3 Méthodes d'installation et
3.4.2 Section et intensité admissible
Na nossa revisão de literatura, pudemos verificar que vários são os autores (Guilherme Oliveira 1991; Frade, 2006; Gomes, 2006; Campos, 2007) que afirmam que a articulação entre Princípios, Sub-Princípios, sob o signo do SupraPrincípio da Especificidade é absolutamente imprescindível para que os comportamentos individuais e colectivos possam surgir.
O trabalho que é desenvolvido ao longo da semana deve permitir que os comportamentos dos guarda-redes sejam treinados e apesar deles poderem desenvolver a intenção táctica em exercícios individuais (por exemplo, após cruzamento tentar repor a bola para um espaço identificado no terreno de jogo – referência para as transições), é nas situações colectivas que os princípios poderão ser exacerbados com mais rigor pois a situação de jogo assim o exige. Wil Coort dá bastante importância ao desenvolvimento das situações de jogo no treino e afirma que: “Tudo está relacionado com o jogo e o que temos de
fazer é guiar o guarda-redes para que ele tome a melhor opção, não apenas durante o jogo, mas também durante as sessões de treino” (Anexo I). Portanto, a operacionalização dos princípios deve ser potenciada e a explicação, a demonstração e a orientação devem ser coerentes para que se desenvolva exactamente aquilo que idealizamos.
Para além daqueles que são os princípios de base para a forma como uma equipa joga, esses mesmos princípios podem ir sendo adaptados em função dos adversários. Então temos numa primeira fase em nos preocuparmos em cimentarmos muito bem aquilo que são as nossas ideias, através de exercícios que permitam o aparecimento dos comportamentos que queremos que os guarda-redes façam para que posteriormente lhes possamos pedir que a partir daquilo que são as suas matrizes comportamentais, sejam capazes de se adaptar às circunstâncias.
Wil Coort afirma que aquilo que tentar fazer com os guarda-redes e com os restantes jogadores é explicar-lhes aquilo que pretende e depois cria situações para que eles treinem exactamente aquilo que lhes foi explicado. Por exemplo, nas transições, os jogadores da linha da frente da sua equipa sabem que quando realizam um movimento de aproximação, rodando e arrancando rapidamente, o Helton tentará jogar a bola no espaço. São criadas situações para que o timing e a coordenação entre os jogadores sejam os melhores. Isto é, há uma operacionalização da ideia! Num outro exemplo, Wil explica como desenvolve a participação no momento de organização ofensiva dos seus guarda-redes, afirmando que normalmente o que acontece no jogo é existirem situações de quatro defesas mais o guarda-redes contra dois ou três avançados e nesses casos, a equipa não pode perder a bola e tem de a fazer chegar ao meio-campo. Se assim é, o que se deve fazer é: “…treinar estas situações, nós fazemos sempre quatro contra dois, cinco contra três, para que eles treinem as situações que surgem no jogo e ao fazeres isto eles ficam mais capazes de antecipar vários aspectos do jogo que vão aparecendo! Eles reconhecem os momentos em que têm de jogar para o meio e os momentos em que têm de jogar para as linhas…agora jogar para o outro lado, agora jogar directo por exemplo…no Fernando! É tudo uma questão de reconhecer as situações e tentar treinar dessa forma” (Anexo I). Assim sendo, quando estas situações surgem no jogo, os comportamentos estão sobredeterminados por
um conjunto de intenções tácticas que foram desenvolvidas no treino. Podemos perceber que o princípio é fazer chegar a bola ao meio, mas os sub-princípios são as formas de a fazer chegar lá, que em função do contexto podem ser pelas faixas com o guarda-redes a lateralizar, ou pelo meio, com o guarda- redes a jogar directo.
