Este Relatório Final, foi o culminar de todas as aprendizagens realizadas ao longo do Mestrado em Ensino de Música realizado no ISEIT. Todas as aprendizagens adquiridas e desenvolvidas ao longo deste trajeto, foram de extrema importância para o desenvolvimento pessoal e profissional.
Na parte pedagógica deste Relatório, podemos destacar todas as reflexões e atividades que foram realizadas ao longo de todo o estágio pedagógico no CRP. Essas
99
reflexões foram certamente uma mais-valia, visto que é através delas que o professor consegue adaptar todas as suas ações pedagógicas à realidade dos seus alunos. As atividades realizadas ao longo do estágio, foram exercidas sempre de acordo com a aquisição das competências necessárias que são comuns a todos os docentes de todos os níveis de ensino.
Como resultado da investigação-ação e na ótica da solução de um problema sentido no ensino do instrumento, elaboramos um conjunto de propostas para implementar na escola. Assim, o CRP poderá no futuro ter uma melhor interação entre os E. E. e os professores. As propostas são: Ateliers com os E. E., Workshops de instrumento, sessões de esclarecimentos, concertos que integrem os E. E. nos vários agrupamentos do Conservatório, reuniões de avaliação, entre outros.
Relativamente à investigação realizada, deve-se referenciar que apesar da pouca experiência em realizar um trabalho desta envergadura, procurou-se realizar uma recolha e análise de dados de forma séria, ficando a porta aberta para futuros investigadores que queiram desenvolver o tema do estudo acompanhado pelo encarregado de educação na aprendizagem de um instrumento musical, pois atualmente não existem muitas investigações ligadas a esta temática (âmbito nacional).
No final deste relatório, salienta-se que é fundamental para um professor investir na sua formação contínua, pois só assim poderá melhorar e aperfeiçoar todas as suas estratégias de ensino, para que os seus alunos possam evoluir e desenvolver as suas aptidões artísticas.
As últimas palavras vão para todas as pessoas e instituições que de forma direta ou indireta ajudaram a concluir o presente Relatório Final. Sem essa preciosa ajuda, seria mais difícil chegar ao fim desta etapa tão importante.
100
Bibliografia
Abreu, D. S. C. (2016). A relação escola-família como potenciadora do sucesso
educativo. Escola Superior de Educação de Paula Francinetti. Porto.
Araújo, M. d. S. (2015). Família, Escola e Sucesso Escolar. Coisas de Ler edições. Azevedo, et al (2013), A Estratégia de Triangulação: Objetivos, Possibilidades,
Limitações e Proximidades com o Pragmatismo. IV Encontro de ensino e
Pesquisa em Administração e Contabilidade.
Barry, N. H. (1996). Promoting reflective practice in an elementary music methods
couse. Journal of Music Teacher Education, 5 (2), 6-13.
Bell, J. (1993) Como realizar um projeto de investigação. Lisboa: Gradiva. Bloom, B.S. (1985). Developing talent in young people. New York: Ballantine.
Brokaw, J.P. (1982). The extent to which parental supervision and other selected
factors are related to achievement of musical and technical-physical characteristics by beginning instrumental music students. Unpublished PhD
dissertation, University of Michigan.
Convenção sobre os direitos da criança. Adotada pela assembleia geral nas Nações
Unidas em 20 de Novembro de 1989 e ratificada por Portugal em 21 de Setembro de 1990.
Creech, Andrea and Susan Hallam (2011). Learnig a musical instrument: The influence
of interpersonal interaction on outcomes for school-aged pupils. Psychology of
Music, journalspermission.nav.
Dias, M. O. (2011). Um olhar sobre a família na perspetiva sistémica o processo de
comunicação no sistema familiar. Gestão e desenvolvimento, 19, p. 139-156.
Ekong, G. E. (2013). Effect of Parental Musical Interest Background on Their
Children’s Choice of Music as a Course of Study. IOSR journal of Humanities
101
Epstein, J. L. (1987). Toward a theory of family-school connections: Teacher practices and parente involvement across the school years. In K. Hurrealmann, F. Kaufmann, & F. Losel (Eds), Social Intervention: Potencial and constraints (pp. 121-136). New York: DeGruyter.
