• Aucun résultat trouvé

CHAPITRE 2 : FIGURES DU DESTINATAIRE

2. Des traces du destinataire en fonction des types de signes

2.1. Les signes langagiers

2.1.2. Les autres voix dans le discours

Estudos com este nível de importância e complexidade, dificilmente estarão terminados. A revisão de literatura aqui apresentada, já destaca o campo amplo a ser explorado sobre os temas ora suscitados. Com objetivo de evoluir na teoria sobre empreendedorismo e comportamento empreendedor, como importante campo da gestão. Desta forma, destaca-se três principais aspectos, implicando em contribuições teóricas,

práticas e políticas, que acredita-se ter sido plantado aqui, tornando-se sementes que deverão e poderão ser mais aprofundados:

1) Sobre a concepção de gestão empreendedora. Acredita-se que na linha de estudos sobre orientação empreendedora, estudos futuros poderiam buscar elementos que melhor definir-se esta concepção.

2) O programa Empretec, como pode-se observar pelo resultados que propicia, tem atingido seus objetivos. Sugere-se que investigações futuras caminhem em duas vertentes: a) avaliar nas empresas as práticas de gestão antes e após a participação no programa e b) avaliar possibilidade do programa inserir em seu conteúdo, uma discussão sobre critérios de gestão.

3) Os estudos sobre os comportamentos empreendedores, que consideramos neste trabalho, datam da década de 80. Ou seja, século XX, onde a realidade econômica, social e cultural eram em muito diferentes da realidade atual. Apesar de serem foco de vários estudos e discussões atuais, tem como base a mesma pesquisa do Dr. David Maclleland. Compreende-se então, que o empreendedor depara-se com uma realidade empresarial, diferente e necessita comportar-se também com características diferentes. Assim, acredita- se que uma abordagem possível de investigações futuras seria indagar e atualizar como se comporta os empreendedores do século XXI, destacando como este fenômeno ocorre na gestão de pequenos negócios.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Alam, M. S., Islam, M. A., Obaidullah, A. Z. M., & Khan, M. A. (2011). Effect of Entrepreneur and Firm Characteristics on the Business Success of Small and Medium Enterprises (SMEs) in Bangladesh.

International Journal of Business and Management, 6(3). Recuperado em 18.01.2013 de

http://www.ccsenet.org/ijbm.

Aldrich, H.E., & Fiol, C.M. (2007). Fools Rush in? The Institutional Context of Industry Creation. In Cuervo, A., Ribeiro, D., Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts, Teory and perpective (Part I, pp 105- 130). New York: Springer.

Aldrich, H.E., & Martinez, M.A. (2007). Many are Called, but Few are Chosen: An Evolutionary Perspective for the Study of Entrepreneurship. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship:

Concepts, Teory and perpective (pp.293-312). New York: Springer.

Alvarez, S.A., & Busenitz, L.W. (2007). The Entrepreneurship of Resource-based Theory. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts, Teory and perpective (pp.207-228). New York: Springer.

Baptista, C. S., & Souza, J. S. (2011). Como fazer investigação, dissertações, teses e relatórios segundo

Bolonha. Lisboa: Lidel.

Barañano, A. M. (2008). Métodos e técnicas de investigação em Gestão. Lisboa: Edições Sílabo.

Bedê, M. A. (2006). Onde estão as Micro e Pequenas Empresas no Brasil. 1ª ed, São Paulo: Edição Sebrae.

Bird, B., Schjoedt, L., & Baum R. (2011). Entrepreneurs Behavior: Elucidation and Measurement.

