• Aucun résultat trouvé

QUELQUES NOTES SUR LES POSTES BATTERIES *

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2022

Partager "QUELQUES NOTES SUR LES POSTES BATTERIES *"

Copied!
7
0
0

Texte intégral

(1)

QUELQUES NOTES SUR LES POSTES BATTERIES *

RECEPTEURS MONOLAMPE

CEPTEURS SUPERH ÉTERODYNES ALIMENTATION MIXTE

Le tr è s int é ressant article que vous lirez ci

-

dessous nous a é t é envoy é

,

à la suite de

notre Piles

-

Concours , par l ' un de nos

lecteurs

,

dont nous publions la lettre ci

-

dessous

P o u r t e r m i n e r j e veux c r o i r e q u’il e x i s t e q u e l q u e p a r t u n a m a t e u r q u i t r o u v e r a d i

-

g n e s d e q u e l q u e i n térêt l e s l i g n e s c i

-

d e s

-

sous

.

L e l e c t e u r q u i vous éc r i t ne p o s sèd e q u'u n e e x pér i e n c e assez f r a g m e n t a i r e, s u r

-

t o u t d u p o i n t d v u e p r a t i q u e, s u r l a q u e s

-

t i o n r a d i o t e c h n i q u e

.

J e n e m’i n téresse e n e f f e t a u x q u e s t i o n s r a d i o q u e d e p u i s q u e l q u e 18 m o i s, et c o m m e l o i s i r s e t c réd i t s s o n t p l u sq u e c o m p

-

tés p o u r u n ét u d i a n t, c’est d i r e q u e m o n

« e x pér i e n c e » e s t j e u n e.

A u s s i il me f a u t reconnaît r e l’a i d e a p

-

p o r tée p a r l a c l a r té e t l e s o u c i d e l’e x pér i

-

m e n t a t i o n (

...

a v a n t l a p u b l i c a t i o n) d e v o t r e r e v u e

.

L’a b s e n c e d ’e x pér i m e n t a t i o n p e u t e n e f f e t coût e r c h e r

.

V o t r e concours m’a d o n né à p e n s e r q u e l e s q u e l q u e s réa l i s a t i o n s e t i dées q u e j’a v a i ss u r l e s u j e t « P i l e s » s e r a i e n t p e u t

-

êt r e u t i l e s à l’u n ou l’a u t r e

.

J e s a i s b i e n q u e j e n’a i r i e n découvert

.

J'a i s e u l e m e n t a d o p té q u e l q u e s c h o s e s p l u s ou m o i n s a n c i e n n e s, e t mon p o i n t d e vue d e m a n d e à êt r e c o n f r o n té

avec

d’a u t r e s

p o i n t s d e vue

.

C e l a s u f f i r a, j e n’a u r a i s p a s t r a v a i l lé

p o u r r i e n

.

S i d e s l i g n e s s e m b l a b l e s m’ét a i e n t t o m

-

bées sous l e s y e u x il y a s e u l e m e n t q u e l

-

q u e s m o i s, j e p e n s e q u e j e ne l e s a u r a i s p a s l u e s s a n s i n térêt

...

E n vous r e m e r c i a n t d e cette o c c a s i o n q u i ma p e r m i s d e c l a r i f i e r d e s i d ées s u r q u e l q u e s q u e s t i o n s

.

V o i là p o u r q u o i j e vous e n v o i e e s s e n t i e l

-

l e m e n t q u e l q u e s t a i l s s u r d e u x réa l i s a

-

t i o n s e f f e c t uée s, a d o p tées, t r a n s f o r mées e t u n m o n o l a m p e à q u i é v o l u e n t encore

a c t i o n, un s u p e r hétér o d y n e.

L o r s q u e j e l i s q u e votre a p p réc i a t i o n s e b a s e r a s u r « l’éc o n o m i e lo r i g i n a l i té, l a s i m p l i c i té », j e n e v o i s g uère d e l a q u e l l e d e ces q u a l i tés j e p o u r r a i s m e réc l a m e r

.

E c o n o m i e? e n c o n s o m m a t i o n p e u t

-

êt r e

. —

S i m p l i c i tO r i g i n a l i téé?? il y a l e p o s t e à g a lène.

J . S A L E M B I E R (f i l s), R O U B A I X (N o r d)

.

NOTES SUR LA CONSOMMATION

Voilà p o u r q u o i ce déb a t

restera

t o u j o u r s o u v e r t

.

I l y a u r a a u t a n t d e rép o n s e s q u e d e p o i n t s d e vue d i f fé

rents

; lu n v i s e r a à l a q u a l i té B

.

F

.

, l

a u t r e

à l a s e n s i b i l i té, u n a u

-

t r e, e t non d e s p l u s rares, r e c h e r c h e r a en p r e m i e r l i e u l’éc o n o m i e

.

L e m o n t a g e s u s

-

c e p t i b l e d e l e s c o n t e n t e r t o u s n’e x i s t e r a j a

-

m a i s

.

O n p e u t e s pér e r s e u l e m e n t q u e d’une réu n i o n d ep o i n t s d e

vue

d e s p l u s diffé

rents

c h a c u n p u i s s e t i r e r c e q u i l u i c o n v i e n t

.

L e s p i l e so n t p o u r p r i n c i p a l a v a n t a g e l e u r a u t o n o m i e

.

U t i l i sées p o u r la l i m e n t a t i o n d e réc e p t e u r s e l l e s s o n t p a r t i c u l ièr e m e n t a p

-

p réciées p o u r l e s f a c i l i tés du t i l i s a t i o n q u’e l l e s c o m p o r t e n t. A c e p o i n t d e v u e il s e m b l e e n e f f e t q u e

d a n s l a l i m i t e d e l e u r c a p a c i té

l e s p i l e s s o i e n t e x c e l l e n t e s

.

M a i s s i l’on

veut

t i r e r d e ces a l i m e n t a

-

t i o n s q u e l q u e c h o s e d e rée l l e m e n t p r a t i q u e c

est -

à

-

d i r e d e d u r a b l e, on se h e u r t e à d e s c o n d i t i o n s assez r i g i d e s

.

L e s g r o s déb i t s l e u r s o n t interdits, d u m o i n s e n p r a t i q u e, c a r l e p r i x e t lencom

-

b r e m e n t en s e r a i e n t p r o h i b i t i f s

.

