3.5 Evaluation des pr´edictions par loi d’´echelle
3.5.2 Comparaison
A - Quanto ao número de respondentes por escola
Pelos dados coletados e tratados verificou-se que a escola Balão Mágico apresentou o maior número de respondentes, e a escola Dina Sfat apresentou menor número. É importante ressaltar sobre esta informação que o número de questionários entregue na escola Dina Sfat foi insuficiente para a quantidade de participantes na reunião, e, portanto, o dado não revela de forma suficiente e confiável a medida de frequência e participação nas reuniões. Acrescenta-se a este fato a informação de que, ao todo, o número de questionários entregues foi maior e mais expressivo do que a quantidade de questionários devolvidos em todas as escolas visitadas.
Os números são apresentados na Tabela 1, a seguir.
TABELA 1: Frequência de respondentes por escola
Nome da Escola Frequência %
Altenir Tavares 12 11,8 Balão Mágico 16 15,7 Dionísio Quintino 13 12,7 Dina Sfat 7 6,9 Francisca Duran 12 11,8 João Batista 8 7,8 José Veríssimo 9 8,8 Menino Jesus 12 11,8 Pequeno Príncipe 13 12,7 Total 102 100,0
Fonte: Banco de dados da pesquisa - GPPGAE/UNIR, 2008
B - Quanto ao sexo dos respondentes
Na Tabela 2, a seguir, é possível identificar a frequência de respostas ao questionário distribuído por sexo, sendo que em 89,1% dos casos válidos são pertencentes ao sexo feminino contra 10,9% do sexo masculino. Esse quadro confirma uma tradição feminina na função docente, categoria profissional de maior frequência entre os respondentes.
TABELA 2: Frequência de respondentes por sexo
Sexo dos respondentes Frequência % % casos
válidos Feminino 82 80,4 89,1 Masculino 10 9,8 10,9 Casos Válidos (N) Total 92 90,2 100 Não informaram 10 9,8 Total 102 100,0
Fonte: Banco de dados da pesquisa - GPPGAE/UNIR, 2008
C – Quanto à idade dos respondentes
Observa-se na Tabela 3, a seguir, que o grupo de respondentes de faixa etária entre 30 e 39 anos alcança 33,4% do total. Se somados aos 19,6% dos casos que pertencem à faixa etária de 20 a 29 anos, esse percentual atinge 53% do total de casos. Logo, 53% dos casos estudados representam uma população jovem, que varia entre 20 e 39 anos de idade.
TABELA 3: Frequência de respondentes por idade
Idade dos respondentes Frequência %
De 20 a 29 anos 20 19,6 De 30 a 39 anos 34 33,4 De 40 a 49 anos 25 24,5 De 50 a 59 anos 3 2,9 Casos Válidos (N) Total 82 80,4 Não informaram 20 19,6 Total 102 100,0
Fonte: Banco de dados da pesquisa - GPPGAE/UNIR, 2008
D - Quanto à função profissional
Observa-se ampla maioria da função de professor no quadro de servidores da educação no município, com 69,1% dos casos válidos, sendo que os 7,2% que estão em função gestora atualmente, pertencem, em origem, a essa mesma categoria profissional. Veja Tabela 4, a seguir.
TABELA 4: Frequência de respondentes distribuídos por categorias profissionais
Função Frequência % % casos
válidos Funcionário 20 19,6 20,6 Gestor 07 6,9 7,2 Outros/estagiário 03 2,9 3,1 Professor 67 65,7 69,1 Casos Válidos (N) Total 97 95,1 100 Não informaram 05 4,9
Total 102 100,0 Fonte: Banco de dados da pesquisa - GPPGAE/UNIR, 2008
E - Quanto ao tempo de exercício na função
Pode-se observar, na Tabela 5, a seguir, que 30,4% dos casos estudados se encontram na faixa entre 10 e 15 anos de exercício na função. Esse fenômeno descreve uma população jovem e experiente com relação à função que desempenha, estando a função docente em ampla maioria. Ao olharmos para os dados referentes às faixas “Menos de 3 anos” e “Mais de 30 anos”, outro fato observado revela que o número de servidores da educação no município que ingressaram recentemente na carreira – 17,6% - é significativamente maior em relação ao número de servidores em vias de aposentadoria – 5,9% do total de casos somando as faixas “Entre 25 e 30 anos” e “Mais de 30 anos”. Isso significa dizer que o sistema de educação municipal tem reposto, satisfatoriamente e de forma gradativa, o quadro de servidores da educação, ainda que esse número não represente um patamar satisfatório para o atendimento da demanda escolar.
