QUELQUES NOTES SUR LES POSTES BATTERIES *
RECEPTEURS MONOLAMPE
RÉ CEPTEURS SUPERH ÉTERODYNES ALIMENTATION MIXTE
Le tr è s int é ressant article que vous lirez ci
-dessous nous a é t é envoy é
,à la suite de
notre Piles
-Concours , par l ' un de nos
lecteurs
,dont nous publions la lettre ci
-dessous
P o u r t e r m i n e r j e veux c r o i r e q u’il e x i s t e q u e l q u e p a r t u n a m a t e u r q u i t r o u v e r a d i
-
g n e s d e q u e l q u e i n térêt l e s l i g n e s c i
-
d e s-
sous
.
L e l e c t e u r q u i vous éc r i t ne p o s sèd e q u'u n e e x pér i e n c e assez f r a g m e n t a i r e, s u r
-
t o u t d u p o i n t d v u e p r a t i q u e, s u r l a q u e s
-
t i o n r a d i o t e c h n i q u e
.
J e n e m’i n téresse e n e f f e t a u x q u e s t i o n s r a d i o q u e d e p u i s q u e l q u e 18 m o i s, et c o m m e l o i s i r s e t c réd i t s s o n t p l u sq u e c o m p
-
tés p o u r u n ét u d i a n t, c’est d i r e q u e m o n
« e x pér i e n c e » e s t j e u n e.
A u s s i il me f a u t reconnaît r e l’a i d e a p
-
p o r tée p a r l a c l a r té e t l e s o u c i d e l’e x pér i
-
m e n t a t i o n (
...
a v a n t l a p u b l i c a t i o n) d e v o t r e r e v u e.
L’a b s e n c e d ’e x pér i m e n t a t i o n p e u t e n e f f e t coût e r c h e r.
V o t r e concours m’a d o n né à p e n s e r q u e l e s q u e l q u e s réa l i s a t i o n s e t i dées q u e j’a v a i ss u r l e s u j e t « P i l e s » s e r a i e n t p e u t
-
êt r e u t i l e s à l’u n ou l’a u t r e
.
J e s a i s b i e n q u e j e n’a i r i e n découvert
.
J'a i s e u l e m e n t a d o p té q u e l q u e s c h o s e s p l u s ou m o i n s a n c i e n n e s, e t mon p o i n t d e vue d e m a n d e à êt r e c o n f r o n té
avec
d’a u t r e sp o i n t s d e vue
.
C e l a s u f f i r a, j e n’a u r a i s p a s t r a v a i l lép o u r r i e n
.
S i d e s l i g n e s s e m b l a b l e s m’ét a i e n t t o m
-
bées sous l e s y e u x il y a s e u l e m e n t q u e l
-
q u e s m o i s, j e p e n s e q u e j e ne l e s a u r a i s p a s l u e s s a n s i n térêt
...
E n vous r e m e r c i a n t d e cette o c c a s i o n q u i m’a p e r m i s d e c l a r i f i e r d e s i d ées s u r q u e l q u e s q u e s t i o n s
.
V o i là p o u r q u o i j e vous e n v o i e e s s e n t i e l
-
l e m e n t q u e l q u e s dét a i l s s u r d e u x réa l i s a
-
t i o n s e f f e c t uée s, a d o p tées, t r a n s f o r mées e t u n m o n o l a m p e à q u i é v o l u e n t encore
réa c t i o n, un s u p e r hétér o d y n e.
L o r s q u e j e l i s q u e votre a p p réc i a t i o n s e b a s e r a s u r « l’éc o n o m i e l’o r i g i n a l i té, l a s i m p l i c i té », j e n e v o i s g uère d e l a q u e l l e d e ces q u a l i tés j e p o u r r a i s m e réc l a m e r
.
E c o n o m i e? e n c o n s o m m a t i o n p e u t
-
êt r e. —
S i m p l i c i tO r i g i n a l i téé?? il y a l e p o s t e à g a lène.
—
J . S A L E M B I E R (f i l s), R O U B A I X (N o r d)
.
NOTES SUR LA CONSOMMATION
Voilà p o u r q u o i ce déb a t
restera
t o u j o u r s o u v e r t.
I l y a u r a a u t a n t d e rép o n s e s q u e d e p o i n t s d e vue d i f férents
; l’u n v i s e r a à l a q u a l i té B.
F.
, l’a u t r e
à l a s e n s i b i l i té, u n a u-
t r e, e t non d e s p l u s rares, r e c h e r c h e r a en p r e m i e r l i e u l’éc o n o m i e
.
L e m o n t a g e s u s-
c e p t i b l e d e l e s c o n t e n t e r t o u s n’e x i s t e r a j a
-
m a i s
.
O n p e u t e s pér e r s e u l e m e n t q u e d’une réu n i o n d ep o i n t s d evue
d e s p l u s différents
c h a c u n p u i s s e t i r e r c e q u i l u i c o n v i e n t.
L e s p i l e so n t p o u r p r i n c i p a l a v a n t a g e l e u r a u t o n o m i e
.
U t i l i sées p o u r l’a l i m e n t a t i o n d e réc e p t e u r s e l l e s s o n t p a r t i c u l ièr e m e n t a p-
p réciées p o u r l e s f a c i l i tés d’u t i l i s a t i o n q u’e l l e s c o m p o r t e n t. A c e p o i n t d e v u e il s e m b l e e n e f f e t q u e
—
d a n s l a l i m i t e d e l e u r c a p a c i té—
l e s p i l e s s o i e n t e x c e l l e n t e s.
M a i s s i l’on
veut
t i r e r d e ces a l i m e n t a-
t i o n s q u e l q u e c h o s e d e rée l l e m e n t p r a t i q u e c’
est -
à-
d i r e d e d u r a b l e, on se h e u r t e à d e s c o n d i t i o n s assez r i g i d e s.
