Boletim de Mercado Carga Própria
Julho 1993
Eíetrobrás^
Centrais Elétricas Brasileiras SA
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Diretoria de Operação de Sistemas
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Sumário —
Comentários 1 Consumo de Energia ElétricaTaxas de Crescimento por
Regiões e Classes 09 Consumo por Regiões e Concessionárias
Consumo Total e
Taxas de Crescimento 10 Consumo Residencial e
Taxas de Crescimento 11 Consumo Comercial e
Taxas de Crescimento 12 Consumo Industrial e
Taxas de Crescimento 13 Outros Consumos e
Taxas de Crescimento 14 Tarifas Especiais por Regiões e Classes
Consumo Total 15 Consumo Comercial 16 Consumo Industrial 17 Estrutura do Consumo por Regiões
e Classes 18 Desvios Percentuais da Previsão 19 Evolução Mensal do Consumo por Regiões 20 Taxas de Crescimento no Ano
até o mês (%) por Regiões 21 Dados Retrospectivos de Consumo e
Taxas de Crescimento
Brasil 22 Região Norte 22 Região Nordeste 23 Região Sudeste 23 Região Sul 24 Região Centro-Oeste 24 Número de Consumidores
Número de Consumidores e Taxas de
Crescimento por Regiões e Classes 25 Energia Elétrica e Economia
Indicadores Básicos do Brasil 26 Indicadores Econômicos 27 Preço da Energia Elétrica 27 Preço de Petróleo, Derivados e Álcool 28 Carga Própria 29 Observações 35 Outras Empresas 35
1 . Comentários.
A economia do país, apresenta desde janeiro do corrente ano, descmpcnno favorável em relação ao ano de 1992. Os indicadores de produção mostram que o crescimento econômico até junho acontece não só frente ao mesmo período de 1992 como também em relação ao último trimestre daquele ano, quando após o período de instabilidade política pda qual o pais passou, a produção de bens e serviços começou, a partir do mês de setembro, a mostrar sinais de recuperação.
Irtficadoresecoriômicos divulgados por órgãosofici^
favorável da economia no decorrer dos sete meses deste ano.
O aumento na produção industrial verificado no segundo trimestre levou à diminuição da taxa de desemprego no pais, segundo o IBGE. De maio para junho a taxa de desemprego aberto caiu em SaIvador(de6,5%paraS,6%);SioPaulo(6,0%par»5,4%XBeloHorizonte(4>2%para3,8%), Recife (10,0% para 92,1%) e Rio de janeiro (3,7% para 3,7%). Em termos de rendimentos médio real, houve um aumento de 6,0% em Recife, 4,0% no Rio e 2,0% em Belo Horizonte com queda de 3,0% em São Paulo. No mesmo período, o número de trabalhadores com carteira assinada aumentou 2,0% no Rio de Janeiro e em São Paulo.
O desemprego nacional, segundo o DIEESE recuou em julho para 14,8% do PEA saindo 1,22 milhões de pessoas em junho para 1,17 milhão em julho.
Juntamente com o Rio Grande do Sul, a manufatura paulista vem sustentando o crescimento da produção industrial brasileira, nos primeiros cinco anos deste ano, segundo revelam os últimos indicadores do IBGE. De janeiro a maio o nível de atividade da indústria de São Paulo apresentou uma expansão acumulada de 16,0% ante igual período de 1992, ultrapassando em muito a média Brasil no período que foi 10,4%. No parque fabril gaúcho, a taxa de crescimento até maio foi de 13,3%.
A expansão da produção manufatureira se dá em todas as demais regiões, porém em níveis bastante inferiores a São Paulo e Rio Grande do Sul.
Os atuais focos de dinamismo das atividades industriais são os bens duráveis e alguns segmentos de bens de capital, como as máquinas agrícolas, com destaque para tratores, como conseqüência dos bons resultados que os produtores brasileiros de soja obtiveram neste ano e a expectativa de que o mercado para o produto continue aquecido em 1994. Outros destaques em bens de capital são caminhões e ônibus com forte presença de fabricação São Paulo e Rio Grande do Sul.
Em São Paulo a produção de automóveis e eletrodomésticos teve um efeito multiplicador em todo o complexo metal-mecânico da região.
A indústria gaúcha tem se beneficiado das exportações de produtos alimentares, com destaque para carnes. Cabe destacar que o Rio Grande do Sul passou de quarto para o segundo estado exportador do pais, segundo dados da Secex, passando de participação na pauta de exportação nacional do país de 6,8% de janeiro a maio de 1992 para 14,0% no mesmo período de 1993.
A Tabela 1 mostra os indicadores levantados pelo IBGE no mês de maio e o acumulado no período.
