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Éléments clefs de la conception des installations souterraines et des colis de stockage Les options techniques proposées pour la conception des installations souterraines et des colis de Les options techniques proposées pour la conception des installations souterraines et des colis de

2.4 Principes de conception de l’architecture du stockage

2.4.1 Éléments clefs de la conception des installations souterraines et des colis de stockage Les options techniques proposées pour la conception des installations souterraines et des colis de Les options techniques proposées pour la conception des installations souterraines et des colis de

DIRECTO ESTRANGEIRO

Walsh (2003, p. 1) salienta numa nota introdutória que “a República Popular da China, está-se a tornar uma potência global tecnológica e científica”. Não é de surpreender que, uma economia com altíssimas taxas de crescimento do PIB em termos reais, catapulte a economia Chinesa como um todo e, o sector de “High-Tech” em particular, para os países com maiores quantidades produzidas e exportadas de bens e serviços provenientes deste domínio de actividade. Este pormenor constitui, indubitavelmente, uma oportunidade de investimento não só doméstico como também, principalmente, para o directo estrangeiro na China (e também vice-versa) o que significa a criação de oportunidades, adicionais, de crescimento económico, de inovação, de transferência de tecnologia de e para a China. De acordo com a opinião de Walsh (2003, p. 3) o sintoma da detecção e da tradução na realidade deste fenómeno, está patente no facto de o peso dos bens oriundos do sector de “High-Tech” exportados pela China, no ano 2000, relativamente à totalidade dos bens exportados, representar cerca de 20% quando uma década antes não ia além dos 5%. Este facto, ainda segundo este autor, é corroborado por, em 1995, mais de 80% da produção destes bens (como bens electrónicos e electrodomésticos) ser proveniente de empresas de capital estrangeiro na China quando, cinco anos após, caiu para, aproximadamente, 50%. Assim, a base produtiva chinesa deixa de ser de capital estrangeiro, diminuindo a importância de empresas estrangeiras para ser substituído por empresas de base nacional (chinesa) o que denota uma capacidade de assimilação e de adopção de tecnologias e processos de produção de traça estrangeira. Porventura, é também um dos factores de explicação, mais do que de contribuição, para as altas taxas de crescimento do PIB, a preços de mercado. Não obstante, subsiste, todavia, uma crescente dependência da economia chinesa de

matérias-primas e de produtos que constituem “inputs” para a produção dos bens oriundos de “High-Tech”. Aqui coloca-se a questão de saber se a China se encontra a percorrer uma trajectória que a tornará um “player”, no mercados internacionais deste sector, independente de tecnologias estrangeiras e do “know-how” ou se, inversamente, a China se encontra dependente destas inteiramente via investimento (directo) estrangeiro. Uma parte das tendências de algum comércio internacional mais recente, desde os anos 90, é explicado pela globalização económica que provocou modificações acentuadas nos padrões de comércio e, concomitantemente, nos fluxos do factor capital, do factor trabalho, da tecnologia e do “know-how” o que acarretou consequências na Investigação & Desenvolvimento tanto do ponto de vista do investimento efectuado pelas países como do investimento na educação e na formação do capital humano que produz e induz este mesmo desenvolvimento. Em particular a China, mais do que qualquer outro país, observa-se que, a internacionalização se salienta em particular pela via da Investigação & Desenvolvimento. Assim, é o influxo de conhecimento científico e o “know-how” tecnológico para além dos equipamentos que, propiciam a crescimento acelerado da economia chinesa no sentido da modernização e do desenvolvimento de todos os sectores, em geral, incluindo a indústria e o sector militar.

Esta aptidão de aproveitar o maná se potencial de estímulo e de desenvolvimento da economia em geral e de alguns sectores em particular da China, é condicionada pela criação de um ambiente propício a este aproveitamento. Ele ocorre via infra-estruturas científicas e tecnológicas, elaboração de estratégias para o desenvolvimento e pelo aproveitamento de capacidades para explorar e as aproveitar proficuamente.

A predisposição e receptividade da economia chinesa em geral para o estímulo e criação de ambientes adequados à Investigação & Desenvolvimento e ao enquadramento propício a este, remonta ao já longínquo ano de 1979. Com efeito, de acordo com Walsh (2003, p. 41), foi neste ano que se começaram a criar as “Zonas Económicas Especiais” (ZEE) em território chinês.

Constituíram, de acordo com este autor, os primeiros passos de vários tendentes a um novo desenvolvimento experimental por via do estímulo ao investimento em determinadas zonas geográficas delimitadas. Foram, propositadamente, construídas longe da capital chinesa, Pequim (em inglês, Beijing) e, ao longo da costa marítima, tendo constituído os primeiros passos para a implementação de reformas económicas orientadas para e pelo mercado que possibilitaram a abertura de fronteiras ao investimento (directo) estrangeiro. Se bem que, inicialmente tenham atraído este investimento, elas não tinham o objectivo de ser direccionadas para o sector de “High-Tech”.

Foi nos anos seguintes, nas décadas de 80 e de 90, que a orientação foi dirigida para este sector por partes das autoridades governamentais. Traduziu-se tal na definição de zonas mais direccionadas para este sector, apoiada pela criação de “joint-ventures", bem como empresas com “know-how” estrangeiro o que permitiu aproveitar conhecimentos já existentes, possibilitando a transferência de tecnologias estrangeiras, construindo sectores alicerçados em fileiras produtoras de produtos passíveis de exportação e de aceitação para e nos mercados externos. Como inicialmente, se encontravam em zonas costeiras os sectores objecto de desenvolvimento foram os do armamento e defesa. Quando as autoridades decidiram enveredar pelo desenvolvimento de outros sectores, uma nova estratégia foi implementada. De facto, no ano de 1985, o Partido Comunista Chinês decidiu reformar o sistema científico e tecnológico. Fundamentalmente, este a partir desta data, investigadores civis e militares, passaram a “competir”, para além do desenvolvimento e extensão a outros sectores contemplar a coordenação com diversas instituições como sejam Institutos de investigação, Universidades e empresas de diversos sectores de actividade. É a partir desta fase que se torna ainda mais receptiva a absorção do “know-how” tecnológico estrangeiro, o que permitiu abrir novos horizontes e canais quer a tecnologias quer a “experts” em ciência e tecnologia. Para além de ter promovido a aproximação da comunidade científica com a comunidade e meio empresarial. De um modo geral a

organização do sistema de Ciência e Tecnologia nacional obedece a partir de 1985, ao esquema patente na Figura 31.

FIGURA 31 – ENVOLVIMENTO DO SISTEMA DE INOVAÇÃO NACIONAL DA

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