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L 'E F F O R T C IN E M A T O G R A PHIQU E
O RGAN E D'INFORMATION ET D'OPINION C O R P O R A T IV E S
P a r a is s a n t tous le s S a m e d is P r ix : D EU X FRA N CS 4 0 6 A 14 Ju in 1941
A C T U A L I T É S
P a r la n t la 'se m a in e d e r n iè r e , de l’a r r ê té in te r d is a n t d1-;
tu ilie r d a n s le s cin¿irons-, jV.n é ta is a r r iv é à c o n s ta te r le s a n s -g ê n e a v e c leqm al n o m b r e d e f u m e u r s 'lâ c h a ie n t le u r s m é g o ts à ter re ou la is s a ie n t é te in d r e t e in s a llu m e t t e s Wür le s ta p is . Ce q u i, e n diehors d u d a n g e r de te lle s p r a tiq u e s , é t a it u n a c te de g o u ja te r ie c a r a c t é r is é .
La q u e s tio n se tr o u v e r é s o lu e d e ce c ô t é . Mai«' lia p r o b lè m e de la te n u e d a n s tes s a lle s d e m e u r e , e t p u is q u ’o n e s t en tr a in d e m e ttr e d e l’o rd re , ipeut-êtnsi se r a it-il b o n q u e lies d irecteu rs; s o n g e n t le s p rem iers' à ce la , p r o u v e n t q u ’il n ’e s t p a s n é c e s s a ir e d e to u t le u r im p o s e r , q u ’i ls s a v e n t a g ir d ’iuux-anêm es.
C ’e s t u n fa it : o n ®e tie n t m a l d a n s le s ciném as', et on s ’y tie n t m a l d e m ille e t u n e m a n iè r e s .
Q u ’on y p r e n n e bilan g a rd e : j e n ’e n t e n d s p a s b ra n d ir m a in t e n a n t a v e c o p p o r tu n is m e l e d r a p e a u d e la m o ra le . C ela n e m e d é r a n g e p a s du to u t, m a is là, p a s du to u t, q u ’il y a it dit® a m o u r e u x d a n s le s s'alles. A la c o n d itio n , b ie n e n te n d u , q u e le c o m p o r te m e n t n e m ’e m p ê c h e p a s d e v o ir le film en to u te q u ié tu d e . C’e s t a v a n t to u t, a u n o m de ce d ro it à la t r a n q u illité , q u e j e p r o te s te a u jo u r d ’h u i. M ais j e c r o is a u s s i q u ’il c s l in d is p e n s a b le , si l’o n v eu t d r a in e r vers lus c in é m a s u n e p ro p o r tio n in té r e s s a n te de ce- la in e u x , de c e s é t e r n e ls 90 % q u i n ’y v ie n n e n t p a r , d ’y a s s u r e r un p eu p lu s d ’ord re et de t e n u e , d u t-o n e n c h a s s e r q u e lq u e s fid è le s tro p a m is d e le u r s a is e s . N o u s c o n n a is s o n s to u s le » gen s q u i c o m m e n te n t to u t h a u t lie film , ou q u i p a r le n t d ’a u tr e c h o s e d u r a n t la p r o je c tio n . Ceci est le plus' f r é q u e n t sin o n le p lu s g ra v e . N o u s a v o n s tou - a d m ir é au m o in s u n e fo is le lo u c h a n t ta b le a u d. la m a m a n q ui d é b o u to n n e so n p etit g a r ç o n p o u r lui p e r m e ttr e d e s a t is f a ir e un besiom p r e s s a n t su r li ta p is d u c o u lo ir . Mar>> c o m b ie n de lo is n a v o n s n o u s p a s été r é v o lté s p a r la g o u j a t e r ie d e q u e lq u e s « j e u n e » » q u i, g é n é r a le m e n t c o r r e c ts ou to u t au m o in s p r u d e n ts i s o lé s, î'3 d é c h a în e n t et s ’a f f ir m e n t d ès q u 'il» s o n t tr o is ou q u a tr e , e n u n m o t se c o n d u is e n t c o m m e d es v o y o u x . G ros
s iè r e té s p roférée- à p le in e v o ix , pied - a p p u y é s s u r la siè g e ou le d o s s ie r du fa u te u il de d e v a n t, in c o n g r u it é s d iv e r se s, il n 'est p a s rare q u e to u t y pas'sie, s u r to u t si les v o is in s im m é d ia ts so n t d es f e m m e s ou s e m b le n t s u f f is a m m e n t in o f
f e n s if s . Je p a s s e su r ie s d é tr a q u é s :t le s m a n ia q u e » , p lu s n o m b r e u x q u ’on n e le s u p p o s e , et d ont la v a r ié té f o u r n i
rait un bel é c h a n t illo n n a g e p o u r u n p s y c h ia tr e .