A respeito do lado estratégico, Peres salienta que procura não só treinar durante a semana os comportamentos ofensivos padrão do adversário, como fornece um DVD que permita ao guarda-redes ter um conhecimento detalhado de cada um dos adversários que vai encontrar e desta forma poder estar preparado para aquilo que poderá acontecer. O que acontece é que os seus guarda-redes têm os seus princípios estruturados e em termos de posicionamento defensivo sabem onde devem estar, mas realizam várias situações ao longo da semana que permitam o guarda-redes reconhecer essas situações (que são características daquela equipa) mais rapidamente caso elas surjam no jogo. Peres dá um exemplo: “…se o adversário jogar muito com passes em ruptura treinamos durante a semana o posicionamento do guarda- redes em função dos locais de onde normalmente mais surgem os passes em ruptura” (Anexo III). Este tipo de preparação não aliena aquilo que são os princípios que o guarda-redes deve ter em conta, apenas o sensibilizam para um possível confronto com essa realidade, dando-lhe a memorização de uma situação idêntica e daquilo que deve fazer (o habituar de um fazer mediante um conjunto de estímulos).
Peres afirma ainda que aliada à qualidade dos exercícios de treino que são construídos, está a capacidade dos guarda-redes em incorporarem a informação adicional que é fornecida sobre a equipa que vão defrontar.
Portanto, podemos concluir que a importância dos guarda-redes aprenderem os princípios a privilegiar nos diversos momentos de jogo quanto antes, se prende com dois motivos: para poderem saber como agir individualmente e colectivamente e para poderem desenvolver um saber estratégico sobre esse saber estrutural e matricial. Se não tiverem bem definido aquilo que têm de fazer e já a um nível superior (hábito adquirido – espontâneo e que não requer um processamento de informação detalhado), a aquisição de mais comportamentos (estratégicos) despoletará a confusão e será revelada
por uma desconexão comportamental, que a um nível macro se revela numa falta de identidade colectiva.
Posto isto, durante o ano, que tipo de preocupações é que os nossos entrevistados apresentam nos seus Microciclos semanais que permitam a aquisição dos princípios e dos comportamentos a serem cumpridos pelos guarda-redes?
Em termos de estruturação do treino semanal, existem algumas diferenças entre os nossos entrevistados, sobretudo na forma como concretizam aquilo que são os objectivos para cada dia da semana. Então, para uma semana normal de treinos com jogo Domingo, os nossos entrevistados apresentam as seguintes preocupações:
Segunda-Feira – Wil Coort refere que neste dia a primeira coisa que tenta verificar é o estado dos seus guarda-redes, ou seja, como é que eles estão fisicamente. Wil afirma mesmo: “Uma grande preocupação que tenho é diferenciar o treino de guarda-redes para guarda-redes em função dele ter jogado ou não no fim-de-semana” (Anexo I). Portanto a partir daí, o guarda- redes que jogou (ao longo da época normalmente foi o Helton) segue um plano de recuperação, enquanto que os outros dois (Nuno e Ventura) treinam com um pouco mais de intensidade, realizando várias situações táctico-técnicas, principalmente com situações de cruzamentos, bolas no espaço, reposições com o pé (em balão e tensa) e defender a linha.
Ricardo Peres desenvolve na manhã após o jogo resistência específica e hipertrofia no ginásio, com níveis de intensidade baixos e com preocupação com a recuperação do guarda-redes que jogou. Neste dia são treinadas principalmente situações de cariz ofensivo como a resolução da situação de passe atrasado do colega de equipa e reposições de bola em jogo para locais identificados com os princípios colectivos. Tudo o que exija saltos e quedas não faz parte do planeamento para este dia. Como podemos verificar no Anexo V, a recuperação é activa e utilizando situações de jogo com tomada de decisão.
Terça-Feira – O trabalho realizado por Wil Coort é muito semelhante ao do dia anterior, já que o guarda-redes que jogou no fim-de-semana ainda está em recuperação. Para além disso, se o Ventura jogar na Liga Intercalar treina com menor intensidade, preparando-se para o jogo.
