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2|Via de acesso ao povoado 3|Espaço central do povoado 4|Espaço central do povoado 5|Área circundante ao espaço central

Designação de Classificação do Sítio Arqueológico | Castro de Monte Mozinho ou Cidade Morta de Penafiel

Protecção Legal | Imóvel de Interesse Público (Decreto n° 37077, de 29 de Setembro de 1948) Localização | Freguesia de Oldrões, Concelho de Penafiel, Distrito do Porto

Endereço | Castro de Monte Mozinho, Lugar de Vilar, 4560-122 Galegos Tutela | Câmara Municipal de Penafiel

Responsável | Teresa Pires de Carvalho, Arqueóloga

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Descrição | No que se refere à história de ocupação do local, de referir que o mesmo terá sido escolhido pelas fortes valências naturais, as quais proporcionavam uma ampla actividade agrícola e pastorícia, bem como pela existência de minas de ouro em terras vizinhas.

Monte Mozinho constitui um cabeço com, aproximadamente, 408m de altitude, dominando o Vale da Ribeira da Camba, por onde passaria a estrada romana de acesso ao Sul.

Dada a franca altitude, obtinha­se um amplo domínio visual, sendo deste modo, possível a comunicação com outros povoados situados a altitudes semelhantes, tal como Sanfins e Alvarelhos. O povoado castrejo, ocupando uma área de cerca de 20 hectares, era composto por três linhas de muralhas, sendo de aproximadamente 2km a muralha de maior extensão, localizada no sopé do monte, ao passo que a segunda envolvia a coroa do monte, incluindo um conjunto densamente edificado e, finalmente, a terceira muralha situava­se na acrópole do monte, configurando um espaço de planta elíptica, ao qual se associava uma utilização colectiva.

Na muralha do meio, encontra­se uma porta de entrada que seria ladeada por dois guerreiros galaicos, estátuas de pedra que representavam figuras com escudo e armas.

Monte Mozinho expressa várias épocas de ocupação, tendo o seu povoado origem no período castrejo, até meados do séc.l, caracterizado por edifícios de planta circular, alguns detentores de vestíbulos, sendo que a ocupação do espaço se desenvolveu densamente, desde o topo do monte até à muralha delineada no sopé do mesmo.

Dos hábitos de vida castrejos passa­se a uma nova fase, implementada entre os reinados dos imperadores Cláudio e Nero, marcando um novo traçado urbanístico do povoado, através da inclusão de novos quarteirões que se sobrepuseram aos precedentes, bem como novos arruamentos que transformaram as acessibilidades do povoado, sendo que a cultura castreja e a romana coexistiram em Monte Mozinho, assim como em muitos outros pontos do Império Romano, onde se introduziu uma nova filosofia urbana e vivencial, a partir das ocupações castrejas.

Do séc.lll ao séc.V, data do abandono do povoado, verifica­se uma ocupação do período baixo­ imperial, com uma vasta ocupação de todo o povoado, deixando marcas, nomeadamente no que se refere a sepulturas de inumação, marcas de ocupação no interior das muralhas e casas isoladas, fora das muralhas, e um forno cerâmico.

Só no período de Baixa Idade Média, Monte Mozinho voltou a ser reocupado, dada a existência de cerâmicas, moedas do séc.XV e de dois troços de muros que se julga pertencerem a uma Orada que se sacralizou no alto do monte, (CARVALHO, 2005, 109­110).

Histórico | Em 1930 Abílio Miranda organizou dados dispersos, sendo que as primeiras escavações se devem a Elísio Ferreira de Sousa (1943­1954), às quais se seguem as intervenções de Russel Cortez, em 1947.

Em 1948 foi criada uma Zona Especial de Protecção, fundamentada pela classificação de Monte Mozinho como Imóvel de Interesse Público, estando consignada no PDM.

As escavações em Monte Mozinho tiveram maior relevância desde 1974, com a direcção de Carlos Alberto Ferreira de Almeida (1974­1979), cujo trabalho foi continuado por Teresa Soeiro (1982­1999).

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As últimas intervenções arqueológicas, iniciadas em 2000, sob a direcção de Teresa Pires de Carvalho, fecham um ciclo de investigação sobre a monumentalidade de Monte Mozinho, (CARVALHO, 2005, 108-109).

