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Market and own load bulletin - November 1993

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(1)

BR91*32l86 INIS-BR—3377

Boletim de Mercado Carga Própria

Novembro 1993

Eletrobrás^

Centrais Elétricas Brasileiras SA

Diretoria de Gestão Corporativa e Financeira

Diretoria de Operação de Sistemas

(2)

Diretoria de Operação de Sistemas Departamento de Planejamento e Análise da Operação Energética Av. Marechal Floriano, 19/24° andar CEP 20080-005 Centro

Rio de Janeiro - RJ

(021)233-5351 c 211-5139

Diretoria de Gestão Corporativa e

Financeira

Departamento de Estudes Econômicos e

de Mercado

Av. Presidente Vargas, 409/10°andar CEP 20071-003 Centro

Rio de Janeiro - RJ

(021) 232-9021 e 296-3939 Ramal 232 Fax:(021)507-2414

INFORMAÇÕES Carga Própria

Divisão de Apoio a Operação (021) 516-1345 e 211-5329

Mercado

Divisão de Acompanhamento de Mercado

(021) 222-9371 e 296-3939 Ramal 222

(3)

Suma no-

1. Comentários 1 1.1 Síntese 1 1.2 Comportamento do Mercado de Energia Elétrica 1 1.3 Comportamento de Indicadores Econômicos 2 1.4 Análise da Carga Própria 6 2. Consumo de Energia Elétrica 8 2.1 Taxas de Crescimento (%) 8 2.2.1 Total 9 2.2.2 Residencial 10 2.2.3 Comercial 11 2.2.4 Industrial 12 2.2.5.Outros 13 2.3.1 Tarifas Especiais (ETST/EST) 14 Total 14 Comercial 15 Industrial 16 2.4 Estrutura do Consumo 17 2 5 Desvios da Previsão 18 2.6 Evolução Mensal 19 2.7 Taxas de Crescimento no Ano, até o Mês 20 2.8 Dados Retrospectivos 21 3. Consumidores 24 3.1 Número de Consumidores e Taxas de Crescimento 24 4.Energia Elétrica e Economia 25 4.1 Indicadores Básicos - Brasil 25 4.2 Indicadores Econômicos 26 4.4 Preços do Petróleo, Derivados e Álcool 27 5. Carga Própria 28 Sistemas 28 Energia 29 Demanda Máxima 30 Evolução Mensal da Carga Própria da Energia 31 Evolução Mensal da Demanda de Energia 32 Curvas de Cargas Típicas 33 6. Observações 34 7. Outras Empresas 34

(4)

1 . Comentários .

1.1 SÍNTESE

A tabela 2 1 apresenta os principais resultados do mercado de energia elétrica em novembro e até este mês do ano em curso

O consumo total de energia elétrica do Pais apresentou, no mês de novembro, crescimento idêntico ao realizado em outubro que foi 4,1%.

A diferença no comportamento do mercado de novembro versus outubro foram as contribuições para a taxa de 4,1%, que em outubro resultou da excelente performance das classes residencial (6,3%) e comercial (7,3%), em detrimento do crescimento de 2,4%, da classe industrial representando recuo de 2 porcentos percentuais ante setembro. No mês de novembro, o perfil do consumo retoma a tendência observada de abril a setembro, quando a classe industrial, não só pelo seu peso relevantes, como também pela retomada do seu crescimento a níveis elevados, determina o comportamento do mercado total, apesar de ser relevante a baixa base observada no consumo desta classe no período junho a novembro de 1992, quando este consumo decresceu em média cerca de 2,5% em relação a 1991 Outro fato que diferencia o consumo total deste mês do anterior, é uma pequena acomodação no crescimento dos consumos residencial e comercial, tendo entretanto ambas as classes de consumo mantido bom desempenho mensal de 5,5% e 6,3% respectivamente.

É importante frisar que os resultados mensais são também influenciados pelo número de dias de faturamento de cada mês. Desta forma, de maneira geral, o mercado de energia elétrica do Pais mantem-se, desde abril, com tendência crescente, sendo as oscilações apresentadas, em pane fruto, da variação do número de leituras mensais.