L e s g r o s déb i t s l e u r s o n t interdits, d u m o i n s e n p r a t i q u e, c a r l e p r i x e t l’encom
-
b r e m e n t en s e r a i e n t p r o h i b i t i f s
.
O n s a i t q u e d u réee t
dé b i t y s o n t en f o n c t i o n i n-
verse ; d e p l u s l e d éb i test
f o n c t i o n d i r e c t e d e l a c a p a c i té d o n c d e l’e n c o m b r e m e n t e t p a r t a n t d u p r i x.
I l e s t i n tér e s s a n t d’e s s a y e r d e démêl e r à ce t i t r e q u e l q u e s p r i n c i p e s d i-
r e c t i f sd e réa l i s a t i o n s c o n c i l i a n t ces q u a l i tés d e d u rée (d o n c d’éc o n o m i e) e t d e f a i b l e en- c o m b r e m e n t, avec c e l l e s q u e l’on d e m a n d e p l u s p a r t i c u l iè
rement
à un réc e p t e u r r a-
d i o : s e n s i b i l i té, sélectivité, p u i s s a n c e e t q u a l i té B.F
.
D e p u i s l a d e r n ièr e g u e r r e q u i
a
vu u n e u t i l i s a t i o n m a s s i v e d e s a l i m e n t a t i o n s s u r p i l e s, i l ne s e p a s s e p a s d e m o i s q u e l’une ou l’a u t r e revue d e r a d i o n e p u b l i eu n s c hé-
m a d e réc e p t e u rs u r p i l e s u t i l i s a n t b i g r i l l e s, t r i o d e s b a t t e r i e, t u b e s normaux, t u b e s b a t
-
t e r i e
e t
m o n t a g e s les p l u s d i v e r s d e p u i s l a réa c t i o n j u s q u’a u s u p e r hét
ér o d y n e.
L a p ré
sente
ét u d ea
p o u r s e u l e p rét e n t i o n d’a p p o r t e r q u e l q u e s d o c u m e n t s s u r d e s e s-
s a i s réa l i sés à ce s u j e t
.
L e s q u a l i tés m e n t i o n nées p l u s h a u t (éco
-
n o m i e, f a i b l e e n c o m b r e m e n t, s e n s i b i l i té, sé
-
l e c t i v i té
e t
q u a l i té B.F. ) n e p e u v e n t évi-
d e m m e n t ê
t r e
a t t e i n t e s a u mêm e t i t r e.
P a r e x e m p l e : q u a l i té B.
F.
d e m a n d e u n c e r t a i n dé b i t a u dét r i m e n t d e l’éc o n o m i e.
I l ne f a u t p a s p e r d r e d e vue q u e s i l’a u
-
t o n o m i e
est
u n e q u a l i té e s s e n t i e l l e d e l ’ a l i-
m e n t a t i o n s u r p i l e s, p o u r êt r e e f f e c t i v e,
cette
a u t o n o m i e d o i t êt r e d e l o n g u e d u rée ; s’il f a u t emmener avecs o i u n s t o c k d e p i l e s d e r e c h a n g e, m i e u x v a u t se tournervers
l a s o l u t i o n v i b r e u r q u ien
déf i n i t i v e sera p l u s éc o n o m i q u e.
M / 1 T 4
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^ 250 pF Int .
pour écoute sur cadre Schéma d’une détectrice à réaction monolampe,
ou sur antenne.
Les considérationssuivantes
ont
pour but demontrer
que l’alimentationsur
piles ne devraitêtre
qu’une
alimentation d’exception eu égard à son prix de revient.
l’on dispose d’
une antenne
quelque peu dé-
veloppée (même sans terre)
.
Les deux sys- t
èmes d’accordtrouvent
donc leur utilisa-
tion suivant les conditions d’é
coute
,et
il s’est
avér
é commodede pouvoirutiliser l’unou l’
autre .
Le cadre comporte 23,5 spires bobinées sur l’ébénisterie en contre
-
plaqué
130x
110mm
, l’enroulement de réaction (15 spires) luiest
superposé ; malgré la présence du châssisà l’intérieur de l’enroulement (châs-
sis partiel en
t
ôle d’alu légère) le cadre procureune
sensibilité satisfaisante.
Ilest
protégépar la sacoche de cuir du récepteur.
On pourrait se demander pourquoi l’an
-
tenne
n
’est
pas branchée directement sur le cadre, au lieu d ’adjoindre àcet
effet un bobinageet
la commutationné
cessaire; l’essai effectuéa
prouvé quece
branche-
ment
sur
le cadre (quise trouve
à l’ext
é-
rieur) provoquait un effet de capacité de la main extrêmement gê
nant
(lequel effet n’existe pas en l’absence d’antenne
).
Lebobinage, se trouvant à l’intérieur du châs
-
sis ,ne subit pas le même inconvénient
.
Ilcomporte 76 spires d’accord plus
55
de réac-
tion, bobinées à tours jointifs
en
fil 15/
100émail (tube12
mm
de diam.
, 30 de long, à noyau de fer).
Les deux C
.
V.
sont à diélectrique bakélite.
La
r
éaction se fait d’une maniè
re un peu particulière.
C’est
en effetune
réaction par l’écran .
L’avantage enest une
diminu-
tion notable du désaccord apporté par la réaction plaque normale
.
Une bobine d’ar -
rê
t
dérivetoute
la H.
F.
vers les enroule-
ments voulus
.
La H.
F.
venue de la plaqueest
éliminée par un filtre.
Le casque
est
placé en dérivation à la sortie du filtre.