Desde 1976 que o sítio arqueológico em causa foi sendo moldado, dada a abertura de um acesso asfaltado, pretendendo-se a implementação de uma casa-abrigo, de apoio às escavações, e uma outra para a fixação de um guarda, no sentido de se valorizar o sítio, protegê-lo contra o vandalismo e potenciar a investigação do mesmo, sendo que tal pretensão passou a formalizar-se na segunda metade da década de oitenta, através de uma verba municipal. O arquitecto Alberto Neves desenvolveu em 1987/88 uma primeira proposta projectual para a instalação de edifícios de apoio ao Castro de Monte Mozinho, sob encomenda por parte da Câmara Municipal de Penafiel, cujo programa, previsto pela gestão do sítio, coordenada por Teresa Soeiro, previa a Casa do Guarda; um parque de merendas e pequeno bar; uma recepção e local para distribuição de informação; uma sala com capacidade para grupos escolares, com valências audiovisuais, bem como uma pequena mostra e um espaço interpretativo; uma casa-abrigo para arqueólogos, estudantes ou para fins compatíveis; um local de estudo e para armazenamento de espólio.

Após o desenvolvimento do primeiro estudo, em 1989, surgiu uma nova situação marcada pelos Serviços Regionais de Arqueologia da Zona Norte, cujo responsável propôs serem os próprios serviços a desenvolver o projecto dirigido a Monte Mozinho, sendo necessário, para tal, a assinatura de um protocolo onde se estabelecem as obrigações e direitos das partes, o qual viria a ser assinado apenas em Agosto de 1995, havendo uma pequena alteração programática, prevendo-se um parque de piqueniques com os seus apoios (fontes, bancos e mesas); um salão de apresentação da estação com apoio de meios áudio-visuais; um pequeno bar; um edifício de sanitários; uma casa de guarda; uma camarata de apoio, um armazém e anexos agrícolas, (SOEIRO, 1998, 285-289).

Por impedimento do arquitecto Fernando Maia Pinto, o projecto passou a ser desenvolvido pelo arquitecto Virgínio Moutinho, no sentido de o adaptar a uma nova realidade, o qual acompanhou os trabalhos iniciais em 1998, (CARVALHO, 2005, 113).

A Câmara Municipal de Penafiel, no sentido de zelar e valorizar o sítio arqueológico de Monte Mozinho formulou a sua candidatura ao PRONORTE, Sub Programa C, resultando o Projecto Parque

Arqueológico de Monte Mozinho, Valorização e Dinamização Cultural, o qual viria a ser aprovado a 9

de Julho de 1997, resultando na criação de um conjunto de acções valorativas do castro, quer no que se refere à manutenção das estruturas, quer relativamente à definição de novos percursos de visita, quer ainda na definição de um espaço aberto que poderia ser usufruído pelos visitantes como parque. A estas actuações, juntaram-se acções de divulgação do sítio, encontros científicos e publicações, (SOEIRO, 1998,291).

Por realizar ficou o projecto desenvolvido para o local, contemplando as construções que complementavam o sítio arqueológico, o arranjo das zonas envolventes e a requalificação do parque de merendas.

Com o projecto Mozinho - Sítio Arqueológico (Parque), a Câmara Municipal de Penafiel apresenta candidatura ao Programa Operacional da Região Norte - III Quadro Comunitário de Apoio, Medida 3.9 - Cultura, em 25 de Outubro de 2000, tendo sido homologado em 10 de Fevereiro de 2001, tendo sido o projecto coordenado pela arqueóloga Teresa Pires de Carvalho, (CARVALHO, 2005, 107-115).

Ml PA Arquitectura Contemporânea nos Sítios Arqueológicos

Objectivos Gerais | Os objectivos subjacentes ao conjunto arqueológico de Monte Mozinho basearam-se na interacção com a comunidade, bem como na informação constantemente actualizada. A definição de um programa e projecto, a integrar Monte Mozinho, visou um funcionamento regular dos serviços de apoio aos visitantes, tendo-se pretendido assegurar, também, outras valências a nível social, económico e cultural, cujo resultado final se traduziria em preservar o monumento, em garantir a continuidade da investigação científica, em proporcionar outras e novas formas de utilização e conhecimento, por parte de comunidade, e em enquadrar o património monumental numa estrutura de gestão actuante e permanente.

O público escolar constituiu o alvo de visitas, as quais poderiam funcionar como complemento escolar, sob a forma de visitas guiadas, de ateliers de trabalho relacionados com o castro e o património concelhio, ou, finalmente, de formação dirigida a professores e profissionais da cultura, sendo desejável que o sítio fosse alvo de visitas do público em geral, (CARVALHO, 2005, 112).

