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Em busca da posição do órgão público municipal em relação ao tema, se obteve alguns mapas que de alguma maneira contribuem para o conjunto de informações necessárias para o desenvolvimento de um Plano de Águas Pluviais ou Plano de Drenagem Urbana. Cabe salientar que alguns mapas estavam disponíveis no site da Prefeitura e outros foram obtidos com o arquiteto da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano.

Neste trecho do trabalho os mapas serão apresentados contendo as quadras definidas como o estudo de caso, nos anexos citados adiante estão os mapas completos.

O mapa do Anexo G localiza os arroios e o rio citados no início do trabalho quecortam a cidade acrescentando o “arroio do canal”. Percebe-se que o município é bastante provido de corpos hídricos, os quais devem ter seus espaços respeitados para que não aconteçam problemas como alagamentos, inundações e enchentes, para isto basta seguir o Plano Diretor do Município e respeitar os devidos parâmetros para cada caso.

A figura 19 mostra o trecho do estudo de caso, sendo possível visualizar uma nascente caracterizada por um círculo, um banhado caracterizado pela área hachurada em cruzes, dois afluentes do Arroio Moinho caracterizados pela linha tracejada e o próprio arroio canalizado e posteriormente à céu aberto demarcado pela linha contínua, as linhas em verde demarcam a área de preservação permanente, o mesmo acontece no perímetro do banhado.

45 Figura 19: Mapa Hidrografia Natural - Trecho do estudo de caso

Fonte: Adaptado de SMDU (2010?)

Desenvolvido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, o mapa do Anexo H, possui uma legenda classificando em três categorias os pontos críticos, sendo como alto e médio risco dois pontos cada e o restante de baixo risco, com vinte e oito locais, totalizando trinta e dois pontos críticos. Não existem informações à respeito das numerações e traços na cor magenta presentes no mapa.

Com este mapa (Anexo H) é possível identificar que os pontos críticos atingem diversas regiões do perímetro urbano de Ijuí, não ficando concentrados em locais restritos, exaltando a necessidade de um estudo geral para toda a zona urbana e após a verificação da possibilidade de aplicação de soluções em cada ponto indicado no mapa.

46 Figura 20: Mapa Pontos Críticos da Drenagem Urbana - Trecho do estudo de caso

Fonte: Adaptado de SMDU (2010)

Desenvolvido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, o mapa presente no Anexo I apresenta a drenagem urbana do Município, porém não possui legenda, porém deduz-se que o mesmo apresenta as tubulações, caracterizadas pela linha magenta e o diâmetro de cada trecho indicado pela numeração paralela às linhas.

Na figura 21 com o trecho de estudo é possível visualizar com maior detalhe os dados do mapa que estão presentes no trecho, porém não se pode identificar o que representam.

47 Figura 21: Mapa Drenagem Urbana - Trecho do estudo de caso

Fonte: Adaptado de SMDU (2010)

O mapa (Anexo J) não possui legenda para orientar quanto às definições presentes no mesmo, porém se conclui que identifica a tubulação para coleta de águas pluviais no perímetro central do município com suas inclinações e diâmetros. Pode-se notar que a zona central do Município, onde aconteceram as primeiras ocupações, se mostra bastante equipada em relação às zonas mais periféricas da cidade.

O mapa (Figura 22) é apenas um recorte do mapa total da área urbana e o mesmo não contempla todo o trecho selecionado como estudo de caso, encerrando na Rua 25 de Julho.

48 Figura 22: Mapa Rede de Esgoto Pluvial - Trecho do estudo de caso

Fonte: Adaptado de SMDU (s/d)

A figura 23 indica a porcentagem territorial ocupada conforme uma divisão criada no perímetro urbano, o trecho do mapa (Anexo K) está mostrando a classificação do local do estudo de caso juntamente com a área central com a maior concentração demográfica, indicando o quão necessário é criar um bom plano de drenagem e projetar para possíveis

49 ocupações maiores que poderão acontecer em outras zonas da cidade, afinal a área permeável diminui e aumenta o escoamento superficial que atinge as cotas mais baixas.

Figura 23: Mapa Taxa de Ocupação por Setor - Trecho do estudo de caso

Fonte: Adaptado de SMDU (?2010)

O mapa do Anexo L mostra a condição do sistema viário, possui legenda indicando as vias asfaltas e calçadas, onde o restante pode se considerar não pavimentado. A pavimentação de um município é de grande importância para um estudo de drenagem, como acabam se tornando áreas quase que 100% impermeáveis elas fazem com que o fluxo de águas da chuva recebido escoe quase que totalmente através do traçado das ruas direcionando às cotas mais baixas, normalmente os arroios.

O mapa da figura 24 possui o trecho selecionado para o estudo, e apresenta uma desconformidade ao indicar um trecho da Rua 24 de fevereiro com calçamento, entre as ruas 12 de Outubro e 25 de Julho, sendo que a mesma encontra-se sem pavimento.

50 Figura 24: Mapa Calçamento e Asfalto - Trecho do estudo de caso

Fonte: Adaptado de SMDU (2010)

O mapa (Anexo M) classifica quadra à quadra a área total construída somando todos os lotes, com a metragem indicada na legenda. A zona central, salvo algumas exceções mais distantes, apresenta as construções maiores, ou seja, maiores áreas impermeabilizadas. A taxa de ocupação deve ser respeitada e fiscalizada para que em novas construções ainda exista a porção do terreno permeável para aumentar o volume de água que penetra no solo percorrendo seu ciclo natural e diminuindo a o volume de água no escoamento superficial e consequentemente nos arroios que percorrem a zona urbana. A seguir o trecho do estudo de caso é visualizado na Figura 25.

51 Figura 25: Mapa Ocupação Urbana de Ijuí - Trecho do estudo de caso

Fonte: Adaptado de SMDU (2010)