é ausência de doenças". Bem objetivamente é isso: discorda parcialmente. Só que a saúde não se resume só a uma ausência de doença. Eu acho que... Olha, porque a saúde envolve vários aspectos e se a gente buscar também uma saúde como ausência de doença, nunca vai ter. Não vai ter. Isto é utópico. Então o que é a saúde. É um bem estar, física, emocional, social, espiritual, que as pessoas às vezes esquecem desta parte e é importante também.

Como você define prevenção na área psicológica? Olha, talvez através de grupos realmente educativos a gente possa apontar algumas coisas que no decorrer de um determinado comportamento ou de uma determinada atitude, a pessoa pode vir ou não a ter X coisa. Ou seja, tentar através de grupos educativos mesmo tentar conseguir sensibilizar a pessoa: olha se você continuar a ter esta atitude diante desta situação, a chance de acontecer isto é esta. Eu acho que é mais ou menos assim. E tem que ser bem objetiva e bem clara. E não adianta ficar com aquela linguagem. Tem que ser uma coisa clara e você tem que pegar aquela coisa que tá e não aquilo, você ouve, você fica ouvindo o paciente e aí ele vai concluir. O contexto é outro, não dá. Tem hora que não dá também, pra você ficar esperando tanto tempo. Então eu acho que a gente tem que ser mais pé no chão mesmo. Olha, é assim. Então é trabalhando, tentando pegar com este grupos educativo e aproveitar pra isto. Então você vê o que está pendurado ali (aponta para um canto da sala), ali tem sobre diabetes, um trabalho de

alimentação. E quem faz tudo isto: eu e a enfermeira da unidade. Olha você vê: tem alguma coisa que trabalhe especificamente a parte psicológica? Não. Mas quando você ta falando da alimentação, o que pode e o que não pode, você fica falando, você brinca com eles, e tem uma série de coisas que você vai procurando colocar e educar eles, no caso da diabetes, no caso da alimentação é onde isto pega mais. Na alimentação é onde mais pega prô diabético. Então assim, você vai tentando mostrar e ta falando de uma coisa concreta, não fica falando... A gente fala do stress, do nervoso, que tudo isto interfere, que as pessoas tem que aprender a lidar melhor... A gente põe exemplos, porque a grande preocupação é com o filho, porque o filho isto, porque o filho aquilo, que para eles entenderem que podem continuar se preocupando mas que eles tem que entender que eles tem que ter saúde também. Tem que ficar bem, mesmo eles continuando doente, continuando com a diabetes, podem ter uma qualidade de vida muito boa e ficar bem, se eles aprenderem a lidar de uma maneira diferente, vamos supor: esse filho aí, ta dando problema, ou qualquer outra coisa... É através de grupos educativos mesmo.

O que é promoção de saúde psicológica? Acho que eu vou voltar a repetir. É você tá pegando fatos concretos e ta tentando educar a população, informar e formar a população. Quais são os problemas que acontecem. O que acontece. O que é esta coisa né? O que é este problema que eu tenho, às vezes até desmistificar, por que muitas vezes, existe um misticismo muito grande em cima de determinadas doenças. Então eu acho que é através de informas e formar. Porque só informar não adianta.

O que seria necessário para um bom desenvolvimento de seu trabalho? Em termos de condições de trabalho. Eu vou lendo e você vai me dizendo.

Condições físicas? olha aqui para mim tá bom. Eu não tenho do que me queixar.

Verbas? Assim, diretamente não. a gente não lida com liberação de verbas. Se for pegar na parte administrativa da secretaria de saúde, aí sim têm que ter mais verbas até para contratar mais profissionais para trabalhar em outras unidades, aí sim, para aumentar esse trabalho. Porque hoje eu

não sei com quantas unidades Cidade tem psicólogo. Diretamente na unidade falta de verba não posso dizer para você porque a gente não trabalha com esta questão.

Materiais? É assim, às vezes a gente encontra uma certa dificuldade, mas é assim. Às vezes a gente tem que fazer algumas coisas. Então alguns materiais, educativos somos nós que temos que fazer. lógico que se a gente encontrasse e isso mais ou menos pronto, se seria bom. Mas em termos desta parte e o de psicologia eu acho que é assim não tem tanta falta, pelo menos aqui na unidade, do material em si. coisa concreta de material que precisa, faltar algum teste psicológico, isto aqui eu não tenho. Eu não trabalho com teste, com este tipo de coisa. por exemplo nós temos um grupo de puericultura, faz um tempo já tá pra gente fazer um álbum como este que aí, o até hoje a gente não arrumou um tempinho para fazer. Você vê que eu já sei mais ou menos de cor e salteado. quase todas reuniões de puericultura a gente faz.