Por trás das medidas adoptadas na valorização do castro de Monte Mozinho, de mencionar que os objectivos gerais por parte da gestão do sítio basearam-se na pretensão de converter o lugar num "Centro de Descobrimento de Arqueologia" associado a um conjunto monumental acessível, a um centro interpretativo do sítio e a uma propaganda dirigida ao público escolar, no sentido de se investir no valor a atribuir ao Património Histórico, junto das gerações mais novas, (CARVALHO, 2000, s.p.). Concepção do Sítio como Estratégia de Gestão | Ao nível do edificado, foram previstos dois núcleos distintos, sendo um de carácter rural, numa procura de integração na paisagem, localizado a Nordeste do parque de merendas, composto por uma casa-abrigo para arqueólogos e investigadores (com quatro quartos com casas de banho privativas, sala comum e pequena cozinha), bem como armazém, anexos agrícolas e, finalmente, uma casa com dois quartos destinada ao guarda da estação. Um outro núcleo pretendeu-se assumido na paisagem envolvente, como um elemento de modernidade, localizado no início da encosta do monte, perto da muralha de Augusto, dirigido para a recepção dos visitantes, dotado de uma sala de multimédia e um pequeno bar com zona de estar. Com vista à interpretação de Monte Mozinho, foi planeado um esquema de visita, associando três dinâmicas a integrar o sítio, as quais se traduzem numa exposição dirigida aos visitantes (com vídeo, maqueta, exposição de peças e venda de réplicas na loja), na visita guiada ao sítio (auxiliada pelos técnicos) e nas oficinas pedagógicas (com acções de formação a professores, ateliers de arqueologia prática, de restauro de peças, propostas de programas alternativos para diferentes idades, programas de informação, formação e educação ambientais).

No sentido de se concretizar a afirmação do sítio arqueológico, mediante os objectivos descritos, foi feita uma candidatura ao Programa Operacional da Cultura da Região Norte, a qual se traduzia na concretização de um conjunto de edifícios, segundo um projecto elaborado, em 1989, pelo arquitecto Fernando Maia Pinto, concluído em 1995, por circunstâncias várias.

A existência de quatro esculturas (a "Deusa", na entrada do recinto, do escultor inglês Colin Figue; o "Pórtico" que marca o percurso de acesso para o castro, do escultor alemão Volker Schnuttgen; "um olhar sobre um olhar", localizada junto ao segundo pólo de edifícios, do escultor português Paulo Neves; a "Acrópole", no centro do prado do parque de merendas, do escultor português João Antero), compostas por materiais pétreos, com símbolos alusivos ao espólio que surgiu dos trabalhos

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arqueológicos, é fruto de um projecto independente da candidatura ao III Quadro Comunitário de Apoio, associado a um protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal de Penafiel e a Cooperativa Árvore.

Com a candidatura ao INTERREG III A - La ruta de los Castros e Verracos en la Frontera Hispano-

Lusa: Arqueoturismo en Ávila, Salamanca y Norte de Portugal, a gestão do sítio arqueológico de

Monte Mozinho pretendeu o tratamento dos espaços nas zonas escavadas, bem como de toda a envolvente, sob a forma de percursos, sinalética, divulgação, comunicação e requalificação vegetal, no sentido de garantir que o castro adopte as condições mínimas fundamentais para a visita e apreensão do lugar, valorizando-se o sítio e integrando-o na sua envolvente paisagística.

É ainda intenção da gestão de Monte Mozinho a criação de um percurso de manutenção e a definição de pontos de observação de várias espécies ornitológicas que por aqui nidificam, pretendendo-se uma oferta mais diversificada, no sentido de atrair diferentes tipos de visitantes, sendo que, tal dinâmica, carece de acompanhamento de um estudo mais profundo e concertado de reflorestação do monte, com mais e variadas espécies arbóreas, (CARVALHO, 2005, 110-115).

Projecto | Centro de Acolhimento e Interpretação | Casa para Arqueólogos | Casa do Guarda Autoria do Projecto de Arquitectura | Fernando Maia Pinto e Virgínio Moutinho, Arquitectos Data do Projecto 11995

Fase de Projecto | Obra concluída em 2004

O projecto de arquitectura previsto para Monte Mozinho, além de se arrastar durante bastantes anos, foi marcado pela presença de dois arquitectos, tendo sido a primeira abordagem desenvolvida por Fernando Maia Pinto, ao qual se seguiu Virgínio Moutinho.

Segundo Fernando Maia Pinto, o projecto inerente a Monte Mozinho resultou de uma reflexão sobre a relação entre o público e a ruína, tendo em conta a sua chegada, o modo como se elucida sobre o que vai ver, bem como o descanso que o sítio poderia proporcionar.

O arquitecto assumiu a importância, no início do desenvolvimento do projecto, da Serra da Aboboreira, como referência, bem como no que diz respeito à adopção do burro como meio de locomoção, cuja acção poderia ser implementada em Monte Mozinho, sendo que tal componente teve implicação no projecto, com a criação de um edifício para estábulo desses animais.

Com o projecto, pretendia-se fazer a marcação de dois mundos, sendo um deles a ruralidade e o outro, uma aproximação tecnológica à estação arqueológica.

