• Aucun résultat trouvé

Un premier minorant bas´e sur les conflict-sets

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 109-112)

5.3 Relaxation selon la s´emantique bas´ee d´ecomposition

5.3.3 Un premier minorant bas´e sur les conflict-sets

As informações sobre o nível de institucionalização e práticas de Gestão do Conhecimento atualmente empregadas, coletadas através de entrevistas com os membros da cúpula gerencial da empresa, indicaram que são adotadas práticas de gestão, mas que estas não são compreendidas como ferramentas ou práticas de Gestão do Conhecimento pela governança.

Nesse sentido, a cúpula organizacional considera a Gestão do Conhecimento uma temática importante e alguns de seus entrevistados até a admitem como prioridade, mas constatou-se que ainda não havia pleno envolvimento da alta administração no que se refere ao assunto.

Assim, a despeito de considerar a Gestão do Conhecimento como assunto determinante para as ações de gestão, a governança não adotou a temática no desenvolvimento do seu planejamento estratégico, não havendo um alinhamento de seus objetivos estratégicos às suas práticas gerenciais de Gestão do Conhecimento.

Ademais, percebeu-se que não existe um departamento, setor ou colaborador que seja responsável por atividades relacionadas à Gestão do Conhecimento. Não há capacitação específica para desenvolvimento de uma cultura de planejamento voltada para a Gestão do Conhecimento, não se encontrando compreensível o conceito de Gestão do Conhecimento para a governança, e provavelmente, por consequência para seus colaboradores.

O objetivo geral desta pesquisa consistiu em analisar a Gestão do Conhecimento adotada, atualmente, no HUOL, a fim de propor um portfólio de ferramentas e práticas de Gestão do Conhecimento adaptados às necessidades organizacionais da instituição.

No decorrer desta pesquisa, foi possível identificar e descrever as ferramentas e práticas de GC empregadas na instituição. Foi avaliado o nível de aceitação e uso das ferramentas e práticas citadas, constatando-se que os sistemas informatizados em uso no HUOL, “herdados” da UFRN, apresentam bom nível de aceitação por parte dos colaboradores, de acordo com os entrevistados. Igualmente, na percepção dos respondentes desta pesquisa, o MV 2000 pode ser considerado um sistema aceito e muito utilizado pelos funcionários do hospital.

Por outro lado, no tocante à aceitação e uso do novo sistema proposto pela EBSERH, o AGHU, cuja implementação está em curso, averiguou-se que ainda não há receptividade com relação ao uso desta ferramenta. De acordo com os entrevistados, os funcionários ainda sentem

muita dificuldade na utilização do AGHU, provavelmente, por uma questão de lidar com a mudança de plataformas, necessitando-se de período de adaptação. Observou-se também que o AGHU ainda é carente em comparação com as funcionalidades apresentadas pelos outros sistemas, dispondo de menos módulos tanto para as atividades gerenciais quanto para as assistenciais.

No que se refere as outras ferramentas e práticas de GC analisadas, verificou-se que, segundo os gestores entrevistados, os funcionários do hospital não expressaram qualquer objeção em utilizá-las em sua prática cotidiana. Por fim, concebeu-se o portfólio de ferramentas e práticas de GC (ver tópico anterior) que poderá ser empregado pelo HUOL, a fim de aperfeiçoar as ferramentas e práticas já utilizadas, aprimorando-se a gestão organizacional, elevando-se os padrões de desempenho na busca pela excelência na gestão pública.

Espera-se que esta pesquisa tenha colaborado para a elucidação do uso das ferramentas e práticas de Gestão do Conhecimento, na época atual, na instituição pesquisada. No entanto, é prudente reconhecer que algumas limitações devem ser consideradas, como por exemplo, o foco da pesquisa ter se voltado somente para a cúpula organizacional. Ocorre que por uma questão de escopo e tempo para realização do estudo, não foram pesquisados os níveis táticos e operacionais. Considere-se também que se utilizou apenas a entrevista como técnica de coleta de dados.

Ainda, saliente-se como contingência desta pesquisa o fato de ter sido usada a estratégia do estudo de caso. Dessa forma, os resultados encontrados nesta investigação só retratam o HUOL, não podendo ser, prontamente, expandido para os outros hospitais da rede EBSERH.