Carga Horária maior? Carga horária maior? Talvez não. Em alguns momentos a gente fala: Pôxa, se trabalhasse mais... Mas eu acredito que não. Eu acho que a carga horária de 30 horas semanais, pra gente que trabalha na área da saúde, psicóloga, acho que é uma boa carga horária. Dá pra fazer bastante coisa. Acho que a gente rende mais mesmo.

Suporte técnico? Não, atualmente não. Já assim na época em que eu sentia mais falta eu corria atrás eu fui ver supervisão de. Mas no momento assim não. Porque quando tem alguma coisa que eu preciso, tenho Carlos, a gente recorre a ele, ou mesmo a uma colega de trabalho...

Maior integração entre os profissionais? Não. Aqui não. Aqui psicólogo só tem eu. E alguns psicólogos da rede a gente tem um relacionamento, apesar de não ser uma constante muito grande a gente se encontrar, mas o relacionamento é bom se a gente precisa. Até hoje eu não tive nenhum tipo de problema. Isso assim, de precisar de alguma colega, ligar perguntar qualquer coisa, pedir às vezes até uma sugestão, eu não tive problema nenhum sempre obtive resposta, e houve ajuda.

Participação de instâncias superiores? Olha, eu acho que tem na medida do que é necessário. às vezes fica a sensação de que seria melhor se tivesse mais, mas também fica meio difícil. Eu também me habituei a trabalhar do jeito que a coisa vem. Então fica meio difícil de...

Tem mais alguma coisa que você lembre e que queira dizer? Você falou de instalações? A única coisa que eu acho que seria a legal que a gente pudesse ter aqui na unidade, é uma sala assim, mais específica, para grupo. Mas isso eu tô falando ou da minha parte, agora quando vai fala de pôr uma sala para fazer grupos, fechar para grupo, aí vai a enfermeira propor eu preciso de uma sala para a coleta, tem outra necessidade também. Eu tô falando assim seria muito legal se a gente pudesse ter uma sala específica mesmo para grupo.

Como você escreveria a sua participação no que concerne à população atendida na UBS? Ai eu colocaria que plenamente satisfatória porque não ficou restrita fazer só o que me cabe. não se assuste se você algum dia chegar aqui e me pegar lá na recepção, ajudando a pegar ficha ajudando a tem alguma outra coisa que precisa de manhã teve um paciente que estava passando mal ambulância veio buscar, tava eu ajudando lá, segurando o soro indo com o paciente até a ambulância, lógico não chegou a fazer coisas que eu vejo que pode comprometer, mas fora isso. Na quarta e na sexta-feira que tem coleta de sangue elas precisam de uma mão lá porque a criança tão chorando, porque aqui, na medida do possível quando eu posso, eu tô ajudando.

Como você descreve a formação adquirida no seu curso de graduação em relação ao seu

trabalho aqui na UBS? Põe aqui no insuficiente mesmo. Porque não tive nada disso. A gente aprende aquela coisa clássica mesmo do consultório, aquela coisa...

Porque você optou por este tipo de trabalho? Olha foi uma coisa que sempre me chamou a atenção, eu sempre gostei deste trabalho e, mas se você me pergunta o nome eu não sei dizer o nome deste trabalho. Mas é algo que eu me identifico mais, esta coisa muito fechada de consultório, esse trabalho assim de linhas de trabalho, eu não sei não seu funcionaria muito, não conseguiria grandes progressos assim. Eu me identifico realmente com este por de trabalho de informar, educar. Eu não consigo me ver fechada, dentro de um consultório, atendendo ali, aquela coisa. Eu sempre gostei de trabalho em instituição.

No a sua opinião o que seria um atendimento ideal à população? Quando assim a população viesse buscar, ou solicitar algum tipo de serviço, ela pudesse dispor, mesmo que não fosse na hora, de pronto

ali, mas ela pudesse dispor daquele serviço e desse a informação mínima, para a partir dali ela pudesse talvez caminhar, buscando serviços que ela.

Obs: esta psicóloga possuía uma sala própria. Tinha vínculo com o Estado, era concursada.

Agosto de 2002 Samara

Idade: 40 anos

No curso de psicologia você fez Bacharelado? Sim. Formação de psicólogo? Sim. Chegou a fazer licenciatura? Não.

Em que escola você se formou? Olha, no início eu fiz quatro anos em Mogi e o último ano na porque na PUC.

Você lembra o ano de conclusão? 1986.

Psicologia foi o único curso superior que você fez? Sim.

Você fez algum curso de especialização, pós-graduação? Especialização, não. Eu fiz assim vários cursos, mas era àqueles cursos complementares da área, principalmente na área clínica. Agora o que eu fiz muito tempo, não estou fazendo este ano o, foi supervisão. E assim os cursos aqueles de curta duração, 40h, 60h, todos destinados à área de clínica.

Com relação ao exercício da profissão e você executa a outras atividades fora da UBS? Não. No momento não.