Entrepreneurship Theory and Practice, 36, 889-913. Recuperado em 02.11.12 de http://web.ebscohost.com/

Campos, H.M.; Parallada, F.S., & Palma, Y. (2012). Mapping the intellectual Structure of entrepreneurship research: revisiting the invisible college. Revista Brasileira de Gestão de Negócios, 14, 41-58. Recuperado

em 05.11.2012 de

http://www.sumarios.org/sites/default/files/pdfs/mapping_the_intellectual_structure_art_3.pdf

Carland, J.W., Hoy, F., Boulton W.R. & Carland, J.A.C. (2007) .Differentiating Entrepreneurs from Small Business Owners: A Conceptualization. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship:

Concepts, Teory and perpective (pp.73-82). New York: Springer.

Carvalho. T., Gutiérrez, A., & Sánchez, J. C. (2011). The entrepreneur from a cognitive approach. Psicothema, 23(3), 433-438.) Recuperado em 08.06.2012 de www.psicothema.com.

Chandler, G.N., & Zacharakis, A. (2007). Entrepreneurship Research in Emergence: Past Trends and Future Directions. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts, Teory and perpective (pp.267-292). New York: Springer.

Clegg, S. R., Quist, J., & Skale´n, P. (2007). The power of quality models: The example of the SIQ model for

performance excellence. Recuperado em 20.01.2012 de www.elsevier.com/locate/scaman

Costa, A. M., Barros, D. F., & Carvalho, J. L. F. (2011). The Historical Dimension of the Discourses Concerning the Entrepreneur and Entrepreneurship. Revista de Administração Contemporânea, 15(2), 179- 197, Mar./Abr. 2011. Recuperado em 02.09.2012 de http://www.anpad.org.br/rac.

Costa, I. S.A., & Fontes, J. R.Filho (2008). Estratégia e ação empreendedora. FGV Online. Recuperado em 16.06.2012, de www.fgvonline.com.br.

Costa, M. L. (2011). O Sebrae e as MPEs. Fundação Getúlio Vargas. Rio de Janeiro, 2011 Recuperado em 16.06.2012, de www.fgvonline.com.br.

Covin, J. G., & Lumpkin, G.T (2012). Intrepreneurial Orientation Theory and Research: Reflections on a Needed Construct. Entrepreneurship: Theory & Practice; 35(5), 855-872. Recuperado em 28.09.12 de http://web.ebscohost.com/ehost.

Cruz, N. M., & Leitão, F. A. S. (2006). Los rasgos psicológicos del empreendedor y La continuidad del proyeto empresarial: um estudo empírico de lós empreendedores brasileños. READ, Revista Eletrônica de

Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 12(2). Recuperado em 15.06.2012 de

www.read.adm.ufrgs.br

Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). (2007). Entrepreneurship: Concepts, Teory and perpective. New York: Springer.

Dancey, C. P., & Reidy, J. (2006). Estatística sem matemática para psicologia. (V. Lorí, trad.). Porto Alegre: Artmed. (Obra Original publicada em 2004).

Davidsson, P. & Wiklund, J. (2007). Levels of Analysis in Entrepreneurship Research: Current Research Practice and Suggestions for the Future. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship:

Concepts, Teory and perpective (pp.245-265). New York: Springer.

Dennis, W.J. Jr. (2011). Entrepreneurship, Small Business and Public Policy Levers. Journal of Small

Business Management, 49(2), 149–162. Recuperado em 20.01.2012 de http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1540-627X.2010.00316.x/references

Dolabela, F. (1999). Oficina do Empreendedor: A metodologia de ensino que ajuda a transformar

conhecimento em riqueza. São Paulo: Cultura Editores.

Dornelas, J. C. A. (2008). Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 3 ed, Rio de Janeiro: Campus.

Drucker, P. F. (1987). Inovação e Espírito Empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. São Paulo: Pioneira.

Engelen, A., Heinemann, F. & Brettel, M. (2009). Cross-cultural entrepreneurship research:Current status and framework for future studies. Journal of International entrepreneurship, 7(3), 163-189, Recuperado em 18.01.2012. de http://www.springerlink.com/content/p256k716387j7112/

Entrialgo M., F. & Vazquez, C. J. (2000). Linking entrepreneurship and strategic management: evidence from Spanish SMEs. Technovation, 20, 427–436. Recuperado em 18.01.2012 de www.elsevier.com/locate/technovation.

