• Aucun résultat trouvé

3.3 Evaluation de la croissance d’une perturbation pr´ ´ eimpos´ ee monomode 2D

3.3.2 Analyse des radiographies de face

ABRAMO, H. W. Considerações sobre a tematização social da juventude no Brasil. Revista Brasileira de Educação, São Paulo, n.5-6, 1997. pp.25-36.

_____________. Juventude: uma agenda nova no debate das políticas. In: FREITAS, M. V. (Org.). Conselho Nacional de Juventude: natureza, composição e funcionamento – agosto de 2005 a março de 2007, Brasília, DF/São Paulo: CONJUVE; Fundação Friedrich Ebert; Ação Educativa; 2007.

_____________. Condição juvenil no Brasil contemporâneo. In ABRAMO, H. W.; BRANCO, P. P. M. (Orgs.). Retratos da juventude brasileira: análises de uma pesquisa nacional. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2008.

ABERASTURY, A. Adolescência. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1983.

ABERASTURY, A.; KNOBEL, M. Adolescência normal: um enfoque psicanalítico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1970.

ABRAMOVAY, M.; CASTRO, M. G. Jovens em Situação de Pobreza, Vulnerabilidades Sociais e Violências. Cadernos de Pesquisa: Autores Associados, n.116, julho, 2002a. pp.143-176.

_____________. Por um novo paradigma do fazer políticas-políticas de/para/com juventude.

Revista Brasileira de Estudos da População. Campinas, v.19, n.2, 2002b. pp.19-46.

_____________. Juventudes no Brasil – vulnerabilidades negativas e positivas, desafiando enfoques de políticas públicas. In J. C. Petrini; V. R. S. Cavalcanti (Orgs.). Família,

Sociedade e Subjetividades. Petrópolis: Vozes, 2005. pp. 54-83.

ABRAMOVAY, M. et al. Gangues, gênero e juventudes: donas de rocha e sujeitos cabulosos. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos, 2010.

ADÃO, K. S. As implicações pedagógicas na teoria do desenvolvimento humano de Stanley Hall. Revista Mineira de Educação Física. Viçosa, v.2, 1994. pp. 5-15.

AGUIAR, W. M. J. Consciência e atividade: categorias fundamentais da psicologia sócio- histórica. In: BOCK, A. M. M.; GONÇALVES, M. da G. M.; FURTADO, O. (Orgs.).

Psicologia sócio-histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. São Paulo: Cortez, 2001.

AGUIAR, W. M. J., BOCK, A. M. M., & OZELLA, S. A orientação profissio nal com adolescentes: Um exemplo de prática na abordagem sócio-histórica In: BOCK, A. M. M.; GONÇALVES, M. da G. M.; FURTADO, O. (Orgs.). Psicologia sócio-histórica: Uma perspectiva crítica em psicologia (3ª ed.). São Paulo: Cortez, 2007. pp. 163-178.

ALMENDRA, D. Crime, religião e consumo: representações sociais da juventude entre o conflito e a espiritualidade no rap. Verso e Reverso – setembro/dezembro 2013. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/versoereverso/article/view/ver.2013.27.66.08/3795. Acesso em 22 de novembro de 2013.

AQUINO, L. A juventude como foco das políticas públicas. In: CASTRO, J. A. de; AQUINO, L. M. C. de; ANDRADE, C. C. de. Juventude e políticas sociais no Brasil. Brasília: Ipea, 2009.

BAUER, M. W.; GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

BENEDICT, R. Continuities and discontinuities in cultural conditioning. Psychiatry, v. 1, n. 2, 1938. pp. 161-67.

BASMAGE, D. de F. do A. T. A constituição do sujeito adolescente e as apropriações da

internet: uma análise histórico-cultural. Campo Grande/MS, 2010. Dissertação (Programa

de Pós-Graduação em Educação) – Centro de Humanas e Sociais, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

BOCK, A. M. M. A psicologia sócio-histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. In BOCK, A. M. M.; GONÇALVEZ, M. G. M.; FURTADO, O. (Orgs). Psicologia Sócio-

Histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. São Paulo: Cortez, 2001.

BOCK, A. M. B.; FURTADO, O; TEIXEIRA, M. L. T. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Editora Saraiva, 2002.

BOURDIEU, P. A juventude é apenas uma palavra. In: Questões de sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1978. pp. 112-121.

BRASIL. Estatuto da criança e do adolescente: Lei federal nº 8069, de 13 de julho de 1990. Rio de Janeiro: Imprensa Oficial, 2002. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. Acesso em 04 de fevereiro de 2014.

BRASIL. Estatuto da juventude. Lei federal nº. 12852, de 5 de agosto de 2013. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12852.htm. Acesso em 04 de fevereiro de 2014.