Recomenda-se para pesquisas futuras que se faça a análise da percepção dos colaboradores situados no nível tático e operacional, especialmente, no tocante ao emprego de ferramentas e práticas de gestão do conhecimento no HUOL. Nesse sentido, aconselha-se a aplicação de questionários como método de coleta de dados, os quais, facilmente, poderiam ser distribuídos através do e-mail institucional da organização em apreço.

Sugere-se também pesquisa com os usuários que frequentam o hospital e os estudantes e visitantes que desenvolvem suas atividades acadêmicas no contexto hospitalar. Tal perspectiva seria relevante para o fortalecimento de uma futura política de Gestão do Conhecimento para a instituição.

Por fim, presume-se que seria apropriada a expansão desta pesquisa para outras unidades hospitalares do Estado do RN, gerenciadas pela EBSERH, quais sejam, Maternidade Escola

Januário Cicco, localizada em Natal/RN e Hospital Universitário Ana Bezerra, situado em Santa Cruz/RN. Para mais, o escopo desta pesquisa poderia ser expandido para outros hospitais da rede EBSERH, com o objetivo de compreender o fenômeno da Gestão do Conhecimento, não apenas no âmbito do HUOL, mas na perspectiva da rede EBSERH.

REFERÊNCIAS

ABRUCIO, F. L. Trajetória recente da gestão pública brasileira: um balanço crítico e a renovação da agenda de reformas. Revista Administração Pública, Rio de Janeiro , v. 41, p. 67-86, 2007. Disponível em:< http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034- 76122007000700005>. Acesso em 25 jul. 2017.

ANDREAZZI, M. F. S. Brazilian Hospital Services Company: inconsistencies in light of State reform. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 37, n. 2, p. 275-284, 2013. Disponível em:< http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-55022013000200016>. Acesso em 26 jul. 2017.

ALVARENGA NETO, R. C. D. Gestão do Conhecimento em Organizações: proposta de Mapeamento Conceitual Integrativo. 2005. 500 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação). Universidade Federal de Minas Gerais Belo Horizonte, 2005. Disponível em:<

http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFMG_9961c00efc40c4a32c9f86be838b066e>. Acesso em 31 ago. 2016.

ANGELIS, C. T. Gestão do conhecimento no setor público: um estudo de caso por meio do método OKA: Revista do Serviço Público - RSP, Brasília, v. 62, n. 2, p. 137-166, abr. 2011. Disponível em: <http://repositorio.enap.gov.br/handle/1/1591>. Acesso: 13 ago. 2015.

ANGELONI, M. T. (Org.). Gestão do Conhecimento no Brasil: casos, experiências e práticas de empresas públicas. Rio de Janeiro: Qualitimark, 2008.

ANGELONI, M.T. (Org). Organizações do conhecimento: infra-estrutura, pessoas e tecnologias. São Paulo: Saraiva, 2002.

BARROS, R. T. Empresa brasileira de serviços hospitalares: uma análise sobre sua gestão no contexto institucional do Hospital das Clínicas da UFPE, 2014. Dissertação (Mestrado em Gestão Pública) – Universidade Federal de Pernambuco, CCSA. Disponível em:<

http://www.repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11861>. Acesso em: 16 de ago. 2016. BARBOSA, R. R. Gestão da informação e do conhecimento: origens, polêmicas e

perspectivas. Informação & Informação, Londrina, v.13, p.1-25, 2008. n. especial. Disponível em:<http://www.brapci.ufpr.br/brapci/index.php/article/view/0000005993/fe5cf9809b1f5bf1c487 b765f79fb8bd>. Acesso em: 16 jun. 2017.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011. (Obra original publicada em 1977).

BATISTA, F. F. Governo que aprende: gestão do conhecimento em organizações do executivo federal, Brasília, 2004. (Texto para discussão nº. 1022). Disponível em: <

http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=4602 > Acesso em: 15 jun. 2017.

______. Modelo de Gestão do Conhecimento para a administração pública brasileira: como implementar a gestão do conhecimento para produzir resultados em benefício do cidadão.