N’étant
pas parcouru par lecourant
plaque il ne courtaucun
risque de désaimantation,m
ême à la longue, quel que soit lesensde branchement.
Un interrupteur double coupe l’alimenta
-
tion aussi bien H
.
T.
que B.
T.
pour plus de sécurité.
Le montage complet, alimentation com
-
prise, tient dans un coffret de
110
X 130X60,recouvert
de cuir.
LES MONTAGES
A AMPLIFICATION DIRECTE
Les montages à amplification
directe
ne sontguère utiliséssur batterie ;l'essai sui-
vant
en a
ét
é effectué : H.
F.
, 1T4; détec -
trice, 1T4
et
basse fréquence 3S4.
Si la puissance ( due à la 3S4) s’est
avérée plus élevée que pour le montage précédent, la sensibilitén
’était guèreaccrue
(ni surtout la sélectivité).
Cette solutionmanque donc un peu d’inté
-
rêt
vis-
à-
vis du monolampeet
du super-
hé
t
érodyne.
1
. —
MINIMUM DE CONSOMMATION.
LE MONOLAMPE A REACTION.
Il semble que le minimum, pratiquement réalisable avec le
mat
ériel actuellement sur le marché soit ler
écepteur présent
é en nu- m
éro 1.
Le tube 1T4 utiliséconsomme en
effet :En chauffage : 50 mA sous 1,4 volt, soit 0,07
watt
;En H
.
T. :
moins de1 mAsous
34,5volts, soit 0,03watt
;Au total 0,1 watt soit : 300 fois moins qu’un récepteur secteur moyen ; 25 fois moins qu’une EF9 seule; 3 fois moins que la fameuse « bigrille à faible
consomma -
tion » (0,33
watt avec
seulement 10 volts à la plaque).
Les essais pratiques
ont
permis d’admet-
•tre
que dansces
conditions une pile torche normale 1,5 volt dureraentre
30et
50 heu-
res
.
A 25 fr.
la pile on peut admettre un minimum de 0,50 fr.
de l’ heure.
D’
autre
part 1/
3 (34,5 volts) de pile103,5 volts modèle BA38 peut durer quelques 200 heures en régime intermittent, soit 0,75 fr.
de l’heure.
Soit donc un total de 1,25fr
.
del’ heure.
Il semble difficile de descendre au
-
des-
sous de ce taux
.
LES SUPERHETERODYNES
A gamme unique, à 3 gammes, à alimen
-
tation mixte,
etc ...
ils sont nombreux dans lecommerce .
L’alimentation sur pilesest
ici celle qui fait l’essentiel de la question.
Nombreuxsont
ces récepteurs qui utili-
sent un cadre,
et
ce audétriment de lasen-
sibilité
.
La comparaisona
ét
éfaiteentre
le montage sur cadreet
sur bobinage à fer avecantenne
de1m
ètre .
La sensibilité était pratiquement la même.
L’essaia
alors ét
é poursuivi avec adjonction, dans les deux cas, d’uneantenne ext
érieure,et s
’est ter -
miné à l’avantage
tr
èsnet
des bobinagesà fer.
Il semble,en
effet, difficile der
éaliser un cadre possédantuncoefficientdesurten-
sion comparable à celui de bobinages à noyau de fer
.
Le sché
ma
indique les détails de la réa-
lisation pré
sent
ée.
Quelques observations suffiront.
Changement de fréquence
. —
Le bloc uti-
lisé est le Pretty de Supersonic
.
Des diffi-
culté
s
dans l’oscillation par la 1R5 seule,sous
69 volts,ont
conduit àl’utlsation d’une 1T4 montée
en triode oscillatrice. L
’oscilla-
tion é
tant
trop énergique vers les 16 MHzune r
ésistance de 50 Q carbonea
ét
é insé-
rée en x dans la grille oscillatrice
.
La bobine d’
arr
êt
de 18millihenrys dans la plaque stoppe toute fuite de la H.
F.
Même sur 90 volts la tension écran de la 1T4 s’accommode mieux d’
une
valeur égale à celle de la plaque (comme
pour la 1R5).
La sensibilitéest
relevée,et
la différence
de consommation résultante (car la polarisation de la 3S4se fait par le—
H.
T. commun
à tous les tubes)est
pra-
tiquement nulle
.
La VCAa un
effetextr
ê-
mement limité
.
Détection
et
basse fréquence. —
Rien detrès particulier
.
La polarisation de la 3S4est
élevée de façon à réduire laconsomma -
tion
.
La prisede casquese révèletr
èsutile.
Le circuit bobine mobileest
automatique-
ment coupé par la miseen
place du jack de casque.
Le fonctionnement sous 69 volts s’avère satisfaisant (il
est am
élioré dans des pro-
portions inté
ressantes
par une élévation decette
tension jusqu’à environ 90 volts).
Qualités acoustiques acceptables, au dé
-
triment du poids (haut
-
parleur )et
de l’en-
combrement, une sensibilité
et une
sélecti-
vité tout à fait normales surles 3gammes, une consommation des plus réduites, telles sont les
caract
éristiques du montage.
L’encombrement total du récepteur
et
de ses batteriesest
de 110X200X180 (le châs-
sis
mesure
55mm
de haut).
Le C
.
V. est
un Star à cage rhodoïd.
Une démultiplication par câble aciera
ét
é bri-
colée, elle suffit en O
.
C.
, avec un peu de dextérité (démultiplication de 6 fois).
L’ai-
guille
est
à translationet
le cadran de 100X50mm
de surface utile permet l’ins-
cription des échelles
et
des noms des prin-
CONSOMMATION MOYENNE
.
LE SUPERHETERODYNE TOUTES ONDES.
Il semble que
ce
récepteur, présent
é en numéro 2, ait sa consommation en H.
T.
ré-
duite
au
minimum.
