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Les professionnels et leurs discours

4.5 Correspondance et discours professionnel

A amostra em estudo foi maioritariamente constituída por SCU com tempo de gestação entre 36 e 40 semanas (Fig. 19).

Fig. 19 - Percentagem de unidades de sangue do cordão umbilical por tempo de gestação.

O peso dos bebés variou entre 2280 gramas e 4730 gramas com média de 3307.62 (±DP) 490.20 gramas. Há diferenças significativas entre o tempo de gestação e o peso do bebé. Quanto maior o tempo de gestação, maior o peso do bebé (Fig.20).

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Existem correlações estatisticamente significativas entre o volume inicial da unidade e o número de TNC final (r=0.335; p<0.001), o número de células CD34+ totais (r=0.343; p< 0.001) e viáveis (r=0.331; p<0.001); entre a idade materna e o número de células CD34+ totais (r=-0.155; p=0.038) e viáveis (r=-0.152; p=0.042); e entre o peso do bebé e o volume inicial da unidade (r=0.179; p=0.016) e o número de TNC final (r=0.155; p=0.038).

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As células estaminais do sangue do cordão umbilical apresentam inúmeras aplicações terapêuticas em doenças hemato-oncológicas, justificando-se assim a sua criopreservação para uso alogénico. A possibilidade de expansão, a capacidade de diferenciação nos diferentes tipos celulares e a terapia celular abrem portas à aplicação destas células do SCU a outras patologias que não hematológicas. Neste sentido, surge a controvérsia da criopreservação do SCU em bancos públicos ou privados.

A existência do Banco Público de sangue do cordão umbilical é muito importante na transplantação, pois pode fornecer dadores alogénicos de células estaminais com grande rapidez, devido ao sangue criopreservado estar prontamente disponível para uso, sem necessidade de se aguardar por um dador de medula óssea.

O SCU é particularmente útil em doentes de grupos étnicos minoritários, dado que as exigências de compatibilidade são menores comparativamente às amostras de medula óssea de dadores não aparentados.

A caracterização das unidades do sangue do cordão umbilical facilita a compreensão de factores que afectam a qualidade e a melhoria dos resultados do transplante. Por esta razão, as normas para o processamento, quantificação, manipulação e congelamento estabelecidas na lei devem ser seguidas, a fim de garantir a qualidade e segurança biológica da unidade a ser utilizada.

A transplantação com sangue do cordão umbilical tem sido realizada maioritariamente na pediatria, devido à maior facilidade de encontrar sangue do cordão umbilical mais adequado para pacientes de menor peso (Bambach, 2001).

Não foram encontradas diferenças significativas por género em nenhum dos parâmetros. McGuckin (2007) refere que o único parâmetro que não demonstrou correlação significativa no estudo deles foi o género. Portanto, pode considerar-se que o sexo da criança não interfere com os parâmetros avaliados para a criopreservação do sangue do cordão umbilical.

Existem diferenças significativas entre TNC final por tipo de parto. O valor de TNC é maior no parto vaginal, o que é concordante com o estudo de McGuckin(2007) que refere que o parto vaginal proporciona maior valor de TNC. Omori (2010) observou um valor de TNC relativamente maior no sangue de cordão obtido por parto vaginal.

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Urciuoli (2010) refere que a contagem de TNC foi maior no sangue do cordão umbilical de bebés nascidos por parto vaginal, justificando este facto como uma resposta fetal ao

stress do trabalho de parto.

Há diferenças significativas entre o tempo de gestação e o peso do bebé, tal como esperado, no decorrer de uma gestação normal. Esta variação foi observada neste estudo que abrange bebés com tempo de gestação de 36 a 41 semanas.

Existe correlação entre o número de células CD34+ e o volume colhido inicialmente, o que está de acordo com o resultado obtido no estudo de Askari (2005). Este facto, vem comprovar a importância da determinação prévia do volume de sangue do cordão umbilical como parâmetro de inclusão, ou exclusão na criopreservação, dado que este interfere no conteúdo de células CD34+, parâmetro determinante no sucesso de transplante de células estaminais do sangue do cordão umbilical.

Encontrou-se correlação estatisticamente significativa entre o volume inicial da unidade e o número de TNC final (r=0.335; p<0.001). Jan (2008) relata que o TNC está positivamente associado ao volume.

Foi encontrada correlação estatisticamente significativa entre número de células CD34+ totais (r=0.343; p< 0.001) e viáveis (r=0.331; p<0.001). Quanto maior o número de CD34+ totais, maior o número de CD34+ viáveis. Portanto, obtendo-se uma contagem maior do número de células CD34+ totais, prevê-se que existirá maior número de células CD34+ viáveis.

Existe correlação estatisticamente significativa entre a idade materna e o número de células CD34+ totais (r=-0.155; p=0.038) e viáveis (r=-0.152; p=0.042). Askari (2005) menciona maior contagem de células CD34+ com menor idade materna (p<0.05). Portanto, será de prever que unidades de sangue do cordão umbilical de filhos de mães mais jovens tenham maior número de células CD34+.

Encontrou-se correlação estatisticamente significativa entre o peso do bebé e o volume inicial da unidade (r= 0.179; p=0.016). Mancinelli (2006) cita que o peso do bebé está correlacionado com a obtenção de um maior volume.

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Encontrou-se correlação estatisticamente significativa entre o peso do bebé e o número de TNC final (r=0.155; p=0.038). O peso do recém-nascido está positivamente correlacionado com o valor de TNC (McGuckin, 2007).

Pode concluir-se que os factores obstétricos e o volume inicial interferem com a contagem de células CD34+, realçando assim a importância destes parâmetros na selecção das unidades cujo sangue deverá ser criopreservado e no controlo de qualidade dos mesmos.

Este estudo é importante na medida em que permitiu comparar os dados do único banco público português de células estaminais do cordão umbilical com dados internacionais.

De acordo com dados bibliográficos recolhidos durante a realização deste trabalho, demonstrou-se que é mais frequente a realização de transplantes alogénicos de sangue do cordão umbilical, comparativamente a transplantes autólogos. Desta forma, pode dizer-se que é muito importante e benéfico a existência de bancos públicos, que disponibilizam unidades de sangue de cordão umbilical para transplante alogénico a todos os doentes que o necessitem, contrariamente aos bancos privados familiares.

É imprescindível realizarem-se estudos mais aprofundados na área das células estaminais dadas as suas potencialidades. Desta forma, pode obter-se cada vez mais informações acerca da biologia, quantificação e factores que podem afectar as colheitas do sangue do cordão umbilical.

Tendo em vista o crescente uso das células estaminais do sangue do cordão umbilical, o Banco Público de sangue do cordão umbilical está sempre a ser ampliado, proporcionando o aumento da diversidade étnica e permitindo no futuro a identificação de unidades que contemplem as minorias raciais com todos os seus haplótipos (Anderson, 1997).

A medicina regenerativa é outra área de aplicação das células estaminais do sangue de cordão umbilical, nomeadamente as células de origem autóloga. Diversos estudos em patologias como a diabetes, no tratamento de feridas (Kim, 2010; Castilla, 2012), doenças cardiovasculares, na reparação de tecido cardíaco (Boyle, 2006; Goumans, 2012) e doenças neurodegenerativas, tais como a doença de Alzheimer

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(Abdel-Salam, 2011; Blurton-Jones, 2012) com a reposição celular ou a doença de Parkinson (Lescaudron, 2012) com a produção de células nervosas produtoras de dopamina, trazem uma nova esperança a estes doentes.

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