• Aucun résultat trouvé

Clustering and Prediction of Rankings Within a Kemeny Distance Framework

Dans le document Algorithms from and for Nature (Page 38-41)

Amorim, D., Guimarães, A., Soares, A., & Machado, Z. (2012). Rítmica e Dança nos Currículos dos Cursos de Educação Física. [Versão eletrónica]. Revista Pensar A Prática, 15(3), 743-758. Consult. 12 de Dezembro de

2012, disponível em

http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/15089.

Diniz, T.; Manso, N. & Pereira, A. (s.d.). Dança e motivação: O processo ensino-aprendizagem nas aulas de educação física.

Freire, I. (2001). Dança-educação: O corpo e o movimento no espaço do conhecimento. Cadernos Cedes, ano XXI, nº 53.

Lee, J.; Lee, H.; Ko, B. & Boswell, B. (2013). Effects of creative dance on students’ self-expression and perceptions of dance. Internacional Journal of Apllied Sports Sciences, Vol. 25, Nº1, 68-77.

Pizzatto, C. (s.d.). As atividades rítmicas e expressivas como conteúdo nas aulas de educação física.

Tanabe, C. (2012). O que é Educação Física? Consult. 30 de abril de 2017, disponível em http://www.educacaofisica.com.br/carreiras2/empreendedor- individual/educacao-fisica/.

113

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Foi num abrir e fechar de olhos. É assim que classifico o término do estágio e deste documento.

Esta foi uma das melhores experiências que tive na minha vida, estou com um sentimento de missão cumprida, com um sorriso no rosto, grata pelo que passei e orgulhosa do que consegui alcançar.

Foram diversas experiências e vivências passadas durante o EP, cada momento foi uma aprendizagem, independentemente de ter sido bom ou menos bom. Os bons foram incentivos para continuar e saber que estava no caminho certo, os menos bons serviram de lições, foram úteis para crescer, aprender e melhorar.

Devemos estar cientes que a capacidade para a função de professor vai- se aperfeiçoando e desenvolvendo ao longo dos anos (Marques, 2011), e este é apenas o início de um longo caminho a percorrer.

O estágio fez-me perceber que ser professor não é apenas dar aulas, é entregar-se à turma de braços abertos, pronto a demonstrar todo o seu conhecimento e sabedoria, onde através de métodos mais lúdicos e apelativos é ensinado ao grupo aquilo que é pretendido. É despender muito do seu tempo dedicado à construção das aulas da melhor maneira, é manter-se sempre em constante atualização para que a informação chegue aos alunos nas melhores condições possíveis e na versão mais recente.

Ser professor é sinónimo de lidar com pessoas com características e feitios diferentes a toda a hora, onde a imparcialidade e entrega deve ser igual e ao mesmo tempo distinta por sermos todos diferentes. É estabelecer relações afetivas com os alunos, pois irá promover um bom clima na aula, aliado à exigência, quanto basta, e ao entusiasmo.

É ter uma participação na escola e a relação com a comunidade ativa, porque são fundamentais para que o docente se integre na escola e construa ferramentas de gestão e organização.

Eu mudei, eu cresci com este estágio, quer em termos pessoais, quer em termos profissionais. Houve uma grande evolução na forma de atuar perante as adversidades, quer ao nível das aulas quer ao nível relacional, e no modo

114

de pensar. Estou crítica em relação a diversas situações, assim como a minha capacidade de reflexão está mais avançada em relação ao início do estágio.

Já começo a sentir uma pequena nostalgia, vou sentir saudades de todas as pessoas que de forma direta ou indireta estiveram envolvidas no meu EP, os meus alunos, professores, funcionários, ambiente vivido no gabinete de EF, entre outros.

E assim foi... O sonho de criança está praticamente realizado. Estou convicta que um dia vou voltar à docência, e fazer aquilo que mais gosto, porque nós somos do tamanho daquilo que sonhamos, por isso temos que ser grandes.