Brasília: IPEA, 2012. Disponível em:< http://www.ipea.gov.br/observatorio/destaques/71-

modelo-de-gestao-do-conhecimento-para-a-administracao-publica-brasileira>. Acesso em 17 out. 2016.

BATISTA, F. F; et al. Gestão do Conhecimento na Administração Pública. Brasília: IPEA, 2005. (Texto para discussão n° 1095). Disponível em:<

http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=4682>. Acesso em 29 mai. 2017.

BATISTA, F. F.; QUANDT, C. O. Gestão do Conhecimento na Administração Pública: resultados da pesquisa IPEA 2014 – Práticas de Gestão do Conhecimento. Brasília: IPEA, 2015. Disponível em:< http://www.ipea.gov.br/observatorio/publicacoes-recentes/235-td-2120-gestao- do-conhecimento-na-administracao-publica-resultados-da-pesquisa-ipea-2014-praticas-de-gestao- do-conhecimento>. Acesso em 04 set. 2017.

BRASIL. Comitê Executivo do Governo Eletrônico (CEGE). Diretrizes do governo eletrônico – Oficinas de Planejamento. Brasília. 2004. Disponível em:<

https://www.governoeletronico.gov.br/documentos-e-arquivos/BRASIL%20-%202004%20- %20diretrizes_governoeletronico.pdf>. Acesso em 26 jul. 2017.

______. Lei n. 12.550, de 15 de dezembro de 2011. Autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH; Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, 16 dez. 2011. Disponível em: <

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/Lei/L12550.htm>. Acesso em: 12 jun. 2017.

______. Portaria n° 290, de 29 de setembro de 2016. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 29 set. 2016. Seção 1, n. 189, p.131. Disponível em: < https://www.governoeletronico.gov.br/documentos-e-

arquivos/Portaria%20Redes%20de%20Conhecimento.pdf/view>. Acesso em: 02 nov. 2016. BRESSER-PEREIRA, L. C. Administração pública gerencial: estratégia e estrutura para um novo Estado. Brasília: MARE/ENAP, out/1996, 20p, 28 f. Disponível em:<

http://www.enap.gov.br/documents/586010/601535/9texto.pdf/6f1673a4-be8f-4a8b-9002- df02f779993e>. Acesso em 26 jul 2017. Texto para discussão, n. 9.

BORBA, G. S. Princípios e variáveis da aprendizagem organizacional para a implantação de sistemas integrados de gestão em ambientes hospitalares. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) - Universidade do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005. Disponível em:<

http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/5703>. Acesso em 26 jul 2017.

BUKOWITZ, W. R.; WILLIAMS, R. Manual de gestão do conhecimento: ferramentas e técnicas que criam valor para a empresa. Porto Alegre: Bookman, 2002.

CALAZANS, A.T.S. Estudo de caso – uma estratégia de pesquisa.In: MUELLER, S.P.M. (org). Métodos para pesquisa em Ciência da Informação. Brasília: Editora Thesaurus, 2007, cap 2. CARVALHO, F.C.A. Gestão do Conhecimento. São Paulo: Pearson, 2012.

CASTELLS, M. A sociedade em rede: era da informação, economia, sociedade e cultura. v. 1. São Paulo: Paz e Terra, 2012.

COELHO, E. M. Gestão do conhecimento como sistema de gestão para o setor público: Revista do Serviço Público, Ano 55, p. 93, n. 1 e 2, Jan-Jun, 2004. Disponível:

<https://www.inesul.edu.br/site/documentos/gestao_conhecimento_sistema_publico.pdf>. Acesso: 23 mai. 2017.

COOMBS, R.; HULL, R.; PELTU, M. Knowledge Management Practices for Innovation: an audit tool for improvement. International Journal of Technology Management, v. 20, n. 5-8, p. 633-656, 2000. Disponível em:<

https://www.researchgate.net/publication/247832044_Knowledge_management_practices_for_in novation_an_audit_tool_for_improvement>. Acesso em 16 jun. 17.