.te v o u d r a is b ie n q ue le s d ir e c t.m r s c o m p r e n n e n t e n f in q u e le te m p s ’ ’a g ir e.'l v en u d a n s ce sen:->, q u e lia m o m e n t e s t p r o p ic e à u n e a c tio n de cet ord re. S ’il e s t d iff ic ile m e n t a d m is s ib le q u e t a n t do g e n s c r o ie n t a v o ir a c h e té en e n tr a n t la d ro it de se m a l te n ir , i'I est a f fo la n t q u e le» e x p lo it a n ts a ie n t te n d a n c e à l ’a d m e ttr e , p u is q u e c ’e s t le u r s a lle e t la m a jo r ité d e le u r p u b lic q u i en s o u ffr a n t.
Et s ’ils n e le c o m p r e n n e n t p as d ’e u x -m e m e s , c h b ie n — e n c o r e quia ce n e s o it pasi d a n s n o s h a b it u d e s — n o u s 1 r é c la m e r o n s , a s s e z fo r t p o u r q u ’o n n o u s e n te n d e , q u e l ’o n s ’en o c c u p e p o u r eu x u n e fo is de p lu s.
Oui a n e s e r a it p a s très m a lin à réa'lk er : On p o u r r a it a f fic h e r d a n s to u te s le s s a lle s u n ta b le a u u n ifo r m e (é v id e m -
Nous allons bientôt voir une nouvelle œuvre de Gustav U C I C K Y : U ne Mère. Voici une scène magnifique de ce drame qui permet à Kalbe D O R S C H de faire une création splendide.
2
UN RÉ AL I S AT E UR.
L e jeune metteur en scène Pierre B I L L O N oient de reprendre sa place au studio, pour réaliser Le Soleil a toujours raison, avec
Tino Rossi, d'après un scénario de Jacques P R E V E R T
m e n t, yi o n la is s a it à c h a c u n le stoin de r é d ig e r le s ie n , ce s e r a i! b e a u c o u p p lu s d rôle, m a is ..) ta b le a u su r le q u e l s e r a ie n t r a p p e lé e s, a v e c tact et m e. litre, 'les r è g le s 1 élém ism tai
re si de la b ie n sé a n c e . Il s e r a it p r o c é d é d a n s le s saillies à u n e s u r v e illa n c e a c tiv e et d is c r è te p o u r la q u e lle 'les p r é p o sé s a u r a ie n t q u a lité p o u r e x p u ls e r et v e r b a lise r les c o n tr e v e - na n ts.
lit , tou t c o m m e u n e m a jo r ité d e .g e n s trè s b ie n o n t déjà admis> d e n e p a s f u m e r , u n e m in o r ité d 'in c o n s c ie n t s , d e ga-
• apins- et de g o u ja ts a d m e ttr o n t rie1 se m ie u x te n ir , ou de s ’a b ste n ir .
J e v a is p e u t-ê tr e e n c o r e c h o q u e r q u e lq u e s d é L m ieu rs de la lib e r té à tou t p rix . C’e s ! b ie n d o m m a g e . J e pensai p o u r ta n t, au m o m e n t o ù la fo r c e m a je u r e n o u s p r iv e d e q u e l
q u e s u n e s d es lib e r té s q u e n o u s é tio n s e n d roit d e c la s s e r p arm i le s p lu s p r é c ie u s e s , il s e r a it p eu d ig n e de non.-; q u ’on ne n o u s la is s e , p o u r f a ir e illu s io n , q u e les- lic e n c e s le e m o in s j u s t if ia b le s .
®
J ’a j o u t e e n c o r e q u e lq u e s m o t s à p r o p o s d e la s u p é r i e u r e d ’été , p a r c e q u e le s r é s u lt a t s r e c u e illis au c o u r s de la d e r n iè r e q u in z a in e a c c u s e n t u n r e lè v e m e n t a s s e z s e n s ib le d es e n tr é e s , e t a t t e s t e n t a u s u r p lu s q u e le s d e u x tie r s d e la r e c e tte to ta le s o n t r é a lis é s en s o ir é e .
D o n c , a p r è s u n p r e m ie r m o m e n t de su r p r is e , le p u b lic s ’e s t d é jà h a b itu é au fa it d ’a lle r au s p e c ta c le en p le in jo u r , a d û y tr o u v e r u n a g r é m e n t e t p e u t-ê tr e d es a v a n ta g e s . O n m ’excirsiera, p u is q u e j ’é t a is p r ê t à r e c o n n a îtr e , la se m a in e d e r n iè r e , q u e j ’a v a is 'eu p a r t ie lle m e n t to rt, de s o u lig n e r a u jo u r d ’h u i q u e j e n e m ’é t a is p a s tr o m p é à ce p o in t.
