A. Les diverses causes de la rupture
3. L’expiration du contrat
Infrastructure – (HAVAII)
C omo já foi r ef erid o anter iorm ente o Mobi le IP[8] é o pr ot ocol o clás sico de m obili dade glo bal, t ambém des ignad o por m ac ro- m obilidade, nas redes de pr óxim a g eraç ão. Co nt udo, o para digm a a pres ent ado no modelo do Mobi le IP neces sit a de ser subst ancialm e nt e m elho rado d e f or ma a s uport ar am bient es d e m obilidade loc al, tam bém design ados por ambiente s de micro- m obilidade. O f acto de o Mob ile IP prop orc ionar h andov ers tipicam ent e lent os e fa zer um gr ande uso de m ens agens d e c ont rolo o rigi na freque nt emente pr oblem as na r ecep ção e t ransmi ss ão de d ados dur ant e os mesm os. O ut r o pr oblem a acr escido é a dif iculdad e em s uport ar qualida de de serviç o (QoS) em ambie nt es Mobile IP. O f acto de o term inal m udar de e nder eçam ent o IP, Car e-of Address, em cada handov er ef ect ua do dif ic ult a o proc esso d e m a nut enç ão das r es erv as de Q oS e s ubse quent em ente dif icult a t od o o pr oc esso de g aran ti a de quali dade de s erviço n a rede. De st a f orm a a ut ilizaçã o do Mobil e IP em redes de p róxim a ger ação p oder á n ão s er s uf icie nt e p ara ga rantir um conjunt o de r equis it os que s e esp eram das r edes d o f utur o. A Figur a 25 descr eve a arqu it ectur a ger al do HAVAII.
F i g u r a 2 5 – H AV AI I , a r q u i t ec t u r a g e r a l
Tal c om o no Cellula r IP [9] , o HAVAII (Hand off-Aware Wirel ess Inter net I nf rast ruct ure) [ 12] baseia o seu m eca nism o de m obilidad e n o f acto de, p roba bilist icam ent e, o t erm inal se mover m ais
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f requentemente em det erm inad as ár eas da r ede, as qua is sã o g ener icam ent e d esignadas por dom í nios loc ais o u m icr o-d omí nio s. C onse quent em ent e, protoc olos c omo HAVAII [12] e o Ce llular IP [ 9] criaram um nov o proces so de s uporte à m obili dade em r edes est rutu radas o qual se desi gna po r pr ot oc olo de m obilida de loc al o u m icro-mob ilidad e. Nas r edes HAVAII os t ermi nais móv eis m ant êm o seu end ereç am ent o IP dura nt e os hand overs dentro do mesm o m icro- d omí nio. Dest a form a, tal c omo j á ac ont eci a no Cellula r IP, o Home Agent e os t erminais co rr espo ndent es não s ão no tificados da m obilidade do t erm inal móv el t or nando ass im a su a mobilidad e tr ans pare nt e do pont o de vist a do dom ínio g lobal, ou s eja da m ac ro- m obilidade.
Apes ar de no micro -dom í nio o pr ot ocolo de m obilidade se r o HAVAII, nest a arqui tect ur a o me cani sm o que dará suport e à m obilidade global cont in ua a s er o Mob ile IP. Est a c onjun ção da m icro e mac ro m obilid ade em dom í nios dist int os na r ede permit em a os pr ot oc olos com o o HAVAII e Cellul ar IP minimizarem o im pact o d a m obi lidade r ápida nos re cur sos da rede assim como o dist úrbi o n as c om unicaç ões act iv as dos t erm inais. O HAVAII é um protocol o d e m icro-mob ilidad e hier arquizad o que pode s er co nstit uí do por vários m icro- dom ín ios.