CAIERÃO, I. S.. Jovens e escola: trajetórias, sentidos e significados: um estudo em escolas públicas de Ensino Médio. Porto Alegre/RS, 2008. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

CAMARGO, B. V. ALCESTE: um programa informático de análise quantitativa de dados textuais. In: MOREIRA, A. S. P. (Org.). Perspectiva Teórico-Metodológica em

Representações Sociais. João Pessoa: UFPB, Editora Universitária, 2005.

CANÁRIO, R. A escola tem futuro? Das promessas às incertezas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

CHAVES, M. Juventud negada y negativizada: representaciones y formaciones discursivas vigentes en la Argentina contemporânea. Revista Última Década, ano 13, no. 23, Viña del Mar: CIDPA, 2005. pp. 9-32.

COSTA, J. B. de O. Adolescência e violência escolar: das representações sociais às

propostas de prevenção. São Paulo/SP, 2011. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós Graduação em Educação: Psicologia da Educação, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

DAYRELL, J. T. A escola como espaço sócio-cultural. In: ______________. (Org.).

Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte: UFMG, 1996.

_____________. O rap e o funk na socialização da juventude. Educação e Pesquisa, vol.28, no. 1, Jun. 2002. pp.117-136.

_____________. O jovem como sujeito social. Revista Brasileira de Educação, no. 24, 2003. pp. 40-52.

_____________. A escola "faz" as juventudes? Reflexões em torno da socialização juvenil.

Educação e Sociedade, v.28, n.100, 2007. pp.1105-1128.

_____________; GOMES, N. L.; LEÃO, G. Escola e participação juvenil: é poss ível este diálogo? Educar em Revista (Impresso), v. 38, 2010. pp. 237-252.

_____________; LEÃO, G.; REIS, J. B. dos. Juventude, projetos de vida e ensino médio.

Educação e Sociedade, Campinas, v. 32, n. 117, out.- dez. 2011a. pp. 1067-1084.

_____________; LEÃO, G.; REIS, J. B. dos. Jovens olhares sobre a escola do Ensino Médio.

Cade rnos CEDES (Impresso), v. 31, 2011b. pp. 253-273.

EMANUELLI, M. A clínica da adolescência. In: CARDOSO, M. R.; MARTY, F. (Orgs.).

Destinos da adolescência. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008.

ERIKSON, E. H. Identidade, juventude e crise. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.

FARR, R. Representações Sociais: a teoria e sua história. In: GUARESCHI, P.; JOVCHELOVITCH, S. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.

FERREIRA, E. L. Representações sociais de estudantes do curso de administração de

empresas de uma IES comunitária sobre a profissão de administrador de empresas . São

Paulo/SP, 2012. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós Graduação em Educação: Psicologia da Educação, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

FRANCO, M. L. P. B; MUNHOZ, M. L. P. e ANDRADE, M. S. A. Representações sociais de jovens sobre família. Revista Educação e Linguage m, v. 15, no. 25, 2012. pp. 40-57.

GATTI, B. A. Grupo focal na pesquisa em ciências sociais e humanas. Brasília: Líber Livro, 2005.

HALL, G. S. Adolescence: its psychology and its reaction to anthropology, sociology, sex, crime, religion and education. v. 1 e 2. New York: Appleton, 1904.

HIRAO, S. H. Ser jovem na Cidade Tiradentes: um estudo exploratório. São Paulo/SP, 2008. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo.

IANNI, O. O jovem radical. In: BRITTO, S. (Org). Sociologia da Juventude I: da Europa de Marx à América Latina de hoje. Rio de Janeiro: Zahar, 1968.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Pesquisa por

amostra de domicílios – PNAD. Disponível em:

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2011/default.sht m. Acesso em 25 de fevereiro de 2014.

JODELET, D. O movimento de retorno ao sujeito e a abordagem das representações sociais.

Sociedade e Estado, Brasília, v. 24, n. 3, set./dez. 2009. pp. 679-712.

JOVCHELOVITCH, S. Os contextos do saber: representações, comunidade e cultura. 2ª edição, Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.

LEÓN, O. D. Adolescência e Juventude: das noções às abordagens. In: FREITAS, M. V. de (Org.). Juventude e Adolescência no Brasil: referências conceituais. São Paulo: Ação Educativa, 2005. pp. 9-18.

LEVISKY, D. L. Adolescência: Reflexões Psicanalíticas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.

MACEDO, M. M. K. (Org.). Adolescência e Psicanálise: Intersecções Possíveis. 2ª. Ed. Porto Alegre: Edipucrs, 2010.

MALINOWSKI, B. Sexo y represión en la sociedad primitiva. Buenos Aires: Nueva Vision, 1974.

MANNHEIM, K. O problema da juventude na sociedade moderna. In: BRITTO, S. (org.).