6 mA
sous
69 volts, soit 0,415watt
;En
chauffage 0,3 A sous 1,4 volt, soit0.42 watt
;Au total moins de 0,85
watt .
Cequi fait 35 fois moins qu’
un
récepteur secteur ; 3 fois moins qu’ uneEF
9 seule.
Une pile torche dure environ 5 heures, soit 5 fr
.
de l’heure ( pratiquement on en met 3en
parallèle pour avoirune
capacité suffisante).
Les 2élémentsde BA38 utilisés en H.
T.
font dans les 20 à 30 heures, soit 6 fr.
de l’heure environ.
Le total de 11 fr
.
de l’heureest
dé jà beaucoup plus élevé que le précédent.
Ilfaut
noter
que dans ce casl’écoute est
com-
parable à celle d’un poste
secteur *
normal ; or on peut apprécier à 0,30 fr.
de l’heure l’écoute sur ce dernier (30 watts consomméset
10 fr.
du kWh).
Les chiffres parlent
.
On voit l’intérêt
d’une alimentation secteur.
Le tarif de con-
sommation descend alors à moins de 0,3fr.
de l’heure.
2.
M
.
F.
PRINCIPAUX RESULTATS D
'
ECOUTE.
Sur cadre : Lille (25 km) I
et
II.
Sur
antenne
(3 mètres de longueur, 10 de haut) :BBC
m
étropolitain, Hilversum Iet
II,Bruxelles I
et
II, les trois émetteurs
pari-
siens, Sottens, desallemands
et
desitaliens,etc.. .
Le montage aaussi é
t
é utilisécomme
gé-
nérateur
de signal non modulé dans des essais d’alignementet
de changement de fréquence,avec une
stabilitétr
ès suffisante.
Un
autre
montage, simplifiéet
particuliè-
rement intéressant pour la région pari-
sienne,
a
ét
é réalisé suivant lem
ême
sché-
ma.
Les C.
V.
(et
tous réglages) en on ét
é supprimés.
Préréglé par ajustables sur la fréquence de Lille I il en permettait la réception confortable en toutes conditions avec une antenne rigide de 50cm .
De for- mat
dur
écepteur étant
95X 70 X35
mm.
On pourrait évidemment utiliser une bi
-
grille dans un montage analogue (la
r
éac-
tion
se
faisant par la seconde grille, par exemple).
Lemat
ériel sera moinsco
ûteux, mais l’encombrementet
la consommation sont plus élevés ; surtout la sensibilitéet
la stabilité sont inf érieures.
Une
autre
interprétationa
consisté àrem -
placer la commutation cadre par une
com -
mutation O
.
C.
Néanmoins, l’absence de dé-
multiplication rend l’exploration de cette
.
MONOLAMPE A REACTION
Les monolampes à
r
éactionsont
les plus simples, les plus économiqueset
les moins encombrants des montages.
C’est
dire l’in- t
érêt
quetout amateur
leur porte.
Aussi
trouver
de l’originalen
matière
de réactionn
’est
guère
possible. Le
montage proposé
diffère à peine des montages clas-
siques
.
La seule gamme P
.
O.a
ét
éretenue .
Tout d’abord il faut noter que les bobi
-
nages H
.
F. sont
doubles.
Le récepteurfonc-
tionne
sur
cadre ou sur bobinage à fer.
Uncommutateur
2 circuits 2 positionsr
éalisetr
ès simplement le changement.
L’intér
êt
du cadren
’est
réel que s’il existedesémet -
teurs puissants
et
rapprochés,ce
qui serait lecas
de lar
égion parisiennesemble- t -
il.
Néanmoins, la sensibilité
est
bien meil-
sur
supports à suspension élastique (la 1S5
a
tendance à provoquer un bruit de cloche, cola dû àson
amplification maximum).
Les
appareils demesure
manquant, la qualité musicale ne peut être précisée.
Elle semble néanmoins supérieure àcelle de plu-
sieurs récepteurs similaires.
Probablement le H.
P.
à culasse importante y est-
il pourune
part.
La sensibilité
est
absolument comparable à celle d’un super normal.
Au moins égaieen O
.
C., oùaucun
glissement de fréquence nese
fait sentir (la VCAn
’est
pas appli-
qué à la modulatrice)
.
Toutes les bandes sont reçues
avec la même facilité.
Mê
me avec
40 volts le fonctionnement estencore correct .
Ce
r
écepteur n’est qu’une
variante d'une série déjà connue, avec pourtant une faible consommation un peu particulière.
Le montage d’un second étage M
.
F.
à ré-
sistances-
capacitéa
ét
é essayé (comme leVade Mecum initial),
et le
châssis prévu
en conséquence,
mais le gain paraissant peu sensible en regard de l’augmentation deconsommation, cette solution a été écartée
.
Courbes de décharge des piles H.T. et B.T . en fonction du débit.X15
et
un filtre classique à self-
capa-
cité largement calculé délivre une tension trèscontinue de 90volts
.
Letransformateur élimine les inconvénients destous courants
: d’autre part, il comporte un enroulement 4 1 ampère (ancienne alimentation montage des filaments en série, maisces
réalisations ontaussileurs d éfauts
.
Sur bat-
terie il faudra utiliser plusieurs él é
ments
1,5 volt en série pour le chauffage;ou
bien un montage série-
parallèle nécessitera des résistancesadditionnellesquiconsomme-
ront le précieux courant de chauffage (la résistance de 30 Q du « Vade Mecum Uni
-
versel » coû
te
au moins 0 fr. ,
50 de l’heure en pure perte... et
l’écoute d’un super sec-
teur normal revient à peu près à0 fr
.
30de l’heure).
Le montagese
compliquera par lesn
écessités de d écouplage.