O n s a i t q u e d u rée

e t

dé b i t y s o n t en f o n c t i o n i n

-

verse ; d e p l u s l e d éb i t

est

f o n c t i o n d i r e c t e d e l a c a p a c i té d o n c d e le n c o m b r e m e n t e t p a r t a n t d u p r i x

.

I l e s t i n tér e s s a n t de s s a y e r d e démêl e r à ce t i t r e q u e l q u e s p r i n c i p e s d i

-

r e c t i f sd e réa l i s a t i o n s c o n c i l i a n t ces q u a l i tés d e d u rée (d o n c d’éc o n o m i e) e t d e f a i b l e en- c o m b r e m e n t, avec c e l l e s q u e l’on d e m a n d e p l u s p a r t i c u l iè

rement

à un réc e p t e u r r a

-

d i o : s e n s i b i l i té, sélectivité, p u i s s a n c e e t q u a l i té B.F

.

D e p u i s l a d e r n ièr e g u e r r e q u i

a

vu u n e u t i l i s a t i o n m a s s i v e d e s a l i m e n t a t i o n s s u r p i l e s, i l ne s e p a s s e p a s d e m o i s q u e lune ou l’a u t r e revue d e r a d i o n e p u b l i eu n s c hé

-

m a d e réc e p t e u rs u r p i l e s u t i l i s a n t b i g r i l l e s, t r i o d e s b a t t e r i e, t u b e s normaux, t u b e s b a t

-

t e r i e

e t

m o n t a g e s les p l u s d i v e r s d e p u i s l a réa c t i o n j u s q u’a u s u p e r hé

t

ér o d y n e

.

L a p ré

sente

ét u d e

a

p o u r s e u l e p rét e n t i o n da p p o r t e r q u e l q u e s d o c u m e n t s s u r d e s e s

-

s a i s réa l i sés à ce s u j e t

.

L e s q u a l i tés m e n t i o n nées p l u s h a u t (éco

-

n o m i e, f a i b l e e n c o m b r e m e n t, s e n s i b i l i té, sé

-

l e c t i v i té

e t

q u a l i té B.F. ) n e p e u v e n t évi

-

d e m m e n t ê

t r e

a t t e i n t e s a u mêm e t i t r e

.

P a r e x e m p l e : q u a l i té B

.

F

.

d e m a n d e u n c e r t a i n dé b i t a u dét r i m e n t d e l’éc o n o m i e

.

I l ne f a u t p a s p e r d r e d e vue q u e s i la u

-

t o n o m i e

est

u n e q u a l i té e s s e n t i e l l e d e l ’ a l i

-

m e n t a t i o n s u r p i l e s, p o u r êt r e e f f e c t i v e,

cette

a u t o n o m i e d o i t êt r e d e l o n g u e d u rée ; sil f a u t emmener avecs o i u n s t o c k d e p i l e s d e r e c h a n g e, m i e u x v a u t se tourner

vers

l a s o l u t i o n v i b r e u r q u i

en

déf i n i t i v e sera p l u s éc o n o m i q u e

.

M / 1 T 4

100pF

Hh - i

Ci£

Q>

C5 Uc

.

* .

OO

500

2

^ pF 55 sj : 500 pF

O II

L — 100 Il pF — I

i

,

oII

ZmH g ü il

°

l

0.5 HF 4

)

CASQUE

2000 a

oII

oII

oO C i .O£ co>

CS c

-

J c i

o «3 O

o C J« 'UJ

3 Oc

O

7

^ 250 pF Int .

pour écoute sur cadre Schéma d’une détectrice à réaction monolampe,

ou sur antenne.

(2)

Les considérationssuivantes

ont

pour but de

montrer

que l’alimentation

sur

piles ne devraitê

tre

qu’

une

alimentation dexception eu égard à son prix de revient

.

lon dispose d’

une antenne

quelque peu dé

-

veloppée (même sans terre)

.

Les deux sys

- t

èmes daccord

trouvent

donc leur utilisa

-

tion suivant les conditions d’é

coute

,

et

il s

est

avé

r

é commodede pouvoirutiliser l’un

ou l’

autre .

Le cadre comporte 23,5 spires bobinées sur l’ébénisterie en contre

-

plaqu

é

130

x

110

mm

, l’enroulement de réaction (15 spires) lui

est

superposé ; malgré la présence du châssisà l’intérieur de l’enroulement (châs

-

sis partiel en

t

ôle d’alu légère) le cadre procure

une

sensibilité satisfaisante

.

Il

est

protégépar la sacoche de cuir du récepteur

.

On pourrait se demander pourquoi l’an

-

tenne

n

est

pas branchée directement sur le cadre, au lieu d ’adjoindre à

cet

effet un bobinage

et

la commutation

cessaire; l’essai effectué

a

prouvé que

ce

branche

-

ment

sur

le cadre (qui

se trouve

à l’

ext

é

-

rieur) provoquait un effet de capacité de la main extrêmement gê

nant

(lequel effet n’existe pas en l’absence d’

antenne

)

.

Le

bobinage, se trouvant à l’intérieur du châs

-

sis ,ne subit pas le même inconvénient

.

Il

comporte 76 spires d’accord plus

55

de réac

-

tion, bobinées à tours jointifs

en

fil 15

/

100

émail (tube12

mm

de diam

.

, 30 de long, à noyau de fer)

.

Les deux C

.

V

.

sont à diélectrique bakélite

.

La

r

éaction se fait d’une mani

è

re un peu particulière

.

C’

est

en effet

une

réaction par l’é

cran .

L’avantage en

est une

diminu

-

tion notable du désaccord apporté par la réaction plaque normale

.

Une bobine d’

ar -

t

dérive

toute

la H

.

F

.

vers les enroule

-

ments voulus

.

La H

.

F

.

venue de la plaque

est

éliminée par un filtre

.

Le casque

est

placé en dérivation à la sortie du filtre

.

N’é

tant

pas parcouru par le

courant

plaque il ne court

aucun

risque de désaimantation,

m

ême à la longue, quel que soit lesensde branchement

.

Un interrupteur double coupe l’alimenta

-

tion aussi bien H

.

T

.

que B

.

T

.

pour plus de sécurité

.

Le montage complet, alimentation com

-

prise, tient dans un coffret de

110

X 130X60,

recouvert

de cuir

.