F i g u r a 2 6 – H AV AI I , r e g i s t o n a r e d e
Tal c om o n o Cellula r IP as r ot as ao lon go do mic ro -dom í nio sã o criadas at r avés de p acot es d e s inali zação específ icos que percorrem a r ede des de o term inal mó vel at é ao Domain Root Rout er. Q uan do o termi nal se liga na rede pela primeir a vez, ele env ia um a m ens agem p at h s et up p ower up mess age indic ando a s ua pres enç a e perm itind o assim que a r ede cr ie o enc ami nham e nt o desd e o Do main R oot
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49 R out er at é ele. A Figur a 26 d esc reve o proc esso de criaç ão das p rim eir as r ot as na r ede do m icr o- dom ínio.
N o HAVAII, t al c omo já aco nt ecia anteriormente no Cellular IP, tod os os r out ers d o m ic ro-dom íni o gu ardam as ro tas para os termi nais c om base em c aches do t ipo s oftst at e. As cac hes so ftst at e são list as o nde os e leme ntos t êm u m pr azo d e vali dade. Dado q ue cada item da tabela t em um prazo de ex pir açã o, e les s ão aut o- r em ovid os pelo r out er a parti r do m om ento que não f orem r ef re sc ados p erio dicam ent e.
F i g u r a 2 7 – H AV AI I , r ef r e s c a n d o a s ro t a s n a r e d e
A Fi gura 27 ilust ra o pr ocesso de r ef rescam ent o de rot as no HAVAII. Est e proc es so to rna os pr ot ocol os de redes m ais r obust os e capazes d e lidar com f al has de sinalizaç ão e inc ons istências d e r ot as. Dev ido ao fact o d e t odos os route rs ut ilizar em caches sof tst at es o t erm inal móv el, m esm o quando não est á em movim ent o, tem que enviar per iodicam ent e m ens agens pat h refr esh mess ages d e f orma a r ef resc ar a su a entrad a ao longo do Mic ro- Dom ín io. No HAVAII os han dove rs são ef ec tuados se gundo a pol ítica Bre ak- Bef or e-Mak e. E st a políti ca, t al como já ac ont ec ia no Cel lular IP, d esig na qu e os t erminais ef ect uam sem pre hando ver s r eactivos. C omo t al, quan do um term inal m óve l se m ov e para um nov o po nt o d e acesso, ele usa me nsag ens do t ipo p ath s et up update me ssages par a act ualizar a s ua r ot a na rede. Est as m ens agens s ó sã o enviadas d epois de o t erm inal ch egar ao ro ut er de dest in o. A Figur a 2 8 d escreve o pr oced imento d e handov er n as r edes HAVAII.
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F i g u r a 2 8 – H AV AI I , p r o c e d i m e n to d e h an d o ve r
C omo pode v erificado pela d escriç ão efect uada ant eri orm ent e, o HAVAII é um pr ot oco lo m uito s em elhant e ao Cellu lar IP. As g rand es dif ere nças entr e est es dois pr ot oco los prete ndem -s e ess encialm ent e n o f acto d e o HAVAII não utilizar Pagin g Are as, vist o ser um a pro prie dade das r edes celulares, e of er ec er o supo rt e nat iv o p ara qua lidade de se rv iço ( Qo S). A qual idade de se rv iço é ef ect uad a a o longo dos n ós da ár vor e, atr av és das m ens agens Pat h, perm itind o QoS por f lux o de dados m esm o em cená rios de mobilidade. P or out r o l ado, o Cellul ar IP não gara nt e re ser vas de qualid ade de serviço n a célula dur ant e os cená rios de m obili dade. Contu do, o Cellu lar IP efect ua um a mel hor utilizaç ão dos rec urs os d e rede atr avés dos p roc essos de pagi ng e de dual ism o e nt re os estad os act iv o o u d orm ent e q ue o term inal p ode ofer ec er. P or f im, pode-se c onc luir tam bém que os mec anism os de s uporte p ara m obil idade IP s ão em am bos m uit o semelhant es, ef ec tuados atr avé s da prop agaç ão de m ens agens esp ecia is ao lo ngo da r ede do m icr o-d omínio .
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