O Metro é bem colorido, utiliza muitas fotos, textos curtos e muitas imagens. Seu discurso gráfico contempla um layout enxuto, diagramação leve. Os anúncios são colocados em espaços que se encaixam perfeitamente entre as notícias. Os recursos infográficos parecem ganhar mais atenção que as notícias, tudo para ser absorvido rapidamente e atrair a atenção do leitor. Sem falar nos enormes e variados anúncios publicitários que já ocupam muitos dos pequenos espaços do jornal em formato berliner. O resultado é um jornal com mais imagens que notícias.
Ciro Marcondes Filho (2000) destaca que todos os meios de comunicação, inclusive os meios impressos, estariam utilizando os paradigmas próprios dos telejornais: a substituição da verdade pela emoção, o expurgo da reflexão, o modelo esportivo de noticiário, a lógica da velocidade, a popularização e a preferência do ao vivo.
Tais seriam os elementos desse gênero de programa televisivo que o tornam fonte de fascínio e distração para os telespectadores e que não contribuem para a produção de conhecimento, em que se entra em um processo de mero reconhecimento das imagens. Além da TV, o vertiginoso impacto dos computadores e da internet nas últimas décadas supervalorizaram a imagem tornando-a padrão do mundo pós-moderno. É a imagem que vem ditando as
regras da existência: "o grande sistema 'socializador', a grande máquina social dotadora de existência é a tela" (MARCONDES FILHO.1994, p.78).
A imprensa é, principalmente, o reflexo da sociedade contemporânea; é como se a sociedade se olhasse no espelho. E as mutações sociais nessa primeira década do século XXI, com o apogeu do livre mercado, instauram uma lógica de crise generalizada. A imprensa perde sua identidade, seu papel e sua linguagem, e disputa sua sobrevivência numa sociedade instável, marcada prioritariamente pelo universo audiovisual, pela ética da publicidade e pelos interesses econômicos do modelo capitalista. Estamos na era da imagem.
A imprensa vive um paradoxo de ser um elemento chave do processo industrial capitalista e ter de desempenhar sua missão de apresentar a verdade e defender o interesse público. Embora se associe imprensa com verdade, constata-se que a imprensa hoje é principalmente consumo, publicidade e empresa privada. E apesar de o jornalismo pregar que notícia deva ser uma linguagem objetiva, vê-se que o jornal representa a versão dos interesses privados e do mercado. Os jornais contemporâneos são submetidos à lógica do mercado, da audiência e do lucro, que passam a ser produzidos e vendidos dentro da mesma lógica que vende qualquer outro produto.
Para Ciro Marcondes Filho (1989), a estratégia mercadológica aperfeiçoa o próprio sistema de dominação, na medida em que domestica, submete as aspirações populares aos seus modelos predeterminados de satisfação e consumo. “Essa prática contribui para a despolitização do público e, com isso, dirige-se contra os interesses de emancipação e autodeterminação do cidadão” (p. 36).
Inseridos nessa sociedade do consumo, os jornais da atualidade acabam essencialmente impregnados por informações insossas que levam à neutralidade, a apatia e não contribuem para a formação da consciência crítica do leitor-cidadão. A crítica e a as reportagens que promovem a reflexão e a consciência têm dado lugar a amenidades com maior potencial de mercado; com maior potencial de atrair a audiência e, claro, aumentar os lucros.
Outro fator decisivo para a imprensa hoje é a imagem. A concorrência entre o mundo impresso e o audiovisual (que seduz os jovens e conquista a maior parte da publicidade) leva a imprensa em geral a adotar a linguagem audiovisual. O jornal impresso da atualidade possui muitas imagens, buscando com isso atrair e estimular a atenção dos leitores. Parece que quanto mais o jornal for colorido e cheio de imagem, maior a eficácia do produto. Assim, as notícias viram fragmentos, entremeados de fotos, infográficos, tabelas, olhos, ilustrações.
Muitos títulos da imprensa escrita continuam, por mimetismo televisual, adotando características próprias da mídia catódica: maquete da “primeira página do jornal” concebida como uma tela, extensão dos artigos reduzida, personalização excessiva de alguns jornalistas, prioridade do local sobre o
internacional, excesso de títulos chocantes, prática sistemática do esquecimento e da amnésia em relação às informações que já passaram, já saíram da atualidade, etc. (RAMONET, 1999, p. 137).