1.2 COMPORTAMENTO DO MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA

A análise do mercado de energia elétrica tem contado com a contribuição das empresas regionais e estaduais de energia elétrica, fruto da integração promovida a níveis regionais e nacional através do GRUPO DE TRABALHO DE ESTATÍSTICA E ACOMPANHAMENTO DE MERCADO - GTEA.

do COMITÊ TÉCNICO DE ESTUDOS DE MERCADO - CTEM

Com pequena acomodação em seu nivei de crescimento, a ciasse comercial permaneceu na liderança de expansão do mercado, mantendo tendência iniciada em abril de 1993.0 comportamento desu classe em todo o ano em curso, é função não só, do aumento de pontos comerciais via terceirização e pulverização do comércio, como também da modernização dos serviços em geral. Outro destaque nesta classe foi o estabelecimento de pontos de negócios sob a modalidade de franchising, que hoje já totalizam 21 mil lojas, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Por regiões geográficas, os destaques de crescimento continuam a caber as Regiões Sul e Centro- Oeste, devido não só ao estágio inicial no processo de modernização do comércio em geral, principalmente no Centro-Oeste. como também à maior disponibilidade de renda gerada, em ambas as regiões, pelos fatores multiplicadores de boa safra 1992/93

A classe industrial continua a ser preponderante na formação do crescimento do consumo total, tendo na Região Sudeste sua representação mais forte, sendo o destaque regional o parque industrial de São Paulo

Neste estado, cabe destaque, as indústrias atendidas pela ELETROPAULO. 72% os consumo industrial do Estado aue tez com que tanto no mês. quanto no acumulado até novembro, o consumo da classe atendido peia empresa apresentasse crescimentos significativamente superiores ao da região Eletrobrâs 1

(5)

A contribuição dos setores, pan o desempenho da ciasse industrial da ELETROP AULO foi a seguinte:

Transportes cresceu 13.7%. influenciado pela indústria automobilística. Químico 6.5%. Têxtil 7.0%, Papel 6,6% e os restantes 2.1%.

No mercado atendido pela LIGHT, o consumo industrial foi calcado no desempenho da CSN e COSIGUA, que representam respectivamente 34.0% e 9,0% desta classe e que no período janeiro a novembro 93/92 cresceram a 1,1 % e 4,6% respectivamente. Salienta-se que a VALESUL, 15,0% do industrial, registrou queda de 8,3% neste período, em função da renegociação do seu contrato de fornecimento e da mudança do lote de faturamento.

A área industrial atendida pela CEMIG, cresceu de 1,8% até novembro 93/92, apesar da base de comparação deprimida no ano anterior, pelo reflexo positivo da Metalurgia, com participação de 64,0% do consumo industrial da concessionária, que cresceu 2,7% no período, com destaque para 4,6% de acréscimo em ferroligas e 3,9% para siderurgia.

No Nordeste, cabe destaque ao comportamento do mercado suprido pelas distribuidoras estaduais, que no período acumulado até novembro 93/92 evoluiu a 6,9%, sendo que a energia firme cresceu a 6,5% e a incentivada, apesar de representar somente 1,0%, expandiu a 50,1%.

Já nas indústrias com fornecimento em 230 kV pela CHESF, a venda de energia secundária (ETST/

EST), vem crescendo desde junho, já alcançando 18,6% deste segmento do mercado CHESF, tendo atingido incremento de 16,1% em novembro 93/92.

No acumulado até novembro, a energia firme forneci Ia pela CHESF ás indústrias sofreu um decréscimo de 7,7% sobre o registrado no mesmo período de 1992, enquanto a incentivada cresceu a 66,3% neste mesmo período.

O mercado residencial, seguindo a recuperação observada em outubro, apresentou crescimento de 5,5% em novembro, com acréscimo de 4,7% do número de consumidores, havendo também sinalização de retomada do consumo médio por consumidor residencial, que até setembro 93/92 havia caido 2,7% e, sustentando uma trajetória de recuperação muito lenta a partir de outubro, chega em novembro com este decréscimo em 2,2%.

1.3 COMPORTAMENTO DE INDICADORES ECONÔMICOS

A análise do comportamento da economia demonstrou, que no trimestre jul/ago/set, houve uma desaceleração do crescimento, porém observa-se que, em outubro, houve uma recuperação, conforme fica evidente na análise a seguir.

Refletindo a retração da demanda interna, resultante dentre outros fatores, do impacto da aceleração inílacionana nos rendimentos do trabalho e nas expectativas dos agentes econômicos em geral, o crescimento da economia, no terceiro trimestre de 1993, amenizou, como já sinalizava no fim do trimestre precedente, a trajetória de recuperação iniciada no fim de 1992.

Assim sendo, o valor do PIB, na série dessazonalizada mostra um declínio de 2,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior, com queda nas principais atividades que compõem a economia.