Fernandes, C. I. M. A. S. (2011). Knowledge Intensive Business Services (KIBS) in Portugal: Location and

Innovative Capacity. (Tese de doutorado não publicada), Universidade de Beira Interior.

Ferreira, J. F. M. (2003). Estudo do Crescimento e Desempenho das Pequenas Empresas: A Influência da

Orientação Estratégica Empreendedora. (Tese de doutorado não publicada), Universidade de Beira Rio.

Fillion, L. J. (1999). Diferenças entre sistemas gerenciais de empreendedores e operadores de pequenos negócios. Revista de Administração de Empresas, Out./Dez, 9-20.

Fundação Nacional da Qualidade- FNQ (2011). Key concepts of Management Excellence. São Paulo.

Fundação Nacional da Qualidade- FNQ (2011). Critérios de Excelência: Avaliação e diagnóstico da gestão

organizacional. São Paulo.

Fundação Nacional da Qualidade - FNQ (2012). Questionário de autoavalição do Prêmio MPE Brasil. São Paulo. Recuperado em 01.10.2012 de http://www.premiompe.sebrae.com.br/

Gartner, W.B. (2007). Is There an Elephant in Entrepreneurship? Blind Assumptions in Theory Development. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts, Teory and

perpective (pp. 229-244). New York: Springer.

Global Entrepreneurship Monitor – GEM (2011). Empreendedorismo no Brasil. (Relatório de Pesquisa/2011). Curitiba: Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade.

Grégoire, D. A.; Noël, M. X.; & Béchard, R. D. J. (2006). Is There Conceptual Convergence in

Entrepreneurship Research? A Co-citation Analysis of Frontiers of Entrepreneurship Research, 1981– 2004.Recuperado de http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111 em 02.11.2012.

Gries, T., & Naudé, W. (2011). Entrepreneurship and human development: A capability approach. Journal of

Public Economics. Recuperado em 28.03.2012 de www.elsevier.com/locate/jpube.

Hansen, D. J., Shrade, R. & Monllo, J. (2011). Defragmenting Definitions of Intrepreneurial Opportunity.

Journal of Small Business Management, 49(2), 283–304. Recuperado em 8.12.2012 em

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1540-627X.2011.00325.x/pdf.

Hisrich, R. D. & Peters M.P. (2007). Empreendedorismo. Rio de Janerio. Ed. Artmed.

Huang, J., Li, Y., & Tsai, M. (2008). Entrepreneurial orientation and firm performance: The role of knowledge creation process. Industrial Marketing Management, 38, 440–449. Recuperado em 19.01.2012 de http://www.sciencedirect.com/science.

Idogho, P.O., & Augustine, A. (2011). Entrepreneurship Education and Small-Scale Business Management Skill Development among Students of Auchi Polytechnic Auchi, Edo State, Nigeria. International Journal of

Business and Management, 6(3). Recuperado em 18.01.2012, de www.ccsenet.org/ijbm.

Instituto Nacional de Estatística, INE (2010). Empresas em Portugal – 2008. disponível em: http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes&PUBLICACOESpub_boui=87680294 &PUBLICACOEStema=55579&PUBLICACOESmodo=2. Recuperado em 23.09.2012

Islam, A., Khan, M. A., Obaidullah, A. Z. M., & Alam, M. S. (2011). Effect of Entrepreneur and Firm Characteristics on the Business Success of Small and Medium Enterprises (SMEs) in Bangladesh.

International Journal of Business and Management, 6(3), March. Recuperado em 18.01.2012 de

http://onlinelibrary.wiley.com.

Ireland, R.D., Reutzel, C.R. & Webb, J.W. (2007). Entrepreneurship Research in AMJ: What Has Been Published, and What Might the Future Hold? In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds).