L’alimentation
secteur
doit-
elle être
sé-
paré
e
ouincorporée? Là chacun d éfendson
point de vue
.
La réalisation présentée com-
porte une alimentation sé parée résultant des considérations suivantes :
1
. —
Réduction de poidset
d’encombre-
ment
du châssis.
Il fautreconna
ître que cetter
éduction serait minime dans lecas
d’une alimentationen
tous courantsavec
filtrage par résistance
-
capacités, maisnon
ANNEXES
secQuelques particularités
sont
ici abord ées à titrede mention.
Sans traiter directement de la question piles, elles sontn
éanmoins d’un certain intérêt, enen
facilitant l’em-
ploi. Le cas éché
ant
un exposé d étaillé pourra, en être
fait.
volts,
d’
une
506) lequel est filtréet
réglé pour le chauffage desfilaments.
Le mêmeenrou -
lement permet la recharge de petits
accus .
Un détailnon n
égligeableest
le dispositif de contrôle incorporé dans l’ébénisterie du récepteur.
Ilest
équipé d’un milliampère-
mètre
et
d’un commutateur
desensibilit
és,qui permet de
mesurer
à chaque instant la haute tension, la basse tensionet
les di-
intensités aussi bien sur
secteur
que batteries.
Ce dispositifest
utilesurtout
le contrôle de la tension de chauf
-
1/ALIMENTATION SUR SECTEUR Elle peut être à considérer du point de
vue
« piles»
(à propos des modifications queson
usage contraint d’apporterau mon -
tage envisagé)
.
Cette alimentation économisera,
on
l’a vu
,les batteries de façon sérieuse
.
La réalisa-
tion en est
tr
ès simple pour la hauteten -
sion, mais elle comporte quelques difficul
-
t
ésen
alimentation chauffage.
Lorsque les filaments
sont
montésen
pa-
rall èle (montage normal) le redresseur dé
-
bite surquelque 5ohms (4,67 pour le récep
-
teur pré
sent
é)et
le filtrage nécessite une selftr
ès peu résistante, ainsi qu’une capa-
cité de forte valeur ; si
c
’est
difficile, ce n’est
pas insurmontable.
Quelques auteurs préconisent dès lors le
verses
sur pourfage sur
secteur
:La liaison
alimentation secteur au
récep-
teur sefait par
un
bouchon à5 broches.
La commutation par uncommutateur
à 3 di-
rections :
12
. . — —
CoupBatteriesé (secteur
; ) ;.
3. —
Alimentationext
érieure.
ici
.
2
. —
Echauffement nul dans le récepteur.
Cette alimentation séparée est pourvue d’un transformateur
110 -
220 V donnant en-
viron 110 V au secondaire ; un redresseur (Voir la fin page
122
i155 554
1 T 4 1 T 4
1 R5
V
i i i ii V II I m î l i D IM coupant
Prisetiquement
§)de casque automa b
.m. -
I II I I I I I I 8
ï
Ik ï
I I
%
f
LU MF
1 MF2 2.000
pF 0.5pFçD CD
S CD
iV
CD
Modulatrice Oscillatrice
O OCD C
*
«O
° s
CD°
OÇQ O
•
IONO
O O
LO LU " m i O 7’•i O5 OO;
.
i OSu g
Jou
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*^ g
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Cl. LU O O
CD eu
LO 2
:
O=
5g
IIasni ! Ï X -
s:oII S CD
O \o O o
O » y O
o o ”
5450 pF
490pF = £
o o' o< )o
3M
0
W/U
-
£ 1
05MO **.
c*o oo o K> 0,05
± 0.1
CD1.5 V 4-
o es
69 V s :
i
î*
2000pF
CD
I !
Çi2ND: Cf5: CDooXX TVF
Schéma général du récepteur superhétérodyne à cinq lampes. n
Nous trouvons :
Fréquence Tension en F
200 0,6
400 1.7
800 3,1
1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 8.000
3,5 4.5 9 9 9 8.7 8 . 2 S Mais auparavant nous avons dû ajouter un condensateur de d écouplage sur la pla
-
que de la 6V6 (3), C4i
=
2000 pF,car
un accrochage se manifestait aussitôt que l’onpoussait le potentiomè
tre Ra
, accrochagevisible
à
l’oscillographe, la courbese
d é-
formant
comme
le montre la figure 4.
Nous avons également constaté que la distorsion commençait à se faire sentir pourune
tension d’entrée de 0,3 volt envi-
ron ; donc nous pouvons, sans distorsion, atteindre sensiblement la tension nécessaire pour moduler à fond la 6V6 finale (11 à 12 volts)
.
COURBES DE REPONSE
« GRAVES » ET « AIGUES »
Il
nous
reste maintenant à faire la me-
sure de la tension que nous obtenons à la bobine mobile d’une
part du H.
P.
« gra-
ves »
et
, d ’autre part, du H.
P.
« aiguës ».
Les H.
P.
utilisés,et
pour lesquels nous avons dressé les courbes de ré ponse, sont Pour les graves: 24 cm à APPrinceps.
Pour les aiguës:17 cm à AP Princeps
.
Nous avons,
tout
d’abord, dressé des courbes montrant la variation de la tension aux bornes de la bobine mobile ;c
’est
le graphique de la figure 5.
Les courbes que nous y voyons sont les suivantes :Volts B
.
M.
du H.
P.
« graves » pourRa et
au maximum.
Volts B
.
M.
du H.
P.
« graves » pour R21 au maximumet
R23 à 250.000 ohms du maximum.
Volts B
.
M.
du H.
P.
« graves » pour R21 au maximumet
R2r, au mini-
mum.
1.
2.
3
.
Volts B
.
M.
du H.
P.
« aiguës » pour RVolts^ et
RB.