COSTA, S.; LEITE, F.C.L. Repositórios institucionais como ferramentas de gestão do

conhecimento científico no ambiente acadêmico. Perspectivas em ciência da informação, p. 206-219, 2006. Disponível em:< https://portais.ufg.br/up/67/o/Repositorios_Institucionais.pdf>. Acesso em 26 jul. 2017.

COSTA, D.B. Diretrizes para a realização de processo de benchmarking colaborativo visando à implementação de melhorias em empresas de construção civil. Tese (Programa de pós-graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul) – UFRN. 2008. Porto Alegre. Disponível em:< http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/13945>. Acesso em 11 jul. 2017.

CUNHA, J.R.A. Avanços e retrocessos do direito à saúde no Brasil: uma esperança equilibrista. 2014. 175 f., il. Dissertação (Mestrado em Política Social) - Universidade de Brasília, Brasília, 2014. Disponível em:<

http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/16525/1/2014_JarbasRicardoAlmeidaCunha.pdf>. Acesso em 26 jul. 2017.

DALKIR, K. Knowledge management in theory and practice.USA: Elsevier, 2005.

Disponível:< https://dianabarbosa.files.wordpress.com/2009/03/knowledge-management-kimiz- dalkir.pdf>. Acesso: 28 set. 2016.

DAVENPORT, T. H. Ecologia da informação: porque só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 2002.

DAVIS, M. M.; AQUILANO, N. J.; CHASE, R. B. Fundamentos da administração de produção. 3.ed. Porto Alegre: Bookman Editora, 2001.

DETLOR, B. et al. The effect of knowledge management context on knowledge management practices: An empirical investigation. Electronic Journal of Knowledge Management, v. 4, n. 2, p. 117-128, 2006.

DRUCKER, Peter Ferdinand. Administrando para o futuro: os anos 90 e a virada do século. 5.ed. São Paulo: Pioneira, 1996. 242p. (Biblioteca Pioneira de administração e negócios). EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES. Regimento interno da EBSERH. 2014. Publicado no Diário Oficial da União dia 16.05.2016. Disponivel em:

<http://www.ebserh.gov.br/documents/15796/106562/RegInt_vf_maio2016.pdf/1d023f19-df24- 493b-aa8d-107779d8c2e1>. Acesso em: 27 jun. 2017.

______. Hospital Universitário Onofre Lopes. Institucional. Natal, 2017. Disponível em:< http://www.ebserh.gov.br/web/huol-ufrn>. Acesso em 10 jun. 2017.

FERREIRA, S. R. V.; MENDONÇA, M. H. M. O programa de reestruturação dos Hospitais de Ensino (HE) do Ministério da Educação (MEC) no Sistema Único de Saúde (SUS): uma inovação gerencial recente. Revista de Administração em Saúde, São Paulo, v. 11, n. 44, p. 113-126, 2009. Disponível em:< http://bases.bireme.br/cgi-

bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextA ction=lnk&exprSearch=575000&indexSearch=ID>. Acesso em 11 jun. 2017.

FLICK, U. Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

FONSECA, G L. Um estudo multicaso sobre as formas de avaliação e mensuração do valor proporcionado pelos sistemas ERP. 2014. Dissertação (Mestrado em Administração de Organizações) - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2014. Disponível em:<

http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/USP_3cb17573275a2f6fb8730fd2913fa818>. Acesso em: 2017-07-05.

FRESNEDA, P. S. V. A experiência brasileira na formulação de uma proposta de política de gestão do conhecimento para a administração pública federal / Paulo Sérgio Vilches

Fresneda, Sonia Maria Goulart Gonçalves. – Brasília : Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, 2007. 83 p. – (Série temas de interesse do legislativo) n. 13. Disponível em:< http://bd.camara.gov.br/bd/handle/bdcamara/3443>. Acesso: 22 ago. 2016.

FUKUNAGA, F. Vamos aprender mais sobre práticas de GC? Parte 2: Comunidades de Prática. Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento. Disponível

em:<http://www.sbgc.org.br/blog/category/comunidade-de-praacutetica>. Acesso em 19 mai. 2017.