Neste trimestre, o setor industriai apresentou queda de 3.1% no valor da sua produção refletindo, principalmente, a queda do nível de atividade da indústria de Transformação (-3,1 %) e da Construção Civil (-5,7%). Apenas a atividade de extração mineral apresentou desempenho positivo de 2,0%. Na agropecuária, a queda de 4.7% foi determinada pelo fone recuo da Lavoura (-8.8%), basicamente

(6)

importantes regiões do Pais. o que foi parcialmente contraposto peia expansão da Produção Animai l -1.3%) Nos Serviços, o declínio do Comercio e dos Transportes -3,0% e -2.4% respectivamente, foi contrabalançado por taxas ligeiramente positivas nas demais atividades, resi itando em pequeno recuo (-0.8%) do nível de atividade

A indústria de Transformação, por conta de sua importância relativa na estrutura da economia brasileira, contribuiu com cerca de 37.0°/o na retração ora observada no PIB. Seu nível de atividade caiu 3.1 % no terceiro trimestre, sendo a queda comum a todos os gêneros manufati< i eiros. A passagem do segundo para o terceiro trimestre foi marcada pela retração dos Bens de Consumo em -6,6% e Bens Intermediários (-4,1 %), enquanto o segmento de Bens de Capital ficou praticamen'e estável em 0.2%

A produção dos não duráveis caiu 6,2% retornando portanto, no terceiro tr mestre, aos níveis observados no inicio de 1992, enquanto a de bens de consumo duráveis acumula i ecréscimo de 8.6%

no trimestre

Garantida pelo reaquecimento da retomada da demanda interna, em outubro, a p :dução do setor de bens de consumo duráveis, teve expansão de 4,7% ante setembro, segunde os últimos dados divulgados pelo IBGE. A produção industrial global cresceu 1,6% em outub.o versus setembro, interrompendo a trajetória de queda iniciada em junho e que prosseguiu até setembro, como visto no inicio deste texto. De setembro para outubro praticamente todos os gêneros pesquisados registraram crescimento, sendo que a maior alta coube a minerais não metálicos (4,4%).

Segundo estatísticas da Receita Federal, as exportações nacionais expandiram-se em 10,6% até outubro, contra crescimento das importações de 25,5%, no mesmo período. O forte acréscimo das importações, que somam no período até outubro US$20,8 bilhões e, já superaram em US$240.0 milhões o resultado de todo o ano passado deve-se, sobretudo, às compras de ar romóveis, suas partes e peças que cresceram até outubro 93/92 101,5%, com impacto direto sobre o item material de transportes

As importações dos bens de capital cresceram, até outubro, 38% e responderam por mais de 45,0%

do aumento das importações do Pais, resultado este provocado pelas importações de automóveis O segundo destaque das importações coube a matérias primas, com incremento de 3 3,0% até outubro, lideranda por de materiais têxteis, cujas importações aumentaram até o més em ! 47.0%. Destacam- se neste segmento os tecidos sintéticos importados, do sudeste asiático

As importações neste ano apresentam novo perfil, pois o País está importando mais bens intermediários, panes, peças e componentes, do que produtos finais acabados, que eram o forte da pauta importadora.

Relativamente ao atraso nas encomendas de Natal do comércio às indústrias que habitualmente ocorrem a partir de setembro, e refletindo os dados de produção apurados pelo IBGE para outubro, o nível de emprego registrou um comportamento atipico no mês de novembro, tradicionalmente um mês de demissão na indústria, tendo as empresas da Grande São Paulo realizado 69 mil novas contratações. É a primeira vez que isso ocorre, desde o inicio da Pesquisa de Emprego e Desemprego (TED), realizada pela Seade e Dieese. em 1985, e se deveà recomposição dos estoques pelas industrias, para atendimento as encomendas feitas de última hora pelo comércio

Neste ano de 1993 vaie ressalta ainda, que o setor automobilístico continua sendo o carro chefe da indústria siderúrgica nacional. A produção siderúrgica é, em parte, a resposta que as empresas de aço deram ao aumento da demanda da industria automobilística. Segundo o IBS, o aumento da demanda de aço por este setor foi de 30.0% ate novembro 93/92, acompanhando um crescimento na produção de autoveícuios de 28.4% neste mesmo período

Eletrobrás

(7)

Brasil Consumo Total -1992/1993

GWh 20.000

19.000 •

17.000 [ I ! r I I I I I I I I I I i ! i

J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D

Realizado Previsto *

BRASIL - Consumo Total -1993

Taxas de Crescimento Mensal Realizadas, Médias Realizada e Prevista

8 c

1.9

0 i-

10.2

Realizadas

\ Mês a Mês

\ Média Prevista: 6.0

5.3

3.0 2.7 Média Realizada: 3.6 0.4

-1.5

J F M A M J J A S 0 N

D !

