4.2 Mod´elisation de la structure fine
4.2.7 Evolution du splitting d’´echange
Esta dissertação teve como objetivo identificar as razões que levam os fundos de pensão a buscarem investimentos que estejam alinhados com estratégias de responsabilidade socioempresarial e influenciar as empresas participadas na implantação de tais estratégias.
Para isso, buscou-se no estudo de caso da PREVI compreender o posicionamento de seus gestores com relação às estratégias de responsabilidade socioempresarial, como estão se comportando os dirigentes das empresas investidas e quais estratégias estão sendo adotadas pela PREVI junto às empresas investidas.
Não obstante o objetivo instrumental apresentado nos discursos, a PREVI, no papel de indutora do comportamento da indústria de entidades fechadas de previdência, assumiu o compromisso de liderar o movimento de investimentos responsáveis por entender que essa estratégia protege os investimentos do sistema, bem como amplia o número de sócios com a visão de responsabilidade socioempresarial.
Essa postura de liderança não só tem alcançado os sócios, mas também os gestores, que têm percebido que a adoção de RSE entre suas estratégias passa a ser uma condição para os fundos de pensão destinarem seus recursos. Foi possível identificar nas entrevistas que RSE não tem sido um critério decisivo e excludente nos investimentos, em um primeiro momento, pois a PREVI tem buscado uma mudança de postura no mercado, definindo políticas e códigos de governança que estabelecem patamares a serem observados pelos tomadores de recursos que procuram a PREVI como alternativa de investidor. Nos depoimentos apresentados identificou-se que os dirigentes das empresas têm percebido que deverão respeitar estes critérios caso queiram ofertar negócios para a PREVI.
O efeito educador do mercado tem surtido certo efeito, visto que ao participar dos fóruns mundiais sobre RSE, os gestores da PREVI têm recebido dos representantes do board do PRI (Principles for Responsible Investments) sinalização de que o Brasil tem apresentado um comportamento positivo com relação à RSE, em linha com os relatos tratados durante as entrevistas, quando foi apontado como um facilitador a disposição dos gestores das empresas em aderirem à RSE.
Sandberg (2010) propõe que seja promovida uma reforma legal que dê conforto aos detentores dos deveres fiduciários em decidir pelo investimento socialmente responsável, porém essa questão parece superada pelos gestores da PREVI, que entendem que, ao investir em empresas responsáveis socialmente e ambientalmente, estão cumprindo o dever que lhes fora delegado, não percebendo como necessários instrumentos legais que norteiem suas decisões. Ressalte-se que os gestores são mais favoráveis a que as leis e normas ampliem a possibilidade de investimento e não construam um modelo que determine limite mínimo obrigatório de investimentos classificados como responsáveis.
Conforme observado nas entrevistas, a PREVI vem, por suas Políticas de RSA e de Investimentos bem como pelos códigos de governança, disciplinar as relações com os demais stakeholders. Além dessas ações, a PREVI vem aderindo a diversos pactos que fortalecem a estratégia de RSE de forma a influenciar os demais investidores institucionais, em especial os fundos de pensão, sinalizando para o mercado que a disponibilização de seus recursos estará condicionada ao atendimento dos princípios que norteiam tais pactos.
Diante da questão levantada nessa pesquisa sobre a razão que os fundos de pensão têm para impulsionar suas empresas investidas a adotarem ações de RSE, foi possível identificar que o foco principal é o comportamento dos ativos de investimentos e a mitigação de seus riscos, uma vez que esses ativos serão mantidos em suas carteiras de investimentos por um longo prazo e necessitam permanecer sustentáveis ao longo de toda a sobrevivência do plano de benefício.
Importante ressaltar que a seleção dos sujeitos foi um fator limitante, tendo em vista que só foram entrevistados aqueles que estão diretamente relacionados com os investimentos responsáveis e com a política de RSA. Entretanto, outros gestores também têm poder de influenciar as decisões, não foram entrevistados, devido à limitação de tempo para se efetuarem todas as entrevistas. Não obstante este fato, entende-se que os entrevistados representam o posicionamento da Instituição sobre o tema debatido nesta dissertação.
Outro aspecto limitante desta dissertação é o fato do mestrando ser empregado da empresa; entretanto, pelos resultados apresentados, houve isenção com relação aos posicionamentos narrados pelos diversos entrevistados, tendo em vista que foi assumido compromisso de sigilo em relação à divulgação dos participantes do estudo de caso.
Tendo em vista o posicionamento adotado pelos gestores da PREVI e as características particulares deste fundo de pensão, como alternativa de estudo, sugere-se que as entrevistas sejam ampliadas a outros fundos de pensão de forma a ratificar ou não este posicionamento, esclarecendo que fundos de pensão de menor porte financeiro poderão ter outras visões sobre RSE, em especial pelo fato de a gestão de seus investimentos estar em boa parte delegada a gestores de fundos de investimentos, diferentemente da PREVI, que faz a gestão dos seus ativos de forma direta.
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