A . de M A S IN I.
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"V A IS S E A U A M IR A L "
La France en M arche en éditant Vais
seau A m iral permet à l’écran de nous dé
voiler, pour la première fois, la vie à bord d’un navire de ligne.
C ’est un document remarquable, à tous peints de vue que celui qui nous est offert en illustrant de façon magistrale la fière sil
houette du Strasbourg, citadelle flottante qui veille aux destinées de l’Empire.
Toute la vie à bord est exprimée dans une su.te d ’images tour à tour vivantes, pit
toresques, attachantes : le réveil, la toilette des hommes et celle du navire, le défilé en musique qui précède la cérémonie des cou
leurs.
Après l’appareillage, dans un cadre gran
diose, c ’est le branle-pas de combat ; l’es
cadre manoeuvre tandis que la catapulte pro
jette un hydravion et que les pièces de 3 3 0 font feu.
Ces exercices terminés, le vaisseau amiral fait retour au mouillage et va s’amarrer. Ce
pendant que les fatigues de la journées ou
bliées, l’équipage se détend.
L ’intérêt de ce film construit sur un ryth
me rapide et dynamique ne se dément pas un seul instant.
Vaisseau-Amiral rend un vibrant hom
mage à la vaillance de notre flotte.
C ’est un film qui vient à son heure.
O D EO N MARSEI LLE MAJESTIC
Cl U 1 9 U JUIN
Une œuvre humaine et magnifique
LA
LUTTE HEROÏQUE
a v e c les d e u x g r a n d s a r t i s t e s
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C A P IT O L E . — F e r m é .
P A T H C -P A L A C E . — L ’E tra n g e. S u . zij, a v e c S u z y P r ia i (C iné-iG uid¡-M ono
p o le ) . E x c lu s iv it é . S u r s c è n e : a ttr a c tio n s .
U n A m o u r en l ’a ir , a v e c J e n n y J u g o (Tobkv) E x c lu s iv it é . S u r s c è n e : a t tr a c tio n s.
ODtEON. — S u r sc è n e : F a ite s ça p o u r m o i.
L a B a ta ille (C v r n o s F ilm ) . E n r é é d itio n s im u lta n é m e n t a v ec le M aj'es- lic.
M A J E S T IC . — L e s V e r ts P â tu r a g e s ( W a r n e r B r o s ) . R ep r ise .
L a B a ta ille (Cyrnotsi F ilm ) . E n r é é d itio n s im u lt a n é m e n t a v e c l ’O d éon .
R E X . — C a m p e m e n t 13, a v e c A lice F ie ld (E c la ir .T ournai). E n e x c lu s iv it é s im u lta n é m e n t a v e c le S tu d io .
A llô J a n in e , a v e c M a r ik a R ô k k (A.
C. E .) E x c lu s iv it é .
S T U D IO . — C a m p e m e n t 13, a v e c A lic e F ie ld (E c la ir J o u r n a l). E n 'ex
c lu s iv it é s im u lt a n é m e n t a v ec le' R ex.
K e n t u c k y , R e p r is e .
RI A L T O e t C L U B . — L e J u if S iis s , a v e c H e in r ic h G eorge (A. C. E .) S e c o n d e v isio n .
L a F ia n c é e (tu R a n c h e r o , a v e c L o - re n z o B a r c e la ta ( F ilm s M arcel P a - g n o ’). E n e x c lu s iv it é s im u lta n é e .
N O A IL L E S . — U n C h a p e a u d e P a ille d ’I ta lie , a v e c F e r n a n d e l (P r o - d ie x ) . S eco n d e v is io n . D e u x iè m e s e m a in e .
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P A T H ! - C O N S O R T I U M rep rend
son activité
Nous avons -eu, cette semaine, le plaisir de faire la connaissance de M . Métayer, di
recteur général ois Pathé-Conscrtium-Ciné- ma.
A u cours d’un lcng entretien qui eut lieu en la présence de .MM. Mothu et Calomiès, directeurs des Agences de Marseille et de Lyon, l’actif M. Métayer a bien voulu tra
cer pour nous, avec beaucoup de simplicité un programme qui marque peur la vieille firme française, une véritable résurrection.
A Paris, on vient de commencer la réa
lisation de Rom ance de Paris dont Charles Trénct et Corinne Luchaire sont les vedet
tes, sous la direction de Jean Beyer, ensuite, on tournera N ous les gosses (titre provisoire) d ’après un scénario original ciu populaire artiste Gaston Modot, et L e Ciel est à nous, qui sera le prochain film de Jean Grémillon.
Il est également question de réaliser dans les studios de la rue Francœur, Boléro, de Miche! Duran et Mamourel, les deux pièces qui remportent un brillant succès à la scène.