Locais
Reg. Nordeste Pernambuco Bahia Minas Gerei*
Rio de Janeiro Sâo Paulo Reg Sul
Paraná Santa Catarina
Tabelai Atividade Industrial Crescimento da Produção
Resultados Regionais Mensal
3>
17,9 4,7 5,3 5.6 24,0 11,8 6}
6.2 Rio Grande do Sul 14.»
Brasil 164
Variação % Acumulado
Jan-Maío 1,4 4.2 1,5 2,5 1,7 16,0 8,3 1.3 5,3 13,3 10,4 Fonte iBGE/DPE/Departameoto de Industria
Acumulado 12 meses
-1,6 -6,2 1,3 - V
-3,6 1,7 1,0 0,8 -1,9 5,1
•02
Eiet. obras
Como conseqüência do resultado favorável alcançado pela economia no primeiro semestre deste ano, o ingresso efetivo de divisas externas no país acumulou nos seis primeiros meses US$ 11,584 bilhões, superando os US$ 9,S41biIhões registrados no primeiro semestre do ano passado, sendo que no mercado de ações, o que entrcu neste semestre já ultrapassou todo o movimento do ano passado.
É claramente positivo o balanço da atividade industrial no primeiro semestre, com recuperação da manufatura, apesar da subida da inflação e da aha das taxas de juros. As vendas registram expansão de 8,7% no período, a massa salarial cresceu 6,7%eonivdni«üodeutilizaçio da capacidade instalada industrial subiu cinco pontos percentuais no período janeiro/junho 93/92, alcançando 76,4%, neste semestre, segundo a CNI.
Dentre os setores grandes consumidores de energia elétrica, destaca-se o desempenho da produção siderúrgica em julho, que em continuidade ao processo de crescimento, registrou produção de 2,188 milhões de toneladas ante 2,028 milhões em junho, com aumento no mês de 7,9%. Nos sete primeiros meses deste ano, o aço bruto contabiliza produção de 14,433 milhões de toneladas. O crescimento da produção, conforme o IBS, decorre da maior demanda por parte das indústrias automobilística, de eletrodomésticos e de construção civil. O faturamento do setor cresceu 11,0% no semestre 93/92, sendo que o bom resultado das vendas de aço é conseqüência de o maior aumento de produção recair sobre os produtos mais ncbres, destinados a produção automobilístico, com valores agregados superiores.
As exportações brasileiras de produtos siderúrgicos alcançou, de janeiro a junho deste ano, sobre o mesmo período de 1992, crescimento de 6,2% sendo que a de produtos semi-acabados cresceu 4,51% no mesmo período.
Outro indicador altamente favorável é o da indústria automobilística, que tudo o que produz é absorvido pelo mercado, como no caso dejulho, quando foram produzidos 121.917 unidades dos quais 96.492 foram vendidas internamente, tomando estas vendas as maiores, dos últimos 13 anos, segundo aANFAVEA.
De acordo com os dados divulgados pela Associação, para julho, as vendas de carros populares atingiu 23.509 unidades, representando 30,2% do mercado. No primeiro semestre, a produção de veículos foi de 752.783 unidades 28,9% superior ao mesmo período do ano anterior.
A produção brasileira de papel totalizou no semestre 2,664 milhões de toneladas, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Papel e Celulose (ANFPC) e superou em 12,5% o desempenho de igual período do ano anterior. No período o mercado doméstico absorveu 1,577 milhões de toneladas de papel, com crescimento de 11,2% sobre o mesmo período do ano passado. O reaquecimento do mercado doméstico fez com que as exportações registrassem um decréscimo de 5,4% na comparação entre os dois semestres. Já as vendas de celulose para o mercado externo cresceu 12,7% nos primeiros seis meses de 1993/92, sendo que sua produção de até junho cresceu 6,6%.
Em julho, o mercado de energia elétrica do país, excluídos os consumos relativos a tarifas especiais, apresentou crescimento de 3,6% ante o mesmo mês do ano passado e de 3,5% no período janeiro a julho corrente, contra período semelhante em 1992. A classe industrial, detentora de quase metade de todo o mercado total de energia elétrica, continua a ser a principal responsável pelo bom desempenho do mercado nos sete meses deste ano, com crescimento de 3,9% no mês dejulho e 4,2% de janeiro a julho, em comparação com os mesmos períodos do ano passado.
No mercado industrial da Região Nordeste, destaca-se o comportamento evolutivo dos mercados estaduais, que refletindo o aquecimento das vendas aos consumidores industriais cresceu em média o suprimento feito pela Chesf ás mesmas em 6,7% no mês e 7,0% no acumulado.
O mercado atendido peia Codba, cerca de 30,0% do mercaao total noraestino, apresentou crescimento acumulado nos sete meses de 5,4%, em conseqüência do bom desempenho da sua indústria de transformação que cresceu, de janeiro a julho 93/92,13,5% sobre igual período do ano passado. Em julho, o segmento de Produtos Alimentares cresceu 8,3%, Químico 3,7%, Borracha 17,8%, Bebidas 3,5%. No setor Químico, os produtos derivados de petróleo cresceu a produção em 5,8%. O aumento da demanda pdas indústrias automobilísticas levou ao crescimentode4,9%naoferta de petroquímicos. Os Derivados de Cacau tiveram crescimento na produção de 18,3% no período.
