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6. ANALYSE CRITIQUE DE LA REVUE DE LITTÉRATURE

6.2. Analyse critique des articles

6.2.5. Résumé de l’article 5

As várias áreas das quais a mobilidade eléctrica depende têm apresentado progressos consistentes nos últimos anos, no entanto, ainda há muito a fazer e a desenvolver nos próximos anos.

A gestão de energia nas baterias será uma área que poderá melhorar de uma forma consistente e com a mudança de alguns hábitos de condução poderá permitir aumentar a autonomia das mesmas [93].

116 A implementação das redes inteligentes também terá um papel muito importante, pois permitirá o aproveitamento e armazenamento de energia eléctrica produzida pelas unidades de produção as energias renováveis, nos períodos de vazio, principalmente eólica, que de outra forma se perderia, podendo daí resultar um importante benefício económico para o consumidor com a revenda durante o período de ponta.

Nos últimos tempos também têm surgido alguns problemas que inicialmente não estariam previstos, como a ausência de ruído que os VEs emitem, podendo perturbar a mobilidade dos portadores de algumas limitações físicas, principalmente visuais que poderão provocar acidentes [98], mas também nos peões comuns uma vez que podem ser surpreendidos pela presença dos veículos em movimento sem estarem alertados para o efeito, pelo que se torna necessário desenvolver sistemas que permitam alertar os peões, evitando-se assim acidentes, nomeadamente o desenvolvimento de sons característicos dos veículos [99] [100].

Também será necessário continuar com o desenvolvimento de legislação e regulamentação que assegurem a fiabilidade e segurança de todos como já acontece nos Estados Unidos da América [100]. O Código da Estrada também deverá evoluir assim como o ensino da condução e a formação de condutores ao longo da vida, pois com o aparecimento de veículos tecnologicamente diferentes e que necessitam de um tipo de condução diferente, de forma a aproveitar os sistemas que têm implementados com a finalidade de serem mais eficientes [101], podendo-se destacar a travagem regenerativa e o controlo dos momentos de aceleração.

Estando Portugal na linha da frente no que respeita a mobilidade eléctrica, tendo já uma rede nacional de carregamento de VEs em funcionamento, sendo produtor e exportador de tecnologia nesta área e atendendo à crise económica que o país atravessa e que dificulta consideravelmente o poder de compra dos portugueses, e consequentemente a aquisição de VEs, pois durante o ano de 2011 apenas foram matriculados cerca de 130 VEs [1], comparando com a Noruega em que numa semana foram vendidas 300 unidades, Portugal poderá ser um “laboratório” de testes para os fabricantes testarem os seus modelos antes de os disponibilizarem aos compradores.

No desenvolvimento deste trabalho seguiram-se as boas práticas na investigação, escrita e apresentação do trabalho [102] [103].

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Anexo A