115 BIBLIOGRAFIA

Almeida, R. & Gouveia, R. (s.d.). Orientações curriculares para educação pré- escolar: O jogo. Consult. 5 de maio de 2017, disponível em http://www.prof2000.pt/users/cfppa/circuloestudos/jogo/jogo.htm.

Arends, R. (1995). Aprender a ensinar. Lisboa: McGraw-Hill.

Azevedo, M. (2006). Análise da instituição escolar. Escola exclusiva/inclusiva. Consult. 30 de novembro de 2016, disponível em http://www.naincerteza.com/site/page4/files/Escola%20Inclusiva.pdf7.

Batista, P. & Queirós, P. (2015). O estágio profissional enquanto espaço de formação profissional. In Batista, P.; Queirós, P. & Rolim, R. (Eds), Olhares sobre o estágio profissional em educação física, Porto: Editora FADEUP, p.33- 51.

Batista, P.; Queirós, P. (2015). (Re)colocar a aprendizagem no centro da educação física. In R. Rolim, P. Batista & P. Queirós (Eds), Desafios renovados para a aprendizagem em educação física, Porto: Editora FADEUP, p. 29-43.

Bento, J. (1987). Planeamento e avaliação em educação física. Coleção Horizonte da Cultura Física. Livros Horizonte. Lisboa.

Bento, J. (2003). Planeamento e avaliação em educação física (3 ed.). Lisboa: Livros Horizonte.

Bento, J. (2007). Material de apoio da disciplina de pedagogia do desporto da licenciatura em ciências do desporto da FADEUP.

Borko, H. (1986). Clinical teacher education: The induction years. In J. Hofman e S. Edwards (eds.). Reality and reform in clinical teacher education. New York: Random House, p. 45-64.

116

Caires, S., & Almeida, L. S. (2000). Os estágios na formação dos estudantes do ensino superior: Tópicos para um debate em aberto. Revista Portuguesa de Educação, 13(2), 219-241.

Campos, B. P. (1995). Formação de professores em Portugal. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.

Costa, J. (1998). A escola e o desporto – Dossier do professor. Porto: Porto Editora. Cunha, A. (2008). Ser professor: Bases de uma sistematização teórica. Braga:

Casa do Professor.

Declaração Universal dos Direitos Humanos. (s.d.). Preâmbulo. Consult. a 30 de novembro disponível em http://www.gddc.pt/direitos-humanos/textos- internacionais-dh/tidhuniversais/cidh-dudh.html.

Decreto regulamentar n.º 10/99, de 21 de julho – artigo 7º. Consult. a 30 de abril

disponível em

http://www.netprof.pt/ApoioProfessor/Legislacao/Professor/Pedagogica/DecReg _10_99_21jul.htm.

Estrela, T., Esteves, M., & Rodrigues, A. (2002). Síntese da investigação sobre formação inicial de professores em Portugal (1990-2000). Cadernos da Formação de Professores. Porto: Porto Editora.

Godinho, M., Mendes, R., Melo, F., & Barreiros, J. (2007). Fatores de aprendizagem. In M. Godinho (Ed.), Controlo Motor e Aprendizagem. Fundamentos e Aplicações. Cruz Quebrada: Faculdade de Motricidade Humana.

Godinho, M., Mendes, R., Melo, F., & Barreiros, J. (2007). Organização da prática. In M. Godinho (Ed.), Controlo Motor e Aprendizagem. Fundamentos e Aplicações. Cruz Quebrada: Faculdade de Motricidade Humana.

117

Godinho, M., Mendes, R., Melo, F., & Barreiros, J. (2007a). Instrução e demonstração. In M. Godinho (Ed.), Controlo Motor e Aprendizagem. Fundamentos e Aplicações. Cruz Quebrada: Faculdade de Motricidade Humana.

Graça, A. (2014). Sobre as questões do que ensinar e aprender em educação física, In Mesquita, Bento (Ed.). Professor de Educação Física: fundar e dignificar a profissão. Editora FADEUP, Porto, p. 93-113.

Jacinto, J., Carvalho, L., Comédias, J., & Mira, J. (2001). Programa de educação física 10º, 11º e 12º anos. Cursos científico-humanísticos e cursos tecnológicos. Licenciatura em Ciências do Desporto da FADEUP.