O destaque do mercado por classe desta empresa é o crescimento, no mês de julho, do Rural de 15,0%
graças ao uso mais intenso da irrigação e também da classe Serviços Públicos (15,9%) devido a influência da Embasa/Pedra do Cavalo.
Já os consumidores atendidos diretamente em 230 Kv pela CHESF, apresentaram um mercado decrescido em 9,5% em comparação a julho de 1992 e uma variação praticamente nula (0,1%) sobre junho próximo passado, tendo decrescido 6,9% no acumulado até julho 93/92.
Do total de energia consumida por estas indústrias, 98,1% referem-se às dos Gêneros Metalúrgico (39,5%) e Químico (58,6%). Nas indústrias Metalúrgicas, o decréscimo nos sete meses do ano de - 17,0% foi em virtude de desativação da parte de planta da Alunordeste, que por problema mercadológico, reduziu desde nov/92, sua produção em 50,0%. Já as indústrias Químicas apesar de apresentarem decréscimo de consumo de 5,4% no mês de julho, ocasionadas pelo desempenho da Dow Química e redução das compras da Copene, que passou a gerar mais energia, acumulam crescimento de 0,7% nos sete meses.
No Estado do Rio de Janeiro, a capacidade instalada de janeiro a julho de 1993 foi de 73,1% contra 70,4% no mesmo período de 1992. As vendas da indústria em julho apresentaram queda de 3,8% em relação a junho, configurando o segundo mês consecutivo de declínio dessa variável, embora no período acumulado até o mês elas tenham superado em 5,1% às de igual período em 1992. Segundo a Firjan, o decréscimo se deve em parte às vendas de material de transporte (-51,0%), cujo peso no industrial é grande, e ao segmentos de bens de consumo final, a exemplo de produtos, de higiene, calçados e vestuário.
Além da performance econômica desfavorável do estado, os destaques no mercado da área atendida pela Light, que decresceu 1,9% no mês e -1,3% nos sete meses, foram a mudança no lote de faturamento da Valesul, acarretando uma defasagem de 20 dias no seu período de leitura, e menos 3,1 dias de faturamento na Baixa Tensão no período janeiro-julho/93. Ajustando-se o mercado ao mesmo número de dias de faturamento do período em 1992, c mercado sofreria uma queda menor, de 0,6%.
O mercado de energia elétrica atendido pela Cemig apresenta no mês de julho diminuição na sua taxa de crescimento (3,1%) em relação a mesma para o mês de julho (4,0%), continuando a ter uma das piores performance da região. Sem industrial, 66,8% do consumo total da empresa, cresceu no acumulado até julho somente 1,5%, enquanto na região o incremento deste mercado no mesmo período foi de 3,9%. Uma das fortes razões para o fraco desempenho do consumo industrial da Cemig é a queda da demanda de energia pelos setores siderúrgico e ferro-ligas; seus grandes consumidores voltados para exportação, devido à queda de preços internacionais e protecionismo. Nestes dois ramos da metalurgia está concentrada grande parte da pauta de exportação de Minas.
O consumo de energia elétrica na área atendida pela CPFL cresceu até julho a 5,1%, mantido pelo bom desempenho da classe industrial que representa 44,0% do consumo total da empresa e cresceu 9,2%. Os seus principais gêneros industrias, que representam 71,0% da classe tiveram, no período, crescimento de 11,4% para têxtil, 8,0% para alimentares, 9,7% para metalurgia, 20,9% para papel e papelão, 11,1% para química e 17,0% para mecânica.
Eletrobrás
O mercado de energia elétrica atendido pela Eletropaub descontado o pico de abril, apresenta o consumo do último trimestre estabilizado em patamar levemente superior do primeiro trimestre, sustentando uma trajetória de crescimento gradual, verificada desde o inicio do ano, com o melhor
J°sempenho pertencendo à classe industrial, representando 52,9% do seu mercado. A recuperação UÜ setor industrial, já sinalizada pelo indicador da Atividade Industrial do IBGE (Tabela 1) para o período janeiro-maio 93/92 com crescimento de 16,0% se deu, em virtude do bom desempenho das exportações e à recuperação do mercado interno, principalmente no segmento de bens duráveis.
Por gênero de indústria destacam-se, no período acumulado até julho, os crescimentos de 17,7%
para Transportes, 8,6% para Química, 10,3% para Têxtil e 12,5% para Papel e Papelão.
O setor metalúrgico, que tem na CBA 25,8% de seu consumo, caiu 0,6% no período devido a este consumidor ter deixado de comprar da Eletropaulo 170 Gwh no ano, cerca de 15,8% do seu consumo, em função do aumento de sua geracio própria.
No mercado da Enersul, destaca-se de janeiro a julho corrente o crescimento de 11,3% da classe Rural em decorrência do incremento verificado na indústria de benefiaamentoeinoagemdasafrade soja. Destaca-se também o reflexo da colheita da boa safra nas classes comerciais via comercialização e no ganho de renda que resulta em melhoria do consumo residencial da empresa. Um fator que se alia a recuperação das taxas de crescimento do mercado da Enersul é a base de 1992 ter sido significativamente baixa.