Ces productions viendront s’ajouter aux trois grands films déjà annoncés : Sixième Etage, déjà présenté au Paramount, Le Duel, qui le sera incessamment, P arade en Sept Nuits, le film de Marc Allégret, qui sera terminé avant la fin de l’année.
Le gros effort accompli par Pathé dans des conditions particulièrement difficiles nous montrent la grande vitalité de cette vieille firme française. Nous nous réjouissons et nous espérons que le vieux coq gaulois de Pathé reprendra bientôt la place d’honneur qu’il occupait jadis.
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P A L A C E . — bur scène : Mario Me'fi, et son célèbre orchestre de virtuoses.
A l’écran : La Douairière et les gang
sters, une excellente comédie comique.
T R I A N O N . — Les Trois Louf... que taires, avec Don Amèche et les R itz Bro
thers.
Sous le masque, avec Peter Lorre et Brian Donlevy.
G A L L IA . — A m es à la mer, avec Gary Cocper et George R aft.
D ouble enquête, avec Ann Dvorak et J.
T rent.
K U R S A A L . — Terreur à l’ouest, avec James Cagney.
Femmes d ’affaires.
R O Y A L . — Narcisse, avec Rellys, Monique Ro'and, Paul A zaïs et Gabrielllc'.
Soirée d e gala.
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Fdm français conçu et réalisé par Jacques Constant, interprété par A lice Field, Gabriel Cabrio, Paul A za ïs, Alexandre Pignault, Syloia Bataille, Maurice M aillot, Lucien N at, etc...
R E S U M E . — Cette histoire se déroule dans le monde spécial des bateliers, hommes dès chantiers et équipages de- péniches. Gre- ta, une femme étrangère à c; milieu, se fau-
G A B R I F L C A B R I O qui reoient à l’écran dans
Campement 1 3
file au Campement 1 3, provoque un pre
mier cirame passionne1, rn met en ménage avec le chef du campement, Chariot, qu’elle trempe tout aussitôt avec le neveu de cekii- ci, Jean-Pierre, non sans s’occuper égale- merV'd’affo'er Pascal, le meilleur ami de Chariot. Elle sème la folie et le désordre parmi cette humanité où le courage semble purement physique. U n moment, il semble que Jean-Pierre va se dégager de cette em
prise et racheter un passé douteux en épou
sant la fille de Pascal. Mais Greta ayant voulu se suicider à cause de cet abandon,
c est Chariot lui-même qui contraint le jeune homme à revenir. Ecœurée de tant de lâ
cheté et de bassesse, Greta s’en ira d’elle- même....
R E A L I S A T I O N . — Ce film, dont la réalisation, avant-guerre, connut mille ava- tciis, nous ramené a 1 epccjüs ou Quuî des Brun es faisait école, mais fait penser plu
tôt a La P u e sans nom. On ne peut rien re
procher de bien précis à Jacques Constant, si ce n’est de ne pas être Marcel Carné, et 1 on doit souhaiter le voir s’attaquer un jeur à des sujets plus en rapport avec nos pré
occupations actuelles. Mis en scène avec goût et adresse, Campement 13 nous vaut une peinture lourde et ncsta’gique des lieux où vivent les mariniers, mis en valeur pai une très belle photographie.
I N T E R P R E T A T I O N . — A lice Field force quelque peu, surtout vocalement, le personnage de Greta, qui n’était pas fait peur elle. Pau1 A zaïs (Jean-Pierre), Gabriel Gabrio (Chariot), Alexandre Rignault (Pas
cal) défendent leurs rôles avec conscience, et les deux derniers sont nettement meilleurs qu ils ne le sont à l’accoutumée. Sylvia B a
taille est la seule c'arté de c.ette sombre his
toire.
A . M.
L 'E tra n g e S u rsis.
Film américain, doublé en français, réalisé par H arold S. Bucquet, interprété par Ce- dric H ardw icke, Lionel Barrymore, Bobs IVatson, Beulah Bondi, Una M erkel, H enry Travers, Philip Terry, Grant M itchell, N a t Pendleton.
R E S U M E . — Comme dans Trois jours chez les vivants, avec lequel ce film présente quelque similitude, nous voyons la Mort revêtir apparence humaine pour se mani
fester aux vivants qu’elle va prendre. Après avoir emporté les parents du petit Bob Nor- thrup, M r. Brinks (c’est le nom qu’elle se donne) s ’introduit dans la famille en deuil et veut emmener le vieux grand-père de Bob.
