DANS LES DIALOGUES ENTRE APPRENANTS
L’ EXPLICATION DANS LES DIALOGUES DE RECHERCHE
Aquisição
É importante a familiarização por p tecnologia do solar térmico, através diálogo com potenciais fornecedor seguir determinadas condutas orien - Consultar mais do que uma em - Exigir garantia total de, pelo me - Solicitar uma visita prévia do fo conhecimento ou fornecer dados - Abordar empresas com profis respectivos comprovativos de ce Além disso, o utilizador deverá pedi - Descrição do sistema e seus co - Custo total do sistema, com dis - Previsão dos encargos com ass - Estimativa de desempenho e p - Condições de pagamento, de confirmação da operacionalidade
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ar o processo de certificação da Certif na figura nº 2.1
para a certificação dos painéis solares (Fonte: Água Quente So
sição, instalação e manutenção de painéis
parte do futuro utilizador com os termos técnicos ma és da consulta de bibliografia da especialidade, de fo ores. Assim, na abordagem do mercado, o futuro u entadoras (Água Quente Solar, 2004):
mpresa, para comparar propostas e optar pela melho enos, 6 anos;
fornecedor ao local, para que o mesmo nunca possa os errados;
fissionais e equipamento certificados, não esquecen certificação dos equipamentos de acordo com as Norm dir propostas escritas às empresas, incluindo:
componentes, incluindo marca, modelo e capacidade iscriminação dos custos de material, equipamentos e ssistência e manutenção após o período de garantia; perspectivas de retorno do investimento;
e preferência com o pagamento deferido para apó de do sistema; .11. Solar, 2009b).
s solares
ais relevantes da forma a facilitar o utilizador deverá hor; sa invocar falta de endo de exigir os ormas Europeias. de (se aplicável); e mão-de-obra; ia; ós a instalação e50
- Duração e condições da garantia e das condições de manutenção; - Lista de referências de instalações já realizadas.
Por último, e após decisão acerca de qual o equipamento a adquirir, o utilizador deverá confirmar a aceitação da proposta do fornecedor escolhido sobre a forma de um contrato escrito.
Instalação
Existem referenciais de instalações de colectores solares que podem ser tomados como ponto de partida para a determinação de boas práticas na instalação dos mesmos. Assim, tomar-se-ão como base as recomendações propostas pelo manual de Instalações Solares Térmicas, do INETI, 2007a. Na deslocação do material deve:
Obter-se, antecipadamente, a aprovação do cliente relativamente ao modo de instalação e respectivas datas de início e fim dos trabalhos; planificar-se os trabalhos e estabelecer-se a quantidade de material e pessoal necessário; conhecer-se as especificidades do projecto quanto à execução e ao material a utilizar; visitar-se o local da instalação e confirmar a exequibilidade do projecto de implementação; e confirmar-se a área, orientação e inclinação do local da instalação da área de captação.
Relativamente à manipulação e armazenamento dos colectores solares devem-se ter em conta algumas recomendações:
O armazenamento dos colectores, após desembalados, deve ser feito com um ângulo entre 20o e 70o e, no caso de inclinações inferiores, não devem ser sobrepostos; os colectores devem permanecer cobertos até ao enchimento do circuito primário; e a utilização de estruturas de suporte, executadas por medida, carece de projecto para a prevenção de sobrecargas aerodinâmicas ou possibilidade de deslize e queda.
Aquando a instalação dos componentes do sistema solar térmico devem ser respeitados os seguintes passos:
Instalação da estrutura de fixação dos colectores e impermeabilização da cobertura; instalação do circuito primário e ligação ao permutador e depósito; e instalação e ligação dos colectores solares.
De notar que, e no caso do número de painéis ser superior a um, estes podem ligar-se entre si segundo três tipos de ligações: ligação em série, em que o caudal de circulação é igual em todos os
colectores e proporcional ao seu número e em que a ligação de entrada entre os colectores é feita pelo tubo de ligação inferior do primeiro colector e a de saída pelo tubo de ligação superior do último colector da linha; ligação em paralelo, baseada numa alimentação em retorno invertido de forma a
atingir-se um circuito hidraulicamente equilibrado, sendo necessário que o traçado se realize de forma a que o tubo geral de retorno, por onde circula o fluido aquecido, possua o menor percurso possível; e
ligação em paralelo de canais, cuja vantagem, comparativamente à ligação em paralelo, resulta do
menor comprimento das tubagens. No início da instalação deve:
Efectuar-se a limpeza dos circuitos primário e secundário, por enchimento e purga; proceder-se ao enchimento do circuito secundário, de forma a assegurar a completa exaustão de bolhas de ar do circuito
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efectuando-se o mesmo procedimento para o circuito primário; instalar-se o vaso de expansão; verificar-se o posicionamento de todas as válvulas (I/O); proceder-se ao arranque da bomba; e descobrir-se a área de captação.