(8)

Brasil

Estrutura do Consumo por Classe

Dezembro 92/Novembro 93 Comercial 12.3

Industrial 48.6

Residencial 24.3

Outros 14.8

%

20

(5)

Brasil e Regiões Geográficas

Taxas de Crescimento Doze Meses (*)

Norte Nordeste SudMle SU Centro Oeste Brawl

• Resnencial O Comercial • Industrial Q Outras • Total

(') D«Z 92 • Mcv 93 / D«Z 91 - Novt 92

Eletrobrás

(9)

1.4 ANÁLISE DA CARGA PRÓPRIA

A análise da carga própria é elaborada mensalmente, considerando-se os aspectos econômicos, condições climáticas, histórico das empresas e informações das concessionárias, do Sistema Elétrico Interligado O quadro a seguir apresenta uma síntese das taxas verificadas no mês d? novembro.

CARGA PRÓPRIA DE ENERGIA SISTEMAS INTERLIGADOS

NOVEMBRO DE 1993

SISTEMA

SE + CO - ENERSUL S + ENERSUL N + M A NE-MA

CRESC 4,9 12,9 3.4 2,9

PARTIC 64.3

15.8 6,6 13,3

PLANO 0,2 5.5 0.7 -4.4

DESVIO

PROGR.

1,3 7,0 0.2 0,5

TOTAL 5,8 100,0 0,4 1,9

No sistema Sudeste, a ELETROPAULO com cerca de 33,0% de participação, é a principal responsável pelo desempenho da região, de março a outubro/93, ocasionado pelo reaquecimento do mercado no segmento industrial ditado principalmente pela indústria automobilística e grandes auto- peças

Devido as participações das empresas CEEE e COPEL na carga própria do sistema SUL+ENERSUL, o comportamento das mesmas tem maior influência para esse sistema. A classe industrial da CEEE vem mantendo elevados índices decrescimento, sendo que o setormetalúrgico que corresponde a 18,2% desta classe, cresceu 11,4%. Na COPEL, a INPACEL que vinha sendo responsável pelo crescimento da ciasse industrial decresceu 15,6% em relação ao ano anterior

A carga própria de energia no sistema norte é influenciada pelas indústrias de eletro-intensivos na área de concessão da ELETRONORTE

A carga própria do sistema nordeste é fortemente influenciada pelos consumidores industriais da CHESF, que no mês de setembro tiveram os seus desempenhos prejudicados principalmente pela queda registrada nas indústrias metalúrgicas e quimicas. Na primeira, a queda continua sendo conseqüência direta da desativação de cerca de metade da planta da ALUNORDESTE, a partir de novembro/92

(10)

BRASIL - Carga Própria Total -1992/1993

MW Médio 30.000

28.000

vi

26.000 i I

J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D 1 9 9 2 1 9 9 3

Realizado Previsto

10

8

6 -

4 -

BRASIL - Carga Própria -1993

Taxas de Crescimento Mensal Realizadas e Médias Realizada e Prevista

8.0

\

-

2.9 ' 2 . 2

Realizadas Mês a Mês

6.0

4.8 / / 4.7 4.7

Média Realizada: 4.8

/ Médias

4.8

Previstas

4.3 ~~4 4.8

5.7

(.2

J F M A M J J A S O N D

Eietrobrás

(11)

2 . Consumo de Energia Elétrica

2.1 Taxas de Crescimento (%)

REGIÃO

BRASIL NORTE NORDESTE SUDESTE SUL

CENTRO-OESTE

REGIÃO

BRASIL NORTE NORDESTE SUDESTE SUL

CENTRO-OESTE

TOTAL

4.1 2.8 2.3 2.7 9.8 13.4

TOTAL

3.5 12

1.6 3.2 6.2 8.3

N O V ( l )

RESIDENCIAL COMERCIAL

5.5 -1.7 4.6 5.5 Í.3 5.6

6.3 -1.1 6.4 5.6 10.3 8.1

NO ANO. ATÉ NOV (2) RESIDENCIAL COMERCIAL

3.0 -1.8 3.1 2,7 4,0 5.3

5,0 -1.1 5.8 4,9 6,0 6.0

INDUSTRIAL

3.3 5.3 -0.2 1.4 12.3 42.5

INDUSTRIAL

3.8 4.0 -1.3 3.7 9.6 16.6

REGIÃO

TOTAL

DOZE MESES. ATE NOV (3)

RESIDENCIAL COMERCIAL INDUSTRIAL

BRASIL NORTE NORDESTE SUDESTE SUL

CENTRO-OESTE

32

1.6 2 7 6.1 7.8

2,4 -2.7 2,6 12

3.6 5.0

4.4 -1,6 5,6 4.3 5.5 5.1

3,5 3,7 -1.1 3,3 9.8 16,0 NOTAS

(I)NOV93/NOV9; (D JAN-NOV93/JAN-NOV92 Í3) DEZ92-NOV93/DEZ91-NOV92 Í4) ESTA PAGINA APRESENTA UM SUMARIO DAS QUATRO FOLHAS QUE SE SEGUEM