2MI.
audu Hmaximum.
P.
«.
aiguës »pour
Rax
au maximumet
R2» à mi- course .
Ensuite, nous avons traduit ces courbes en « puissances »
et
nous les donnons dans le graphique de la figure 6.
Les numéros de réf érence
sont les mêmes que ci-
dessus.
Cependant, cette « traduction » n’est cer-
tainement pas très exacte étant
donné que,pour les haut
-
parleurs utilisés,nous
neconnaissions l’impédance de la bobine mo
-
bile qu’à 400
et
1000 périodes.
Nous avons extrapolé « à vue denez
», mais ilest
à peu près certain que la puissance réelle aux fréquences bassesest
supérieure à celle quiest
donnée par la courbe.
Enfin, un troisième graphique (fig
.
7)nous montre
le résultat final, c’est-
à-
direla courbe B
.
F.
totale du récepteur, compte tenu de la combinaison des deuxcanaux.
Voici comment sont obtenues ces courbes : 4
.
5
.
nous nous rendrons compte que notre dis
-
positif de dosage des graves
et
des aiguësest
d’une souplesse extraordinaire, permet-
tant
d’obtenirtoutes
lesnuances
et adap-
ter exactement la reproduction à l’audition donnée
.
Nous croyons avoir donné tous les dé
-
tails intéressants sur la mise au
.
point du récepteur Bicanal 115.
Cependant, si vousrencontrez
la moindre difficulté,nous
vous prions denous
le signaleret
nous revien-
drons, pour nos lecteurs, sur tel ou tel point délicat
.
W
.
SOROKINE.
la H
.
T.
par vibreur (100 volts).
Le filtragedes perturbations en B
.
T.
(questionextr
ê-
mement
délicate lorsqu’il s’agit de tubes à chauffage direct alimentés en parallèle, for-
mant
donc un circuitde résistancetr
ès fai-
ble)
est
ainsi évité.
Cette alimentation permet de sérieuses économies (durée min
.
25 h.
)et
lorsque son encombrement devient gênant on le d ébran-
che (même bouchon à 5 broches que pour l’alimentation secteur)
et
on passesur
piles. QUELQUES NOTES
SUR LES POSTES BATTERIES
(Fin de la page 115 ) L'ALIMENTATION PAR VIBREUR
.
La
m
ême réalisationcomporte unealimen-
tation par vibreur à partir d’un accumula
-
teur au cadmium nickel de 7,5 AH
.
Ten-
sion nominale 2 fois 1,2 volt
.
La résistance interne de l’accumulateur é
tant
bien inf érieure à celle d’une pile de 1,5 volt, les tubes de la série 1,4 volt fonc-
tionnent dans d’excellentes conditions
.
Un él émentsert
au autre à 1. —
Courbe résultante de 1et
4 de lafigure 6
.
2. Courbe résultante de 2
et
4 de la figure 6.
3
. —
Courbe résultante de 2et
5 de lafigure6
.
L’accumulateur se recharge par l’enrou-
lement 4 volts du transformateur dé jà men
-
tionné, une commutation spéciale é
tant
prévue.
Il
est
évident que suivant la position re-
lative de
Ras et
de R24 nous pouvons obte-
nir
une
infinité de courbes différentes
,et . , .
PETITS RECEPTEURS SIMPLES
S U R B A T T E R I E S =
QUELQUES POSTES É CONOMIQUES A UNE OU DEUX LAMPES , FACILES A R É ALISER
Ions réaliser un monolampe par exemple?,
et
là la bonne vieille détectrice à réaction de l’époque héroïque de la radio va venir ànotre
secours.
La réaction réduisant l’amortissement, permet ainsi d’avoir le maximum de sen
-
sibilité eu égard à la faible amplification que peut donner une simple lampe
.
Elle est toujourstr
ès utilisée, principalementen
ondescourtes.
C’est donc elle quenous em-
ploierons dans notre montage
.
Antenne Grille
1Intr Pot
o — y — - 0 + 1
,5 V
1 S 5
JiHl ï i • laque
A 3
2MAWAV - 67
,5 V
— + O 67.5 V
U ioopF ii coO J Pot .
50.000MONOLAMPE
POUR ECOUTE AU CASQUE
CX5
O O
!
460OU430
pF O
O
O
JLCasque
U ^
\2ooaa
150PF
o
q cv
Nous voyons sur le schéma
de principede lafigure1, unelampeminiature 1S5 (ou 1T4),
mont
ée en détectrice grille, àréactionélectrostatique
.
Comme bloc d'accord, le bloc 1003 ter (F
.
E.
G.
)a
ét
é utilisé en raison de son fai-
ble prix de revient et de son rendement
.
Il permet la réception en P.
O. et
en G.
O. Le couplage d’entr
éeest
un bourne.
Anoter
que
tous
les enroulements, primaire, secon-
daire
et
réaction,sont
indépendants les uns desautres
dans les deux gammes.
La com-
mutation P
.
O.-
G.
O. se
fait parun petitcom-
mutateur
à 2 circuits, 2 positions.
L’
antenne
attaque donc le primairedu bo-
binage
.
Le secondaireest
accordé par un condensateur variable de 460 ou 490 pF et la détectionest
constituée par un conden- sateur
de 100 pF, qui va du condensateur variable à la grille de commande de la lampe, ainsi que d’une résistance de 2 M£ >
qui relie ladite grille au
- J -
1,5 volt.
Cettedisposition, fréquemment utilisée dans les anciens postes batteries, permettait d’obte
-
O f
A
O
o R >o
§ !
O
o gs
o o o Pot .
o o
lA _ Bobinage
JL T à 1003 tep
m T . E . G
"o Inverseur PO - GO
W
Fig. 1.