Intrepreneurship: Concepts, Teory and perpective (pp.335). New York: Springer.

Jiang, C., Yang, Q., & Zimmerman, M. (2011). An Empirical Study of the Impact of CEO Characteristics on New Firms’ Time to IPO. Journal of Small Business Management, 49 (2), 163–184. Recuperado em 19.01.2012 de http://onlinelibrary.wiley.com.

Kuratko, D. F. (2006). A Tribute to 50 Years of Excellence in Entrepreneurship and Small Business. Journal

of Small Business Management, 44(3), 483–492. Recuperado em 22.07.2011 de http://web.ebscohost.com/ehost.

Hair, J. F., Black, W. C., Babin, B., J., Anderson R. E., & Tatham, R. L (2009). Análise Multivariada de

Dados. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Ed. Bookman.

Landström, H., Harirchi, G., & Åström, F. (2012). Entrepreneurship: Exploring the knowledge base.

Research Policy, 41(7), 1154-1181. Recuperado em 03.11.12 de www.elsevier.com/locate/respol

Lans T., Hulsink W., Baert H. & Mulder M. (2008). Entrepreneurship Education and Training in a Small

Business Context: Insights from the Competence-based Approach. Erim Report Series Reseach Series in

Management, May, 08, 22p. Recuperado em 14.06.2012 de

Lakatos, E. M., & Marconi, M. A. (2009). Metodologia do trabalho científico: Procedimentos básicos,

pesquisa bibliográfica, projetos e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7ª ed,. São Paulo: Atlas.

Lopes, G. S., Souza, & E. C. L. (2005). Atitude empreendedora em proprietários-gerentes de pequenas empresas. Construção de um instrumento de medida. READ - Revista Eletrônica de Administração da

Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 11(6), nov-dez. Recuperado em 22.04.12, de

www.read.adm.ufrgs.br.

Lopes, R. M. A. (1999). Avaliação de Resultados de um Programa de Treinamento Comportamental para

Empreendedores – EMPRETEC. (Dissertação de Mestrado em psicologia, não publicada), Instituto de

Psicologia, USP, São Paulo.

Low, M.B. & MacMillan I.C.(2007). Entrepreneurship: Past Research and Future Challenges. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts, Teory and perpective (pp.131-154). New York: Springer.

Marques, C. S., Ferreira J., Rodrigues, R. G., & Ferreira, M. (2010). The contribution of yoga to the entrepreneurial potential of university students: a SEM approach. International Entrepreneurship and

Management Journal, 7(2), 255-278. Recuperado em 05.11.2012 de http://www.springerlink.com/content/5t5388803n41411w/

Martín, J. I. (2002). Possible Ethical Implications in the Deployment of the EFQM Excellence Model.

Journal of Business Ethics, 39, 125–134. Recuperado em 20.01.2012 de http://www.springerlink.com/content/.

Magali, G.R.C.; Nelson, C.F; Myriam, E.R.P.B & Gilberto, O.M. (2011). Empreendedorismo no Brasil: situação e tendências. Revista de Ciências da Administração, 13(29), 133-151.

McClelland, D.C. (1973). The Achieving Society. The Free Press, New York. Recuperado em 14, Junho, 2012 de http://www.lichaoping.com/wp-content/ap7301001.pdf

McClelland, D. (1998). Identifying Competencies with Behavioral-Event Interviews. Psychological Science, 9(5), September. Recuperado em 28.03.2012 de http://pss.sagepub.com/content/9/5/331.short.

Morales, S. A., Forner, C., Burtet, D., & Santos, R. (2007). Desenvolvimento e análise do impacto de uma

nova versão do seminário para treinamento de empreendedores do programa Empretec (Relatório de

Pesquisa/2007). Brasília: Sebrae.

Morales-Gualdrón, S.T. & Roig, S. (2007). The New Venture Decision: An Analysis Based on the GEM Project Database. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts, Teory and

perspective (pp.313-334). New York: Springer.