(12)

2 . Consumo de Energia Elétrica-

2.2.1 Total

REGIÕES/EMPRESAS

BRASIL NORTE CEAM

ELETRONORTE/AM CELPA

ELETRONORTE/PA ELETROACRE CERON CEA

ELETRONORTE/AP CER

ELETRONORTE/RR CELTINS

OUTRAS NORDESTE CEMAR

ELETRONORTE/MA CEPBA

COELCE COSERN SAELPA CELB CELPE CHESF-PE CEAL CHESF-AL ENERGDT SULGIPE CHESF-SE COELHA CHESF-BA OUTRAS SUDESTE ESCELSA CEMIG CFLCL LIGHT CERJ CENF

ELETROPAULO CPFL

CEC EEVP

SANTA CRUZrSP CESP-SP OUTRAS SUL COPEL CELESC CEEE OUTRAS CENTRO-OESTE CEMAT

ENERSUL CELG CEB OUTRAS NOTAS

(ONOV93/NOV9:

NOV GWH 1WM9.2

9 4 3 3 19.3 127.0 184.4 488.7 15.7 46.8 16.7 6.7 1.7 10.6 25.1 0.7 2943.7 1283 472.7 70.0 320.1 131.8 116.6 18.4 4163 15.4 115.7 107.6 93.9 8.4 14.5 578,7 332.1 3.2 11363,2 363.4 2439,8 46.8 I6S6.1 392,3 183 4247,0 1229.4 47.4 36.5 34.5 675.8 146.1 27463 935.1 634.8 1100.2 76.2 852.6 144.0 152.5 344.3 197.3 14.5

VARSíU 4.1 2.8 4.9 -5.3 -2.4 5.1 2.7 -2.7 41.5 502.6 22.6 M 6.4 13.9 23 6.8 1.4 -9.5 9.2 -12 llfi

1.1 -3.0 -3.6 -2.4 -17.1 0.7 -9.7 -U.4 8.4 52 5.4 2.7 14.5 13 1.0 -0.4 0.7 3,9 4.0 4.8 5.9 2.0 4,9 1.9 -9,1 9,8 7,3 6,5 15.0 -1.0 13,4 17.3 8.1 20.9 4J 5.5

NO ANO GWH 202179.2 10I7S.9 2123 1304.8 2028.4 52S2.I 172.6 514.2 175.5 75.6 15.9 111.6 275.6 7 3 31971.1 13573 5162,4 756.6 3260.4 1449.2 1163.7 205,2 4608,5 172.9 1273,0 1371,5 1032.8 923 177,2 6091.8 3761.8 34,0 12097M 3828.8 26259a 505.8 18410,2 4224.0 196,5 44724,6 12630.8 521,3 401.5 379.1 7236.0 1658.6 30038.8 10062,0 6944,1 12192.1 840,7 9017,0 1414.9 1677.1 3651.7 2109.1 164.3

Í21JAN-NOV93/JAN-NOV92 (•1 VIDE PAGENA DE OBSERVACOLS fITLM 41

VARK<2) 3.5 22 12

-3.6 U 3.5 1.6 -0.7 7 3 22.7 9.7 4.1 8.6 13,9 U 4.0

•0.5 1.5 7,7 6.4 3.9 3,1 1,7 -7,0 2.6 -2,8 4.3 -10,1 23.8 7.0 -10.0 6,9 32 5.4 2.9 1.4

•02 2.1 3.7 3.9 5,6 5.3 0.5 5,0 5.7 -22 6.2 7,1 6.0 6.1 -1.3 8 3 8.3 9.1 9.7 5.5 6.5

DOZE MESES GWH

219717.9 110M.5 230.7 1420.6 2214.5 5764.2 188.6 560.8 186.8 76.7 17.4 1213 298.9 7.9 348543 14833 5643.4 825.6 3546.1 1580.9 1272.0 225.6 50213 189.1 1393.4 1505,2 1127^

101.6 193.6 6629.7 4080.8 37.2 131377.9 4136^

28542^

551,5 19980.8 4592.8 212,6 486083 13698.1 565.6 435.9 411,0 7824.0 1818.8 32606.7 10920.7 7498.8 13269a 918.0 97S8.6 1533,7 1821.5 3952.0 2304a 177.3

VAR%(3>

32 1.9 6.3 -4.8 I.I 3.4 1.7

-ia4.6 183

9a

33 8.8 13.0 1.6 3.9 -03 13 7.3 6.5 3,8 4,0 1.6 -5,8 23 -2,4

4a

-9,1 21.5 7.0 -10,0 6.7 2.7 4.7 2.6 1.3 -0.8 1.9 3.1 3.4 4.9 4,7 0,9 4,7 5.1 -0.6 6.1

