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Attributes, options and values by default for the arguments of the user blocks, functions and modules; additional means of processing of

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by them in theMathematicasoftware

6.8. Attributes, options and values by default for the arguments of the user blocks, functions and modules; additional means of processing of

The Principles of Scientific Management inicia-se, tal como é comum em obras

dos género desse período (designadamente as de F. Taylor e as dos Gilbreth), com a

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USELDING, P. (1981).

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Estudos relativos ao Pig Tale são apresentados em: WREGE, C. & PERRONI, A. (1974), WREGE, C. & HODGETTS, R. (2000), HOUGH, J. & WHITE, M. (1997), HOUGH, J. & WHITE, M. (2001), os dois primeiros críticos e os dois últimos favoráveis à descrição de F. Taylor. O ensaio NADWORNY, M. (1964) e o editorial Anonymos (1971) analisam a figura de Schmidt/Henry Noll.

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afirmação da importância da eficiência. Para tal, F. Taylor cita o Presidente Roosevelt: “the larger question of increasing our national efficiency”. Esta afirmação é interessante, na medida em que demonstra, que a questão da eficiência constituia então, ao seu mais alto nível da sociedade norte-americana, motivo de preocupação, e como tal, as ideias dos partidários da CG são o reflexo de um interesse mais amplo.

F. Taylor comunga, evidentemente, das preocupações de Roosevelt, afirmando mesmo que as ineficências de que as pessoas não se apercebem, são muito superiores às ineficiências visíveis, isto é, a teoria do Iceberg, tão comum, ainda hoje, no imaginário da GPO (“We can see and feel the waste of material things. Awkward, inefficient, or ill-

directed movements of men, however, leave nothing visible or tangible behind them. Their appreciation calls for an act of memory, an effort of the imagination. And for this reason, even though our daily loss from this source is greater than from our waste of material things, the one has stirred us deeply, while the other has moved us but little”).

A causa deste problema é, na opinião do autor, o modelo de organização - sistema -, e não as qualidades das pessoas envolvidas, embora, essas qualidades sejam importantes (“In the past the man has been first; in the future the system must be first.

This in no sense, however, implies that great men are not needed. On the contrary, the first object of any good system must be that of developing first-class men; and under systematic management the best man rises to the top more certainly and more rapidly than ever before”).

Assim, o objectivo assumido pelo autor, para a obra, é o de demonstrar que:

‰ A ineficiência era generalizada;

‰ A solução para esse problema passava pela melhoria da gestão; e

‰ Essa melhoria teria de ser suportada na ciência, e no estabelecimento de leis, regras e princípios.

A primeira das regras expressa por F. Taylor, é a de que “O principal objectivo da gestão deve ser assegurar que à máxima prosperidade para os empregadores está associada a máxima prosperidade para cada empregado.” O termo prosperidade deve ser

entendido num sentido amplo, o que significa no caso dos empregadores, um funcionamento de excelência que garanta uma sustentabilidade no longo prazo (“highest

state of excellence, so that the prosperity may be permanent”), e no caso dos

empregados, não só remunerações mais elevadas, mas também a possibilidade de se desenvolver profissionalmente de um modo pleno (“higher wages than are usually

received by men of his class, but, of more importance still, it also means the development of each man to his state of maximum efficiency”).

A partir deste princípio estruturante, F. Taylor desenvolve um conjunto de ideias - corolários e observações de outra natureza - que tinham já sido apresentados em trabalhos anteriores. Reproduzem-se agora, de um modo breve essas ideias:

‰ A maior parte das pessoas considerava inconciliáveis o objectivo de mútua prosperidade;

‰ Pelo contrário, a GC fundava-se na convicção de que tal é possível;

‰ A máxima prosperidade só seria alcançável através dos mais elevados estados de eficiência individual;

‰ Excelência no desempenho individual: o treino e o desenvolvimento de cada indivíduo, deveria levar a que ele obtivesse o mais elevado nível de desempenho alcançável para alguém com o seu conjunto de competências (“the

training and development of each individual in the establishment, so that he can do (at his fastest pace and with the maximum of efficiency) the highest class of work for which his natural abilities fit him”);

‰ «Soldiering» - trabalhar deliberadamente devagar;

‰ A eliminação do «soldiering» deveria levar ao abaixamento do preço dos produtos, o que conduziria a uma maior procura;

‰ A eliminação do «soldiering» pemitiria salários mais elevados, a diminuição do horário de trabalho, e melhores condições de trabalho e de vida (“It would

insure higher wages and make shorter working hours and better working and home conditions possible”).

Uma novidade no pensamento de F. Taylor é a explicação do autor para a persistência das situações de ineficiência. Crê F. Taylor que essa persistência se deve a três ordens de razões:

‰ À falácia que é considerar-se que a melhoria da produtividade conduz ao desemprego (“The fallacy, which has from time immemorial been almost

universal among workmen, that a material increase in the output of each man or each machine in the trade would result in the end in throwing a large number of men out of work”);

‰ A um modelo de gestão errado que forçava o trabalhador ao soldering, como modo de defesa dos seus interesses (“The defective systems of management

which are in common use, and which make it necessary for each workman to soldier, or work slowly, in order that he may protect his own best interests”);

‰ À ineficiência dos métodos baseados no improviso, que, no entanto, continuavam a persistir na generalidade das actividades (“The inefficient rule-

of-thumb methods, which are still almost universal in all trades, and in practicing which our workmen waste a large part of their effort”).

A solução para este problema da ineficiência - soldering - passava, segundo F. Taylor, pela cooperação, pela redistribuição dos ganhos através de aumento dos salários - entre 30% e 100% -, e pelo enfrentar das circunstâncias de um modo solidário (”ombro a ombro”) entre empregadores e empregados. Nenhuma destas ideias constitui novidade no pensamento do autor.

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