GASPAR, M. A. et al. A Influência das Práticas de Gestão do Conhecimento na Eficácia

Organizacional: Um Estudo em Empresas Atuantes na Indústria de Software no Brasil. Espacios, v. 33, 2012, p.19, Disponível:<

http://www.anpad.org.br/diversos/trabalhos/3Es/3es_2011/2011_3ES112.pdf>. Acesso: 29 set. 2016.

GERHARDT, T. E; SILVEIRA, D. T. (orgs.) Métodos de pesquisa. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. Disponível em:<

http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf>. Acesso em 03 nov 2016. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 184 p.

KRÜCKEN-PEREIRA,L.; COSTA, M. D.; BOLZAN, A. Gestão do conhecimento aplicada ao desenvolvimento de novos produtos. Revista inteligência Empresarial, Brasília, n.12, p. 48-56, jul. 2002.

LAUDON, K.; LAUDON, J. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª edição,São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.

LIMA, Luci Praciano. O desafio gerencial da multi-institucionalidade dos hospitais universitários: o caso do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco. 2004. 2004. Tese de Doutorado. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) – Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. Campinas.

LÚCIA CRUZ, V., SANTOS, A. A. Avaliação de benefícios de pós-implantação de sistemas ERP no fornecimento de informação contábil, financeira e operacional em empresas de pequeno e médio porte da Região Metropolitana de Recife. 2011. Dissertação. Recife: Universidade Federal de Pernambuco. Disponível em:<

http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFPE_9bbaae9ac7cb30bc33392d3a96893399>. Acesso em 05 jul. 2017.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Apresentação do aplicativo AGHU. Disponivel em: < http://portal.mec.gov.br/hospitais-universitarios/aghu>. Acesso em: 16 mai. 2017.

MORESI. E. A. D. Inteligência organizacional: um referencial integrado. Ciência da Informação. Brasília, v.30, n. 2, p. 35-46, mai/ago, 2001. Disponível em:<

http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n2/6210.pdf> Acesso em: 21 nov. 2016.

MIRANDA, R. C. R. O uso da informação na formulação de ações estratégicas pelas

empresas. Ciência da Informação, Brasilia , v. 28, n. 3, p. 286-292, Dec. 1999 Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-

19651999000300006&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 04 set. 2017. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19651999000300006.

NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de conhecimento na empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

______. Gestão do Conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008.

OLIVEIRA, G. P. O fórum em um ambiente virtual de aprendizado colaborativo. São Paulo: Associação Brasileira de Educação a Distância, 2011. Disponível em:<

OLIVEIRA, K.V. Sistemas integrados de gestão TOTVS: um estudo sobre benefícios e problemas encontrados na sua utilização pelas empresas goianas de médio e grande porte. 2013. 81 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2013. Disponível em:<

http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/PGOI_eaf854a5fb58669a4e4c32c2e3e795b7>. Acesso em 05 jul. 2017.

O’BRIEN, J. A. Sistema de informação e as decisões gerenciais na era da Internet. Trad. de Célio Knipel Moreira e Cid Knipel Moreira. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2004.

PAIVA, S. B.; ARAGÃO, P. O. R. ; PEREIRA, S. L. Gestão do conhecimento em uma

organização baseada em conhecimento: uma abordagem qualitativa. Produto & produção, v. 8, n. 2, p. 37-56, 2005. Disponível em:<

http://www.seer.ufrgs.br/index.php/ProdutoProducao/article/view/3212/1766>. Acesso em 26 jul. 2017.

PROBST, G.; RAUB, S.; ROMHADRT, K. Gestão do Conhecimento: os elementos construtivos do sucesso. Porto Alefre: Bookman, 2002.

ROMANI, C.; BORSZCZ, I. Banco de talentos: ferramenta para mapear o conhecimento nas organizações. Revista de Ciências da Administração, Florianópolis, p. 21-30, jan. 2001. ISSN 2175-8077. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/adm/article/view/28269>. Acesso em: 22 maio 2017.

SANO, H. Nova Gestão Pública e accountability: o caso das organizações sociais paulistas. São Paulo: FGV/EAESP, 2003, 113 p. (Dissertação de Mestrado apresentada ao Curso de Pós-graduação na FGV/EAESP, Área de Concentração: Governo e Sociedade Civil no Contexto Local). Disponível em:<

http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/2419/70966.PDF?sequence=2>. Acesso em 12 jun. 2017.