Quanto tempo você tem de psicólogo na rede municipal de saúde? 1990, doze anos. Qual o seu cargo atual? Psicóloga.

E a função? Também.

Sua carga horária de trabalho? São 30h.

Você tem carga horária presidencial? Não eu faço as 30h aqui.

Quantas pessoas você atende em média, por dia? Olha, é assim né, variável. É de acordo com as atividades que a gente tem aqui dentro né. Por exemplo, assim, quando é dia que tem grupos a gente atende em média assim 25. Agora no dia que tem atendimento só individual a gente atende 10,12. Quais as atividades que você executa aqui na UBS?

Você faz triagem? É a gente faz. Eu faço triagem, eu faço alguns atendimentos, mas assim na linha breve. porque assim aqui em Cidade é diferente de Diadema. Diadema face psicoterapia e dentro da Unidade, em Cidade a gente não faz. A gente geralmente encaminha para os ambulatórios. Agora por exemplo assim, se é alguma coisa assim, que eu vejo que dá para trabalhar breve, aí eu faço em torno de 10 até 12 sessões e aí a gente desfaz o vínculo com o paciente. Se for preciso eu faço os

encaminhamento. Normalmente os encaminhamentos eu faço depois das entrevistas, eu na faço uma avaliação se eu vejo que realmente não comporta aqui na unidade, eu já encaminho. Eu faço

atendimento em grupo na linha preventiva, grupo terapêutico não.

Você faz orientação? tem grupos que dar até para a gente trabalhar no esquema de montar uma tarefa para o grupo se desenvolver. Agora por exemplo assim tem outros grupos que tem que ser mais diretivo mesmo. A gente dá mais orientação, mais educativo, sempre com o objetivo de estar ouvindo o paciente, o que ele quer. Por exemplo nós temos um grupo de puericultura. Então, assim, a gente faz seis sessões, eu faço junto com os pediatras. No grupo, em todas as sessões, entra eu e o pediatra, quando tinha a assistente social, entrava a assistente social. Ele fala sobre parte técnica dele. No caso por exemplo eu entro mais com o lado emocional. A gente tem o cuidado de não estar dando

orientação além daquilo que as pessoas estão pedindo. A gente ouve, fica atento, eu tento levar ao máximo para a área da psicologia.

Saúde é ausência de doenças. Olha, eu acho que aí eu vou concordar parcialmente.

Você quer falar um pouquinho o porquê? eu vou dar um exemplo bem claro. No caso de um diabético hipertenso, ele é um paciente crônico a doença dele é crônica. Mas isto, não impossibilita de ter uma vida saudável. Com uma orientação, acompanhamento. Inclusive nos grupos de diabetes e hipertensão a gente tenta ao máximo da uma qualidade de vida melhor para ele. porque tem coisas que a gente sabe que é crônico mesmo. Mesmo na área da psicologia, da psiquiatria. então assim, não dá pra gente dizer que saúde é ausência total de doenças. Eu acho que não existe isso.

Dentro deste quadro qual é sua definição de saúde? Olha, simplificando, é uma qualidade de vida boa. Na medida do possível. Eu acho que é qualidade de vida.

Como você define prevenção na área da psicologia? Eu acho assim, que a gente tenta ao máximo a fazer com que as pessoas tenham, vamos cair de novo na qualidade de vida, deixa eu ver se elaboro

melhor. Eu acho assim: que de certa maneira, é assim, tentar fazer com que as pessoas não a doença tanto quanto está acontecendo por aí no momento. O que a gente nota também, principalmente no caso da hipertensão, da diabetes, a gente ver muito caso, das pessoas é reincidindo, um principalmente no caso assim da hipertensão, da diabetes e às vezes é assim o médico não sabe mais o que fazer. às vezes as pessoas têm muita dificuldade à aderência do tratamento, às vezes falta um pouco de informação, mas não aquela assim informação de eu falar e você ouvir, mas assim falta a informação por dificuldade do paciente estar assimilando alguma coisa. A gente sabe que muitas vezes não é só a gente falando que ele entende, por uma série de motivos. Por exemplo se a pessoa não aceita aquela doença, acho assim, que fica difícil ela aderir e qualquer coisa. Eu acho que neste sentido a gente contribui muito. Por exemplo no caso dos bebezinhos: o que a gente nota, por exemplo assim, eu pelo menos creio que toda mãe ela sabe cuidar do filho dela, mas por exemplo assim, tem alguns momentos que a gente sente assim, ela tá um pouco ansiosa, aí eu acho assim que dá pra gente entender. Não sei se deu pra te explicar.

O que você entende por promoção de saúde psicológica?

Promoção? Seria por exemplo assim, você pegar, como se diz, em grupo, as pessoas doentes. Eu acho assim, que seria, por exemplo assim, você tentando trabalhar, por exemplo assim, com algumas coisas que é comum nas sociedades, com relação à doença e aí por exemplo assim, você tá

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