Londoño, J. V. E. (2007). Evaluación de aprendizajes. Un asunto vital en la educación superior. Revista Lasallista de Investigación, 4(2), 50-58. Consult. 5

de maio de 2017, disponível em

http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=69540208.

Lopes, A. (2006). Da formação à profissão – choque da realidade ou realidade chocante? In M. L. Alonso & M. C. Roldão, Ser professor do 1º ciclo – construindo a profissão (p. 85-92). Coimbra: Almedina.

Lopes, A. (2006). Da formação à profissão – Choque da realidade ou realidade chocante? In M. L. Alonso & M. C. Roldão, Ser professor do 1º ciclo – Construindo a profissão (p. 85-92). Coimbra: Almedina.

Marques, D. (2011). A entrada na profissão docente: Contributos para uma reflexão sobre o período de indução. Lisboa: D. Marques. Dissertação de Mestrado apresentada ao Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

Marques, R. (1997a). A Participação dos pais na vida da escola como uma componente do modelo da educação pluridimensional. In Davies, D.; Marques,

118

R. & Silva, P. Os professores e as famílias: A colaboração possível. p. 106-48. Lisboa: Livros Horizonte.

Matiz, L. & Lopes, A. (2009). Áreas do saber, formação inicial e vivências de inserção profissional de professores principiantes: Reflexões sobre dados exploratórios. Atas do X Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagofia. Braga: Universidade do Minho.

Matos, M., Simões, C., Carvalhosa, S., & Reis, C. (1998). A saúde dos adolescentes portugueses. Estudo nacional da rede europeia HBSC/OMS. Aventura Social & Saúde. Consult. 29 de maio de 2017, disponível em www.fmh.utl.pt.

Mesquita, I., & Graça, A. (2012). Modelos instrucionais no ensino do desporto. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do Desporto. Cruz Quebrada: Faculdade de Motricidade Humana.

Mesquita, I., & Rosado, A. (2011). O desafio pedagógico da interculturalidade no espaço da educação física. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do Desporto. Cruz Quebrada: Faculdade de Motricidade Humana.

Neto, C. (2003). Jogo & desenvolvimento da criança. Cruz Quebrada: Faculdade de Motricidade Humana.

Oliveira, M. T. (2002). A indisciplina em aulas de educação física - Estudo das crenças e procedimentos dos professores relativamente aos comportamentos de indisciplina dos alunos nas aulas de educação física do 2º e 3º ciclos do ensino básico. Viseu: Instituto Superior Politécnico de Viseu.

Projeto Educativo de Escola (2010-2014). Escola básica e secundária Gonçalves Zarco.

119

Projeto Educativo de Escola (2014-2018). Escola básica e secundária Gonçalves Zarco.

Ribeiro, L. (1997). Avaliação da aprendizagem (6 ed.). Lisboa: Texto Editora.

Rink, J. (1996). Effective instruction in physical education. In S. Silverman.; C. Ennis (Eds.), Student learning in physical education. Illinois: Human Kinetics.

Rosado, A., & Mesquita, I. (2011). Melhorar a aprendizagem otimizando a instrução. In A. Rosado & I. Mesquita (Eds.), Pedagogia do Desporto. Cruz Quebrada: Faculdade de Motricidade Humana.

Vickers, J. N. (1990). Instructional design for teaching physical activities: a knowledge structures approach. Champaign, IL: Human Kinetics.

Vieira, F. (1993). Supervisão – Uma prática reflexiva de formação de professores. Gondomar: Edições ASA.

Zabalza, M. (1994). Planificação e desenvolvimento curricular na escola. Porto:

XXXII

XXXIV

XXXVI

XXXVIII

XL

ANEXO IV: Questionário Aplicado aos Alunos referente ao

Tema de Investigação

XLII

ANEXO V: Questionário Aplicado aos Professores referente ao

Tema de Investigação

Dans le document Algorithms from and for Nature (Page 38-41)