Na nova era alguns jornais recheiam suas páginas com cores chamativas, muitas fotos, ilustrações, infográficos, textos curtos em letras grandes, muitas notas, planejamento gráfico arrojado. Outras empresas chegam a lançar jornais populares a preços extremamente baixos e acessíveis à população, ou mesmo 100% gratuito, criando um vínculo de fidelidade graças ao suporte financeiro dado exclusivamente pela publicidade e pelas estratégias de promoção.
O resultado de todas essas estratégias de marketing tem sido jornais cada vez mais atraentes, mas com pouco conteúdo e com pouco compromisso com a informação e com o interesse público.
Cientes da importância da sedução visual para atrair leitores, anunciantes e se sobressair em meio à dura concorrência com outros meios (a internet é uma forte concorrente), os jornais impressos investem um capital expressivo para obter tecnologia de ponta, impressão em cores, rapidez na distribuição (gratuita como é o caso do Metro), vantagens comparativas, paginação atraente, preços acessíveis ou mesmo a gratuidade, agilidade.
Com a arte da palavra, coexiste no jornalismo impresso a arte gráfica. O jornal é, antes de tudo, alguma coisa que se vê: do todo se parte para os grandes títulos e para as ilustrações. Importantíssima a paginação. Desce-se, depois, ao texto. Tal como num quadro: em primeiro lugar, o que impressiona num quadro é a composição; depois o ritmo consequente; a seguir, os elementos predominantes e as partes; finalmente, como soma da percepção, o assunto. (KELLY, 1972, p. 22)
Os veículos de comunicação de massa eletrônicos tiveram um grande impulso a partir da Segunda Guerra Mundial, forçando a comunicação impressa a rever sua estrutura comportamental na veiculação de suas mensagens. Com essa nova ordem, o jornalismo impresso diário precisou se adequar e alterar as regras do jogo. Esta permanente necessidade de estar envolvido pela preocupação de sobrevivência fez com que a imprensa buscasse novos caminhos.
Para o jornalista Alberto Dines, com o surgimento da televisão prognosticou-se a morte do jornal diário. Contudo, ele esclarece: “O jornal tem características que a TV jamais poderá superar: pode ser lido, relido e o seu conteúdo pode ser institucionalizado”. E ainda acrescenta: “O jornal aproximou-se do veículo mais próximo, no caso a revista. A TV obrigou o jornal diário a tornar-se seletivo” (DINES, 1986, pp. 69-70). A ordem era mudar para competir e sair em busca de uma convivência pacífica com os chamados meios eletrônicos.
É no design da página e no grafismo18 que a diagramação assume papel de destaque. O uso da atualizada tecnologia que abriu espaço para a explosão de cores nas páginas dos jornais diários é o fator básico dessas mudanças e que deu sustentação ao novo jornalismo industrial dos nossos dias.
O layout da página impressa é o processo primário que impulsiona essa dinâmica. Carregado de intencionalidade e de códigos e léxicos específicos, tem por finalidade básica cativar o leitor. É na etapa do design da página que os recursos técnicos das Artes Gráficas e do marketing publicitário são utilizados para seduzir o leitor. É a força do grafismo e sua carga de intencionalidade traduzida em poder de sedução que vai determinar as regras básicas que constroem o jornal diário. Nessa ponte é que o objeto concretiza seu discurso formal. Códigos, símbolos e signos específicos formam a síntese da página impressa. (SILVA, 2007, p.42)
No jornalismo impresso diário uma dessas determinantes técnicas é o planejamento visual gráfico de uma página. Nele, a diagramação assume papel importante. É nessa etapa do processo de edição que se concentra todo o segredo da linguagem e do discurso gráfico. Seus elementos visuais e seu layout são os instrumentos de linguagem que determinarão o aspecto morfológico das mensagens.