O Estado do Rio Grande do Sul, que vem apresentando no ano o melhor desempenho da atividade industrial a nível de estado conforme IBGE (Tabela 1), apresenta o mercado total de energia elétrica refletindo na classe industrial não só o beneficiamento da safra de soja como também as crescentes exportações desta e de produtos Químicos e Metalúrgicos.
Ainda na região Sul destaca-se o comportamento do mercado da Celesc, que apesar da base comprimida de 1992, apresentou crescimento atéjulho 93/92 de 5,7%, em função do bom desempenho do seu parque industrial cujo consumo no período em análise cresceu 6,2%. Um fato relevante no segmento secundário Catarinense é o de que os seus principais ramos industriais encontram-se com a utilização da capacidade instalada superior a 90,0%, a exemplo de papel e Papelão, Alimentar, Mecânica e Metalúrgica. No gênero Têxtil este indicador está em 84,2%. Observa-se que em janeiro de 1993, a utilização média da capacidade instalada no estado era de 80,5% tendo em julho crescido para 83,4%.
Brasil Consumo Total -1992/1993
GWh
20.000
19.000
18.000
i7nnn
A, A
V v k/v
• i i i i i i
t
1 1 1
\
1 1 1
J F M A M J J A 8 O N D J F M A M J J A 6 O N D 1902 1083
Realizado Previsto
BRASIL - Consumo Total -1993
Taxas de Crescimento Mensal Realizadas, Médias Realizada e Prevista
%
122.2 .
\ ,
V
•0.0
9.5
©- -/••©-
/1.2
Realizadas
MteaMês
3.6
Média Prevista: 6.0
^ * 3 8
^ Média Realizada 3.5
J F M A M J J A S O N D
Eletrobrás
Brasil
Estrutura do Consumo por Classe
Julho 92/Junho 9 3 - % Comercial 12.5
Residencial 24.4
Industrial 48.2
Outros 14.9
%
10
Brasil e Regiões Geográficas
Taxas de Crescimento Doze Meses (*)
J
Norte Nordeste Sudeste Sul Centro Oeste Brasil O Residencial D Comercial B Industrial • Outros • Total
O A f l o W - J u l M / A g o W - J u I M
ANÁLISE DA CARGA PRÓPRIA
A analise da carga própria é elaborada mensalmente, considerando-se os aspectos econômicos, condições climáticas, histórico das empresas e informações das concessionárias, do Sistema Elétrico Interligado. O quadro a seguir apresenta uma síntese das taxas verificadas no mês de julho.
CARGA PRÓPRIA DE ENERGIA SISTEMAS INTERLIGADOS
JULHO DE 1993
SISTEMA
SE + CO - ENERSUL S + ENERSUL N + M A N E - M A TOTAL
CRESC.
M
4,8 4,1 3,1 4,3
PARTIC.
64,8 15,3
• 6.7 13,2 100,0
DESVIO PLANO
-0,8 0,2 1.2 0,7 -0,3
PROGR.
-0,9 -0,8 -0,5 1.2 -0,6
No sistema Sudeste, a ELETROPAULO com cerca de 33,0% de participação, é a principal responsável pelo desempenho da região, de março a julho/93, ocasionado principalmente, pelo reaquecimento no segmento industrial, do setor automobilístico.
Devido às participações das empresas CEEEeCOPEL na carga própria do sistema SUL+ENERSUL, o comportamento das mesmas tem maior influência para esse sistema. Destacam-se, na CEEE, os segmentos industrial e comercial com incrementos significativos
O crescimento em relação ao ano anterior foi sustentado pela cnf't, a de novas cargas no mercado da regiSo, com destaque para a INPACEL, consumidora do segmento industrial da COPEL.
A carga própria de energia no sistema Norte é influenciado pelas indústrias de eletro-intensivos na área de concessão da ELETRONORTE, sendo observado aumento das perdas.
A carga própria do sistema Nordeste • Maranhão, é fortemente influenciada pelos consumidores industriais da CHESF. que no mês de junho tiveram seus desempenhos prejudicados com a parada da ALUNORDESTE que mantém desde novembro/92, uma redução de 50% da sua produção.
Eletrobrás
BRASIL - Carga Própria Total -1992/1993
MW Médio 30.000
26.000
2 6 . 0 0 0 j F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D 1992
Realizado
1993 Previsto
10
BRASIL - Carga Própria -1993
Taxaa de Crescimento Mensal Realizadas e Médias Realizada e Prevista
8.0
A VMot a MesRealizadas
Média Realizada 4.3
Média Prevista: 4.8
J F M A M J J A 8 O N D
2 . Consumo de Energia Elétrica.