Sociologia da juventude I: da Europa de Marx à América Latina de hoje. Rio de Janeiro,

Zahar, 1968.

MARKOVÁ, I. Dialogicidade e representações sociais: as dinâmicas da mente. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.

MEAD, M. Coming of age in Samoa. Nova Iorque: Morrow Quill Paperbacks, 1928.

________________. Adolescência y cultura en Samoa. Traducción directa del ingles por Elena Dukelski Yoffe. Editorial Abril. Buenos Aires, 1945.

MENANDRO, M. C. S.; TRINDADE, Z. A.; ALMEIDA, A. M. de O. Representações sociais da adolescência/juventude a partir de textos jornalísticos (1968-1974 e 1996-2002). Arquivos

Brasileiros de Psicologia, v.55, n.1, 2003. pp. 42-55.

MENEZES, L. C. de. O novo público e a nova natureza do Ensino Médio. Estudos

Avançados, São Paulo, v. 15, n. 42, maio/ago 2001.

MORAES, L. G. et al. Juventude e Representações Sociais de Representação Política.

em: http://www.psicopol.unsl.edu.ar/Agosto2010_Nota4.pdf. Acesso em 16 novembro de 2013.

MOSCOVICI, S. La psychanalyse, son image, son public. Paris: P. U. F., 1961.

____________. The phenomenon of Social Representations. In: FARR, R.; MOSCOVICI, S. (Orgs.). Social Representations. Cambridge: Cambridge University Press, 1984.

____________. A psicanálise, sua image m e seu público. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012a.

____________. Representações sociais: investigações em psicologia social. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012b.

MUUSS, R. Teorias da Adolescência, 5ª ed. Belo Horizonte: Interlivros, 1962.

NOVAES, R. C. R. Prefácio. In: CASTRO, J. A. de; AQUINO, L. M. C. de; ANDRADE, C. C. de. Juventude e políticas sociais no Brasil. Brasília: Ipea, 2009.

ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DA JUVENTUDE. Trabalho decente e juventude,

2009. Disponível em:

http://www.oitbrasil.org.br/sites/default/files/topic/youth_employment/pub/trabalho_decente_ juventude_brasil_252.pdf. Acesso em 16 de maio de 2014.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. La salud del adolescente y el joven en lãs

Américas. D. C., 1985.

OZELLA, S. Adolescência: uma perspectiva crítica. In: CONTINI, M. de L. J.; KOLLER, S. Helena; BARROS, M. N. dos S. Adolescência e Psicologia: concepções, práticas e reflexões críticas. Rio de Janeiro: Conselho Federal de Psicologia, 2002. pp. 16-22.

_____________. A adolescência e os psicólogos: a concepção e a prática dos profissionais. In: ______________. (Org.) Adolescências Construídas: a visão da psicologia sócio- histórica. São Paulo: Cortez, 2003. pp. 17-40.

______________;AGUIAR, W. M. J. Desmistificando a concepção de adolescência. Revista

Cade rnos de Pesquisa, v. 38, no. 133, 2008. pp. 97-125.

PAIXÃO, D. L. L. Direitos humanos e adolescência no contexto de uma cidade violenta: um estudo de representações sociais. Brasília/DF, 2008. Tese (Doutorado em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações) – Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília.

PREFEITURA DE OSASCO. Cidade de Osasco: avançando pra vida melhorar. Disponível em: http://www.osasco.sp.gov.br/. Acesso em 29 de junho de 2014.

QVORTUP, J. A infância enquanto categoria estrutural. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 36, n. 2, 2010. pp. 631-643.

RAMOS, L. F. T. Os difere ntes sentidos atribuídos à escola e ao saber por jovens em

situação de risco social de uma Escola Técnica de Ensino Médio. Belo Horizonte/MG,

2010. Dissertação (Mestrado em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local) – Instituto de Educação Continuada, Pesquisa e Extensão, Centro Universitário Una.

REINERT, M. Alceste, une methodologie d’analyse des donnes textuel es et une application: Aurelia de Gerard de Nerval. Buletin de Methodologie Sociologique, n. 26, 1999. pp. 24-54.

ROCHA, H. S. Juventude e políticas públicas: formação de agenda, elaboração de

alternativas e embates no Governo Lula. FGV, Programa de pós-graduação em

Administração Pública e Governo, São Paulo, 2012.

RUA, M. das G. As políticas públicas e a juventude dos anos 90. In: Jovens acontecendo na

trilha das políticas públicas. Brasília: CNPD, 1998.

SÁ, C. P. de. Representações Sociais: o conceito e o estado atual da teoria. In: SPINK, M. J. (Org.). O conhecimento no cotidiano – as representações sociais na perspectiva da psicologia social. São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.