—
Schéma du monolampe.Bientôtle printempsvarevenir
et
aveclui la perspective de belles journées ensoleil-
lées
.
Comment ne pas construire dès main- tenant
, un petit récepteur simple, écono-
mique, que l’on pourra aisément emporter
avec
soi, en camping,en
week-
end parexemple ? Les lampes
am
éricaines de lasé-
rie 1,4 volt, que nous connaissons mainte
-
nant
très bien, nous donnent la possibilité d ’établir un poste de très faible encombre-
ment et
de faible consommation.
Nousavonsparlé d’un poste simple, facilement exécu
-
table, même pour un débutant, cela veut dire un poste à un nombre limite de lam
-
pes
.
Dans ce domaine le choix qui nousest
donné est assez restreint, si nous vou-
135 mm
Pile 1.5 V
< 1
1
d
CASQUE
PILE 1
,5V J LAMPE
.1 S 5 33 ]
(
!
Culot de I iS5 £
2 é lé ments 33 V
*superposé s EU ] TERRER 5 Bobinage 1005 ter
-
C \ P
Potentiom è tre
p
]Interr ] ANTENUIE
] SANGLE
Douilles
alimentation d
Fig. 2 (ci-dessus).
—
Châssis pour le récepteurmonolampe.
O O —
;;d
Commutateur PO
'GQ
.Disposition des pièces
n
Fig. 3 (ci
-
contre).dans le récepteur monolampe.
60 mm 46 mm
nir une meilleure musicalité
.
Lar
éaction, ou plutôt
l'appoint de réaction, se fait par un potentiomètre de 50.000 ohms monté en parallèle sur l'enroulement de réaction et qui,avec
l’interrupteur dont il est muni,va permettre de «couper » le
+
1,5, et met-
tre ainsi les piles à l’abri d’une d écharge lorsque le poste est à l’
arr
êt.
Les tensions de réaction sont transmises
par
ce
potentiomètre de la plaque à l’en-
roulement deréaction
.
Leretour
à la masse se fait par l'intermédiaire d'un condensa-
teur de 150pF pour éviterde mettrela ten
-
sion plaque à la masse
.
Ultérieurement, si l’accrochage avait des « trous »,cette
va-
leur pourrait être l égèrement augmentée
.
La valeur du potentiomè
tre
a ét
é choisie pour éviter pareil inconvénient.
L’écran est relié directement au -f
-H.
T.
, en l’occurence
67,5 votls (2 petits élé
ments
de piles amé-
ricaines)
.
Une des bornes du casqueest re-
liée également au
- f -
H.T.
L’autre borneestreliée à la plaque par l’intermédiaire d’
une
bobine d'arr
êt .
Les bornes d'alimentation comportent quatre douilles
.
A noter que le-
j-
1,5 et le—
H.
T.
sont reliés ensemble.
L’impédancede casque sera de 2.000 ohms
.
REALISATION
Le poste
*
est monté dans un petit coffretdont les dimensions intérieures sont : lon
-
gueur 126 mm, profondeur 113
mm
, hau-
teur 80
mm .
Il n’y a,â
proprement parler,point de châssis
.
Seulement une plaque d’aluminium convenablementdécoupée, pliée selon la figure 2et
qui supporte le bobi-
nage à sa partie inf érieure, la pile de 1,5 volt, à gauche, ainsi quela lampe, à droite, à sa partie sup
é
rieure.
Les autres éléments sont fixésdirectement surle coffret.
Les fi-
gures 3
et
4 indiquent clairement rempla-
cement
des divers organes.
confortable
et
, dans certains cas, on pourra utiliser un petit haut-
parleur àaimant per-
manent
.
Quel montage de liaison allons-
nous
réaliser ? Liaison par transformateurou
par résistances ?Pour satisfaire les amateurs de ces for
-
mules nous décrirons les deux
.
La liaison à transformateur
a comme
principal défaut le poids
et
l’encombrement,et
à moins que le transformateurne
soit de qualité, la musicalité de la B.F.
n’est guère brillante.
Tout de même, comme dans la plupart descas
un transformateur est él évateur ,cela donne une tension de sortie plus grande qu’avec un montage à résis-
tances
.
Nous voyons (fig.
5) notre mono-
lampe auquel on a adjoint une lampe 1T4
avec
liaison par transformateur (rapport 1/
3).
Cependant, nous remarquerons
une -
con-
tre
-
réaction destinée à améliorer la courbe de réponse du transformateuret
de l’ampli-
ficateur
.
Son fonctionnement est le suivant :une première contre
-
réaction fixe, de pla-
que à grille, est réalisée entre la plaque et la grillede commande de la 1T4 par l’in
-
termédiaire d’une
résistance de 1,5 M£
) etd’un condensateur de 2.000 pF
.
La diffé-
rence
avec
un H.
P.
de 105 mm est minime, mais cependant perceptible; elleatt
énue considguës.
érablement les vibrations sur les ai-
Une deuxième contre
-
réaction, conjuguéeavec un réglage de tonalité, agit quand l’in
-
terrupteur du potentiomètre de 10.000 ohms est fermé
.
Ellese
compose d’une
résistance de1 MQ, et d’un condensateur de 10.000 pF.
le tout en parallèle sur le premier circuit
.
La tonalité est ainsi plus agréable, et la puissance est diminuéetr
ès peu.
En pous-
sant le potentiomètre on diminue plus ou moins les aiguës
.
RESULTATS
Ils seront, bien entendu, variables selon l’emplacement d’une part,
et
l’importanceet
la qualité de l'antenneet
de la prise de terre, d'autre part.
Cependant,et
à titre d’exemple, le signataire de ces lignes a ob-
tenu àSaint
-
Maurice, donc presque à Paris(dans une orientation très favorable il est vrai) plus d’une vingtaine de stations tant en G
.