LES MONTAGES

A AMPLIFICATION DIRECTE

Les montages à amplification

directe

ne sontguère utiliséssur batterie ;l'essai sui

-

vant

en a

é

t

é effectué : H

.

F

.

, 1T4; dé

tec -

trice, 1T4

et

basse fréquence 3S4

.

Si la puissance ( due à la 3S4) s’

est

avérée plus élevée que pour le montage précédent, la sensibilité

n

était guère

accrue

(ni surtout la sélectivité)

.

Cette solutionmanque donc un peu d’inté

-

t

vis

-

à

-

vis du monolampe

et

du super

-

t

érodyne

.

1

. —

MINIMUM DE CONSOMMATION

.

LE MONOLAMPE A REACTION

.

Il semble que le minimum, pratiquement réalisable avec le

mat

ériel actuellement sur le marché soit le

r

écepteur pré

sent

é en nu

- m

éro 1

.

Le tube 1T4 utilisé

consomme en

effet :

En chauffage : 50 mA sous 1,4 volt, soit 0,07

watt

;

En H

.

T

. :

moins de1 mA

sous

34,5volts, soit 0,03

watt

;

Au total 0,1 watt soit : 300 fois moins qu’un récepteur secteur moyen ; 25 fois moins qu’une EF9 seule; 3 fois moins que la fameuse « bigrille à faible

consomma -

tion » (0,33

watt avec

seulement 10 volts à la plaque)

.

Les essais pratiques

ont

permis d’admet

-

tre

que dans

ces

conditions une pile torche normale 1,5 volt durera

entre

30

et

50 heu

-

res

.

A 25 fr

.

la pile on peut admettre un minimum de 0,50 fr

.

de l’ heure

.

D’

autre

part 1

/

3 (34,5 volts) de pile103,5 volts modèle BA38 peut durer quelques 200 heures en régime intermittent, soit 0,75 fr

.

de l’heure

.

Soit donc un total de 1,25fr

.

del’ heure

.

Il semble difficile de descendre au

-

des

-

sous de ce taux

.

LES SUPERHETERODYNES

A gamme unique, à 3 gammes, à alimen

-

tation mixte,

etc ...

ils sont nombreux dans le

commerce .

L’alimentation sur piles

est

ici celle qui fait l’essentiel de la question

.

Nombreux

sont

ces récepteurs qui utili

-

sent un cadre,

et

ce audétriment de lasen

-

sibilité

.

La comparaison

a

é

t

éfaite

entre

le montage sur cadre

et

sur bobinage à fer avec

antenne

de1

m

è

tre .

La sensibilité était pratiquement la même

.

L’essai

a

alors é

t

é poursuivi avec adjonction, dans les deux cas, dune

antenne ext

érieure,

et s

est ter -

miné à l’avantage

tr

ès

net

des bobinagesà fer

.

Il semble,

en

effet, difficile de

r

éaliser un cadre possédantuncoefficientdesurten

-

sion comparable à celui de bobinages à noyau de fer

.

Le sché

ma

indique les détails de la réa

-

lisation pré

sent

ée

.

Quelques observations suffiront

.

Changement de fréquence

. —

Le bloc uti

-

lisé est le Pretty de Supersonic

.

Des diffi

-

culté

s

dans l’oscillation par la 1R5 seule,

sous

69 volts,

ont

conduit àl’utlsation d’une 1T4 monté

e

en triode oscillatrice

. L

’oscilla

-

tion é

tant

trop énergique vers les 16 MHz

une r

ésistance de 50 Q carbone

a

é

t

é insé

-

rée en x dans la grille oscillatrice

.

La bobine d’

arr

ê

t

de 18millihenrys dans la plaque stoppe toute fuite de la H

.

F

.

Même sur 90 volts la tension écran de la 1T4 s’accommode mieux d’

une

valeur égale à celle de la plaque (

comme

pour la 1R5)

.

La sensibilité

est

relevée,

et

la diffé

rence

de consommation résultante (car la polarisation de la 3S4se fait par le

H

.

T

. commun

à tous les tubes)

est

pra

-

tiquement nulle

.

La VCA

a un

effet

extr

ê

-

mement limité

.

Détection

et

basse fréquence

. —

Rien de

très particulier

.

La polarisation de la 3S4

est

élevée de façon à réduire la

consomma -

tion

.

La prisede casquese révèle

tr

èsutile

.

Le circuit bobine mobile

est

automatique

-

ment coupé par la mise

en

place du jack de casque

.

Le fonctionnement sous 69 volts savère satisfaisant (il

est am

élioré dans des pro

-

portions inté

ressantes

par une élévation de

cette

tension jusqu’à environ 90 volts)

.

Qualités acoustiques acceptables, au dé

-

triment du poids (haut

-

parleur )

et

de l’en

-

combrement, une sensibilité

et une

sélecti

-

vité tout à fait normales surles 3gammes, une consommation des plus réduites, telles sont les

caract

éristiques du montage

.

L’encombrement total du récepteur

et

de ses batteries

est

de 110X200X180 (le châs

-

sis

mesure

55

mm

de haut)

.

Le C

.

V

. est

un Star à cage rhodoïd

.

Une démultiplication par câble acier

a

é

t

é bri

-

colée, elle suffit en O

.

C

.

, avec un peu de dextérité (démultiplication de 6 fois)

.

L’ai

-

guille

est

à translation

et

le cadran de 100X50

mm

de surface utile permet l’ins

-

cription des échelles

et

des noms des prin

-

CONSOMMATION MOYENNE

.

LE SUPERHETERODYNE TOUTES ONDES

.

Il semble que

ce

récepteur, pré

sent

é en numéro 2, ait sa consommation en H

.

T

.

-

duite

au

minimum

.

6 mA

sous

69 volts, soit 0,415

watt

;

En

chauffage 0,3 A sous 1,4 volt, soit

0.42 watt

;

Au total moins de 0,85

watt .

Cequi fait 35 fois moins qu’

un

récepteur secteur ; 3 fois moins qu’ une

EF

9 seule

.

Une pile torche dure environ 5 heures, soit 5 fr

.

de l’heure ( pratiquement on en met 3

en

parallèle pour avoir

une

capacité suffisante)

.

Les 2élémentsde BA38 utilisés en H

.