______________. A construção do objeto de pesquisa em representações sociais. Rio de Janeiro: Eduerj, 1998.

SALEM, T. Filhos do Milagre. Ciência Hoje. SBPC, v.5, n. 25, 1986. pp. 30-36.

SANTOS, B de S. Um discurso sobre as ciências na transição para uma ciência pós-moderna. Estudos Avançados, vol.2 no.2, São Paulo, May/Aug. 1988. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40141988000200007. Acesso em 03 de novembro de 2013.

SANTOS, G. L dos. Significados e sentidos dos direitos entre adolescentes. Salvador/BA, 2010. Tese (Doutorado em Psicologia) – Instituto de Psicologia, Universidade Federal da Bahia.

SCHOEN-FERREIRA, T. H.; AZNAR-FARIAS, M.. Adolescência através dos séculos.

Psicologia: Teoria e Pesquisa, v.26 n.2, 2010. pp. 227-234.

SOUSA, C. P. de; NOVAES, A de. O. A compreensão de subjetividade na obra de Moscovici. In: ENS, R. T.; VILLAS BÔAS, L. P. S.; BEHRENS, M. A. (Orgs.).

Representações sociais: Interfaces e desafios. Champagnat, Curitiba: PUC-PR, Fundação

Carlos Chagas, 2013.

SPOSITO, M. P. A sociabilidade juvenil e a rua: novos conflitos e ação coletiva na cidade.

Tempo Social – Revista de Sociologia da USP. São Paulo: Departamento de Sociologia,

FFLCH-USP, v. 5, n. 1-2, 1993, editado em 1994.

____________. Estudos sobre juventude em Educação. In: Juventude e Contemporaneidade. Revista Brasileira de Educação. São Paulo: ANPED, números 5 e 6,

1997.

____________. Trajetórias na constituição de políticas públicas de juventude no Brasil. In: FREITAS, M.V.; PAPA, F.C. (Orgs.) Políticas Públicas : Juventude em Pauta. São Paulo: Cortez: Ação Educativa Assessoria, Pesquisa e Informação: Fundação Friederich Ebert, 2003a.

____________. Os jovens no Brasil: desigualdades multiplicadas e novas demandas

SPOSITO, M. P. e CARRANO, P. C. R. Juventude e políticas públicas no Brasil. Revista.

Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, n. 24, 2003. Disponível em:

http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n24/n24a03.pdf. Acesso em: 27 de julho de 2013.

____________; GALVÃO, I. A experiência e as percepções de jovens na vida escolar na encruzilhada das aprendizagens: o conhecimento, a indisciplina, a violência. Perspectiva, Florianópolis, v. 22, n. 2, 2004. pp. 345-380.

____________; SILVA, H. de C. e; SOUZA, W. A. de. Juventude e poder local: um balanço das iniciativas públicas voltadas para jovens em municípios de regiões metropolitanas.

Revista Brasileira de Educação. V. 11, n.32, Mai/Ago 2006. pp.238-257.

____________. Transversalidade no estudo sobre jovens no Brasil: educação, ação coletiva e cultural, Educação e Pesquisa, vol. 36, número especial, 2010, pp. 95‐106.

STEINBERG, L.; MORRIS, A. S. Adolescent Development. Annual Review of Psychology. Vol. 52, 2001. pp. 83-110.

TOMMASI, L. Tubarões e Peixinhos: histórias de jovens protagonistas, Educação e

Pesquisa, Ahead of print, out. 2013.

TOMIO, N. A. O.; FACCI, M. G. D. Adolescência: Uma análise a partir da psicologia sócio- histórica. Revista Teoria e Prática da Educação, v.12 n.1, 2009. pp. 89-99.

UNICEF. Adolescentes e Jovens do Brasil – Participação Social e Política. 2007. Disponível em: http://www.unicef.org/brazil/pt/voz2007.pdf. Acesso em 02 de maio de 2014.

WAGNER, W. Descrição, explicação e método na pesquisa das representações sociais. In: GUARESCHI, P. (Org.). Textos em Representações Sociais. 12ª edição, Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.

WERTHEIN et al. Juventude, violência e cidadania: os jovens de Brasília, 1998. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001308/130866por.pdf. Acesso em 15 de maio de 2014.

XAVIER, M. L. Educação Básica – Resgatando espaços de humanização, civilização, aquisição e produção de cultura na escola contemporânea. In: PEREIRA, N. M.; SCHÄFER, N. O.; BELLO, S. E. L.; TRAVERSINI, C. S.; TORRES, M. C. de A. e SZEWCZYK, S (orgs). Ler e Escrever: Compromisso no Ensino Médio. Porto Alegre: Editora da UFRGS e NIUE/UFRGS, 2008.

ZAMBONI, C. Juventude: uma questão de fronteira para a psicologia social. In: VERONESE, M. V.; GUARESCHI, P. A. Psicologia do Cotidiano: representações sociais em ação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.