Ericsson, K. A. (1993). The role of deliberate practice in the acquisition of expert performance. Psychological Review, 363-406.
Fernandes, Domingos, et al (2014). Da génese das tradições e do elitismo ao imperativo
da democratização: a situação do ensino artístico especializado. Universidade
de Lisboa: Almedina.
Fortin, M. (1999). O processo de investigação: da concepção à realização. 2ª ed. Loures: Lusociência.
Gilpatrick, E. (1996). A movement approach to teaching beginning recorder. General Music Today, 9 (3), 11-14.
Ho, Wai-Chung (2011). Parental support and student learning of musical instruments
in Hong Kong. Visions of Research in Music Education, 19.
Kassner, K. (1998). Improving your intelligent questionig. Music Educators Journal, 84 (5), 33-36.
Machado, F. C. S. P. G. (2011). A participação dos pais na escola: o caso de jardins de
infância da Misericórdia da Maia. Dissertação de Mestrado, Instituto Superior
de Educação e Trabalho.
Manta, Ana (2015). Motivar os filhos para o estudo. Lisboa: Clube do Autor.
Margiotta, Mimia (2011). Parental support in the developmentof young musicians: a
teacher’s perspective from a small-scale study of piano students and their parents. Autralian journal of Music Education.
Mauss M. (1934). Les techniques du corps in Sociologie et Anthropologie, PUF, Paris. McCarthy, M. (2007) Better Practice in Music Education. Series Editor: Maryland State
102
Palacios, J., & Rodrigo, M. J. (2008). Família y desarrollo humano (2-13). Madrid: Alianza Editorial.
Pederiva, P. L. M. (2004). A relação músico-corpo-instrumento: procedimentos
pedagógicos. Revista da ABEM, Porto Alegre, V. 11, 91-98.
Pereira, A. F. S. (2010). A dinâmica relacional entre a família e a Escola Sob o olhar
do aluno. Universidade do Algarve. Faculdade de ciências humanas e sociais.
Perraudeau, M. (2006). As estratégias de aprendizagem. Lisboa: Instituto Piaget.
Picanço, A. L. B. (2012). A relação entre escola e família – As suas implicações no
processo de ensino-aprendizagem. Escola Superior de Educação João de Deus.
Pinto, A. (2004). Motivação para o Estudo de Música: Fatores de Persistência. Revista Música, Psicologia e Educação; Nº6. Escola de Educação do Porto.
Portugal, Constituição (1976). Constituição da República Portuguesa. Lisboa, 2015. (Sétima Revisão).
Price, H. E. (1989). An effective way to teach and rehearse: Research supports usin
sequential patterns. Update: Applications of Research in Music Education, 8,
42-46.
Quivy, R. & Campenhoudt, V. L. (2013). Manual de investigação em ciências sociais. Lisboa: Gradiva.
Regulamento de Prática de Ensino Supervisionada Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares 2016/2017. Almada: Campus Universitário
de Almada.
Sang, R. C. (1987). A study of the relationship between instrumental music teacher’s
modeling skills and pupil performance behaviors. Bulletin of the Council for
Research in Music Education, 91, 155-159.
Sloboda, J. et Al., (1996). O papel da prática do desenvolvimento de músicos
executantes. British Journal of Psychology pp. 287 -309.
Smith, P., Cowie, H. & Blades, M (2001). Compreender o desenvolvimento da criança.
103
Suzuki, S. (1969). Nurtured by Love. A New Approach to Education. New York: Exposition Press.
Suzuki, S. (1998). Shinichi Suzuki: His speeches and essays. Warner Bros.
Trindade, Alexandra (2010). A iniciação em violino e a introdução do Método Susuki
104 Recursos de Internet http://www.sfh.pt a 22/01/2017. https://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia. Legislação Decreto-Lei nº 240/2001 de 30 de Agosto. Decreto-Lei nº 43/2007 de 22 de Fevereiro. Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de Julho. Despacho nº 17932/2008 de 3 de Julho. Despacho nº 15045/2011, de 7 de Novembro. Portaria n.º 225/2012 de 30 de julho. Portaria n.º 691/2009 de 25 de junho. Portaria n.º 243-B/2012, de 13 de Agosto.