2.1 Taxas de Crescimento (%)REGIÃO
TOTAL RESIDENCIAL COMERCIAL INDUSTRIAL
BRASIL NORTE NORDESTE SUDESTE SUL
CENTROOESTE
3.6 1.2 1.9 2J 7,2 113
2.7 -23 4.1 1.7 5.1 6.7
5.1 -3.«
6.1 52
4 3 S.9
3.9 3.2 1.1 3.7
io.t
26.1
REGIÃO
TOTAL
NO AMO. ATÉ JUL (2)
RESIDENCIAL COMERCIAL INDUSTRIAL
BRASIL NORTE NORDESTE SUDESTE SUL
CENTROOESTE
3,5 1.9 1.9 3.1 63 6.Í
1.7 -43 1,5 1.9 2.0 3.9
3.7 -4.2 4.4 3.6 5.2 5.7
42
4,9 -03 3.9 10.4 133
REGIÃO
TOTAL
DOZE MESES. ATÉ JUL (3)
RESIDENCIAL COMEI CIAL INDUSTRIAL
BRASIL NORTE NORDESTE SUDESTE SUL
CENTRO-OESTE
1.6 0.9
\2
1.0 4.6 3.4
0,6 -6.1 0.4 0,7 l,«
1.7
24 -V 33 2.4 3.7 3,5
1,5 33 -0,9 0,7
»,0 6,0
NOTAS:
(1) JUL93/JUL92 (2) JAN-JUL93/JAN-JUL92 (3) AGO92-JUL93/AGO91-JUL92 (4) ESTA PÁGINA APRESENTA UM SUMÁRIO DAS QUATRO FOLHAS QUE SE SEGUEM
Eletrobrás
2 . Consumo de Energia Elétrica- 2.2.1 Total
REGIÕES/EMPRESAS
BRASIL NORTE CEAM
ELETRONORTE/AM CELPA
ELETRONORTE/PA ELETROACRE CERON CEA
ELETRONORTE/AP CER
ELETRONORTE/RR CELTINS
OUTRAS NORDESTE
CEMAR
ELETRONORTE/MA
CEPISA COELCE COSERN SAELPA CELB CELPE CHESF-PE CEAL CHESF-AL ENERGIPE SULGIPE CHESF-SE COELBA CHESF-BA OUTRAS SUDESTE ESCELSA CEMIG CFLCL LIGHT CERJ CENF
ELETROPAULO CPFL
CEC EEVF
SANTA CRUZ-SP CESP-SP OUTRAS SUL COPEL CELESC CEEE OUTRAS CENTRO-OESTE
CEMAT ENERSUL
CELC CEB OUTRAS
JUL GWH 18343,6 927.5 18.9 112.7 180,8 492.3 15,2 45.9 16,0 7,3 1.4 10,2 26.3 0.6 2908,7 119.7 477,7 73.5 293,9 130,!
102,9 18,4 402.7 16.5 118,8 126,2 93.8 8.5 15.6 556,3 351.6 2,3 108934 362,3 2418,9 44,7 1534.5 356,1 18.2 4070,0 1163,1 48,0 35.9 34,4 643,0 164,1 2770,1 907,3
63 U
1151,0 80,6 844,0 124,8 144,9 357,1 204,6 12.7 NOTAS: (!)JULM/JULM
VARS(1) 3,4
U
2,4 -8,0 -0,4 4.0 1.9 -5.7 7,5 -2,7 6.5 113
13,0 8.1 1.9 0,1
•0.5 12.9 8.0 6,2 9.9 4,8 8.5
U
13,2
•3,1 6.9 -8,2 -1,8 2,6 -13,0 -18,7 2,1 3,6 3.1 -5,6 -1.9 -1.0 1.3 4,4 6,1 7.8 -11,0
2,7 2.9
•2.6 7.2 7,4 6.2 7.9 4,2 11,5 5,7 5,2
17.5 10,8 1,5
NO ANO GWH 127743.»
6398,6 137,8 781,7 1265,9 3362,7 108,2 3213 112.0 48.9 10,0 70.8 174.8 4,5 20325,7 838,0 3331,8 475,8 20173 911,1 7393 129,1 2959,0
1283
831.8 888.8 6 5 6 9 58.6 111,8 3823,8 2404,9 19,2 76063,1 2423,1 164983 312,6 11778,7 2700,4 122.9 278673 7832,8 336,1 251,4 240,9 45673 1130.9 19329,6 6370,7 4425,2 79693 564.3 S 6 2 U 878,2 1058,0 2264,9 1337,7 88,1 (2WAN-JUL93/JAN-JUL92 (•) VIDE PAOINA DE OLSERVAÇÕES (ITEM 4]
VAR9H2) 3.5
1.9 13,3
-83
-0.4 4,7 -1.6 -0.1 7,6 15.9
83 2.0 9.8 12.1 1.»