7a5,7 5.9 -ia 7,8 7,5 8.5 9.1 5.5 5.5

í 3) DEZ92-NOV93/DEZ91-NOV92

Eletrobrás

(13)

2 . Consumo de Energia Elétric;

2.2.2 Residencial

REGIÕES/EMPRESAS

BRASIL NORTE CEAM

ELETRONORTE/AM CELPA

ELETRONORTE/FA ELETROACRE CERON CEA

ELETRONORTE/AP CER

ELETRONORTE/íirv CELTINS

OUTRAS NORDESTE CEMAR

ELETRONORTE/MA CEPISA

COELCE COSERN SAELPA CELB CELPE CHESF-PE CEAL CHESF-AL ENERGIPE SULGIPE CHESF-SE COELBA CHESF-BA OUTRAS SUDESTE ESCELSA CEMIG CFLCL LIGHT CERJ CENF

ELETROHAULO CPFL

CEC EEVP

SANTA CRUZ-SP CESP-SP OUTRAS SUL COPEL CELESC CEEE OUTRAS CENTRO-OESTE CEMAT

ENERSUL CELG CEB OUTRAS

GWH 4581.0 175,3 8.6 40.5 72.3

7.7 22,0 6.9

0.7 5.1 11.4 0.1 629,7 48,9

31,0 93,9 37.9 36.4 6.4 138.6

38,4

24.2 2.7

170,8

0,4 2752,9 72,5 419.1 16,4 467.0 154,3 7,1 1047.0

337,6 17,9 12,9 U,4 152,0 37,7 717,0 244,1 150.7 305.2 17,0 306,0 60.1 53.5 112.8 75.:

4.5 NOTAS í 1) NOV93/NOV92

NOV

VAR%(1) 5,5 -1.7 5,4 - I U -1.9

1.7 -2,6 51,1

20,1 11.9 4,9 9.1 4.6 3,4

-7,0 7,8 -1.3 8,9

•1,4 5.8

1,8

4,3

•1,8

-3.6 5,5 14,9 3,5 8.6 3,4 -2,1 1.8 8,3 5.5 6,3 3.8 4,1 4.3 3,9 8,3 6.2 6.4

IU

6.7 5.6 14.9 3,7 4.6 2.3

•3.1

NO ANO GWH 49110.0 1904.5 94,9 426,6 795,4

84,1 241,7 71,6

7,1 56,8 125.8 0.7

«757.6 524,3

332.1 1006.6 416.7 378,7 73,6 1481,5

422,6

266,2 30,2

1820,3

4,7 29433,5 793,9 4417,3 181,8 4989,1 1712,8 76,1 11230,2 3526,0 196,6 141.3 125,0 1631,5 412.0 7773,6 260 U 1649.0 3337,3 186.1 3240,9 586,4 588.2 1215,8 80 U 49,2 (2) /AN-NOV93/JAN-NOV92

VAR%(2) 3.0 -1.8

9a

-9,6 -1.0

-3,6\2

7,9

9,0 4,5 8,5 0,8 3,1 1.1

2,0 6.0 4,5 3,9 -3,4 1,9

4,6

2.9 -1,8 2.8 0,9 2,7 5,6 4,5 5,7 -0.6 -0,8 1.7 3J

4.0 6,4 4,5 3,8 3,5 2,7 4,0 4,7 4,9 3,0 5.7 5,3 5,6 7,1 52 4.1 4.3

DOZE MESES GWH VAR%(3:

53296.9 2072,9 103.1 463.1 868.4

92.1 264.0 75,9

— 7,7 61,5 136,3 0.7 7355.1 571,8 363,2 1091,6 452,2 411.6 82,0 1615,1 460.2 290,9 32,9 1978,4 52 31912.5 857,7 4792.3 197,4 5399,0 1863,4 82.4 12195,7 3815,5 213,0 153,1 135,6 1759.7 447.6 8425,6 2822.8 1783,2 3618.1 201,5 3530,8 636,9 641,6 1319.8 879,2 53.4

)

2,4 -2.7 8.1 -11,3 -1.4

1,3

•4,4 4.6

8,1 3,6 8,6 0,7 2,6 0,6 2,3 52 3.6 3,5

•1.4 1,7 4.6 _ 2,4

•1.5 _

2,1 __

0,1 12 52 42 6.1 -1.7

•02 0,5 2,8 3,0 5,6 42 3,0 2,6 2,4 3,6 42

4,4

2.5 5.1 5,0 4,5 6,6 5,0 4,5 3,5 (3) DEZ92-NOV93/DEZ91-NOV92

(14)