TABELA 5: Frequência de respondentes distribuídos por tempo de exercício na função
Tempo de exercício na função Frequência %
Menos de 3 anos 18 17,6 Entre 3 e 5 aos 12 11,8 Entre 5 e 10 anos 01 1,0 Entre 10 e 15 anos 31 30,4 Entre 15 e 20 anos 11 10,8 Entre 20 e 25 anos 18 17,6 Entre 25 e 30 anos 04 3,9 Mais de 30 anos 02 2,0 Casos Válidos (N) Total 97 95,1 Não informaram 05 4,9 Total 102 100,0
Fonte: Banco de dados da pesquisa - GPPGAE/UNIR, 2008
F - Quanto ao nível de ensino que atua o professor
Ao somarmos os percentuais válidos referentes aos profissionais que atuam nos anos iniciais do ensino fundamental, na educação infantil e aqueles que atuam em ambos os níveis, têm-se uma maioria de 61,8% dos respondentes. Juntos, esses atendem a uma clientela de crianças que varia entre 0 e 10 anos de idade. Ao olharmos separadamente para os dados,
verificamos que 34% dos professores atuam exclusivamente na educação infantil. Esse dado nos dá pistas para inferir que a população de crianças de 0 a 5 anos de idade constitui a maior demanda de mão de obra do município, confirmando esse nível de ensino como o de maior demanda de profissionais dos municípios, por ser de sua competência legal. Vejamos a tabela 6, a seguir:
TABELA 6: Frequência de respondentes distribuídos por nível de ensino conforme atuação profissional
Nível de ensino de atuação dos professores Frequência % % casos válidos
Ensino Fundamental anos finais 10 9,8 10,3
Ensino Fundamental anos
iniciais 23 22,5 23,7
Educação Infantil e Ensino Fundamental anos finais
01 1,0 1,0
Educação Infantil 33 32,4 34
Educação Infantil e Ensino
Fundamental anos iniciais 04 3,9 4,1
Não é professor 26 25,5 26,8
Casos Válidos (N)
Total 97 95,1 100
Não informaram 07 4,9
Total 102 100,0
Fonte: Banco de dados da pesquisa - GPPGAE/UNIR, 2008
G - Quanto ao grau de escolarização dos respondentes
Os dados informados nas Tabelas 7 e 7.1 demonstram que o sistema municipal de educação de Rolim de Moura está bem representado no que concerne à qualificação do seu quadro de profissionais. Isso porque 34,4% dos casos investigados possuem ensino superior e 37,3% possuem pós-graduação. Logo, um quadro bastante qualificado em termos de formação e titulação. Um olhar mais acurado demonstra que, dos 35 casos que concluíram o ensino superior, 23 o fizeram na modalidade presencial contra 12 que o fizeram na modalidade à distância. Ao passo que, dos 23 casos que fizeram o ensino superior presencial, 12 deles fizeram o curso especial de formação PROHACAP – Programa de Habilitação e Capacitação de Professores37 - e 11
37 O PROHACAP foi um curso de graduação, de caráter especial e finito, para formação de
professores leigos da rede pública de educação em Rondônia, nas diversas áreas de licenciatura. Os cursos foram desenvolvidos pela Universidade Federal de Rondônia em
fizeram em cursos regulares de formação. Dos 38 respondentes que concluíram a pós-graduação, 36 deles as fizeram na modalidade presencial. Vejamos os dados a seguir.
TABELA 7: Frequência de respondentes distribuídos por nível de
escolarização Frequência % Ensino Fundamental 06 5,9 Ensino Médio 11 10.8 Normal Superior 06 5,9 Superior 35 34,4 Casos Válidos (N) Pós-Graduação 38 37,3 Não informaram 06 5,9 Total 102 100,0
Fonte: Banco de dados da pesquisa - GPPGAE/UNIR, 2008
TABELA 7.1: Distribuição do grau de escolaridade por modalidade de ensino
7.1ª Frequência presencial distância
Normal Superior 06 04 01 Superior 35 23 12 Pós-Graduação 38 36 02 Casos Válidos (N) Total 82 Não informaram 20
7.1B Freq. presencial Prohacap Regular
Superior 23 12 11
Total 102 Fonte: Banco de dados da pesquisa - GPPGAE/UNIR, 2008
Pelo perfil apresentado, observa-se uma comunidade jovem, essencialmente feminina e com maioria significativa na função de professoras exercendo a profissão há mais de dez anos. Quanto à formação profissional dessa comunidade, constata-se um quadro qualificado, com maioria de respondentes formados em nível de pós-graduação e atuantes na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental.
parceria com a Secretaria de Estado de Educação e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Rondônia.