No microciclo semanal de Peres, a 3ª feira é dia de folga.
Quarta-feira – Neste dia, Wil já treina com mais intensidade e para além do Helton e do Nuno, tem sempre a presença de um guarda-redes da formação pois é seu objectivo integrar e habituar progressivamente os jovens na equipa principal do seu clube. Como o Ventura está na Liga Intercalar, há sempre uma possibilidade para os mais novos irem treinando com a equipa principal. Conteúdos como o 1x1 poderão fazer parte do planeamento para este dia.
Peres refere que neste dia tem por objectivo desenvolver a resistência específica e promover a hipertrofia através do trabalho de ginásio como forma de complementar aquilo que é feito no campo. Existe um aumento da intensidade com preocupações em realizar situações em que o guarda-redes tenha de se deslocar e posicionar constantemente na baliza, sempre com processos de decisão associados, em função daquilo que é dito. A defesa da linha é um conteúdo muito treinado com situações de remate e de saídas presentes. A resistência é alcançada de forma específica pois assenta nos deslocamentos que o guarda-redes mais executa para defender a linha (Anexo V).
Quinta-feira – Wil salienta que este é o dia em que treina com mais intensidade, concebendo vários exercícios que exijam aplicação máxima dos seus guarda-redes, sempre com grande ênfase na tomada de decisão e no reconhecimento das situações de jogo. Tal como no dia anterior, o 1x1 poderá ser um conteúdo presente pois as situações de treino deste conteúdo são bastante intensas. Se o Ventura tiver jogado no dia anterior, segue um plano de recuperação.
Peres programa situações de pliometria e de força explosiva no ginásio para este dia, terminando as idas ao ginásio a meio da semana. Daqui para a frente, os guarda-redes treinam apenas no campo. No planeamento do treinador português este é o dia em que se treina com mais intensidade e daqui
para a frente, as características do jogo que se avizinha ganham mais relevância. Com o recurso a várias situações em que os saltos são uma constante, Peres procura que os guarda-redes desenvolvam a sua capacidade em saltar, recorrendo a exercícios em que o jogar não está tão presente mas que mesmo assim contenham um processo de decisão associado. Dessa forma eles não agem de forma mecânica mas sim após um determinado estímulo que despoletará uma decisão. O treino dos gestos técnicos mediante a decisão é bastante valorizado neste dia (Anexo V).
Sexta-Feira – A partir deste dia, Wil apenas dá activação geral aos seus guarda-redes e a partir daí eles integram situações com a equipa onde exercitam a velocidade de reacção em situações de finalização e o seu posicionamento e construção ofensiva em várias situações jogadas que são realizadas. Wil assume uma postura de maior supervisão, corrigindo e intervindo no sentido de melhorar o desempenho dos seus guarda-redes.
Para este dia, Ricardo Peres preocupa-se com o desenvolvimento da velocidade e para além de baixar um pouco a intensidade pois o próximo jogo já está bastante perto, preocupa-se com o desenvolvimento de situações que exijam uma grande agilidade no jogo de pés, ou seja, velocidade de deslocamento que lhes permita após uma determinada acção se deslocarem e reposicionarem-se rapidamente para outra acção (Anexo V).
Sábado – Wil desenvolve um trabalho semelhante ao do dia anterior, mas com menor intensidade pois o jogo é no dia seguinte.
Peres neste dia realiza várias situações de velocidade de reacção em que através de vários estímulos procura que os guarda-redes sejam capazes de adequar os gestos técnicos e o posicionamento à velocidade com que reagem a esses mesmos estímulos. O tempo de realização dos exercícios é mais baixo neste dia, não só pela velocidade de reacção assim o exigir, mas também porque o jogo será no dia seguinte. Para além disso, pretende-se que o guarda-redes esteja preparado para situações em que tenha de se reposicionar e reagir muito rapidamente (Anexo V).
Domingo – Dia de jogo para Wil Coort. Dia de jogo para Ricardo Peres.