T

.

font dans les 20 à 30 heures, soit 6 fr

.

de l’heure environ

.

Le total de 11 fr

.

de lheure

est

dé jà beaucoup plus élevé que le précédent

.

Il

faut

noter

que dans ce casl’é

coute est

com

-

parable à celle d’un poste

secteur *

normal ; or on peut apprécier à 0,30 fr

.

de l’heure l’écoute sur ce dernier (30 watts consommés

et

10 fr

.

du kWh)

.

Les chiffres parlent

.

On voit l’intérê

t

d’une alimentation secteur

.

Le tarif de con

-

sommation descend alors à moins de 0,3fr

.

de l’heure

.

2.

M

.

F

.

PRINCIPAUX RESULTATS D

'

ECOUTE

.

Sur cadre : Lille (25 km) I

et

II

.

Sur

antenne

(3 mètres de longueur, 10 de haut) :

BBC

m

étropolitain, Hilversum I

et

II,

Bruxelles I

et

II, les trois é

metteurs

pari

-

siens, Sottens, desallemands

et

desitaliens,

etc.. .

Le montage aaussi é

t

é utilisé

comme

-

rateur

de signal non modulé dans des essais dalignement

et

de changement de fréquence,

avec une

stabilité

tr

ès suffisante

.

Un

autre

montage, simplifié

et

particuliè

-

rement intéressant pour la région pari

-

sienne,

a

é

t

é réalisé suivant le

m

ê

me

sché

-

ma.

Les C

.

V

.

(

et

tous réglages) en on é

t

é supprimés

.

Préréglé par ajustables sur la fréquence de Lille I il en permettait la réception confortable en toutes conditions avec une antenne rigide de 50

cm .

De for

- mat

du

r

écepteur é

tant

95X 70 X

35

mm

.

On pourrait évidemment utiliser une bi

-

grille dans un montage analogue (la

r

éac

-

tion

se

faisant par la seconde grille, par exemple)

.

Le

mat

ériel sera moins

co

ûteux, mais l’encombrement

et

la consommation sont plus élevés ; surtout la sensibilité

et

la stabilité sont inf érieures

.

Une

autre

interprétation

a

consisté à

rem -

placer la commutation cadre par une

com -

mutation O

.

C

.

Néanmoins, l’absence de dé

-

multiplication rend l’exploration de cette

.

MONOLAMPE A REACTION

Les monolampes à

r

éaction

sont

les plus simples, les plus économiques

et

les moins encombrants des montages

.

C’

est

dire l’in

- t

érê

t

que

tout amateur

leur porte

.

Aussi

trouver

de l’original

en

matiè

re

de réaction

n

est

guè

re

possible

. Le

montage propos

é

diffère à peine des montages clas

-

siques

.

La seule gamme P

.

O.

a

é

t

é

retenue .

Tout d’abord il faut noter que les bobi

-

nages H

.

F

. sont

doubles

.

Le récepteurfonc

-

tionne

sur

cadre ou sur bobinage à fer

.

Un

commutateur

2 circuits 2 positions

r

éalise

tr

ès simplement le changement

.

L’inté

r

ê

t

du cadre

n

est

réel que sil existedesé

met -

teurs puissants

et

rapprochés,

ce

qui serait le

cas

de la

r

égion parisiennesemble

- t -

il

.

Néanmoins, la sensibilité

est

bien meil

-

sur

(3)

supports à suspension élastique (la 1S5

a

tendance à provoquer un bruit de cloche, cola dû à

son

amplification maximum)

.

Les

appareils de

mesure

manquant, la qualité musicale ne peut être précisée

.

Elle semble néanmoins supérieure àcelle de plu

-

sieurs récepteurs similaires

.

Probablement le H

.

P

.

à culasse importante y est

-

il pour

une

part

.

La sensibilité

est

absolument comparable à celle dun super normal

.

Au moins égaie

en O

.

C., où

aucun

glissement de fréquence ne

se

fait sentir (la VCA

n

est

pas appli

-

qué à la modulatrice)

.

Toutes les bandes sont reç

ues

avec la même facilité

.

me avec

40 volts le fonctionnement est

encore correct .

Ce

r

écepteur n’est qu

une

variante d'une série déjà connue, avec pourtant une faible consommation un peu particulière

.

Le montage d’un second étage M

.

F

.

à ré

-

sistances

-

capacité

a

é

t

é essayé (comme le

Vade Mecum initial),

et le

châssis pré

vu

en conséquence

,

mais le gain paraissant peu sensible en regard de l’augmentation de

consommation, cette solution a été écartée

.

Courbes de décharge des piles H.T. et B.T . en fonction du débit.

X15

et

un filtre classique à self

-

capa

-

cité largement calculé délivre une tension trèscontinue de 90volts

.

Letransformateur élimine les inconvénients des

tous courants

: dautre part, il comporte un enroulement 4 1 ampère (ancienne alimentation montage des filaments en série, mais

ces

réalisations ontaussileurs d éfauts

.

Sur bat

-

terie il faudra utiliser plusieurs él é

ments

1,5 volt en série pour le chauffage;

ou

bien un montage série

-

parallèle nécessitera des résistancesadditionnellesquiconsomme

-

ront le précieux courant de chauffage (la résistance de 30 Q du « Vade Mecum Uni

-

versel » coû

te

au moins 0 fr

. ,

50 de lheure en pure perte

... et

l’écoute dun super sec

-

teur normal revient à peu près à0 fr

.

30de lheure)

.

Le montage

se

compliquera par les

n

écessités de d écouplage

.

L’alimentation

secteur

doit

-

elle ê

tre

sé

-

paré

e

ouincorporée? Là chacun d éfend

son

point de vue

.

La réalisation présentée com

-

porte une alimentation sé parée résultant des considérations suivantes :

1

. —

Réduction de poids

et

d’encombre

-

ment

du châssis

.

Il faut

reconna

ître que cette

r

éduction serait minime dans le

cas

d’une alimentation

en

tous courants

avec

filtrage par résistance

-

capacités, mais

non

ANNEXES

sec

Quelques particularités

sont

ici abord ées à titrede mention

.

Sans traiter directement de la question piles, elles sont

n

éanmoins dun certain intérêt, en

en

facilitant l’em

-

ploi. Le cas éché

ant

un exposé d étaillé pourra, en ê

tre

fait

.

volts,

d’

une

506) lequel est filtré

et

réglé pour le chauffage desfilaments

.

