physiopathologiques et classification du syndrome des antiphospholipides
IV- 2-2. Activation cellulaire
Nesta parte, discutimos algumas questões sobre a sexualidade dos adolescentes, o conhecimento sobre métodos contraceptivos e sobre os aspectos vividos com a gravidez no momento. Os resultados foram distribuídos na forma de gráficos, para facilitar a compreensão e relacioná-los entre ambos os gêneros.
O gráfico 9 representa que 93% dos adolescentes do sexo masculino e 87% do sexo feminino possuem alguém na família com antecedentes de gravidez na adolescência, podendo ser um dos fatores contribuintes para a ocorrência com o adolescente. Segundo Galetta (2009), antecedentes de gravidez na adolescência na família pode ser considerado um risco para que também ocorra aos adolescentes das gerações conseguintes, principalmente quando se trata da mãe do adolescente. Esse risco também é considerado quando há desestrutura familiar e ausência da figura paterna.
Já o gráfico 10, indica que dentre os adolescentes que possuíam algum antecedente familiar de gravidez na adolescência, destacou-se a mãe com maior frequência para ambos os sexos, sendo 71% para os meninos e de 54% para as meninas; seguidos pela prima para as adolescentes, com 46%, e pela avó, para os adolescentes, com 43%. O fator cultural implica
no desenvolvimento da sexualidade, pois se há incidência na família de gravidez na adolescência, e ela é tratada como parte do desenvolvimento e construção de sua identidade, poderá haver também fortes indícios de incidência de gravidez na adolescência nas próximas gerações.
Gráfico 9: Antecedentes na família de gravidez na adolescência. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011
Gráfico 10: Antecedentes na família de gravidez na adolescência e grau de parentesco. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
Um dos fatores que induzem os adolescentes na formação de sua identidade é o grupo social em que eles estão inseridos. Sendo assim, a pessoa com que ele mais sente confiança para conversar sobre sexo, vai exercer influência de alguma forma no seu comportamento, sendo percebido esse fator entre meninos e meninas, no momento da entrevista, que relatam ter iniciado sua vida sexual ativa por já ter acontecido com membros do seu grupo, e também por já ter ocorrido história familiar de gravidez na adolescência.
Isso pode ser demonstrado através do gráfico 11, onde as adolescentes afirmam conversar mais sobre sexo com seus parceiros (40%), seguido pelas mães (20%), 13% conversam com amigas e 27% não conversam com ninguém; e os adolescentes, 40% conversam com amigos ou e 33% não conversam sobre sexo com ninguém. Segundo Domingos (2010), a desinformação é um dos principais motivos para a ocorrência da gravidez na adolescência, fazendo do assunto um tabu, e as dúvidas são sanadas entre amigos; então elas ficam grávidas sem saber o que está acontecendo com seu corpo e só se dão conta mais tarde, depois de já estarem grávidas. A partir desta análise, percebe-se a importância de um bom relacionamento familiar e atividades preventivas sobre educação sexual.
Gráfico 11: Com quem os adolescentes mais conversam sobre sexo? Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
Analisando por este aspecto, foi questionado se eles receberam algum tipo de orientação sobre sexo e métodos de prevenção pela família, pela escola e pelo PSF, cujo papel é, através da Atenção Básica, promover a prevenção para todos os grupos de pessoas, neste caso, para os adolescentes na prevenção de gravidez indesejada e DST‟s (Doenças Sexualmente Transmissíveis). A partir do gráfico 12, é possível consolidar que os meninos receberam maiores informações e orientações pela família do que as meninas, com 67% e 47%, respectivamente.
Resselet al (2011), afirma que é através da família que os jovens aprendem os primeiros valores sociais, que levará consigo durante toda a vida. Algumas famílias introduzem a orientação sexual de forma transparente com os filhos, porém a sexualidade feminina é ainda um assunto que perpetua, de geração para geração, com sigilo e restrição, e trata o sexo e o prazer para a menina, como algo proibido e pecado, reprimindo desta forma exercer sua sexualidade de maneira responsável e consciente.
Gráfico 12: Orientação sobre sexo e métodos de prevenção pela família. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011
O gráfico 13 mostra que a orientação sexual oferecida pelas quatro escolas em estudo, atingiram o mesmo percentual, de 87% dos adolescentes de ambos os gêneros, um número consideravelmente muito satisfatório. Pode-se considerar que há uma igualdade na leva de informações dispensadas aos alunos, o que leva a concluir que as orientações estão sendo realizadas sem distinção de sexo, ou seja, ao mesmo tempo para meninos e meninas, tendo seu caráter positivo e negativo. O primeiro, relacionado a igualdade para todos, uma questão ética trabalhada pelas escolas “direitos iguais e para todos”, porém são corpos biologicamente diferentes, com seu funcionamento diferente, e que necessitam de uma assistência integrada à necessidade de cada um. Outro ponto questionável é, como está sendo realizada essa orientação visto ainda permanecer muitos casos de gravidez nesta idade?