De referir que Wil Coort afirma que todas as semanas existe um Programa de Força para os guarda-redes Seniores que consiste no seguinte: “…todas as semanas temos um Programa de Força que tem de ser aplicado sempre em função do que o Preparador-Físico realiza com eles no ginásio e do momento de recuperação deles. O Helton não o realiza nem à Segunda nem à Terça e com o Ventura à Terça temos de ter muito cuidado e à Quinta também não o realiza, se jogar na Intercalar. O que tento fazer é: se eles exercitaram as pernas, procuro realizar várias situações em que tenham de saltar e correr, mas sempre com bola. Se exercitaram a parte de cima do tronco, muitas situações com reposições com a mão e a várias distâncias” (Anexo I). Wil acrescenta ainda que caso a equipa tenha dois jogos numa semana (à Quarta- feira e ao Domingo), a planificação depende de quem joga. Wil explica: “Se o Helton jogar os dois jogos recupera a semana toda, treinando apenas algum aspecto em que possa estar a errar repetitivamente (se for esporádico, falo com ele). Se jogar um guarda-redes em cada um dos jogos, seguem o plano semanal com as referidas cautelas para com o esforço e a recuperação” (Anexo I).
Peres salienta ainda que em todos os dias de treino dos seus guarda- redes, todos os factores de rendimento estão presentes nas situações de treino que são criadas. O objectivo é que no final do microciclo, os guarda-redes tenham treinado todos os contextos tácticos em que se poderão encontrar, todas as técnicas ofensivas e defensivas que terão de dominar e na parte final da semana terão de ter realizado uma série de situações que os preparem estrategicamente para o adversário que vão defrontar. Refere ainda que: “As situações de jogo em contexto colectivo irão permitir que aquilo que é treinado individualmente se solidifique e que se criem interacções com os companheiros de equipa” (Anexo III), ou seja, as questões táctico-técnicas, físicas e psicológicas são tidas em conta na realização dos exercícios com o Treinador de Guarda-redes e depois no próprio contexto de jogo a melhoria com o colectivo é exacerbada ao longo da semana.
Podemos então verificar algumas diferenças entre os nossos entrevistados:
Wil não refere nenhum dia de folga no seu microciclo semanal mas parece-nos que esse não é um facto relevante pois isso terá a ver com aquilo que a equipa técnica decide em cada semana. No caso de treinarem todos os dias, este é o seu plano. Mas apesar disso, o treinador holandês demonstra uma grande preocupação com as relações entre o esforço e a recuperação, sendo isso por demais evidente na forma como organiza a semana em função dos guarda-redes que jogaram ou que poderão jogar. Apesar de Peres ir diminuindo a intensidade à medida que se aproxima o dia do jogo e de realizar situações de baixa intensidade no início da semana, as preocupações entre o esforço e a recuperação dos seus guarda-redes, ainda que evidentes, não são tão enfatizados;
Ambos os treinadores de guarda-redes utilizam o ginásio como meio de complementar aquilo que fazem no terreno e adequadamente ao dia da semana, à distância para o jogo e em função do momento de recuperação dos seus guarda-redes. Mais uma vez, estas preocupações são mais evidentes nas palavras de Wil Coort, ainda que o facto dos guarda-redes de Peres deixarem de frequentar o ginásio de meio da semana para a frente, revelem um planeamento consciente e responsável com o doseamento das cargas;
Ambos os treinadores utilizam o dia a meio do seu microciclo semanal para aumentar a intensidade do treino. Por ser o dia mais afastado do jogo que passou e por ser a partir desse dia, que o jogo seguinte começa a ganhar mais relevância, este dia perfila-se como o dia ideal para aumentar a intensidade nos exercícios, pois os guarda-redes estão praticamente recuperados física e mentalmente e terão tempo de recuperar deste esforço para o dia do jogo;
No final da semana, as situações que promovam o desenvolvimento da velocidade de reacção são privilegiadas, quer através de exercícios individuais, quer com a inclusão do guarda-redes nas situações jogadas com a equipa. De referir que a postura que Wil assume de maior correcção, não é uma constante em Peres, mas este afirma que: “…quando são situações de finalização com a equipa, eu coloco-me maioritariamente atrás da baliza porque dessa forma observo o guarda-redes por trás e estou a ver os seus apoios, a colocação das mãos e muito perto dele, mas eu sei que ele sabe que eu estou atrás dele! Ele
sente que eu estou atrás dele…mas muitas vezes também saio de lá e distancio-me e deixo o guarda-redes estar à vontade. Eu estou a ver obviamente, mas também me interessa ver como ele lida sem mim” (Anexo III). Portanto, existe um maior equilíbrio entre o estar a corrigir e estar atrás da baliza, com uma postura mais à distância, dando uma certa liberdade ao guarda-redes.