Mais celui-ci, un joyeux vivant, se défend avec obstination, car il ne veut pas que l’en fant, qui est son seul compagnon, passe avec sa fortune, scus la domination de l’acariâ
tre et hypocrite tante Demetria. M . Brinks entre a'ors dans la chambre de Grand’mère, souffrante et l’enlève à son tour. Plus que
jamais grand-père se raccroche à l’existence) car Bob n’a maintenant plus que lui pour l'aimer et le défendre. Or, il y a un grand pommier dans le jardin de Grand-Père, et celui-ci vient de se déccuvrir un pouvoir sur
naturel, celui de maintenir dans l’arbre, paij sa seule volonté, ceux qui s’y sernt hisséj Il fait donc, par ruse, monter M . Brinks dans 'e pommier, et l’y maintient. Plus per-j sonne ne meurt dans le monde ! La tantq Demetria essaie de faire passer Grand-Père!
pour feu, et de le faire interner. Mais un vieux docteur, qui a découvert la vérité, dé
montre à Grand-Père quels tourments il fait peser sur les humains en les privant de la mort libératrice. Et M . Brinks, toujours dans son arbre, ayant pu attirer Bob vers lui, le fait tomber dans le vide. L ’enfant a la colonne vertébrale fracturée, et ne pour
ra jamais p us marcher. Ce que voyant, Grar.d-Père dé’ivre M. Brinks, et part avec lui et Bob vers la contrée lumineuse où les attend Grand-Mère...
R E A L I S A I IO N . — Ce film a été fait avec une intell'gence et une maîtrise techni
que surprenantes. Le côté fantastique ne dé
routera pas le pub’ic, car cette figuration de la mort, une fois que l’argument en est admis, devient familière et presque logique.
Il se dégage de l’ensemble, dans lequel abondent les scènes d ’un humeur irrésistible eu d ’un non conformisme souriant, une im
pression de résignation et d’apaisement en présence de l’effrayant prcfc’ème de la mort impression qui se prolonge bien au-delà de la vision du film.
I N T E R P R E T A T I O N . — Le grand acteur Cedric Hardwicke, qui tint justement un rôle important dans Trois jours chez lés vivants, et qui fut plus récemment le Dr.
Livingstone, interprète « M.r Brinks » avec dignité, humeur et douceur convaincante.
Lionel Barrymore fait une de ses meilleures créations du rôle du Grand-Père ; ses at
tendrissements, sa benté bourrue, ses accès de fureur contre la tante Demetria sont ex
traordinaires. U n peu desservi par le doubla
ge, le petit Bobs Watson est également re
marquable. Citcns aussi Beulah Bondi, qui est toute douceur, bonté et résignation dans le rôle de Grand-mère. Et tous les autres, plus haut nommés, sont, chacun dans leur emploi, dignes des précédents.
A . M .
D E M A R S E I L L E
à p a r t i r d u
1 9 « J U I N
Une P r o d u c t i o n ROGER RICHEBË
d i s t r i b u é e p a r l a
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M A J E S Ï I C d e M a r s e i l l e
au cours d'une m a tin ée enfantine
... e t no ici ceux
qu i eu t p a rtic ip é à
¿a ré a lisa tio n :
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R éalisatio n : L ad islas
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Durant cette quinzaine, il nous a été don
né de voir sur les écrans toulousains :
Aux
VariétésLe Deslin se joue la nuit et en complé
ment : Les deux révoltés (reprise) ; La Fille au vautour et en comp'ément : L e secret du jury ; L e Paradis des voleurs et en complé
ment : La Piste de la terreur.
Au
PlazaLe Flambeau de la liberté et en complé
ment : Cinq jeunes filles endiablées (re
prise) : Battement de cœur (reprise) et sur scène, en comp'ément : Albert Préjean, Ly- siane R ey et l’accordéoniste virtuose Scupel dans : Un coin de Paris, sketcli fort amu
sant et qui a été fort apprécié; Viva Villa (reprise) et en complément : Jim l’Excen
trique ; L a Fugue de M ariette (reprise) et en comp'ément : La treizième chaise (re
prise) .
Au
Gaumont Pa la ceCampement 1 3 et en complément : L at>o- cal du diable ; M iss Barrell et en complé
ment ; La R uée sauvage ; P etite Princesse (reprise) et en complément : Aventure en Espagne ; La vie privée d'H enri V III (re
prise) et en complément : Paradis pour deux.
Au
Trianon PalaceSur scène : La tournée de Rina Ketty Tous aux chants, a été appréciée ; N otre- D am e de la Mouise et en complément Péché de jeunesse ; L 'O r du Cristobal et en com
plément : Les Justiciers du Far W est (1"
épisode) ; Trois Argentins à Montmartre, et en complément : Les Justiciers du Far W est (2° épisode).