Gráfico 13: Orientação sobre sexo e métodos de prevenção pela escola. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011
De acordo com o gráfico 14, as Unidades Básicas de Saúde não tem exercido o papel preventivo na vida destes adolescentes, onde apenas 27% das adolescentes e 7% dos adolescentes afirmaram ter recebido algum tipo de orientação pelas UBSs, através de atividades desenvolvidas em parceria com as escolas, porém em pequena proporção, demonstrando a necessidade de ofertar mais vezes essas atividades, para atingir o maior
número do público alvo na tentativa de esclarecer as dúvidas e prevenir gravidez indesejada e DST‟s.
Godinho et al (2000), refere como fatores favoráveis a ocorrência de gravidez indesejada como a inexistência de educação sexual nas escolas e nos serviços de saúde, percebido principalmente nas Unidades de Saúde da Família, onde faz pensar se as atividades estão acontecendo, em que frequência, estão atingindo número suficiente do público adolescente, e se está ofertando informações de fácil entendimento?
Conforme Andrade (2011), não existe nenhum programa de atenção integral à saúde do adolescente implantado em alguma Unidade de Saúde da Família no município de Tangará da Serra, e ainda que o conhecimento pela maioria dos profissionais da saúde são superficiais ou insuficientes sobre estes programas.
Gráfico 14: Orientação sobre sexo e métodos de prevenção pela USF. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011
O gráfico 15 indica que 67% das adolescentes tiveram sua primeira menstruação entre 10 e 12 anos, e 33% delas, entre 13 e 14 anos. A idade da menarca é uma variável que está intimamente relacionada ao início da vida sexual das adolescentes. Estudos mostram que a idade em que ocorre a menarca está diminuindo gradativamente, e associado a isto, o início
da vida sexual das adolescentes vem ocorrendo cada vez mais precocemente. Como podemos verificar no gráfico 16.
Gráfico 15: Idade da menarca.
Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011
O gráfico 16 representa a idade da primeira relação sexual dos adolescentes (sexarca), e mostra que 53% dos adolescentes de ambos os sexos, tiveram sua sexarca com idade entre 13 e 14 anos. Entre 15 e 16 anos, as adolescentes apresentarem valor de 40%, e os adolescentes, 33%. Observa-se que na faixa etária de 17 a 19 anos, não há registro de nenhum dado; e que de 10 a 12 anos, existe uma pequena parcela (13% dos adolescentes e 7% das adolescentes), o que afirma que a idade da sexarca vem ocorrendo cada vez mais cedo, na maioria das vezes sem maturidade, segurança e conhecimento sobre o funcionamento do próprio corpo e dos métodos de prevenção, o que acarreta gestações indesejadas.
Segundo Moreira et al (2008), o início cada vez mais cedo das relações sexuais, forçam as crianças a adolescerem precocemente, aos adolescentes a ingressarem na vida adulta, sem mesmo estarem preparados para assumirem tal papel. Da mesma forma, a idade precoce da menarca e por consequência da sexarca, leva a um maior tempo de exposição da
vida sexual ativa do adolescente, aos riscos de adquirirem uma DST ou uma gravidez indesejada.
Gráfico 16: Idade da sexarca.
Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011
No gráfico 17 investigamos quantos possuem parceiro fixo, e podemos revelar que, relacionando com a situação conjugal ou afetiva dos adolescentes, discutidos no gráfico 2, o número de adolescentes do sexo feminino que encontra-se amasiada (73%) explica o fato de 83% delas apresentarem parceiro fixo; o que difere com os meninos (67% solteiros) apresentando em 33% parceiras fixas. Isso também é decorrente a abordagem familiar sobre a sexualidade, da menina e do menino, que interfere no número de parceiros. A sexualidade feminina é caracterizada como reprimida, devendo se preservar para apenas um parceiro no qual deve constituir futuramente uma família, e do adolescente, incentivado desde cedo a se relacionar com várias parceiras, sem compromisso sério, isso se confirma com Resselet al (2011), quando comenta sobre os valores incutidos na sociedade atual, que reforçam a submissão feminina e o controle do corpo, enquanto à representação da masculinidade enfatiza a força, virilidade e liberdade.