Uma página de jornal, revista, livro, ou de qualquer outro meio de comunicação impressa é o resultado de um trabalho que envolve intenções e ações dirigidas, ou seja, um processo de interação dinâmica entre o emissor e o receptor. Esse processo corresponde à reunião de todos os elementos técnicos dominantes e secundários, isto é, pela tipologia, ilustrações, legendas, espaços em branco, o próprio texto escrito, organizados hierarquicamente e utilizados pela linguagem gráfica planejada, que direciona os caminhos que envolvem a leitura. (SILVA, 2007, p.53)
E não é por acaso que o Metro investe no seu discurso gráfico. Com um layout leve – muitas imagens e pouco texto- o Metro acaba sendo um convite aos olhos do leitor. Percebe- se o cuidado e esmero da equipe de diagramação do jornal no perfeito encaixe entre as poucas notícias e os muitos anúncios publicitários. O cuidado deve ser principalmente em fazer com que o jornal não pareça um panfleto publicitário e sim, um meio de comunicação jornalístico.
O resultado final é um jornal, com muitas publicidades, mas todas muito bem dispostas de maneira que o Metro tem cara de jornal e não de um panfleto recheado de anúncios. Um convite aos olhos, especialmente do leitor ocioso preso nos trens, ônibus e metrô ou nos infinitos congestionamentos de São Paulo. “Como passa-tempo, ele tem funcionado bem”, declarou Alice Nogueira, 18 anos, estudante e leitora do Metro. “
18 Grafismo – Modo de escrever as palavras de determinada lingual. No jargão jornalístico, são todos os
Com esse novo modelo e apresentação gráfica e fragmentação de conteúdos, o Metro integra-se perfeitamente com as principais tendências do jornalismo contemporâneo, estruturado no conceito de diagramação leve, que tem por objetivo acelerar, facilitar e criar novos padrões de conforto para a leitura.
Diante das múltiplas possibilidades de escolha que se apresentam ao leitor sobre o que deve ou não ser lido, criou-se com esse modelo diferenciado de paginação uma estratégia e um ordenamento de leitura acelerada, provocada pela fragmentação dos textos e estimulada pelo design sedutor que conduz os olhos do leitor para uma eleição individualizada do assunto preferido. As capas do Metro, estruturadas em muitas cores e grafismo impresso atuam como sugestivos e sedutores controles remotos ao alcance das mãos do publico leitor. “É um tempo alterado de leitura em que o fator velocidade entra em perfeita sintonia com a técnica.” (SILVA, 2007, p. 110.)
E para aplicar a quarta categoria de análise desta pesquisa, que consiste em analisar o discurso gráfico do Metro, criamos as seguintes sub-categorias aplicadas aqui apenas à capa do referido jornal. São elas: cores utilizadas, quantidade de fotos e quantidade de anúncios publicitários. Acreditamos ser essa categoria de suma importância, afinal o grafismo e layout são as importantes marcas do Metro.
1.2.5 Cores
Ao manusearmos o Jornal, percebemos imediatamente o arco-íris da capa, ou seja, as multicores. Cada editoria vem destacada com uma cor forte, como verde-cana, azul turquesa, rosa Pink e laranja. O nome do jornal vem bem destacado em um tom verde bandeira. Só a cor vermelha que não tem expressividade no Jornal, já que o principal concorrente, jornal Destak (também é gratuito e tem o mesmo perfil), é quase que completamente vermelho.
Durante a semana analisada, de 09 a 13 de novembro, o Jornal circulou com capas exibindo as cores que já são de praxe: o verde-bandeira da logomarca; o rosa Pink da editoria de Diversão; o laranja da editoria de esportes; o azul turquesa da Em foco; o azul escuro da
Mundo e o verde-limão da editoria de Economia.
Modesto Farina, estudioso da teoria das cores, explica que dentro do processo da comunicação visual, o homem diante da cor recebe uma influencia tríplice: a de impressionar, a de exercer e a de construir.
Quando a cor e vista, impressiona a retina. Quando e sentida, expressa, provoca uma emoção. E é construtiva, pois tem um significado próprio, tem valor de símbolo e capacidade, portanto, de construir uma linguagem que comunique uma ideia...na realidade, a cor é uma linguagem individual. O homem reage a ela subordinado às suas condições físicas e às influencias culturais. (FARINA, 1982, p. 27)
A concorrência com outros veículos impressos tais como revistas, e, principalmente, com o advento da televisão em cores, a mídia impressa diária mudou comportamentos e estabeleceu novos valores e padrões visuais, inclusive o uso da cor.