Au
CineacBrelan d ’as. R êves de Jeunesse, J'ai deux maris, L e roman d ’un tricheur ; M adam e la Marquise, Désiré, L a bataille de l’or, L ’in
cendie de Chicago, Entrée des Artistes, Sa meilleure cliente. Chaque quinzaine, Cinéac présente avec un gros succès, « La France en
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louse, du C. O . I. C ., , lue Agathoise, nous communique son numéro de téléphone : 2 5 6 -8 1 .
A ’fcert Préjean de passage au P laza, a bien voulu nous confier qu’après le Gala de la Radiodiffusion Nationale des 1" et 2 juin il compte partir en buisse et en Ccrse, pré
senter le sketch qu’il joue actuellement avec sa gentille partenaire : Lysiane Rey. En
suite il entreprendra une nouvelle production de P . J. Ducis intitulée Le Retour.
A l’occasion de la Journée clss Mères, la Direction du « Plaza » avait organisé une matinée cinématographique pour les enfants qui fut très réussie.
D e passage à Toulouse, M. Georges La- mirand a été présenté aux directeurs des salles cinématographiques toulousaines par M . Cheynaux de Leyritz, préfet régional, à T occasion cie la Se maine du Cinéma. En quelques mois, .M. Lamirand les a remercié d ’avoir bien voulu participer à l ’œuvre en
treprise par le gouverne ment pour venir en aide aux prisonniers.
La prochaine saison théâtrale du « T héâ
tre du Capitole » occupera grâce à eux, une place de choix, dans les annales artistiques de notre ville.
Le Club des Artistes poursuivant sa bril
lante activité, a reçu dernièrement Albert Préjean et Lysiane Key. L e « Club » or
ganise en cuire p'usieurs fois par semaine, des concerts symphoniques qui sont suivis avec intérêt par les membres.
La tournée du Théâtre des Deux-Anes, avec Pierre D ac, Jean Marsac, Jacques Ca- thy, Bernadet, M ady Berry, a été de pas
sage dans notre ville aux Nouveautés, où elle a remporté un .. ant succès.
Le Théâtre du Capitole nous a présenté Le Vertige, de Charles Méré, avec André Brulé et Made'eine Lély.
Toujours dans la même salle, nous avons pu applaudir : Jules Ladoumègue, Germai
ne Roger, Pascal Bastia, Pauline Carton, dans La Star et L e Champion.
U n nouveau théâtre créé pour venir en aide aux artistes, par M M . Azam et Faury, et qui a pris la dénomination de « Les V eil
lées de France », vient d ’ouvrir dans notre K E S E B V L X l ’N iK H A T U 1*0 l i t
C O U R R I E R D ’ A S I E
vil'e et présente chaque semaine des spec
tacles de music-hall de la meiileure veine.
N ous avons pu applaudir ces derniers temps : la grande fantaisiste Maguy N oël, Les 4 Tanagras du Cirque Pinder, P . M . Bcurdcaux et M ado Maurin, du Quart ci Heure Pierre et M ad, de Radio Tculcuse;
René Azam , de l’Opéra-Ccmique ; Magda Fcncy, la Révé'ation de la chanson ; les danseuses du Corps de Ballet de l’Opéra de Bordeaux ; Stomo, le roi de l ’illusion.
L A J O U R N E E D U P R I S O N N I E R La semaine du cinéma bat son plein à Toulouse et les Toulousains ont montré en
core hier que leur générosité est sans limite.
Tous les cinémas du centre de la ville oni clans 1 après-midi et la soirée de vendredi mis en vente aux enchères américaines des photos dédicacées de nos vedettes nationales préférées. C ’est ainsi que Marguerite M o- reno, Fernand Gravey, M illy Mathis, Victor Boucher, Yvonne Printemps, Charles Tr«- net et d ’autres se sont vu obtenir de très belles cotes dans les salles de la cité des vio
lettes.
Le record a hier encore été détenu par 1er Variétés qui ont obtenu en soirée la somme de 7 .4 7 6 francs peur une photo ddicacée cie Fernand' Gravey, après avoir obtenu 2 .3 2 0 francs en matinée pour .Marguerit/”
Morono.
Le Gaumont obtient la deuxième place du classement avec 5 .7 5 0 francs pour une photo d ’Yvonne Printemps et 1 .9 5 0 francs en matinée.
Le Plaza a rapporté 6 4 0 et 1 .3 5 0 francs Le Trianon 31 7 et 4 .4 2 3 francs. Les N ou
veautés, 1 .1 2 4 et 2 5 5 francs. Le Cinéac, 8 8 0 et 2 .5 2 5 francs. Le Galüa, 5 2 4 et 1 .2 1 9 francs. Enfin, le V ox, 31 5 et 365 francs.
A u total cela représente 3 1 .5 3 5 francs.