Na entrega das instalações deverá realizar-se:
A prova de estanquicidade, em que os circuitos hidráulicos devem permanecer durante um período não inferior a 30 minutos a 1,5 x a pressão normal de serviço sem redução de pressão no circuito, comprovando a inexistência de fugas; deverá regular-se a pressão de pré-carga no vaso de expansão; e efectuar-se a prova de aquecimento, recomendando-se o Delta T e objectivando-se um aumento de temperatura entre 30oC a 40oC no depósito, num dia claro e sem consumo.
No isolamento térmico do circuito deverá obedecer-se aos seguintes passos:
Limpeza das superfícies a isolar; verificação das perfeitas condições do adesivo; aplicação de medidas exactas em cada troço; confirmação da protecção de isolamento a intempéries, UV, acções de vandalismo e deterioração por animais; e respeitar um período de paragem de um dia para completa secagem e endurecimento dos adesivos.
No fim do processo, o instalador deve entregar ao cliente um manual de instruções no qual devem constar o esquema e identificação de cada elemento, as informações acerca do uso da instalação, as operações de segurança e as operações de manutenção e conservação.
Relativamente às práticas de manutenção, deve referir-se que durante o tempo de vida útil do equipamento, cerca de 15 anos, não serão necessárias muitas acções de manutenção, mas sim inspecções periódicas.
As tubagens são fundamentais na construção dos colectores, assim como os elementos de fixação e de guia das tubagens. Assim, estes devem ser fortes, devem permitir o movimento da dilatação térmica das tubagens e devem ser isolados, de forma a evitar-se a ocorrência de pontes térmicas. Além disso, devem minimizar-se os impactes arquitectónicos resultantes das tubagens e dos elementos de fixação.
Manutenção
Uma das principais causas que tem conduzido ao descrédito da população na utilização dos painéis solares térmicos prende-se com a má ou inexistente manutenção da instalação. Mais do que uma correcta instalação é necessário que os utilizadores sintam confiança nos equipamentos e na sua durabilidade para que o investimento seja viável em termos económicos e ambientais.
Assim, a manutenção pode ter um carácter preventivo, que consiste basicamente na inspecção visual periódica dos componentes da instalação; e um carácter correctivo, relacionado com a resolução dos problemas identificados na fase de manutenção preventiva (reparação, substituição e “upgrade”). No geral, as operações periódicas de manutenção a realizar pelo utilizador passam pelo controlo da pressão no circuito e pelo manuseamento das válvulas de segurança; e as operações a realizar pelo responsável de manutenção relacionam-se com a verificação da existência de bolhas de ar, com a
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averiguação da funcionalidade de todas as válvulas, com a confirmação do funcionamento das sondas de temperatura e com a inspecção visual do isolamento térmico e da área de captação.
A visita para a manutenção anual dos produtos inclui a limpeza dos colectores; a verificação do circulador; a afinação do caudal e da pressão do circuito solar; a verificação do vaso de expansão; o ajuste de pré-carga, se necessário; a verificação da concentração e do pH do fluido anti-gelo; a verificação do estado da estrutura, dos elementos de segurança dos colectores e do grupo de circulação, das sondas de temperatura da instalação e do colector, do ânodo de magnésio do depósito e da válvula de segurança (AQS); a verificação e regulação da válvula misturadora termostática (AQS); a renovação, se necessário, do líquido solar no circuito ou reposição da pressão no circuito fechado; a purga dos colectores e grupo de circulação; a verificação do bom funcionamento de relógios, termóstatos e programadores; a mão-de-obra necessária à substituição de peças; o fornecimento de juntas, sempre que necessário, devido às operações de manutenção; a inspecção visual da instalação solar; e a verificação visual do depósito instalado (AQS) (Portal do Governo Português, 2009).
Por outro lado, a garantia também é um dos pontos-chave quando se trata de manutenção. Nos equipamentos solares, deve ser de seis anos para todos os sistemas e de dois anos para os depósitos. O contrato de manutenção (referente aos seis anos de garantia) é celebrado com o instalador, aquando a instalação do equipamento na casa do cliente. Após esse período a manutenção será da responsabilidade dos fabricantes, os quais terão equipas próprias de manutenção que farão as intervenções e que poderão assegurar o prolongamento deste período (Portal do Governo Português, 2007).