2 . Consumo de Energia Elétrica-

2.2.3 Comercial

REGIÕES/EMPRESAS

BRASIL NORTE CEAM

ELETRONORTE/AM CELPA

ELETRONORTE/PA ELETROACRE CERON CEA

ELETRONORTE/AP CER

ELETRONORTE/RR CELTOJS

OUTRAS NORDESTE CEMAR

ELETRONORTE/MA CEPISA

COELCE COSERN SAELPA CELB CELPE CHESF-PE CEAL CHESF-AL ENERGIPE SULGIPE CHESF-SE COELBA CHESF-BA OUTRAS SUDESTE ESCELSA CEMIG CFLCL LIGHT CERJ CENF

EIJTTROPAULO CPFL

CEC EEVP

SANTA CRUZ-SP CESP-SP OUTRAS SUL COPEL CELESC CEEE OUTRAS CENTRO-OESTE CEMAT

ENERSUL CELG CEB OUTRAS

GWH 2349,1 89,5 2.9 21.7 40,0 _ 3,5 11,8 2.8 0,3 1.9 4,7 0,0 321,8 24,9

11,5 50,8 17,5 13,3 2,6 71,2

18,0 __

12,4 0,9 _ 98,4

0.1 1431,8 41.4 175,8 5.6 321.0 64.9 2,6 590,0 148.2 8.2 4,6 4.2 52,0 349,0

na

132.3 66.8 142.7 7.3 157.1 31.8 27.5 48,8 47.4 1.6 NOTAS fnNOV93/NOV92

NOV

VARVaíh 6,3 -1,1 8,5 -5.2 -2,3

2.0 -3,5 61,0

39,3 11.7 -0,3 10,0 6.4 13,4

-6.8 0,4 -3,1 9.7 2.8 11,4

2,6 0,9 0,0 _ 9,3

-2.5 5.6 12,5 6.8 4,9 3.3 1.1

S2

6.0 7,7 4,0 14,3 3,3 7.0 3.0 10.3 8.8 14,3 9,8 12.8 8.1 13,8 2.5 14,9 2,4 -8.0

NO ANO GWH 24944.5 969,2 31,8 226,9 440,3

38,5 129,9 28.2

2.2 19,6 51,7 0.1 3382,9 261,3

119,3 530,0 192,5 138,1 29,5 747,3

198,3 136.8 10,1 _ 1018,6

1.3 15164,4 452,6 1819.6 63,4 3440,5 697,3 28,6 6305,5 1487,1 89,9 50,7 46,4 537.7 145,1 3762,4 1383,7 728,8 1570,6 79.2 1665.6 318,3 302.2 519,6 508.4 17.2 (2) JAN-NOV93/JAN-NOV9:

VAR%(2) 5.Ü -1.1 13.0 -4,4 -12

4,3 -3,4 16,3

6,6 -0,4 1,0 21,6 5,8 4,3

U 8,0 6,6 3,9

12

5.3

6,6

5,0

•0,8 _ 6,1

7,0 4,9 12 6,7 7.6 1.9 4,2 4.0 5.8 5,5 9,8 9,9 5.7 4.8 5.4 6,0 6.1 9,9 4,2 7,8 6,0 12 4.4 5,5 6,4 10,4

Í31DEZ92

DOZE MESES GWH

27122,1 1056.6 34,4 247,0 481.0

42,2 141,9 29,8

2,4 21,4 56.4 0,1 3690,7 285,9

129,6 575,8 209,9 150,9 32.3 816.9 217,4 __

149,6

n.o

1110,2 1,4 16473,8 490,6 1978.6 68.7 3737,1 758.2 31.1 6851.1 1615,0 97,8 54,8 50.4 582,2 158,2 4090,3 1505.9 787.9 1710.6 85.8 1810.8 345,3 329,8 562,7 554,4 18,5

VAR%(3) 4.4 -1.6 11.6 -5,5 -1.4

4.4 -4,0 12,2

7,0 -1.0 1,5 18.6 3,6 4.6

1.6 7,6 6.4 3,6

12 52

7.5

_ 4,8 02

_ 5,8 8,6 4.3 6,6 6,1 7,8 1,0 42 3,2

52

42 8,8 9,4 5,1

42 52

5.5 5,8 8,9 3.6 7,1 5,1 5,7 4,0 5,0 5,5 9.2 -NOV93/DEZ91-NOV92

Eletrobrás 11

(15)

2 . Consumo de Energia Elétrica.