Le même

enrou -

lement permet la recharge de petits

accus .

Un détail

non n

égligeable

est

le dispositif de contrôle incorporé dans lébénisterie du récepteur

.

Il

est

équipé d’un milliampère

-

mètre

et

d

un commutateur

de

sensibilit

és,

qui permet de

mesurer

à chaque instant la haute tension, la basse tension

et

les di

-

intensités aussi bien sur

secteur

que batteries

.

Ce dispositif

est

utile

surtout

le contrôle de la tension de chauf

-

1/ALIMENTATION SUR SECTEUR Elle peut être à considérer du point de

vue

« piles

»

(à propos des modifications que

son

usage contraint d’apporter

au mon -

tage envisagé)

.

Cette alimentation économisera,

on

l’

a vu

,

les batteries de façon sérieuse

.

La réalisa

-

tion en est

tr

ès simple pour la haute

ten -

sion, mais elle comporte quelques difficul

-

t

és

en

alimentation chauffage

.

Lorsque les filaments

sont

montés

en

pa

-

rall èle (montage normal) le redresseur dé

-

bite surquelque 5ohms (4,67 pour le récep

-

teur pré

sent

é)

et

le filtrage nécessite une self

tr

ès peu résistante, ainsi qu’une capa

-

cité de forte valeur ; si

c

est

difficile, ce n

est

pas insurmontable

.

Quelques auteurs préconisent dès lors le

verses

sur pour

fage sur

secteur

:

La liaison

alimentation secteur au

cep

-

teur sefait par

un

bouchon à5 broches

.

La commutation par un

commutateur

à 3 di

-

rections :

12

. . — —

CoupBatteriesé (

secteur

; ) ;

.

3

. —

Alimentation

ext

érieure

.

ici

.

2

. —

Echauffement nul dans le récepteur

.

Cette alimentation séparée est pourvue d’un transformateur

110 -

220 V donnant en

-

viron 110 V au secondaire ; un redresseur (Voir la fin page

122

i

155 554

1 T 4 1 T 4

1 R5

V

i i i i

i V II I m î l i D IM coupant

Prise

tiquement

§)

de casque automa b

.m

. -

I I

I I I I I I I 8

ï

I

k ï

I I

%

f

LU MF

1 MF2 2.000

pF 0.5pF

çD CD

S CD

iV

CD

Modulatrice Oscillatrice

O O

CD C

*

«

O

° s

CD

°

O

ÇQ O

IO

NO

O O

LO LU " m i O 7’i O5 OO;

.

i O

Su g

J

ou

‘ — r

*

^ g

l)

.

m

.

Cl. LU O O

CD eu

LO 2

:

O

=

5

g

IIas

ni ! Ï X -

s:

oII S CD

O \o O o

O » y O

o o

5450 pF

490

pF = £

o o

' o< )o

3M

0

W/

U

-

£ 1

05MO **

.

c*

o oo o K> 0,05

± 0.1

CD

1.5 V 4-

o es

69 V s :

i

î

*

2000

pF

CD

I !

Çi2ND: Cf5: CDoo

XX TVF

Schéma général du récepteur superhétérodyne à cinq lampes. n

(4)

Nous trouvons :

Fréquence Tension en F

200 0,6

400 1.7

800 3,1

1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 8.000

3,5 4.5 9 9 9 8.7 8 . 2 S Mais auparavant nous avons dû ajouter un condensateur de d écouplage sur la pla

-

que de la 6V6 (3), C4i

=

2000 pF,

car

un accrochage se manifestait aussitôt que l’on

poussait le potentiomè

tre Ra

, accrochage

visible

à

l’oscillographe, la courbe

se

d é

-

formant

comme

le montre la figure 4

.

Nous avons également constaté que la distorsion commençait à se faire sentir pour

une

tension dentrée de 0,3 volt envi

-

ron ; donc nous pouvons, sans distorsion, atteindre sensiblement la tension nécessaire pour moduler à fond la 6V6 finale (11 à 12 volts)

.

COURBES DE REPONSE

« GRAVES » ET « AIGUES »

Il

nous

reste maintenant à faire la me

-

sure de la tension que nous obtenons à la bobine mobile d

une

part du H

.

P

.

« gra

-

ves »

et

, d ’autre part, du H

.

P

.

« aiguës »

.

Les H

.

P

.

utilisés,

et

pour lesquels nous avons dressé les courbes de ré ponse, sont Pour les graves: 24 cm à APPrinceps

.

Pour les aiguës:17 cm à AP Princeps

.

Nous avons,

tout

d’abord, dressé des courbes montrant la variation de la tension aux bornes de la bobine mobile ;

c

est

le graphique de la figure 5

.

Les courbes que nous y voyons sont les suivantes :

Volts B

.

M

.

du H

.

P

.

« graves » pour

Ra et

au maximum

.

Volts B

.

M

.

du H

.

P

.

« graves » pour R21 au maximum

et

R23 à 250.000 ohms du maximum

.

Volts B

.

M

.

du H

.

P

.

« graves » pour R21 au maximum

et

R2r, au mini

-

mum.

1.

2.

3

.

Volts B

.

M

.

du H

.

P

.

« aiguës » pour RVolts

^ et

RB

.

2MI

.

audu Hmaximum

.

P

.

«

.

aiguës »

pour

Rax

au maximum

et

R2» à mi

- course .

Ensuite, nous avons traduit ces courbes en « puissances »

et

nous les donnons dans le graphique de la figure 6

.

Les numéros de réf é

rence

sont les mêmes que ci

-

dessus

.

Cependant, cette « traduction » nest cer

-

tainement pas très exacte é

tant

donné que,

pour les haut

-

parleurs utilisés,

nous

ne

connaissions l’impédance de la bobine mo

-

bile quà 400

et

1000 périodes

.

Nous avons extrapolé « à vue de

nez

», mais il

est

à peu près certain que la puissance réelle aux fréquences basses

est

supérieure à celle qui

est

donnée par la courbe

.

Enfin, un troisième graphique (fig

.

7)

nous montre

le résultat final, c’est

-

à

-

dire

la courbe B

.

F

.

totale du récepteur, compte tenu de la combinaison des deux

canaux.

Voici comment sont obtenues ces courbes : 4

.