Segundo Galletta (2009), a idade da sexarca vem diminuindo no decorrer dos anos; e exemplificado cita que mulheres de favelas do Rio de Janeiro, a idade da sexarca está em
média entre 12 e 13 anos, e entre jovens universitárias no Rio Grande do Sul, a idade da sexarca é em média entre 16 e 17 anos. Logo se vê que fatores sociais como cultura, grupo social e escolaridade estão interligados a esse comportamento, e tendo iniciação da atividade em idade precoce, há maior vulnerabilidade para ocorrer uma gravidez nesta idade, pois há maior tendo de exposição.
Gráfico 17: Parceiro fixo.
Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011
O gráfico 18 aborda o número de parceiros(as) no último ano, que de acordo com a maioria dos adolescentes do sexo masculino serem solteiros (67%), sem parceira fixa (67%), implica na ocorrência de um maior número de parceiras durante o ano, com 73% deles que tiveram 3 parceiras ou mais. As adolescentes, sendo na sua maioria amasiadas (73%), tendo parceiro fixo (87%), explica o fato de 80% terem somente 1 parceiro, neste período.
Gráfico 18: Número de parceiros no último ano. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
As adolescentes representam maior estabilidade afetiva, ou seja, maior tempo de relacionamento com o parceiro, com relacionamentos de 1 a 2 anos em 33% dos casos, e 27% de 2 a 3 anos. Já os relacionamentos dos adolescentes caracterizam menos tempo de duração, sendo 40% de 6 meses a 1 ano, e 33% menor de 6 meses.
Gráfico 19: Tempo de relacionamento com o pai ou mãe do bebê. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
O casal é o maior responsável pela escolha do método em 40% nos relacionamentos dos adolescentes e em 33% das adolescentes. Este gráfico traz uma abordagem muito preocupante, em que 27% das mulheres e 20% dos homens não manifestaram preocupação pela escolha e uso de algum método contraceptivo, evidenciando a vulnerabilidade na transmissão de doenças sexualmente transmissíveis e da ocorrência de gravidez indesejada.
Gráfico 20: Responsabilidade pela escolha do método contraceptivo. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
O nível de conhecimento e a variabilidade sobre os métodos contraceptivos são bastante satisfatórios, sendo citado em 100% da amostra o preservativo masculino, e 87% e 80%, o anticoncepcional oral, pelas meninas e meninos, respectivamente. O anticoncepcional injetável também foi bastante comentado entre eles, com 40% de frequência para as meninas e 27%, pelos meninos. Cada adolescente referiu conhecer espontaneamente de 2 a 3 métodos contraceptivos. Na categoria outros, foram citados: diafragma, anel, anticoncepcional em adesivo e método da tabelinha. O nível de conhecimento pelos métodos contraceptivos se confirma segundo Belo e Silva (2004), em sua pesquisa, que os métodos mais conhecidos pelos adolescentes são o condom (camisinha masculina) e o anticoncepcional oral.
Gráfico 21: Tipos de métodos contraceptivos conhecidos pelos adolescentes. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
67% dos adolescentes do sexo masculino afirmaram estarem usando algum método contraceptivo antes de ocorrer a gestação, sendo em 60% o uso de anticoncepcional oral, seguido pelo uso do preservativo masculino em 50% deles, porém nem todos de forma regular em todas as relações sexuais. Entre os 53% dos adolescentes do sexo feminino que faziam uso de algum método de contracepção, estão em igual percentual o uso do preservativo masculino e feminino, com 50%.
Deve-se destacar a faltade conhecimento sobre estes métodos, que ocasionaram a gravidez na adolescência, pois a utilização inadequada do método, e ou não utilização em todas as relações fazem com que aumentem as chances de vir ocorrer uma gravidez. Assim como afirma Resselet al (2011, p.248), “falar com censura ou ser indiferente à sexualidade pode potencializar uma prática sexual insegura, desprovida de orientações ou baseada em informações inadequadas”.
Gráfico 22: Métodos contraceptivos utilizados pelos adolescentes. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
O exame preventivo também conhecido popularmente como exame Papanicolau, deve ser realizado por todas as mulheres que possuem vida sexual ativa para detecção de células cancerígenas no colo do útero, e outras doenças sexualmente transmissíveis, como por exemplo o HPV (Papiloma vírus), gonorréia, clamídia, gardnerella, entre outras, para seu diagnóstico e tratamento precoce. O gráfico 23 aponta que 33% delas ainda não realizaram nenhuma vez o exame, e os motivos alegados é medo do exame, medo de prejudicar o bebê, e não terem conhecimento do exame. Entre os 67% das que já realizaram alguma vez, 50% foi a primeira vez, 40% duas vezes, e apenas 10%realizaram três vezes.