Os diagramadores de jornais precisaram se adaptar a essa nova realidade com o uso da policromia no seu dia-a-dia de trabalho. O domínio técnico para essa atividade é fundamental para que a produção gráfica se processe de modo harmônico no seu resultado final, que é a página impressa.
Modesto Farina nos adverte que os costumes sociais são fatores que intervêm na escolha das cores, e que derivando de hábitos estabelecidos durante longo espaço de tempo, fixam-se atitudes psicológicas que orientam inconscientemente inclinações individuais. Para ele, “a cor é uma realidade sensorial à qual não podemos fugir. Os vários processos de que se ocupa o fenômeno do cromatismo alem de atuarem sobre a emotividade humana, produzem uma sensação de movimento, uma dinâmica envolvente e compulsiva”. (FARINA, 1982, p.101)
No Metro, a construção da primeira página bem colorida visa primeiramente identificar o jornal com o seu publico consumidor. Percebe-se que os diagramadores responsáveis pelo layout do jornal ao misturarem cores chamativas querem passar essa ideia do movimento, do veloz, do atual, do instantâneo. Querem com isso cativar o jovem, seu público-alvo.
Portanto, a difusão e o uso da cor, não apenas no Metro, mas pelos veículos de comunicação de massa impressos de um modo geral, não se limitam apenas ao valor decorativo, nem, meramente estético. Não deve ser encarada apenas como um recurso, mas, acima de tudo, como um procedimento de linguagem e de expressão.
É no moderno design e na atualização tecnológica que o jornalismo impresso diário parte em busca de novos caminhos, segmentando assuntos específicos em cadernos e favorecendo o trabalho do marketing publicitário, num procedimento semelhante ao conquistado pelas revistas e pela própria televisão. A sedução visual é o suporte para esse novo tipo de marketing jornalístico, garantindo a sustentação econômica das corporações jornalísticas, quando provoca novos estímulos de leitura. (SILVA, 2007, p. 74)
Atraído por esse jogo sedutor, o leitor é envolvido pela página impressa sem perceber que se inseriu em um complexo mercadológico. Essa é a força do discurso gráfico enquanto linguagem. É quando um meio se transforma em mensagem.
1.2.6 Fotos
No jornalismo impresso, a fotografia é empregada como um recurso de narrativa jornalística. Segundo Canavilhas (1999), “a imagem colhida no local do acontecimento (...) a verdade da imagem recolhida no local empresta à notícia uma veracidade e objectividade maior do que a simples descrição do acontecimento” (CANAVILHAS, 1999, p.45).
A imagem jornalística deve prescindir de uma legenda ou um texto escrito cuja função é contextualizadora. É regra no fotojornalismo, indiferentemente do suporte, que a imagem produzida seja legível e compreensível. No caso da imagem informativa, é evidente que esta desperta curiosidade e incerteza e, por isso, o espectador/leitor recorre ao comentário verbal.
Toda a representação da imagem informativa se constrói em torno de um discurso retórico com as suas próprias regras de funcionamento (mostrar a causa a partir do efeito, mostrar a parte pelo todo, produzir redundância em detrimento da quantidade de informação semântica) (VILCHES, 1985, p. 175)
No Metro a fotografia é um recurso bastante utilizado. Desde a capa se veem muitas imagens. Por ser um jornal lido geralmente em movimento, ou seja, durante o trajeto do leitor de casa ao trabalho ou vice-versa, dentro dos trens, ônibus, metrô ou nos carros presos nos intermináveis congestionamentos, a imagem acaba sendo mais atraente aos olhos do apressado leitor. De acordo com o ex-editor do Metro, Ricardo Anderaos (informação verbal)19 esse é um dos motivos do jornal investir muito em imagem. “Nosso leitor está em movimento, está circulando e não tem tempo a perder com textos longos e poucas fotos. Por isso trabalhamos com textos escritos enxutos e priorizamos as fotos. Nosso layout (Metro) se assemelha ao layout da web”.