5

.

nous nous rendrons compte que notre dis

-

positif de dosage des graves

et

des aiguës

est

dune souplesse extraordinaire, permet

-

tant

dobtenir

toutes

les

nuances

et adap

-

ter exactement la reproduction à laudition donnée

.

Nous croyons avoir donné tous les dé

-

tails intéressants sur la mise au

.

point du récepteur Bicanal 115

.

Cependant, si vous

rencontrez

la moindre difficulté,

nous

vous prions de

nous

le signaler

et

nous revien

-

drons, pour nos lecteurs, sur tel ou tel point délicat

.

W

.

SOROKINE

.

la H

.

T

.

par vibreur (100 volts)

.

Le filtrage

des perturbations en B

.

T

.

(question

extr

ê

-

mement

délicate lorsquil sagit de tubes à chauffage direct alimentés en parallèle, for

-

mant

donc un circuitde résistance

tr

ès fai

-

ble)

est

ainsi évité

.

Cette alimentation permet de sérieuses économies (durée min

.

25 h

.

)

et

lorsque son encombrement devient gênant on le d ébran

-

che (même bouchon à 5 broches que pour l’alimentation secteur)

et

on passe

sur

piles

. QUELQUES NOTES

SUR LES POSTES BATTERIES

(Fin de la page 115 ) L'ALIMENTATION PAR VIBREUR

.

La

m

ême réalisationcomporte unealimen

-

tation par vibreur à partir dun accumula

-

teur au cadmium nickel de 7,5 AH

.

Ten

-

sion nominale 2 fois 1,2 volt

.

La résistance interne de laccumulateur é

tant

bien inf érieure à celle d’une pile de 1,5 volt, les tubes de la série 1,4 volt fonc

-

tionnent dans d’excellentes conditions

.

Un él ément

sert

au autre à 1

. —

Courbe résultante de 1

et

4 de la

figure 6

.

2. Courbe résultante de 2

et

4 de la figure 6

.

3

. —

Courbe résultante de 2

et

5 de la

figure6

.

L’accumulateur se recharge par l’enrou

-

lement 4 volts du transformateur dé jà men

-

tionné, une commutation spéciale é

tant

prévue

.

Il

est

évident que suivant la position re

-

lative de

Ras et

de R24 nous pouvons obte

-

nir

une

infinité de courbes diffé

rentes

,

et . , .

(5)

PETITS RECEPTEURS SIMPLES

S U R B A T T E R I E S =

QUELQUES POSTES É CONOMIQUES A UNE OU DEUX LAMPES , FACILES A R É ALISER

Ions réaliser un monolampe par exemple?,

et

là la bonne vieille détectrice à réaction de l’époque héroïque de la radio va venir à

notre

secours

.

La réaction réduisant l’amortissement, permet ainsi d’avoir le maximum de sen

-

sibilité eu égard à la faible amplification que peut donner une simple lampe

.

Elle est toujours

tr

ès utilisée, principalement

en

ondescourtes

.

Cest donc elle quenous em

-

ploierons dans notre montage

.

Antenne Grille

1

Intr Pot

o y - 0 + 1

,

5 V

1 S 5

JiHl ï i laque

A 3

2MA

WAV - 67

,

5 V

— + O 67.5 V

U ioopF ii coO J Pot .

50.000

MONOLAMPE

POUR ECOUTE AU CASQUE

CX5

O O

!

460OU430

pF O

O

O

JLCasque

U ^

\2

ooaa

150

PF

o

q cv

Nous voyons sur le sché

ma

de principe

de lafigure1, unelampeminiature 1S5 (ou 1T4),

mont

ée en détectrice grille, àréaction

électrostatique

.

Comme bloc d'accord, le bloc 1003 ter (F

.

E

.

G

.

)

a

é

t

é utilisé en raison de son fai

-

ble prix de revient et de son rendement

.

Il permet la réception en P

.

O

. et

en G

.

O. Le couplage d’

entr

ée

est

un bourne

.

A

noter

que

tous

les enroulements, primaire, secon

-

daire

et

réaction,

sont

indépendants les uns des

autres

dans les deux gammes

.

La com

-

mutation P

.

O.

-

G

.

O

. se

fait parun petitcom

-

mutateur

à 2 circuits, 2 positions

.

L

antenne

attaque donc le primairedu bo

-

binage

.

Le secondaire

est

accordé par un condensateur variable de 460 ou 490 pF et la détection

est

constituée par un conden

- sateur

de 100 pF, qui va du condensateur variable à la grille de commande de la lampe, ainsi que d’une résistance de 2 M

£ >

qui relie ladite grille au

- J -

1,5 volt

.

Cette

disposition, fréquemment utilisée dans les anciens postes batteries, permettait dobte

-

O f

A

O

o R >o

§ !

O

o gs

o o o Pot .

o o

lA _ Bobinage

JL T à 1003 tep

m T . E . G

"

o Inverseur PO - GO

W

Fig. 1.

Schéma du monolampe.

Bientôtle printempsvarevenir

et

aveclui la perspective de belles journées ensoleil

-

lées

.

Comment ne pas construire dès main

- tenant

, un petit récepteur simple, écono

-

mique, que l’on pourra aisément emporter

avec

soi, en camping,

en

week

-

end par

exemple ? Les lampes

am

éricaines de lasé

-

rie 1,4 volt, que nous connaissons mainte

-

nant

très bien, nous donnent la possibilité d ’établir un poste de très faible encombre

-

ment et

de faible consommation

.

Nousavons

parlé dun poste simple, facilement exécu

-

table, même pour un débutant, cela veut dire un poste à un nombre limite de lam

-

pes

.

Dans ce domaine le choix qui nous

est

donné est assez restreint, si nous vou

-

135 mm

Pile 1.5 V

< 1

1

d

CASQUE

PILE 1

,

5V J LAMPE

.

1 S 5 33 ]

(

!

Culot de I iS5 £

2 é ments 33 V

*

superposé s EU ] TERRER 5 Bobinage 1005 ter

-

C \ P

Potentiom è tre

p

]

Interr ] ANTENUIE

] SANGLE

Douilles

alimentation d

Fig. 2 (ci-dessus).

Châssis pour le récepteur

monolampe.

O O

;;

d

Commutateur PO

'

GQ

.