1.2 1.0 4.5 73 73 4.0 43 2.9 4,7 4,6 0,6 5.2 -12,7 38,5 5.4 -11.1 -2.7 3.1 2,2 2,8 0,5
•13 1,7 2,8 4.0 5,1 5.0 03 5.1 6,9 9.3 63 7,9 5.7 5.4 5.4 6.8 6,3 7.1 6.9 7,2 03
DOZE MESES GWH
217302,9 109873 229.6 1399,4 2185,3 5736,2 184,1 565,3 182,9 69.4 16.7 118.3 292,6 7.5 346993 1436,7 5700,1 835,1 3449,2 1557,2 1256,3 224,7 5013,9 208,0 1397,3 1549,2 1116,7
1033
190,5 6427,1 4199,5 34,5 130103,9 4021,9 28474,5 545,7 19705,4 4547,0 208.9 48057,3 13462,2 555,5 435,2 404,9 7739,3 1945,9 32074,4 10683,3 7V,3,1 13090,1 958,0 9437,8 1476,5 1752,4 3775,5 2283,1 150,4
VAR%(3) 1.6 0,9 7.4 -8.8 -2.0 4,2 -2.5 0,4 1.6
•4.8 7.6 1.1 10,2 6,4
W
0.1 0,8 3.3 4.5 6,0 1.4 5.8 1.1 2,7 3,2 0.4 4,0 -9,0 20,6 4,9 -9,1
-13 1.0 0.5 1.6 0.3 -23
-0.»
0.2 1.1 23 1.8 1.6 2.1 33
10,9 4.6 6,0 33 4.0 53 3.4 2,1 4.1 3,2 4.6 -5.1 (3) A0O92-JUL93/AOO91-JUL92
2 . Consumo de Energia Elétrica-
2.2.2 ResidencialREGIÕES/EMPRESAS
BRASIL NORTE CEAM
ELETRONORTE/AM CELPA
ELETRONORTE/PA ELETROACRE CERON CEA
ELETRONORTE/AP CER
ELETRONORTE/RR CELHNS
OUTRAS NORDESTE CEMAR
ELETRONORTE/MA CEPISA
COELCE COSERN SAELPA CELB CELPE CHESF-PE CEAL CHESF-AL ENERGIPE SULGIPE CHESF-SE COELBA CHESF-BA OUTRAS SUDESTE ESCELSA CEMIG CFLCL UGKT CERJ CENF
ELETROPAULO CPFL
CEC EEVP
SANTA CRUZ-SP CESP-SP OUTRAS SUL COPEL CELESC CEEE OUTRAS CENTRO-OESTE CEMAT
ENERSUL CELG CEB OUTRAS
NOTAS: (1)JUL93/JUL92
Eletrobrás
JUL GWH 4 3 3 U 170J 8.4 37,1 71.5 7.4 22,1 6.2 0.6 5,2 11,8 0,1 609,0 46,8 31.4 90,5 38,2 33.8 6,5 133,3 39,0 __
24.6 2.8 162,0 _ 0,2 2548,6 863 394,9 16,8 387,0 136,4 6.8 985,0 316,3 18,1 12,9 11,4 139,5 37,2 705,7 234,1 145,4 309,4 16,8 297,7 48,6 48,3 121.1 74,9 4,7
VAR%(1) 2,7
-W
-13.1
u
-0.3 3.1 -«.5 6.7 _ 4.9 16,6 13.9 -4.9 4,1 -2.9 13.6 8,0 8,7 3.9 2.7 6,2 __
5.9
—_
6.8 -1.8 -0,7
^>6,4 1.7 27.5 5.7 7.8 -6,9 -Í.3 -5.0 2.0 4.4 8.4 3.0 2,5 1.8 -1,4 5.1 5,4 5.3 4.8 6,3 6,7 3,1 1,1 11,4 6,1 2,6
NO ANO GWH 311294 1190,9 59.9 259,1 500,2
— 53.0 1543 43.4
— 4.5 36.7 79.4 0.4 4308,1 327,4
— 211.0 638.9 268.8 243.0 45,3 956,6
— 273,3 _ 172,4
19,1 1149,8 __
2,4 18646,5 539,6 2787,6 117,5 3258,0 1116,7 47,7 6977,7 2212,4 126,4 90,6 79,6 1032,2 260,6 4950,7 1646,5 1058,9 2127.6 117,6 2033,1 365,7 370,9 763,9 499,8 32,9
(2) JANJUL93/JANJUL92
VAR%(2)
1.7 -»3
9,8 -14,8 -3,5
— -1,7 -2,6 1.7
— 7,9 2,5
10,0
-u
1.5-2,1
— 4,6 5,3 5.0 3.5 -5,8 0.6
— 3.8 2,4
-4,4
— -0.5 -21.0 1.9 7.5 5,5 6,1 -2.6 -1,3 0,6 ' 2,0 3.1 5,7 5,0 4,2 2,5 2,3 2,0 3,4 4,5 -0,3 4,8 3,9 2,7 4,9 4,1 3,8 1,7
DOZE MESES
GWH
52S39.1 2055.1 100.5 463.7 858.1