Na edição se segunda-feira, dia 09 de novembro (ver figura 1), o Metro circulou ainda mais colorido; além das cores habituais, destaque para uma fotografia super colorida de uma coleção de livros em homenagem aos 20 anos da queda do muro de Berlim. Na parte bem
19 Ricardo Anderaos deu esse depoimento durante palestra sobre “ títulos gratuitos” no café Intercom da livraria
superior da página, de um lado do nome do jornal, uma foto da atriz Luana Piovani e do outro uma da cantora Madonna. Ainda na capa uma foto do jogo entre São Paulo e Palmeiras, ocorrido no domingo anterior e uma outra foto, da dupla Xitãozinho e Xororó.
Ao todo são cinco fotografias intercalando as mini-chamadas das editorias: Em foco,
Diversão, Esportes e Economia. Não teve chamada da editoria Mundo. No centro da página, a
chamada da matéria principal do jornal, intitulada “65% dos tabagistas começaram a fumar
Figura 1
Na terça-feira, dia 10 de novembro, o leitor recebia o jornal e ganhava uma flanela de limpeza da “Scott”, de brinde.
A capa veio bem colorida (ver figura 2), com textos curtos e uma grande foto de uma manifestação em frente à Universidade Uniban, era um protesto contra a expulsão da aluna Geise Arruda, envolvida em um escândalo nacional por ter sido agredida por usar um vestido curto e bem justo ao corpo.
Figura 2
Nessa edição o Metro circulou com cinco fotografias na capa, sendo uma bem no alto da página da atriz Ashlee Simpson, ao lado da logomarca do nome Metro. Uma foto da cantora Madonna. As duas fotos citadas foram chamadas da editoria Diversão. Uma foto do presidente Lula (chamada da editoria Em foco); uma grande foto ocupando todo o centro da página, do protesto da Uniban (matéria principal). No canto inferior uma foto de Mikhail Kalashnikov, inventor do “fuzil AK-47”. Esta última foto é uma chamada da editoria Mundo.
Na quarta-feira, dia 11 de novembro (ver figura 3), o Metro trouxe uma foto de página inteira de uma pane elétrica que atingiu vários estados brasileiros e também alguns países da América Latina, gerada por um problema na usina de Itaipu. Bem no alto da capa, ladeando o
logotipo do jornal, uma foto da cantora Barbra Streisand e outra da atriz Calista Flockhart. Ambas chamadas da editoria Diversão. Tem ainda uma chamada da editoria Mundo com foto de um jovem que ganhou 8 milhões de dólares no pôquer. No canto inferior da página há ainda uma foto da cantora Madonna, chamada da editoria Diversão, e uma outra chamada da editoria Em foco com uma foto de um automóvel num pátio de uma montadora. Ao todo são seis fotografias.
Figura 3
Na quinta-feira, dia 12 de novembro (ver figura 4 e 5), o jornal circulou com 30 páginas e uma capa-falsa com um anúncio da loja de departamentos “Ponto Frio”. No alto da primeira página, destaque para uma grande foto do apagão causado por uma pane elétrica na
Usina de Itaipu. Tem ainda uma foto da atriz Juliana Paes, chamada da editoria Diversão; uma foto ocupando todo o centro inferior, do jogo do Sport e Palmeiras, chamada da editoria de Esportes e uma outra foto da editoria Diversão com a legenda: “ Bonecos dos Os gêmeos
invadem o Anhangabau”.
Figura 5
Sexta-feira, dia 13 de novembro (ver figura 6), última edição analisada, o Metro circulou com 30 páginas, uma capa falsa da montadora de veículos “Ford”. Na quinta e sexta- feira, quando jornal sai com 30 páginas, ele vem muito mais colorido e imagético. Isso se deve à grande quantidade de anúncios, nos mais variados estilos.
Nessa edição, o jornal trouxe na capa cinco fotografias, sendo assim distribuídas: duas bem no alto, ao lado do nome Metro, uma da cantora Madonna e e outra da também cantora Ana Carolina, chamada da editoria Diversão. Outra foto, chamada do caderno Metro +, com a legenda “Veja como usar minissaia sem criar polemica”. A foto principal, que ocupa todo o centro da página, é de um confronto entre policiais e camelôs na Rua 25 de Março. Na parte
bem inferior, uma foto do filme “A era do gelo 3”. Também uma chamada da editoria
Diversão.
Figura 6