Disposition des pièces

n

Fig. 3 (ci

-

contre).

dans le récepteur monolampe.

60 mm 46 mm

(6)

nir une meilleure musicalité

.

La

r

éaction, ou plutô

t

l'appoint de réaction, se fait par un potentiomètre de 50.000 ohms monté en parallèle sur l'enroulement de réaction et qui,

avec

l’interrupteur dont il est muni,

va permettre de «couper » le

+

1,5, et met

-

tre ainsi les piles à l’abri dune d écharge lorsque le poste est à l

arr

êt

.

Les tensions de réaction sont transmises

par

ce

potentiomètre de la plaque à l’en

-

roulement deréaction

.

Le

retour

à la masse se fait par l'intermédiaire d'un condensa

-

teur de 150pF pour éviterde mettrela ten

-

sion plaque à la masse

.

Ultérieurement, si l’accrochage avait des « trous »,

cette

va

-

leur pourrait être l égèrement augmentée

.

La valeur du potentiomè

tre

a é

t

é choisie pour éviter pareil inconvénient

.

L’écran est relié directement au -

f

-H

.

T

.

, en l

occurence

67,5 votls (2 petits élé

ments

de piles amé

-

ricaines)

.

Une des bornes du casqueest re

-

liée également au

- f -

H.T

.

L’autre borneest

reliée à la plaque par l’intermédiaire d

une

bobine d'

arr

ê

t .

Les bornes d'alimentation comportent quatre douilles

.

A noter que le

-

j

-

1,5 et le

H

.

T

.

sont reliés ensemble

.

L’impédance

de casque sera de 2.000 ohms

.

REALISATION

Le poste

*

est monté dans un petit coffret

dont les dimensions intérieures sont : lon

-

gueur 126 mm, profondeur 113

mm

, hau

-

teur 80

mm .

Il ny a,

â

proprement parler,

point de châssis

.

Seulement une plaque daluminium convenablementdécoupée, pliée selon la figure 2

et

qui supporte le bobi

-

nage à sa partie inf érieure, la pile de 1,5 volt, à gauche, ainsi quela lampe, à droite, à sa partie sup

é

rieure

.

Les autres éléments sont fixésdirectement surle coffret

.

Les fi

-

gures 3

et

4 indiquent clairement rempla

-

cement

des divers organes

.

confortable

et

, dans certains cas, on pourra utiliser un petit haut

-

parleur àaimant per

-

manent

.

Quel montage de liaison allons

-

nous

réaliser ? Liaison par transformateur

ou

par résistances ?

Pour satisfaire les amateurs de ces for

-

mules nous décrirons les deux

.

La liaison à transformateur

a comme

principal défaut le poids

et

l’encombrement,

et

à moins que le transformateur

ne

soit de qualité, la musicalité de la B.F

.

n’est guère brillante

.

Tout de même, comme dans la plupart des

cas

un transformateur est él évateur ,cela donne une tension de sortie plus grande qu’avec un montage à résis

-

tances

.

Nous voyons (fig

.

5) notre mono

-

lampe auquel on a adjoint une lampe 1T4

avec

liaison par transformateur (rapport 1

/

3)

.

Cependant, nous remarquerons

une -

con

-

tre

-

réaction destinée à améliorer la courbe de réponse du transformateur

et

de lampli

-

ficateur

.

Son fonctionnement est le suivant :

une première contre

-

réaction fixe, de pla

-

que à grille, est réalisée entre la plaque et la grillede commande de la 1T4 par l’in

-

termédiaire d’

une

résistance de 1,5 M

£

) et

dun condensateur de 2.000 pF

.

La diffé

-

rence

avec

un H

.

P

.

de 105 mm est minime, mais cependant perceptible; elle

att

énue considguës

.

érablement les vibrations sur les ai

-

Une deuxième contre

-

réaction, conjuguée

avec un réglage de tonalité, agit quand l’in

-

terrupteur du potentiomètre de 10.000 ohms est fermé

.

Elle

se

compose d

une

résistance de1 MQ, et d’un condensateur de 10.000 pF

.

le tout en parallèle sur le premier circuit

.

La tonalité est ainsi plus agréable, et la puissance est diminuée

tr

ès peu

.

En pous

-

sant le potentiomètre on diminue plus ou moins les aiguës

.

RESULTATS

Ils seront, bien entendu, variables selon lemplacement d’une part,

et

l’importance

et

la qualité de l'antenne

et

de la prise de terre, d'autre part

.

Cependant,

et

à titre d’exemple, le signataire de ces lignes a ob

-

tenu àSaint

-

Maurice, donc presque à Paris

(dans une orientation très favorable il est vrai) plus dune vingtaine de stations tant en G

.

O

.

(3) qu’en P

.

O

.

, parmi lesquelles Andorre, les chaînes italiennes, l ’Espagne, les Allemands, les Anglais, Budapest et les chaînes locales, bien entendu,

et

cela sur une

antenne -

secteur par l’entremise, d’un condensateur fixe de 5.000 pF,

et comme

terre, prise sur le robinet d’eau.

Vous avez, sansdoute, remarqué, indiquée en pointillé sur la figure 1, une prise sup

-

plémentaire d'antenne

.

Cette prise d’antenne

« en direct » servira, si les conditions dorientation sont favorables, donc presque à proximitédes é

metteurs

, àrecevoir les lo

-

caux sur un fil de quelques mètres, cousu sur une sangle de 1,20 m environ,

et

qui pourra servir également pour le transport

.

Cette prise, indiquée sur la figure 1ou la figure 4,

n

’est donnée qu’à titre d’ exemple,

et

n

a

de valeur, nous le précisons, que si les meilleures conditions d'utilisation sont réunies

.

Dans

tous

les

cas

, le meilleur rendement sera obtenu avec une bonne antenne exté

-

rieure bien d égagée, et une prise de terre bien établie

.

r

ç .

COURT

.

(Fin au prochain numéro

.

)

Int !

'

sur Pi

0

+

1

,

5

O -

T î

1 S 5 1 T 4

AL ü I )

+5

y " g ) O

+

HT HT

A S

<Oi

2MA

s

*

"

N

g:O

O Q vww

2000

pF

t

rmlm

11 1,5 Mfl

g

100

PF s

^ O

ç

x

.