Donc, la recette de vendredi dépasse de plus de 4 .0 0 0 francs celle de jeudi, qui s’élevait à 2 7 .2 0 0 francs. Il est à souhaiter pour nos prisonniers que les beaux gestes ainsi réalisés continuent, car chaque billet d«
5 0 francs représente un colis pour l’un d ’eux.
Les 5 8 .7 3 5 francs ainsi récoltés i:r, deux jours, représentent 1.175 heureux.
Un du Promenoir. A V E Z -V O U S M A T E
L E G R A N D E L A N
E C U A I K - J O U R A A U
9
« REVUE DE L'ÉCRAN », N° 51, du 20 A v ril 1931.
A u s o m m a ir e :
A v o ir le to n , é d ito r ia l d e P ie r r e O g o u z, q u i é c r it :
Il y a parmi les revues corporatives ciné
matographiques qui se publient en France, quelques organes dont il suffirait, sans les regarder, d ’entendre lire quelques lignes pour deviner leur titre. Ces organes ont leur style, leur genre, leurs habitudes, et quiconque les a ouvert une ou deux fois, n’en peut oublier le ton.
Il existe au total quatre ou cinq journaux de ce genre. M ais ils font du bruit comme trente. Il y règne un bon-garçonnisme de commande, qui consiste à flatter les goûts les plus rudimentaires de la clientèle. P a r des allusions sans subtilité, on fait appel à ce qu'on croit être les penchants naturels du lecteur.
Si l'on veut que le cinéma triomphe, il faut le servir avec tout le respect qui lui est dû, et avec la plus élémentaire dignité qu'on se doit à soi-même. »
C o m m e to u t ce la s e m b le lo in de n o u s 1, d é jà 1 M ais la c o n c lu s io n r e ste v a la b le .
Asso c ia tio n des d ir e c t e u r s, Mu
t u e l l e, p a g e s o ffic ie lle s . — Il est q u e s tio n d es e x a m e n s d ’o p é r a te u r s.
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« Se déclare prêt à prendre les mesures les plus énergiques, à savoir : la fermeture commune de toutes les salles de spectacle, coïncidant, par exemple, avec l’ouverture de l ’Exposition Coloniale ».
L E S PRESENTATIONS :
Les> F ilm s C élèb res (V a u to u r s , a v ec A g n è s E s le r h a z y , E v a v o n B e rn e, O sc a r M arion e l P a u l O lio ).
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P r é s e n t a tio n s à v e n ir ; U n e d o u z a i
n e d e f ilm s a n n o n c é s 1 p o u r la q u in z a i
ne s u iv a n te :
Co u r r ie r d e Pa r is, p a r R. H u g u e - n ard . D a n s ce t a r tic le o ù t o u t s e r a it e n c o r e à c ite r , relevons', à p r o p o s d e s g r a n d s c ir c u it s :
A u jo u rd ’hui, on peut envisager les résul
tats. Est-il exagéré de dire qu'ils sont désas
treux ? Les grands circuits coûtent plus aux firmes qu'ils ne leur rapportent... »
D ix m in u te s a v e c C h a rlie C h a p lin à M a r s e ille , p a r G eorges V ia l, et du m ê m e, u n e lo n g u e é tu d e su r L e s L u m iè r e s d e la V ille .
Co u r r ie r d es St u d io s. — N o u v e a u x film s en c o u r s d e r é a lis a tio n : L a B ê te e r r a n te , d e M arco d e G a sty - n e ; L ’A v e n t u r i e r ; L e G é n é ra l, p ar A d e lq u i M illa r ; M a m ’z e lle N ito u c h e , p a r M arc A tle g r e t ; P a r is B é g u in , p ar A u g u s to G en ia ; L e p a r f u m d e la d a m e en n o ir , par M ancel L ’H e r b ie r ; L e F ils im p r o v is é , par R e n r H e r v il ; S e r v ic e d e N u i t et S e r m e n ts , p a r H en ry F e s c o u r t.
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Rég io n, etc.
D es1 Ech o s et d e s No u v e l l e s :
« M . R aym ond Lussiez est nommé prési
dent du Syndical Français des Directeurs de Théâtres Cinématographiques, en rempla
cement de M . Léon Brézillon, qui n'avait pas représenté sa candidature. »
a Les grandes firmes amricaines ont re
noncé à la production de films parlants fran
çais dans leurs studios, car le nombre res
treint des salles équipées en France rend im
possible l’amortissement de ces bandes.