2.2.4 Industrial

REGIÕES/EMPRESAS

BRASIL NORTE CEAM

ELETRONORTE/AM CELPA

ELETRONORTE/PA ELETROACRE CERON CEA

ELETRONORTE/AP CER

ELETRONORTE/RR CELTINS

OUTRAS NORDESTE CEMAR

ELETRONORTE/MA CEPISA

COELCE COSERN SAELPA CELB CELPE CHESF-PE CEAL CHESF-AL ENERGIPE SULGIPE CHESF-SE COELBA CHESF-BA OUTRAS SUDESTE ESCELSA CEMIG CFLCL LIGHT CERJ CENF

ELETROPAULO CPFL

CEC EEVP

SAKTA CRUZ-SP CESP-SP OUTRAS SUL COPEL CELESC CEEE OUTRAS CENTRO-OESTE CEMAT

ENERSUL CELG CEB OUTRAS

NOV GWH V 135,5

5 7 8 3 2.4 39.9 35.1 484,6 1,0 4,0 2,0 6.6 0,1 0.5

« __

1520.9 21,6 472,3 72 110,0

44.7 36,7 6,1 120,6 12,0 34,0 103,7 38.3 2,8 14,4 175.0 321.4 0.1 5693,4 206.9 1596.2 14.7 627.1 119.0 6,4 2200.0 532,1 9.7 6.6 5.8 322.6 46.2 1148,5 385,4 310,0 433,6 19.6 194,5 30.1 30,7 111,9 19,3 2,4 NOTAS (1) NOV93/NOV92

VAR%(1) 3.3 5.3 0,5 1.0 -3.9 5,1 3,9 6,9 -5,4 576,8 17,0 7.6 28,0 _ -0.2

6,1 1.3 -4,3 14,9 -0,8 27,6 7,9 -19,1 -2,4 -12,6

•16,6 -2,0 -1.1 -U.3 5.4 5.3 1.7 1.4 13,7 1.1 -10.2 -3,8 2.3 5,8 1.6 3,1 12.4 -8,5 27.0 1.3 1,5 124 8,6 5.6 22,1 3.0 42,5 36.0 27,0 53.8 19.8 85.5

NO ANO GWH 982834 6226,8 26,0 398.9 385,6 5235,2 10.7 44,1 23.0 73,9 0,6 5,0 23.8 16839.7 227.6 5158.2 79,1 1083.8 491,1 335,2 64.1 1428.2 135,6 373,9 1325,5 421,6 30,9 176.2 1859.3 3648.1 1,3 60632,9 2146.0 17468.6 151,5 7068.0 1239,1 69.2 22830,7 5438J 106,8 72,5 63.8 3461,5 517,0 12587.9 4224,8 3389,7 4755,5 217.9 1996,0 276,7 337,8 1158.9 196.0 26.5 (2) JAN-NOV93/JAN-NOV92

V A R V Q ( 2 )

3,8 4,0 -2,6 62 5.0 3.6 -10,9 4.3 -8,8 23,i 30,5 2,0 16,6 -14 7.6 -0.5

52

8,4 7,6 6,4 9,4 -1,5 -7,8 -5,0

•12 2,7

•12 24,1 5,4 -10J -3,7 3,7 4,4 1.8 -7,7 -0.1 5,0 7,1 4,4 8,6 2,9 -14.9 H.5 9,3 5,4 9,6 10,8 6,6 11.0 7,0 16,6 19,1 15,2 15,7 20.8 20,1

DOZE MESES GWH

1O6«11.7 6784.1 432.228a

419,8 5713,0 11.7 47,7 24,8 74,9 0,7 5,4 25.7 18374,7 250,3 5638,8 86.0 1177,2 536,8 367.9 69.6 1555,5 148.4 412.7 1454.1 459Í 33.6 192,5 2034.1 3956.9 1,5 65880,4 2315.6 19008.3 166,9 7671,5 1347,0 74,3 24829,9 5903,0

usa

78.8 67.9 3741,1 561.1 13615,2 4576.0 3651,3 5151.2 236.7 2157,3 297.9 363,4 1256.9 211,3 27,9

VAR%(3) 3,5 3.7 -4,8 4,1

5a3.5 -11,3 3,7 -9,5 18,7 29,9 1.3 15,7 _ -1.1

7.9

•0.3

54

8,1 8,4 5.7 9.3 -1.7

•6,3

-6a-1.9 2,7 -0,8 21,7 6,7

-íoa

-5,1 3 4 3.6 1,5

-sã

•0,4

4a

7,1 3,9 8,1 2,5

•12.9 15,3 8,5 5,8 9,8 11,4 6,3 11,1 6,9 16,0 19,3 14,5 15,1 19,4 16.7 (3) DEZ92-NOV93/DEZ91-NOV92

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