CHAPITRE IV - CINETIQUES D’EXTRACTION D’U(VI) ET PU(IV)
1.1 Description et modes opératoires
Registro fotográfico Descrição da tarefa Descrição da atividade Observações
Chegada da equipe no local do vazamento. Proteção da área em torno da escavação. Início do serviço de escavação
O serviço nesse tipo de pavimento (calçada) ocorreu em decorrência do local ter trânsito intenso de caminhões veículos na entrada e saída de um depósito de bebidas. Os recursos para a execução do serviço são organizados no dia anterior. Por volta das 8:30h da manhã, antes de se encaminhar ao local para a retirada do vazamento, o engenheiro verificou no cadastro técnico o tipo e diâmetro da tubulação existente naquele trecho, que nesse caso era uma tubulação de 100mm DeFoFo. Com essa informação, o engenheiro reuniu a equipe, como é comum, falando da necessidade de redobrar os cuidados em função do intenso fluxo e da circulação de pessoas e de veículos no local determinado. Logo em seguida, às 8:10h a equipe foi conduzida ao local em uma veículo Volkswagen Kombi, em um trajeto que durou 25 minutos aproximadamente. Chegando ao local, o encarregado pediu ao auxiliar que realizasse os procedimentos de isolamento da área, logo que foi constatado que a SEMOB não estava no local. O espaço foi isolado com cones de sinalização e fita zebrada. . Começou a chover na chegada da equipe. O serviço foi paralisado por 45 minutos. Após a chuva a equipe já estava mobilizada na calçada.
O consumidor informa ao CALL Center sobre o vazamento que está ocorrendo, onde é providenciada uma ordem de serviço de retirada de vazamento. Assim que o serviço é solicitado, uma equipe é deslocada até o local, normalmente composta de 1 supervisor, 1 encanador e seu auxiliar, para avaliarem a dimensão do serviço. Sendo de pequena dificuldade a execução é quase que imediata. Nesse caso, foi necessária uma mobilização adicional de recursos, como máquina para escavação mecânica (caminhão baú com escavadeira) e martelete para demolir o concreto da calçada existente, que dificultou bastante o andamento do serviço. Após esta prévia análise devido a proporção do vazamento, foi deslocada outra equipe agora composta por 3 encanadores, 1 auxiliar, e 1 eletricista para ligar a rede elétrica o martelete (equipamento elétrico).
A proteção é importante devido ao fluxo e circulação de pessoas e de veículos ser “intensa”. Mesmo sinalizado e protegido os perigos quanto a atropelamentos é constante.
Localização da tubulação danificada
Inicialmente, a escavação começou próxima a tubulação, sob a orientação do segundo encanador durante 30 minutos, que já estava “dentro” do buraco com água até a altura do pescoço. Ficou constatado que haveria a necessidade de continuar a escavação, pois a informação que se tinha do cadastro técnico era que a rede de distribuição estava enterrada a uma profundidade de 1,50 metros. O local do serviço não era apropriado para a movimentação e circulação de máquinas e trabalhadores, em função do espaço para a realização do serviço ser bastante reduzido. O volume de água atrapalha na execução do serviço. Com as alavancas, o encanador e seu auxiliar tentam localizar a posição da tubulação. Durante 20 minutos eles tentam encontrar o local por onde está passando a rede. A dificuldade está relacionada em função do grande volume de água decorrente do vazamento. Após a localização da tubulação, operação que durou 40 minutos, foi providenciado o capeamento da tubulação que durou aproximadamente 30 minutos. Logo em seguida foi iniciado o esgotamento da vala escavada que durou exatos 35 minutos
A equipe já leva no veículo o material que é disponibilizado e separado pelo responsável pelo almoxarifado, de acordo com o tipo de material da tubulação que consta no croqui da rede de distribuição de água existente, bem
como as ferramentas e
equipamentos necessários para a execução do serviço.
Registro fotográfico Descrição da tarefa Descrição da atividade Observações
. Continuação da escavação com novo posicionamento do caminhão baú com escavadeira.
Após 30 minutos, a equipe já estava mobilizada na calçada do tipo piso cimentado liso. O caminhão com os materiais, ferramentas e equipamentos se posicionou bem próximo ao “buraco”. Um encanador pediu para o operador posicionar a retroescavadeira ao lado do muro de um depósito de bebidas. No início da escavação da vala, o encanador falou ao operador da retroescavadeira que seria necessário afastar o entulho resultante da quebra do pavimento, para longe da borda da vala, evitando-se com isso seu uso indevido na recomposição da tubulação. Inicialmente a retroescavadeira começou a escavação até próximo a tubulação, sob a orientação do segundo encanador, que já estava “dentro” da vala com água até a altura do pescoço. Ficou constatado que haveria a necessidade de continuar a escavação, pois a informação que se tinha do cadastro técnico era que rede estava enterrada a uma profundidade de 1,50m
O serviço tem que ser cadenciado para possibilitar o andamento e a segurança na execução do serviço, inclusive dos pedestres que normalmente ficam próximos ao buraco escavado. A cadência é determinada pelo encarregado da equipe
Conclusão da escavação.