A près W arner Bros et Fox, M . G. M . vient de licencier les artistes et metteurs en scène français attachés à son service. Jacques F ey-
der rentrera bientôt à Paris. »
« L'Europe compte actuellement 8 .5 4 8 établissement équipés en sonore, dont 703 en France. »
« A la date du 16 avril, l’A u bert Palace de Marseille a définitivement fermé ses portes. »
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En tête de liste le nouveau fi'm d’Emil Janningc, Le Président K ruger, véritable épopée filmée qui a exigé des années d ’ef
forts. Deux grands films avec Heinrich George : Cœur Immortel et La Folle im
posture, ce dernier avec l’incomparable Luise Ulrich. U n grand drame humain avec Paula W essely : Miroir de la oie. Outre B el-A m i, en reverra deux autres films étonnants de W illy Forst, une superproduction musicale, Opérette et un frm policier d ’un genre abso
lument neuf, On a volé un homme. Il faut encore c:ter L e Grand R oi, impatiemment attendu, La Tempête, avec l’extraordinaire Brigitte Hcrney ; des films amusants : Les Joyeux Locataires, La Perle du Brésilien, Charivari, Antoine le Magnifique, L e Bijou M agique, L e Combinard. Des films musi
caux : Fin de siècle. Scandale à Vienne ; policiers : Coup de théâtre, Faux coupa
bles, La treizième chaise ; d ’aventures : Sa- botages, Grandison le Félon.
Une scène pathétique du film distribué par T obis : Une M ère
U n film satirique : Vénus scandale ; Leni Marenbach dans Coup de foudre et un ad- mirab’e film de montagne, Les Risque-Tout.
Le programme des films français n’est pas moins important. La Continental-Films met en chantier pour Tob:s, six productions dont il convient de rappeler les titres : Les Evadés de l'A n 4 0 0 0 , un fi’m que réalisera notre grand metteur en scène Marcel Carné, avec Danielle Darrieux, Arletty, Charles Vanel, etc., La Symphonie Fantastique, film mu
sical de Christian-Jaque; Caf'Conc de Mau
rice Gleize, Une paire d ’amis, d’après un scénario d ’André Cayatte ; L ’Assassinat du Père N oël que Christian-Jaque vient de ter
miner avec Harry Baur ; M am 'zelle Bona
parte, de Maurice Tourneur.
Enfin, Tobis présentera prochainement le grand film de Jean G-rémi Ion, Remorques, d ’après le roman de Roger Vercel, avec Jean Gabin, Madeleine Renaud et Michèle Morgan.
E D M O N D E P A R D A U D V IC T IM E D ’U N A C C I D E N T
Le 5 juin dernier, notre excellent con
frère et collaborateur Edmond Epardaud, directeur du Nouveau Film, a été victime d’un grave accident : alors qu’il parcourait à bicyclette une artère de N ice, il fut ren
versé par une auto.
Transporte d ’urgence à l’hôpital Saint- Roch, Edmond Epardaud a dû subir l ’opé
ration du trépan qui a heureusement réussi.
Nous lui souhaitons de tout coeur un prompt et complet rétablissement.
E M IL J A N N I N G S I N D I Q U E L A
« L IG N E G E N E R A L E D U C IN E M A A L L E M A N D «
Ohm Kruger la plus importante réalisation du cinéma allemand, a été présentée à Ber
lin.
Emi! Jannings, le célèbre artiste et grand animateur du cinéma allemand, a fait les déclarations su.vantes :
— L ’heure oie réaliser de grandes oeuvres c'assiques est venue pour le cinéma naticial allemand. Il s’agit, désormais d ’enrichir le patrimoine culture! par des œuvres qui vau
dront pour tous les temps et pour tous les peuples; il s’agit de mettre le cinéma au niveau de la grande épopée en harmonie avec les passions éternelles et profondes de l’être humain... »
En effet, Ohm Kruger marque une date essentielle dans les annales du septième art.
Sans vaine littérature, sans concessions vul
gaires, ce grand film — « N u, haut et pur comme un rocher », selon l’expression ci’un critique berlinois — narre la lutte héroïque du petit peuple boër pour scn indépendance.
Il ne s’agit plus d ’ « histoire romancée»
à la mode d ’Hollywood, mais de témoigna
ges irrécusables, de poésie virile.
N E C R O L O G IE
M . Jean Caillol, l’aimable directeur des Etablissements Radius, v:ent ci’avcir la grande dou’eur de perdre sa sœur, Mlle Elisabeth Cail'ol.
N ous prions M. Cai.iol et sa fami’le de trouver ici l ’expression sincère des condo
léances de toute l’équipe de La Revue de l’Ecran.
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É tT iA I BS-.M UTtA A li
M . R O B E R T L E N G L E T A P A R I S M . Robert Lenglet qui fut longtemps di
recteur de l’agence marseillaise des Films Paramount et ensuite directeur de l’agence de Paris, vient d ’être nommé directeur de l'agence parisienne des Films Minerva. Les nombreux amis que M . Lenglet a laissés à Marseille seront heureux d’aveir de ses nou
velles.
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