Constatamos que de facto, Wil dá muita importância ao treino dos conteúdos ofensivos ao longo da semana já que procura que essas situações estejam mais vezes presentes nos treinos. Peres, tal como afirma na sua entrevista, reconhece a importância dos conteúdos ofensivos, mas dá maior relevância àqueles de índole defensiva o que acaba por ser notório nas situações que vai construindo em cada dia da semana.
A grande diferença entre os nossos entrevistados parece-nos que é ao nível da forma como operacionalizam do meio da semana para a frente. As preocupações com as intensidades são iguais em ambos e surgem de forma idêntica, mas no treino mais intenso da semana a forma como se preocupam em direccionar os conteúdos do treino é distinta. Wil no final da semana exercita a velocidade e a velocidade de reacção do guarda-redes sempre em interacção com os colegas e na situação de finalização ou de jogo, ou seja, nem sequer treina esses aspectos individualmente. Peres continua com o seu treino individual para esses conteúdos, desenvolvendo-os em situações cuja aproximação ao jogo não está tão presente e apesar de depois integrar os guarda-redes na situação colectiva, há aqui uma diferença na operacionalização.
Para além disto, Wil Coort treina várias acções táctico-técnicas ao longo da semana, contextualizando o desenvolvimento da vertente física com aquilo que os guarda-redes fazem no ginásio, através de situações no campo. Peres também o faz, mas para além disso, tem um objectivo de desenvolvimento físico para cada um dos dias da semana. Isto é, associadas ao treino das acções táctico-técnicas, Peres preocupa-se em fazê-lo de formas diferentes em cada dia da semana, para que o guarda-redes também se desenvolva fisicamente nas componentes que o treinador português considera importantes (resistência específica, pliometria, velocidade e tempo de reacção). Wil apenas se preocupa em treinar as acções táctico-técnicas, a diferentes intensidades,
incluindo exercícios que exercitem os grupos musculares de uma forma específica, após um momento em que eles foram exercitados de uma forma geral.
Apesar de ambos considerarem que o físico se desenvolve de uma forma Específica e a partir dos esforços que são realizados nas situações de jogo ou que desenvolvem as acções táctico-técnicas, Peres revela mais preocupações em estruturar o treino para potenciar também essa vertente, enquanto que Wil se centra mais nos conteúdos táctico-técnicos.
Podemos então concluir que tendo como pano de fundo a aquisição e a operacionalização dos princípios que queremos privilegiar, podemos seguir Microciclos Semanais Tipo distintos mas que terão necessariamente de incluir: uma grande consideração pelas relações entre esforço e recuperação; a criação de situações que promovam o desenvolvimento das acções táctico- técnicas com a respectiva intenção comportamental; e a criação de exercícios em que partes do jogar estejam presentes, para que este contexto possa ser treinado e para que as interacções entre o guarda-redes e os restantes elementos da equipa na operacionalização dos princípios possam ser criadas e reforçadas.
4.3.3.2 Operacionalização dos Conteúdos: o cruzamento e o