Muylder, C. F. & Fonseca, G.C. (2010). Auto-percepção do perfil Maclelland: Um estudo de caso Empretec Manhaçu. Revista Ciências Sociais em Perspectiva, 9(16), 1º Semestre.

Norton, D.P., & Kaplan, R.S. (1997). A estratégia em ação: Balanced Scorecard (8ª ed.). (Filho, L. E. T., Trad). Rio de Janeiro: Ed. Campus. (Obra original publicada em 1996).

Oliveira, O. J. (2006) Pequena Empresa no Brasil: Um estudo de suas características e perspectivas. Disponível em: ftp://ftp.usjt.br/pub/revint/5_44.pdf. Acesso em: 30.09.2012 Set. 2012.

Pinheiro,J.I., Cunha, S.B. DA, & Carvajal S. (2009). Estatistica Basica - a Arte de Trabalhar com Dados. Rio de Janeiro: Elsevier.

Quist, J., Skale, P., & Stewart R. C. (2007). The power of quality models: The example of the SIQ model for performance excellence. Scand. J. Mgmt., 23, 445–462. Recuperado em 20.01.2012 de www.elsevier.com/locate/scaman.

Reis, I. S. (2001). Contribuição de sistemas da qualidade e de indicadores de desempenho para uma

eficiente gestão financeira do Sebrae/Ba. (Dissertação de Pós-graduação não publicada) Universidade

Salgado de Oliveira, Rio de Janeiro.

Rossetti, J. P. (2003). Introdução à Economia. 20 ed., São Paulo: Atlas..

Runyan, R., Droge, C., & Swinney, J. (2008). Entrepreneurial Orientation versus Small Business Orientation: What Are Their Relationships to Firm Performance? Journal of Small Business Management, 46(4), 567– 588. Recuperado em 18.01.2012, em http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1540- 627X.2008.00257.x/pdf.

Say, J. B. (1861). Traité d’économie politique. 7a Ed. Paris, Gullaumim Et, LIbraires.

Serviço Brasileiro de apoio a pequena empresa - Sebrae. (2002). Avaliação do Programa EMPRETEC no

Brasil. Brasília: DF.

Serviço Brasileiro de apoio a pequena empresa - Sebrae. (2004) Fatores Condicionantes e Taxa de

Mortalidade de Empresas no Brasil. Brasília: DF.

Serviço Brasileiro de apoio a pequena empresa. Sebrae. (2007). Desenvolvimento e análise do impacto de

uma versão do seminário para treinamento de empreendedores do programa Empretec.

Serviço Brasileiro de apoio a pequena empresa - Sebrae. (2009). Manual do instrutor Empretec. Brasília: Distrito Federal.

Serviço Brasileiro de apoio a pequena empresa - Sebrae. (2010). Manual da disciplina empreendedorismo

Sebrae-SP. São Paulo: São Paulo.

Serviço Brasileiro de apoio a pequena empresa - Sebrae. (2011). Taxa de Sobrevivência das Empresas no

Brasil. Coleção Estudos e Pesquisas. Brasilia: Distrito Federal.

Serviço Brasileiro de apoio a pequena empresa - Sebrae. (2012). Os empresários e potencias empresários no

Brasil:Estudo comparativo. Série Estudos e Pesquisas. Brasilia: Distrito Federal.

Schumpeter, J. A. (1934). The Theory of Economic Development. Cambridge, MA: Harvard University Press.

Sharma, P. & Chrisman, S.J.J. (2007).Toward a Reconciliation of the Definitional Issues in the Field of Corporate Entrepreneurship. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts,

Teory and perpective (pp.83-104). New York: Springer.

Shane, S. & Venkataraman, S. (2007). The Promise of Entrepreneurship as a Field of Research. In Cuervo, A., Ribeiro, D., and Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts, Teory and perpective (pp.171-184). New York: Springer.