— 90.2 269.4 71.4
— 7,5 60.0 133,7 0,7 7221,6 557,4
— 365,9 1067,2 447,2 405,4 81,9 1597,2
— 451,7
— 287,3 32.6
— 1923.3
— 4,5 31474,4 856,6 4747,9 194,3 5340,3 1861,9 81.4 11982,7 3750.1 208,0 151.3 134,2 1725,6 440,0 8340,6 2771,3 1751,2 3621,4 196,8 34473 615,5 620,1 1289,7 866.1 56.0
VARH(3) 0.6 -6.1 3.1 -15,0 -5.9
— -2,8 -3.4 -3.3
— 7.3 0.3 11.1 -1.7 -3.5M
— 3.0 2,9 3.1 1,9 1,6 0,0
— 1.3
— 1.3 -4,4
— -1.1
— -13,6 0,7 4,5 4,0 6,1 -3,5 -2,1 0,1 U
1,6 2,0 2.9 2,6 0,5 13 1,«
1,8 2,7 1,2 2,4 1.7 -1.6 1,8 2,9 2,3 4,3
(3) AGO92-JUL93/AGO9I-JUL92
11
2 . Consumo de Energia Elétrica-
2.2.3 ComercialREGIÕES/EMPRESAS
BRASIL NORTE CEAM
ELETRONORTE/AM CELPA
ELETRONORTE/PA ELETROACRE CERON CEA
ELETRONORTE/AP CER
ELETRONORTE/RR CELTTNS
OUTRAS NORDESTE CEMAR
ELETRONORTE/MA CEPISA
COELCE COSERN SAELPA CELB CELPE CHESF-PE CEAL CHESF-AL ENERGIPE SULGIPE CHESF-5E COELBA CHESF-BA OUTRAS SUDESTE ESCELSA CEMIG CFLCL UGHT CERJ CENF
ELETROPAULO CPFL
CEC EEVP
SANTA CRUZ-SP CESP-SP OUTRAS SUL COPEL CELESC CEEE OUTRAS CENTRO-OESTE CEMAT
ENERSUL CELG CEB OUTRAS
NOTAS: (1)JUL93/JULM
JUL GWH 2172.*
85,1 2.8 19.7 38.5 _ 3.4 11.5 2.4
— 0 3 1,7 4.9 0,0 302,6 22.8
— 113 48.1
174
11.9 2,7 64,6 __
18,7 _ 12,9
0,9 91,1 _ 0,1 1303,0 38,9 156,2 5,9 280,0 57,4 2,7 560,0 126,8 8,4 4,6 4,2 44,9 13,1 329,5 119,4 613 141,7
73
152,4 26,5 23,8 48,7 51,7 1.6
VARS(1) 5,1 6 3 -6,5 -3.8 10.5
-94
5,2 -5.8 -1,9
44
57,1 6,1 -2,0 11,8 11.4 6,1 7.6 113 8.3 18,9 17,7 -1,1 -0,3 -42,5
53
8,8 7,6 15,0 2,1
•0,9 1,3 6,5 4,4
233
18,9 8,8 3,0 7,4 4,5 5,4 10,9 0,9 12,6
a.9 23
-3,8 6,8 22.8 5.9
NO ANO GWH 15915.7 595,1 20,7 136.5 269.7
—
243
80.6 16.9
—
13 123
32.8 0.1 21412 1593
— 76.1 333.0 1234 88,4 19,1 477.6 __
130.8
— 90^
6,4 643,8 _ 0,7 9646,4 2914 1145J 40,9 2221,8 451,1 18,1 3983,1 938,1 58,8 32^
29.6 344,0 92,0 246*2 881,9 474,7 1053,2 50,4 1064,9 200,2 195,7 333,4 324,6 11.1 (2) JAN-JUL93/JAN-JUL92
VARS(2) 3,7
• 4 3 16,0 -93 -4,7 2,7 -4.9 10,3
— 2,9 -«.5 2,6 213 4.4 0,4
— 5.8 8.1 8,6 3.1
33
4,1 _ 7,8 8.4 -2,8 _ 2,1 -12,1 3.6
43
5.9 6,6
•0,4 3,4 3,0 4,9 3,7 10,8
83
5,4 4,1 5,6
53
5,3
83
3,7 5,9 5.7 4,9 2,9 5,3 8.5 2.4
DOZE MESES GWH
26558,6 10414 33,6 243.4 473.0
— 413 142,9 27.4
—
23
20.9 56,7 0.1 35*7,7 274,9
— 1323 561,3 207,7 148,3 323 799,4 _ 214,6 150,1 10,9 1064,7
13
16104.5 472,5 1928,9 66,8 3666,3 744,7 30,5 6695,6 1577,2 95,5 52,6 49,4 570,3 1543 4038.8 1471,4 758,9 1725.6 82.9 1776,0 333,3 322,6
5523
549,1 18,8
VAR%(3)
24 - U
7,0 -7.8 -5.0
— 0.7
-O
1.6
—
34
-«.9
53
4,1
34
-0.1
