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Management

Dans le document Advances in Pattern Recognition (Page 118-122)

3.3 Digital Signature

3.3.1 Management

O EP visa contribuir para a “inserção dos jovens na vida ativa, complementando uma qualificação preexistente através de uma formação prática a decorrer em contexto laboral” (Ministério dos Negócios Estrangeiros, 2000, p. 3788).

A Prática do Ensino Supervisionada está inserida num dos aspetos fundamentais para a obtenção MEEFEBS. Este é seguido pelas normas da FADEUP e pela legislação da habilitação profissional para a docência. A estrutura do EP visa as orientações legais descritas no Decreto-lei º74/2006 de 24 de Março e o Decreto- lei nº43/2007 de 22 de fevereiro, bem como pelo Regulamento Geral dos segundos Ciclos da UP, o Regulamento Geral dos segundos Ciclos da FADEUP e ainda o Regulamento do Curso de Mestrado em Ensino de EF nos Ensinos Básico e Secundário. Deste modo, existe a tentativa de uniformizar os procedimentos dos EP uma vez que são realizados em instituições distintas bem como sob a orientação de professores diferentes e contextos sociais diferentes. Pode-se dizer que é, de fato, uma tentativa pois, apesar dos decretos e regulamentos, a verdade é que também os estágios pedagógicos ocorrem de formas diferentes, com exigências e cumprimento das tarefas exigidas desiguais. Enquanto que, por exemplo, existem EE que têm a seu cargo mais do que três turmas com condições arquitétonicas miseráveis, há outros EE que têm a sorte de estagiar num local repleto de materais novos e de condições abruptas. É nesta desigualdade de processos formativos que penso ser necessário refletir. Em termos institucionais, o EP é uma unidade curricular do segundo ano do MEEFBS constituída por duas componentes, “a) a prática de ensino

supervisionada, realizada numa escola cooperante com protocolo com a FADEUP e b) o relatório de estágio, orientado por um professor da Faculdade, o responsável da instituição de ensino superior pela supervisão do estudante estagiário no contexto da prática de ensino supervisionada” (Batista & Queirós,

2013, p. 37). Os protocolos já mencionados incluem a escolha de um PC experiente que seja da área (EF) e a atribuição de um um/dois núcleos de estágio que terá de orientar durante o ano letivo em que o protocolo for realizado.

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“Depreende-se, portanto, que o estágio profissional é uma unidade curricular que pretende dotar e capacitar o futuro professor de Educação Física de ferramentas que o auxiliem a desenvolver uma competência baseada na experiência refletida e com significado” (Batista & Queirós,2013, p. 41).

Embora tenha falado destas discrepâncias que acontecem a nível nacional, o EP que a FADEUP proporciona, apresenta variadas oportunidades de formação em contexto de campo e promove um leque de ganho de competências de um professor.

Neste segundo ano do Mestrado, destinado então à prática de ensino supervisionado, a cada EE é concedida uma turma, sendo acompanhado por um PC da escola assim como por um PO da faculdade com experiência no ramo do ensino da EF. Desta forma, o EE assume uma variedade de funções, que remete também para a ideia de uma alternância de papéis que se deve assumir na escola. Cada EE faz parte de um NE constituído no máximo por três elementos. Enquanto EE tive de assumir funções inerentes a um professor da escola, ficando encarregue pela lecionação de uma turma pertencente ao PO, neste caso uma turma de 11º ano. Para além disso, fiquei também responsável por uma equipa de Basquetebol do Desporto Escolar de Iniciados e, durante todo o segundo período, responsável por uma turma do 5º ano, noutra Escola da mesma cidade.

As Normas Orientadoras do 2º ciclo do Mestrado de EF e Desporto são divididas em três grandes áreas de desempenho: a primeira, Área 1, destina-se à organização e gestão do ensino e da aprendizagem; a Área 2 diz respeito à relação com a comunidade e participação na escola; já a última, Área 3, refere- se ao desenvolvimento profissional do EE.

Posto isto, e refletindo sobre todo o meu EP, participei em todas as tarefas que foram sendo exigidas pelo PO e PC, onde com maior ou menor dificuldade, consegui ultrapassar todos os meus obstáculos que foram aparecendo, e desta forma, consegui crescer e consolidar, cada vez mais, os meus saberes. Assumi uma turma de 11º ano com toda a responsabilidade e envolvimento exigidos pela profissão, bem como de todo o seu planeamento. Ademais, refleti sobre as aulas lecionadas por mim e pelos meus colegas do NE. Tendo sido responsável pela

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conceção, planeamento, realização e avaliação de uma turma do ensino secundário e as mesmas funções a uma turma do ensino básico (apenas no segundo período), bem como a elaboração de reflexões de todas as aulas lecionadas; observação das aulas dos colegas do NE e do PC e realização dos respetivos relatórios reflexivos; participação nas reuniões entre o NE e PC; elaboração do Projeto de Formação Individual, participação nos conselhos de turma, atualização constante do portfólio digital, de modo a que a PO pudesse acompanhar de perto todo o trabalho que estava a ser desenvolvido; co- responsável pelas equipas de basquetebol masculino do Desporto Escolar (DE), tanto nos treinos como nas competições dentro e fora da escola; planeamento de atividades extracurriculares (Torneio de Boccia), mais uma vez, dentro e fora da escola; e, acompanhamento a uma visita de estudo (visita à Escola de Economia da Universidade do Minho).

Apesar dos diferentes contextos dos EE, cabe a cada um adaptar-se ao seu da melhor forma, retirando o maior proveito das diversas situações. Sem qualquer dúvida que o EP da FADEUP oferece muitas oportunidades de formação aos EE, com contextos diversificados, proporcionando os vários papeis que um professor pode ter.

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