Stevenson, H.H. & Jarillo, J.C (2007). A Paradigm of Entrepreneurship: Entrepreneurial Management. In Cuervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts, Teory and perpective (pp.155-170). New York: Springer.

Silva, M. O., Gomes, L. F. & Correia M. F. (2009). Entrepreneurial Culture: a Comparative Study of Entrepreneurs in Brazil and Portugal. RAC, 13(1), 57-71. Recuperado em 19.01.2012 de http://www.anpad.org.br/rac

Vasconcellos, C. M., (2008). Emoções e aprendizagem em um curso para o desenvolvimento de

competências empreendedora. (Dissertação de Mestrado não publicada). Universidade Federal da Bahia,

Salvador.

Veciana, J.M. (2007). Entrepreneurship as a Scientific Research Programme. In Curervo, A., Ribeiro, D., & Roing, S. (Eds). Entrepreneurship: Concepts, Teory and perpective (pp.23-72). New York: Springer.

Welter, F. & Smallbone, D. (2011). Institutional Perspectives on Entrepreneurial Behavior in Challenging Environments. Journal of Small Business Management , 49(1), 107–125. Recuperado em 20.01.2012 de http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1540-627X.2010.00317.x/full.

Zhang, Z., Zyphur, M.J., Narayanan, J., Arvey, R.D., Chaturvedi, S., Avolio, B.J., Lichtenstein P., & Larsson, G. (2009). The genetic basis of entrepreneurship: Effects of gender and personality. Organizational

Behavior and Human Decision Processes, 110, 93–107. Recuperado de journal homepage:

ANEXOS

ANEXO A: QUESTIONÁRIO DA PESQUISA

Universidade Trás os Montes e Alto Douro

CARTA DE APRESENTAÇÃO

Projeto de Investigação: Comportamentos empreendedores na gestão de pequenas empresas

Exmo. Sr. (a).

O meu nome é Isailton Reis, sou Professor na Cidade de Santo Antonio de Jesus e aluno do Mestrado em Gestão Empresarial, no Departamento de Gestão na Universidade Trás os Montes e Alto Douro, Situada em Vila Real, Portugal, estamos desenvolvendo a nossa investigação sobre Comportamentos Empreendedores na Gestão de Pequemas Empresas.

Dado a vossa empresa fazer parte da amostra das empresas selecionadas para este estudo, vimos pedir a vossa ajuda para que esta investigação tenha uma conclusão que possa contribuir para o benefício e desenvolvimento de nossa região do Recõncavo e Baixo Sul baiano.

Assim, vimos pedir-lhe que disponibilize um pouco do seu tempo útil para responder ao questionário que ora é apresentado pela estudante bolsita Débora Conceição, salientando que os dados por vós respondidos serão completamente confidenciais.

Agradeço desde já a vossa compreensão, colaboração e ajuda na realização deste projeto, sem a qual a sua realização será muito difícil.

P.S. Se pretender esclarecer alguma dúvida ou qualquer outro assunto, queira contactar:

Universidade Trás os Montes e Alto

Douro

QUESTIONÁRIO DE PESQUISA

COMPORTAMENTOS EMPREENDEDORES NA GESTÃO DE PEQUENAS EMPRESAS

( ) PARTICIPOU DO EMPRETEC ( ) NÃO PARTICIPOU DO EMPRETEC

Caro empreendedor, necessito de suas informações, preenchendo as questões abaixo para realização de um estudo sobre o empreendedorismo e gestão de pequenas empresas. Sua informação é muito importante. Obrigado pela contribuição!!