— 4,0 5,7 7,5 1.7 2 3 3,0 _ 8.0
— 6,4
•0,4 2,0 __
-3.3 2.4
23
4 3 7,5 -0,9 1,5 1.5 4,1
13
4.7 4,9 3,1 1,7 3,6 3,7 3,5 5,5 3,0 3.5
34 03 13 53 53
4.3 (3) AGO92-JUL93/AGO91-JUL92
2 . Consumo de Energia Elétrica -
2.2.4 IndustrialREGIÕES/EMPRESAS
BRASIL NORTE CEAM
ELETRONORTE/AM CELPA
ELETRONORTE/PA ELETROACRE CERON CEA
ELETRONORTE/AP CER
ELETRONORTE/RR CELTINS
OUTRAS NOROESTE CEMAR
ELETRONORTE/MA CEPISA
COELCE COSERN SAELPA CELB CELPE CHESF-PE CEAL CHESF-AL ENERGIPE SULGIPE CHESF-SE COELBA CHESF-BA OUTRAS SUDESTE ESCELSA CEMIG CFLCL LIGHT CERJ CENT
ELETROPAULO CPFL
CEC EEVP
SANTA CRUZ-SP CESP-SP OUTRAS SUL COPEL CELESC CEEE OUTRAS CENTRO-OESTE CEMAT
ENERSUL CELG
CEB
OUTRAS
NOTAS: (1)JUL93/JUL92
JUL GWH 9116.1 576,6 2.5 34.7 34,4 487,5 1.1 3,6 2,9
74
0,1 0,4 2,4
— 1535,0 20,1 477,2 8,3 96,8 433 29.4 5,8 112,3 13.1 34,7 121,9 37,7 2.8 15,5 174,8 341,3 0.1 5591,6 200.5 1622,1 12,4 612.8 110.1 6.8 2120.0 516.3 10,0 6,5 5.5 321,1 47,6 1219,7 386,2 318,7 495,3 19,5 193,2 28,7 34.1 110,3 17,9
24
VAR%(1)
34
2,7 2,1 -2,3 3,9 -19,0 -19,4 16,2 -3.0 39.5 -2.5
203
-2,1 10,1 -0,5 18,5 3.9 4,7 23.9 4.8 3.6 6.6 4.6
-24
0,9 2,2 -1.8 1.8
-133
-15,8 3,7
-34
1,7
•26.8 0,8 1.3
114
5,4 10.2 6,1
^3,1 6,6 8,0
24
10,8 10,5 5,6 15,2 1,3 2«,I 18,6 17,0 35,9 7,3 6,9
NO ANO GWH 61629,4 3942,9 19.9 232.0 240.8 3331.7 6.6 25.1 20.2 47.9 0,4
34 154
10739,0 140.7 33294 50,9 6564 301,0 210,7 40,3 9034 104,6 242,8 858,7 263,6 19,6 111,1 1173,0 2332,7 0,8 37756,1 13204 11017,6 86,6 4440,1 770,0 42,9 14109,6 3327,8 70,0
454
38,4 21664 320,8 7961,7 2673,8 2138,4 30094
1403
1229,6 165,9 210,6 714,9 122,9 15,3 (J)JAN-JUL93/JAN-JUm
VARV2)
44
4,9 203 1.6 7,0 4.7 -19.0
-04
28.0 16.3 26,8 0,9 16,3
— 6,8 1.0 10,6 6,7 8.4 8.6 13,8 0.8 6,9 -0.6 1,0 4.9
^,1 38,9
64
-113
-134
3,9 -0,6
14
-11,0 0,1
5,5
6,6 5,1
94 23 -113
3,0 12.1 5,1 10,4 14,7
64
9,9 12,1
I V
18,8 12,3 10,7 26,0 6.0
DOZE MESES GWH
1058813 6732.6
324
412,7 417.1 5683,4
U 4
46,1 31,4 67.7 0,6 5.4 24,4
— 18S32.2
241,6 5695,7 86,9 1134,8 525.5 364,5 68,9 1557,9 166,6 431,0 1492,3 460.5 33,1 189,4 2007,3 4074,8 1.4 65294,0 2243,0 19074,8 168,4 75414 1324,9 72,4 24605,5 5780,9 113,8 85,7 60,9 3673,5 549,1 133023 4460,9 3566,7 50374 237,5 2020,2 279,8 341,7
11704
202,8 25,6
VARS(3) 1.5
W 93
-6,0 4 4 4,3 -19,6 3,4 13.4 -4.8 184 -0.8 10.5
— -0,9 0.3 0,8 3.5 3.0 7.4
-04
7.6 -3,4 4,8
-23
0,3 3.4
-84 214
7,1
-93
-344 0,7 -1.4 0,5 -10,1
-23 -1,1
-0.5 0.4
44
0,6
-14
0,1 6,4
14
8,0 J2.1
3,0 83
6,4 6,0
124
5,9 3,1 15,7 3,4 (3) AGO92-./ULS3/AGO9I JUL92
Etetrobrás 13