<

So ë

si 0.01

''

T

3

^

ÇD

^ Rapport1 /

3

WWW

)

o o

11

o

O OO

CV

1M/1 Q

.

r>

~ -

i

O

o

30.000

rO

o

o o o

P

>

OP0OO

- , , ° | o o

oci

Pi

O

o

>0O

w PF

CDCDCD

P

Cj2

VARIANTES POSSIBLES

Ô T

Si les dimensions et le prix de revient importent peu nous pourrons ajouter à no

-

tre monolampeunedeuxiè

me

lampede puis

-

sance

.

Decette façon la réception sera plus

WM

Fig

.

5

. —

Adjonction d

une amplificatrice B

.

F

.

au récepteur monolampe

.

(7)

COLIBRI - CAMPING

DETECTRICE A REACTION 3 LAMPES

ALIMENT ÉE PAR PILES 67 ET 1 , 5 V .

ET FONCTIONNANT SUR CADRE

A lé poque où beaucoup de nos lecteurs se proposent, certainement, de construire un récepteur portatif et économique, il

est

bon de leur signaler le petit poste remar

-

quable, réalisé

et

mis au point par

notre

ami L. Thollot.

C’

est

une simple détectrice à réaction, suivie de deux amplificatrices B.F

.

, dont

une de puissance (3S4)

.

Le récepteur ne

fonctionne que sur une seule gamme (P

.

O

.

)

et

le collecteur dondes estconstitué par un cadre, comportant un enroulement de réac

-

tion, analogue à celui décrit par notre lec

-

teur J . Salembier dans son inté

ressant

arti

-

cle

.

périence a montré cependant que la 1S5 était

nettement

préférable, surtout comme préamplificatrice B.F

.

Quelques remarques sur le schéma et les pièces utilisées

.

Tout dabord nous devons signaler un oubli : un condensateur mica de 250 pF a été omis dans le circuit de réaction, cest

-

à

-

dire en série entre la pla

-

que de la première 1S5 et lenroulement de réaction du cadre

.

Le condensateur variable sera, sans in

-

convénient, un 460 ou un 490 pF

.

Toutes les résistances seront de 1

/

4 watt et

. autant

que possible, du type miniature, pour rai

-

son dencombrement

.

Tous les condensateurs de valeur infé

-

rieure à 5.000 pF

seront

au mica et aussi petits que possible

.

Le condensateur électrochimique de dé

-

couplage des circuits plaque et écran de la première 1S5, ainsi que la résistance de 10.000 ohms qui le précède, sont absolument nécessaires si lon veut éviter des accrocha

-

ges intempestifs

.

Le condensateur électrochimique décou

-

plant la résistance de polarisation de la lampe finale (700 ohms) doit être inversé : le «plus» à la masse

.

Le potentiomètre de 500.000 ohms, réglant

la tension écran de la première1S5et com

-

mandant laccrochage, sera muni, de préf é

-

rence, dun interrupteur double, afin de couper simultanément le chauffage

et

la haute tension.

Le H.P

.

sera de10 cm de diamètre, d ’ex

-

cellente qualité, à aimant permanent, et muni d'un transformateur prévu pour une impédance de sortie de 8.000 ohms

.

Nous avons tout intérêt, à prendre un H.P. dont l ’induction dans lentrefer soit aussi élevée que possible

.

Il existe actuel

-

lement, sur le marché, des modèles dont l’induction atteint 10.000 gauss et qui per

-

mettent

une puissance bien plus élevée que des modèles

courants

à 5.000 ou 6.000gauss

.

En ce qui concerne les piles, celle de chauffage

est

constituée par une pile du type « torche », modèle moyen

.

D’après nos essais, le fonctionnement du récepteur est tout à fait correct avec la haute tension de 48

-

50 volts et la pile de chauffage de 1,1 volt (piles usées)

.

La photographiedu récepteur vu par lar

-

rière, ainsi que laspect général du coffret (voir

notre

couverture) nous donnent une idée suffisante sur l’emplacement des piè

-

ces

.

Ce petit ensemble

a

fait lobjet dune

mise au point minutieuse, de façon à en tirer le maximum,

et

les résultats, daprès ce que nous avons pu constater,

sont

re

-

marquables : la puissance sonore

et

la pu

-

reté d’audition sont comparables à celles des meilleurs super-batteries du type mi

-

niature, tandis que leffet directif du cadre remédie au manque de sélectivité, défaut de

toutes

les détectrices à réaction.

Le choix des deux premières lampes pa

-

raî

t

curieux à première vue, et lon pense

-

rait plutôt à deux 1T4 (penthode )

.

L’ex

-

- n —

155 155

»

C5

I I

w

IM ** —

1000

pF

250kQ

u .

i

g S

o«O*ojo

o

00

0

,

01 u.

«X

.

0

,01 1000 pF

A

.

o

oCM

m

o«n

^

5

ç

? N

Ci

s :

5

:

1MÜ

o

1M

Û

cet> Çip3

s

c

*

o<

-

*

10 uF + £

(10 V)

L _

Ci

- /

0 ^ 46 pF

m 100.000 10.000 TW

.

MM *

i

Jl »

500.000 * M *

+

lj 8 pF

(1

MV)

4*

67

,

5 V 15 V

8 (

jF

( 100 V )

124

Références

Documents relatifs

Vous pourrez y découvrir toute la nouvelle collection et choisir les pièces que vous aimez : une veste saharienne 100% soie ultra douce et légère, des pantalons Casual ou Classique

Déduire du tableau de variation de q, les valeurs qu’on peut donner à q 0 pour qu’à aucun moment, la quantité de substance dans le sang ne soit

3°/ En utilisant l’ajustement par la méthode de Mayer, estimer pour Ouologuem le nombre de mois au bout duquel le déficit est

Pour voter, nous vous demandons de &#34;lever la main&#34; en cas d'opposition ou

91 jours calendriers et plus avant la date de l'événement: 35% du montant total. De 90 jours calendriers à 31 jours calendriers avant la date de l'événement: 50% du

Nous vous prêtons la collection et vous fournissons les outils de vente pour travailler en toute sérénité. Vous présentez les articles et aidez vos clientes à choisir leurs

Déterminé à poursuivre l’action sur ce dossier crucial pour l’ensemble de la profession comme pour les élèves, le SNES entend faire toucher du doigt à Luc Chatel

On prendra pour cela la dérivée des deux équations pour les