1 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 1.1- Município

( ) Santo Antonio ( ) Amargosa ( ) Cruz das Almas ( ) Valença ( ) Maraú ( ) Cairú

1.2- Número de empregados

( ) Até 09 ( ) De 09 a 19 ( ) De 20 a 49 ( ) De 50 a 99

1.3 – Tempo de Funcionamento da empresa

( ) Até 01 ano ( ) De 01 a 03 anos ( ) De 03 a 05 anos ( ) De 05 a 10 anos ( ) Acima de 10 anos

1.4 – O volume de negócios no último exercício foi de:

( ) Até R$ 60.000,00 ( ) De R$ 60.000 a 360.000,00 ( ) De R$ 360.000,00 a 3.600.000,00 ( ) Acima de R$ 3.600.000,00 1.5 – Setor ( ) Indústria ( ) Comércio ( ) Serviço 1.6 - Àrea de abrangência ( ) Local ( ) Regional ( ) Estadual ( ) Nacional 2- DADOS DO EMPREENDEDOR 2.1 – Sexo 2.1.1.( ) Masculino 2.1.2. ( ) Feminino 2.2 – Idade 2.2.1.( ) 18 a 24 anos 2.2.2. ( ) 25 a 34 anos 2.2.3 ( ) 35 a 50 anos 2.2.4 ( ) 51 a 64 anos 2.3 – Grau de Instrução 2.3.1. ( ) Primeiro Grau 2.3.2. ( ) Segundo Grau 2.3.3.( ) Superior 2.3.4. ( ) Pós-graduado

3- PRÁTICA DE COMPORTAMENTOS EMPREENDEDORES

3.1 – Qual (is) dos comportamentos empreendedores abaixo, o Sr (a) mais coloca em prática no dia a dia da gestão da sua empresa? Destaque qual foi o grau de importância para GESTÃO DA EMPRESA.

Grau de importância: 1 – Nada importante 2- Pouco importante 3 – Nem pouco nem muito

importante 4 – Muito Importante 5- Extremamente importante. 1 2 3 4 5 3.1.1 ( ) Busca de oportunidade e iniciativa

3.1.2 ( ) Corre risco de forma calculada 3.1.3 ( ) Exigência de qualidade e eficiência 3.1.4 ( ) Persistência

3.1.5 (. ) Comprometimento 3.1.6 (. ) Busca de informações 3.1.7 (. ) Estabelecimento de Metas

3.1.8 ( ) Planejamento e monitoramento sistemático 3.1.9 ( ) Persuasão e rede de contatos

4 – CRITÉRIOS E PRATICAS DE GESTÃO

4.1. Qual (is) do(s) critério(s) de gestão abaixo, o Sr. (a) mais utiliza na sua empresa? Destaque o grau de importância.

Grau de importância: 1 – Nada importante 2- Pouco importante 3 – Nem pouco nem muito

importante 4 – Muito Importante 5- Extremamente importante. 1 2 3 4 5 4.1.1 ( ) Liderança 4.1.2 ( ) Estratégias e Planos 4.1.3 ( ) Clientes 4.1.4. ( ) Sociedade 4.1.5 ( ) Informações e Conhecimento 4.1.6 ( ) Pessoas 4.1.7 ( ) Processos 4.1.8 ( ) Resultados 4.1.9 ( ) Nenhum 4.2 PRÁTICAS DE GESTÃO

A gestão de todo negócio é desenvolvida através de práticas adotadas no seu dia a dia

Assinale a alternativa que melhor demonstra as práticas adotadas em sua empresa. Marque um X em SIM ou NÃO, para a prática. E para as que responder SIM, destaque o grau de importância para GESTÃO DA EMPRESA:

Grau de importância: 1 – Nada importante 2- Pouco importante 3 – Nem pouco nem muito importante 4 – Muito Importante 5- Extremamente importante.