SANTOS GOMES, R. M. A criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH): um estudo de caso. CADERNOS IBERO-AMERICANOS DE DIREITO SANITÁRIO, v. 5, p. 26-38, 2016. Disponível em:<

http://www.cadernos.prodisa.fiocruz.br/index.php/cadernos/article/view/278>. Acesso em 26 jul. 2017.

SANTOS NETTO, J. P. Institucionalização da gestão do conhecimento nas empresas: estudos de casos múltiplos. In: SANTOS, Silvio Aparecido dos; LEITE, N.P; FERRARESI, A.A (org). Gestão do Conhecimento: institucionalização e práticas nas empresas e instituições (pesquisas e estudos). Maringá: Unicorpore, 2007, cap 1.

SELA, V. M.; GREATTI, L. Em busca da eficiência na gestão pública por meio da centralização da gestão de serviços públicos descentralizados. In: ENCONTRO DA ANPAD, 38., 2014, Rio de Janeiro. Anais... . Rio de Janeiro: Anpad, 2014. Disponível em:

<http://www.anpad.org.br/admin/pdf/2014_EnANPAD_APB1275.pdf>. Acesso em: 10 jun. 2017.

SILVA, E. S. et al. Novos modelos de gestão da saúde pública no Brasil: a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares em debate. In: JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍTICAS

PÚBLICAS, 6., 2013, São Luís. Anais... São Luís: UFMA. Disponível em:< http://www.joinpp.ufma.br/jornadas/joinpp2013/JornadaEixo2013/anais-eixo8-

direitosepoliticaspublicas/novosmodelosdegestaodasaudepublicanobrasil.pdf>. Acesso em 26 jul. 2017.

SILVA, F. C. Ajustes estruturais e reforma do aparelho do Estado; Dois lados da mesma moeda?. Revista Aurora, v. 4, n. 1, 2010. Disponível em:<

http://www.marilia.unesp.br/Home/RevistasEletronicas/Aurora/8calabrezdasilva92a105.pdf>. Acesso em 25 jul. 2017.

SILVA, M. D. A política de saúde no contexto de contrarreforma: a EBSERH em destaque. In: CONGRESSO DE EDUCAÇÃO E CIENCIA PARA A CIDADANIA GLOBAL, 2016, Sao José dos Campos. Anais... Sao Jose dos Campos: UNIVAP, 2016.

SILVA, N. B. X; PINHO NETO, J. A. S. Múltiplas abordagens da Gestão da Informação e do Conhecimento no contexto da Ciência da Informação. In: DUARTE, E.N; PAIVA, S.B; SILVA, A.K.A. (org). Modelagem de Processos de Gestão do Conhecimento nas Organizações. João Pessoa: Editora UFPB, 2014, cap 9.

SILVA, S. L. Gestão do conhecimento: uma revisão crítica orientada pela abordagem da criação do conhecimento. Ci. Inf., Ago 2004, vol.33, no.2, p.143-151. ISSN 0100-1965

SILVA, R. V.; NEVES, A. (Org.). Gestão de Empresas na Era do Conhecimento. São Paulo: Serinews, 2004.

SODRÉ, F. et al . Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares: um novo modelo de

gestão? Serviço Social & Sociedade., São Paulo , n. 114, p. 365-380, 2013 . Disponível em:< http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-66282013000200009>. Acesso em 15 jul. 2017.

SOLTERO, A. P. Gestão do Conhecimento na solução de problemas de gestão da qualidade.In: TERRA, J.C.C.; KRUGLIANSKAS, I (coord). Gestão do Conhecimento em pequenas e médias empresas. Rio de Janeiro: Campus, 2003, cap 4.

SOUZA, A. J. F. et al. Curso de Especialização em Gestão de Hospitais Universitários do SUS: Plano Diretor Estratégico do Hospital Universitário Onofre Lopes/Ministério da Educação, Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. São Paulo, 2014. Disponível em:<

Dans le document The DART-Europe E-theses Portal (Page 109-112)