Diante esse resultado, nota-se a importância de ter uma assistência integrada e humanizada nas consultas de enfermagem, caracterizada por atender o indivíduo visando seu bem-estar geral em todas as suas necessidades (psicossociais e fisiopatológicas), e não em partes, de modo a ajudá-lo sem preconceitos oferecendo apoio e informações que vão ao encontro de restabelecer uma comunicação cliente/enfermeiro com confiança e respeito. Essa abordagem deve ser realizada especialmente no pré-natal, sobre a importância deste exame, pois é neste momento onde as mulheres recebem a maior parte das informações necessárias sobre sua saúde e de seu bebê no período gestacional.
Gráfico 23: Realização e número de vezes do exame preventivo. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
O não planejamento da gravidez neste período, apresentado por 93% dos adolescentes do sexo masculino e por 87% do sexo feminino, implica uma série de consequências, como a perda da liberdade, aumento de responsabilidades, interrupção da formação educacional (desistência dos estudos) e conseguinte não formação profissional ou formação de mão-de-obra barata.
De acordo com Belo e Silva (2004), autores brasileiros afirmam que a gravidez indesejada em adolescentes do sexo feminino de 15 a 19 anos, representa cerca de 50%, e a principal razão alegada por elas é a não utilização de métodos contraceptivos, não esperar que teriam relações sexuais naquele momento e o pensar que não engravidariam, característico dos adolescentes. Ao contrário do resultado encontrado nesta pesquisa, onde 93% delas não planejaram a gravidez, e 53% faziam uso de algum método contraceptivo.
Cumpre frisar neste ponto, que mesmo depois de ocorrer uma gravidez na adolescência é essencial que se ofereça atenção integrada a saúde destes adolescentes, para amparo segundo suas necessidades e ajuda no sentido de incentivar o planejamento familiar, prevenindo para que não haja reincidência de outra gravidez indesejada, trazendo-lhe transtornos como sobrecarga de responsabilidades e problemas psicossociais e fisiológicos,
pelo curto período pós-parto e riscos de complicações obstétricas e neonatais (GODINHO ET
AL, 2000).
Gráfico 24: Planejamento da gravidez.
Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
Observa-se neste gráfico que as adolescentes entrevistadas apresentam, em geral, o início do pré-natal até o 1º trimestre de gestação, com 53% no 3º mês, 20% no 1º e no 2º mês, e 7% ainda não haviam iniciado até o momento da entrevista. As parceiras dos adolescentes apresentam início do pré-natal, segundo eles, com 33% no 3º mês, 13% no 2º mês, 7% no 1º mês, 7% não iniciaram, e 33% deles não sabem se iniciou o pré-natal e em qual período. Destaca-se a distância que há no relacionamento dos adolescentes e suas parceiras, a ponto de não saberem se estão ou não realizando o pré-natal, essencial para a saúde da mãe e do bebê.
Do ponto de vista obstétrico, Godinho et al (2000), a gravidez na adolescência pode ser considerada de risco devido ao alto índice de morbidade materno-fetal, relacionados a maior incidência de eventos adversos como anemia, baixo ganho de peso materno e baixo peso ao nascer, infecções urinárias, eclampsia e pré-eclâmpsia, além da baixa cobertura pré- natal, devido a demora pela procura do serviço de saúde.
Optou-se por realizar esse estudo com sujeitos que estão vivendo no período gestacional, a maternidade e a paternidade, pois no descobrimento da gravidez até o início do
pré-natal é evidenciado de maneira mais intensa os conflitos da gravidez na adolescência, período este em que eles mais necessitam de apoio familiar, e em alguns casos, é o momento em que se tenta o aborto, como fuga para esses conflitos desencadeados. Após o nascimento do bebê, ou mesmo durante o desenvolvimento da gestação, há uma maior aceitação e apoio pela família, então alguns dos conflitos por eles vivenciados são transformados após o nascimento, onde se deparam com uma nova vida, e o sentimento de amor desperta proteção e não mais raiva e desespero.
Gráfico 25: Período da gestação de início ao pré-natal. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.
O gráfico 26 indica que a responsabilidade pelo bebê após seu nascimento é, para a gestação das adolescentes 80% do casal e 20% somente dela, sendo 0% somente do parceiro e 0% dos pais dela; e para a gestação em que o adolescente é o pai, 60% a responsabilidade é somente da parceira, 33% do casal, 7% dos pais do adolescente e 0% somente dele. Esses dados permitem salientar que a participação pelo adolescente é indireta, onde a responsabilidade pelo bebê, neste caso, sobrecarrega inteiramente a parceira.
Gráfico 26: Responsabilidade pelo bebê. Fonte: Questionário aplicado/Pesquisador/2011.