4.2.1 - CRITÉRIO: LIDERANÇA NÃO SIM 1 2 3 4 5

4.2.1.1 A Missão da empresa está definida e é comunicada de maneira formal aos colaboradores?

4.2.1.2 O comportamento ético é incentivado pelos dirigentes nas relações internas e externas, através de regras definidas? 4.2.1.3 O desempenho da empresa é analisado pelos dirigentes, considerando diversos aspectos da empresa ( finanças, pessoal, vendas, etc)

4.2.1.4 Os dirigentes compartilham informações com os colaboradores de forma regular e formal?

4.2.1.5 Os dirigentes investem em seu desenvolvimento gerencial e aplicam os conhecimentos adquiridos na empresa?

4.2.1.6 As atividades da empresa são controladas com base em padrões de execução definidos?

4.2.1.7 É promovida a melhoria dos produtos, dos serviços, dos processos e dos métodos de gestão?

4.2.2 - CRITÉRIO: ESTRATÉGIAS E PLANOS NÃO SIM 1 2 3 4 5

4.2.2.1. A Visão da empresa está definida e é comunicada de maneira formal aos colaboradores?

4.2.2.2. As estratégias que permitem alcançar os objetivos da empresa estão definidas?

4.2.2.3. Os indicadores e metas relacionados às estratégias estão estabelecidos?

4.2.2.4. Os planos de ação, visando alcançar as metas da empresa estão definidos?

4.2.3 CRITÉRIO: CLIENTES NÃO SIM 1 2 3 4 5 4.2.3.1 Os clientes são conhecidos e agrupados por grupos

específicos?

4.2.3.2 As necessidades e expectativas dos clientes são conhecidas? 4.2.3.3 Os produtos e/ou serviços são divulgados aos clientes, considerando os diferentes grupos?

4.2.3.4 As reclamações dos clientes são registradas e tratadas? 4.2.3.5 A satisfação dos clientes é avaliada periodicamente com método formal?

4.2.4 CRITÉRIO: SOCIEDADE NÃO SIM 1 2 3 4 5

4.2.4.1 As exigências legais necessárias para o funcionamento da empresa são conhecidas e mantidas atualizadas?

4.2.4.2 Os impactos negativos que podem causar danos ao meio ambiente são conhecidos e tratados?

4.2.4.3 A empresa demonstra seu comprometimento com a comunidade por meio de ações ou projetos sociais?

4.2.5 CRITÉRIO: INFORMAÇÕES E CONHECIMENTO NÃO SIM 1 2 3 4 5

4.2.5.1 As informações necessárias para o planejamento, execução e análise das atividades estão definidas e organizadas?

4.2.5.2 As informações necessárias para a condução adequada do negócio são disponibilizadas para os colaboradores de forma organizada?

4.2.5.3 O compartilhamento do conhecimento é promovido?

4.2.6 CRITÉRIO: PESSOAS NÃO SIM 1 2 3 4 5

4.2.6.1 As funções e responsabilidades das pessoas (dirigentes e colaboradores) estão definidas?

4.2.6.2 A seleção dos colaboradores é feita segundo padrões definidos e considera os requisitos da função?

4.2.6.3 Os colaboradores são capacitados nas suas funções? 4.2.6.4 Os perigos e riscos relacionados à saúde e segurança no trabalho são identificados e tratados?

4.2.6.5 O bem-estar e a satisfação dos colaboradores são promovidos?

4.2.7 CRITÉRIO: PROCESSOS NÃO SIM 1 2 3 4 5

4.2.7.1 Os principais processos do negócio são executados de forma padronizada, com padrões documentados?

4.2.7.2 Os principais processos do negócio são controlados para garantir a satisfação das necessidades dos clientes?

4.2.7.3 Os fornecedores da empresa são selecionados e avaliados segundo critérios definidos?

4.2.7.4 As finanças da empresa são controladas a fim de otimizar a utilização dos recursos?

4.2.8 CRITÉRIO: RESULTADOS NÃO SIM 1 2 3 4 5 4.2.8.1 Existem resultados controlados relativos à Satisfação dos

clientes?

4.2.8.2 Existem resultados controlados relativos a Reclamações de clientes?

4.2.8.3 Existem resultados controlados relativos às capacitações ministradas para os colaboradores?

4.2.8.4 Existem resultados controlados relativos a acidentes com