O.
(3) qu’en P.
O.
, parmi lesquelles Andorre, les chaînes italiennes, l ’Espagne, les Allemands, les Anglais, Budapest et les chaînes locales, bien entendu,et
cela sur uneantenne -
secteur par l’entremise, d’un condensateur fixe de 5.000 pF,et comme
terre, prise sur le robinet d’eau.Vous avez, sansdoute, remarqué, indiquée en pointillé sur la figure 1, une prise sup
-
plémentaire d'antenne
.
Cette prise d’antenne« en direct » servira, si les conditions d’orientation sont favorables, donc presque à proximitédes é
metteurs
, àrecevoir les lo-
caux sur un fil de quelques mètres, cousu sur une sangle de 1,20 m environ,
et
qui pourra servir également pour le transport.
Cette prise, indiquée sur la figure 1ou la figure 4,
n
’est donnée qu’à titre d’ exemple,et
n’a
de valeur, nous le précisons, que si les meilleures conditions d'utilisation sont réunies.
Dans
tous
lescas
, le meilleur rendement sera obtenu avec une bonne antenne exté-
rieure bien d égagée, et une prise de terre bien établie
.
r
ç .
COURT.
(Fin au prochain numéro
.
)Int !
'sur Pi
0
+1
,5
O -
T î
1 S 5 1 T 4
AL ü I )
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OP0OO- , , ° | o o
ociPi
Oo
>0Ow PF
CDCDCDP
Cj2VARIANTES POSSIBLES
Ô T
Si les dimensions et le prix de revient importent peu nous pourrons ajouter à no
-
tre monolampeunedeuxième
lampede puis-
sance
.
Decette façon la réception sera plusWM
Fig
.
5. —
Adjonction d’
une amplificatrice B.
F.
au récepteur monolampe.
COLIBRI - CAMPING
DETECTRICE A REACTION 3 LAMPES
ALIMENT ÉE PAR PILES 67 ET 1 , 5 V .
ET FONCTIONNANT SUR CADRE
A l’é poque où beaucoup de nos lecteurs se proposent, certainement, de construire un récepteur portatif et économique, il
est
bon de leur signaler le petit poste remar-
quable, réalisé
et
mis au point parnotre
ami L. Thollot.
C’
est
une simple détectrice à réaction, suivie de deux amplificatrices B.F.
, dontune de puissance (3S4)
.
Le récepteur nefonctionne que sur une seule gamme (P
.
O.
)et
le collecteur d’ondes estconstitué par un cadre, comportant un enroulement de réac-
tion, analogue à celui décrit par notre lec
-
teur J . Salembier dans son inté
ressant
arti-
cle
.
périence a montré cependant que la 1S5 était
nettement
préférable, surtout comme préamplificatrice B.F.
Quelques remarques sur le schéma et les pièces utilisées
.
Tout d’abord nous devons signaler un oubli : un condensateur mica de 250 pF a été omis dans le circuit de réaction, c’est-
à-
dire en série entre la pla-
que de la première 1S5 et l’enroulement de réaction du cadre
.
Le condensateur variable sera, sans in
-
convénient, un 460 ou un 490 pF.
Toutes les résistances seront de 1/
4 watt et. autant
que possible, du type miniature, pour rai-
son d’encombrement.
Tous les condensateurs de valeur infé
-
rieure à 5.000 pF
seront
au mica et aussi petits que possible.
Le condensateur électrochimique de dé
-
couplage des circuits plaque et écran de la première 1S5, ainsi que la résistance de 10.000 ohms qui le précède, sont absolument nécessaires si l’on veut éviter des accrocha
-
ges intempestifs
.
Le condensateur électrochimique décou
-
plant la résistance de polarisation de la lampe finale (700 ohms) doit être inversé : le «plus» à la masse
.
Le potentiomètre de 500.000 ohms, réglant
la tension écran de la première1S5et com
-
mandant l’accrochage, sera muni, de préf é
-
rence, d’un interrupteur double, afin de couper simultanément le chauffageet
la haute tension.Le H.P
.
sera de10 cm de diamètre, d ’ex-
cellente qualité, à aimant permanent, et muni d'un transformateur prévu pour une impédance de sortie de 8.000 ohms
.
Nous avons tout intérêt, à prendre un H.P. dont l ’induction dans l’entrefer soit aussi élevée que possible
.
Il existe actuel-
lement, sur le marché, des modèles dont l’induction atteint 10.000 gauss et qui per
-
mettent
une puissance bien plus élevée que des modèlescourants
à 5.000 ou 6.000gauss.
En ce qui concerne les piles, celle de chauffage
est
constituée par une pile du type « torche », modèle moyen.
D’après nos essais, le fonctionnement du récepteur est tout à fait correct avec la haute tension de 48-
50 volts et la pile de chauffage de 1,1 volt (piles usées).
La photographiedu récepteur vu par l’ar
-
rière, ainsi que l’aspect général du coffret (voir
notre
couverture) nous donnent une idée suffisante sur l’emplacement des piè-
ces.
Ce petit ensemble
a
fait l’objet d’unemise au point minutieuse, de façon à en tirer le maximum,
et
les résultats, d’après ce que nous avons pu constater,sont
re-
marquables : la puissance sonore
et
la pu-
reté d’audition sont comparables à celles des meilleurs super-batteries du type mi
-
niature, tandis que l’effet directif du cadre remédie au manque de sélectivité, défaut de
toutes
les détectrices à réaction.Le choix des deux premières lampes pa
-
raî
t
curieux à première vue, et l’on pense-
rait plutôt à deux 1T4 (penthode )
.
L’ex-
- n —
155 155
»
C5I I
w
IM ** —
1000
pF
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