O mundo da ruralidade foi projectado com vista à criação de um estábulo, armazéns de apoio agrícola, casa do guarda e um outro edifício destinado a albergar investigadores associados aos trabalhos arqueológicos.

A casa do guarda foi proposta com cozinha, dois quartos, instalações sanitárias e sala, com a qual se pretendia assegurar um caseiro, que fizesse a manutenção da estação.

Tanto a casa do caseiro como o edifício para albergar investigadores, foram concebidos com um telhado de telha, de quatro águas, sugerindo um tipo de arquitectura tradicional, no sentido de tornar o núcleo ruralizado.

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O edifício vocacionado para os visitantes, articulado com o estacionamento automóvel, foi pensado no sentido de conter alguns objectos, réplicas, publicações e mobiliário, bem como equipamentos de apoio à gestão da estação e instalações multimédia, que elucidassem o visitante sobre a estação. Dada a planura do terreno, a uma cota inferior, em relação às ruínas, atravessado por uma linha de água, o programa de intervenção na estação, contemplou a existência de uma zona de descanso. O arquitecto Virgínio Moutinho surgiu no desenvolvimento do processo, contratado pelo IPPAR, assumindo a posição de "ajudar a adaptar uma ideia a algumas alterações que foram feitas a uma realidade", procurando agarrar os sinais do lugar, de modo a organizar uma nova realidade, no sentido de conferir continuidade ao passado. Os referidos sinais do lugar materializaram-se na arborização, nos caminhos e nos muros que compõem os campos, sendo que o acesso antigo e vários percursos foram retomados no novo projecto.

Numa "concha" foi definido um eixo central, o qual se assumiu como estruturador da intervenção, com o intuito de definir um ponto de chegada, através de duas áreas de estacionamento, sendo que a zona de recepção ao público confere o início ao percurso de visita, (PINTO E MOUTINHO, 1998, 267-278). Dada a impossibilidade de consulta do projecto de arquitectura, devido a lacunas no arquivamento do mesmo, os seguintes elementos gráficos são provenientes da mesma publicação de onde se extraíram as descrições do referido projecto, os quais não correspondem ao concretizado em obra. Ao nível do Centro de Acolhimento e Interpretação, importa referir que o mesmo se implanta perpendicularmente ao representado, no sentido Norte/Sul.

Alterações sucederam, também, ao nível da disposição do programa, dado que do átrio da entrada, constituindo o corpo central do edifício, se tem acesso a dois corpos laterais, um de carácter expositivo associado a um bar, e outro funcionando como espaço onde se visiona um filme introdutório ao sítio arqueológico a visitar, podendo funcionar como sala polivalente de apoio a vários eventos. Um escritório de apoio complementa o programa, ao qual se tem acesso através do atravessamento da referida sala polivalente, bem como pelo exterior. Mais se refere que os lanternins representados nos elementos gráficos do projecto, não se concretizaram.

A Norte do Centro de Acolhimento e Interpretação e no alinhamento do mesmo, existe um outro volume albergando as instalações sanitárias com separação por sexos e para pessoas com mobilidade condicionada, cujo funcionamento se apresenta autónomo, dada a dinâmica associada ao parque de merendas.

Relativamente ao "núcleo da ruralidade", importa referir que, na sequência do presenciamento no local, o edifício destinado a estábulo, não funciona como tal, mas sim de apoio à investigação arqueológica. Por último, a Casa dos Arqueólogos apresenta alterações ao nível do posicionamento da cozinha, funcionando como Kitchnet.

MIPA Arquitectura Contemporânea nos Silios Arqueológicos

Sem Escala Planta de Implantação | 1 Centro de Acolhimento e Interoretaçâo e Bar 2"Núcleo Rurar 2.1 Casa do Guarda 2.2Estábulo e armazém de apoio agrícola 2.3Casa dos Arqueólogos

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7|Centro de Acolhimento e Interpretação 8|Fachada principal 9|Volume das instalações sanitárias

10|Fachada posterior das inst. san. 11|Fachada posterior das inst. san. 12|Fachada posterior do C.A.I

13|Entrada/Recepção. 14| Zona de exposições 15|Bar

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17|Casa do guarda 18|Fachadas frontais l9|Estábulo, espaços de apoio

agrícola e de trabalhos arqueológicos

20|Estábulo, espaços de apoio 21 |Casa dos Arqueólogos agrícola e de trabalhos arqueológicos

22|Casa dos Arqueólogos

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Referências Especificas | (CARVALHO, 1998); (CARVALHO, 2000); (CARVALHO, 2005); (GOMES, 2002); (PINTO e MONTINHO, 1998), (SOEIRO, 1998).

Origem da documentação gráfica e fotográfica | Gooale Earth - vista aérea (1); (PINTO e MOUTINHO. 1998) - peças gráficas do projecto de arquitectura.

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