Nesse exato momento, o auxiliar de encanador colocou a bomba de esgotamento dentro da vala que não conseguiu esgotar completamente a água do buraco, com a duração de 20 minutos. A dificuldade para esgotar o buraco foi que o registro de manobra do setor estava danificado, operação que é fundamental para a realização do serviço e que normalmente é realizada antes de qualquer procedimento. Após o termino da escavação, foi verificado a necessidade de escorar as paredes laterais da vala para evitar desmoronamentos. A norma orienta que a partir de 1,20m de profundidade tem que ter escoramento. O problema foi que não se tinha nem um tipo de escoramento no local. O engenheiro foi comunicado sobre a ocorrência. Imediatamente, ele manteve contato com o almoxarifado da unidade de negócios que informou da falta de escoramentos. Como o serviço tinha que ser concluído, o encanador pediu ao operador da retroescavadeira que escavasse mais um pouco as laterais da vala fazendo com que essa medida pudesse dar mais proteção contra os riscos de desabamento.
Para a solução do problema deve-se ter a disponibilidade de material para o escoramento apropriado, devendo ser metálico ou de madeira.
Localização da rede de distribuição e substituição/montagem da tubulação danificada.
Na seqüência, o encanador pediu ao seu auxiliar para começar a seccionar parte da tubulação danificada com uma máquina de corte tipo serra, durando 35 minutos. O segundo encanador já tinha preparado o “toco”, assim chamado um pedaço de “vara” de tubo de PVC DeFoFo com tamanho de 6,00 metros. Após o esgotamento, o encanador verifica qual o tipo de material do fundo da vala e constata que é constituído de argila saturada, material sem condições mecânicas para o assentamento da tubulação. O encanador em seguida, pede ao auxiliar que prepare a base da vala com uma pá, colocando sobre essas bases, um colchão de areia uniforme com no mínimo 20 cm para assentamento da tubulação. Após o preparo da base, o encanador definiu o sentido de montagem, que foi da ponta da tubulação para a bolsa, deixando a extremidade livre para a bolsa onde será acoplada a ponta do tubo subsequente, devidamente calçar os tubos com sarrafos para evitar a entrada de sujeira durante a sua junção, com o tifort. Tanto a ponta e a bolsa da tubulação foram limpas pelo encanador, aplicando uma pasta lubrificante no anel de borracha e na ponta da tubulação para facilitar o deslizamento do encaixe, devendo o anel de borracha ser alojado no sulco do encaixe da bolsa, tomando-se o cuidado para que ele não fique torcido, onde a ponta chanfrada do tubo é introduzida até o fundo da bolsa, e depois deve ser recuada em aproximadamente 2cm, para permitir os movimentos da tubulação devido à dilatação das tubulações do recalque do terreno.
Localizar onde está “passando” a tubulação requer experiência, principalmente quando o cadastro técnico está desatualizado.
Às vezes tem que se escavar um trecho considerável de pavimento até se localizar a tubulação. Os encanadores mais experientes sabem aonde está localizada a tubulação. A falta do martelete sempre atrasa o andamento na execução do serviço.
. Recomposição e
conclusão do serviço. O encanador após a execução das juntas, com uma pá envolveu a tubulação com terra para sua ancoragem, com exceção da junta que permanece exposta para o ensaio de estanqueidade. O encanador verificou as condições de estanqueidade sem anormalidades. Após o teste, o encanador orientou o auxiliar para reaterrar toda a tubulação com material isento de pedras e entulhos. O material de reaterro da vala foi lançado pelo encanador e pelo auxiliar com ajuda de uma pá, em camadas sucessivas e compactadas com soquete de madeira nas laterais da tubulação em camadas de até 25 cm cada. Após a cobertura completa da tubulação, o encanador pede ao operador da retroescavadeira para acrescentar uma camada de 40cm de material isento da demolição do pavimento, e acima dessa camada, o reaterro foi concluído com materiais com as mesmas características do terreno original. O tempo de execução do serviço durou 3:55h. Após o reaterro, a equipe se desmobilizou e retornaram à unidade de negócios. O encarregado então deu baixa na ordem de serviço.
Nem sempre é realizado o bota- fora por causa do caminhão para transportar o material excedente. A empresa contratou uma terceirizada para realizar o serviço e recomposição e bota fora.