2. ÉTAT DE L’ART
2.2. Le peptide amyloïde
2.2.6. Relations entre les fonctions et la conformation du peptide amyloïde
“Cada homem, mulher e criança, tem o direito inalienável de estar livre da fome e má nutrição a fim de desenvolver em pleno e de manter as suas faculdades físicas e mentais. A sociedade contemporânea possui já recursos suficientes, capacidade organizativa e tecnologia e, assim, a competência necessária para alcançar este objectivo. Nesta conformidade, a erradicação da fome é um objectivo comum de todos os países que integram a comunidade internacional, em especial dos países desenvolvidos e de outros em posição de ajudar.” (Declaração Universal sobre a Erradicação da Fome e Má Nutrição, Roma, 1996).
No âmbito deste trabalho foi realizado um estágio curricular numa organização solidária a operar em Portugal - a Re-Food 4 Good- uma Instituição Particular de Solidariedade Social, cujo lema é “Aproveitar para alimentar” e que no contexto da responsabilidade ambiental e social, combate o desperdício alimentar e a fome nas
aplicação online para gerir a recuperação de excedentes alimentares na cidade de Lisboa integrando também informação relativamente à recuperação de vários fluxos de resíduos orgânicos.
42Em 2016, e de acordo com os dados da organização, os 21 Bancos Alimentares Contra a Fome distribuíram
em Portugal 25864 toneladas de alimentos, com um valor global estimado superior a 36,9 milhões de euros,.
Só no distrito de Lisboa, contavam-se 334 instituições que recebiam apoio do Banco Alimentar de Lisboa, em produtos não perecíveis e frescos.
57
comunidades locais, enquanto fortalece os laços sociais locais. A sua ação na comunidade é voltada para a inclusão e receção – “todos são convidados, ninguém é excluído. Os voluntários são convidados a doar duas horas, uma vez por semana, enquanto as instituições públicas e privadas são convidadas a participar da forma que entenderem”. (Re-Food, 2016)
A Re-Food é uma organização independente, fundada por Hunter Halder, um empreendedor social, que pôs em prática em 2011 um projeto de atuação micro local ( a área de atuação deverá ser de aproximadamente 2 𝑘𝑚2), com um modelo próprio (Figura
16) tendo como objetivo reaproveitar excedentes alimentares de restaurantes e cafés, que, de outra forma, acabariam diariamente no lixo ou em aterros sanitários.
Figura 16 - O Modelo Re-Food (Re-Food 2016)
Uma ideia lançada em 2011, numa época de grave crise económica e financeira na Europa e em Portugal43, situação que causou grandes desequilíbrios na sociedade
(desemprego e precariedade) e uma modificação profunda da vida social das populações (forte austeridade)44. A tudo isto somava-se o recuo das politicas sociais por parte do
Governo, motivos suficientes para atirar para a dependência de subsídios do Estado e para a exclusão social, uma parte significativa da população.
43 Para recuperar de forte crise financeira foi imposto a Portugal de 2011 a 2014, a um severo Programa de Ajustamento Económico e Financeiro,por parte da Comissão Europeia, BCE e FMI.
44 “Os programas de assistência financeira internacional, são reconhecidos pela sua escassa preocupação social e pelos impactos que produzem nos determinantes sociais da saúde, desde logo, nos seus impactos sobre a pobreza, o principal desses determinantes” (Marmot, 2005).
58
Em contrapartida, e conhecedor das graves carências alimentares porque passava gente amiga na sua comunidade (a freguesia de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa) Hunter não conseguia ficar indiferente ao desperdício de alimentos que, diariamente, à hora do fecho, observava em restaurantes e cafés da cidade de Lisboa, facto que o levava a interrogar-se “Porque é que havia gente em Lisboa com fome e restaurantes a deitar fora
comida”? Alimentos em perfeito estado, mas que, ao perderem o seu valor comercial no
final do dia, eram deitados diariamente no lixo. Segundo Hunter, “Todo o alimento possui
o seu valor económico até à hora de encerramento do estabelecimento (…) após este momento esse alimento transforma-se em desperdício, embora ainda mantenha intacto o seu valor nutritivo, estando por isso em boas condições para o consumo humano. A Re- Food entra aqui, pois ao proceder à recolha destes alimentos diariamente não vai permitir que esses excedentes sejam desperdiçados.” (Entrevista a Hunter Halder em
23.02.2017)
Deitar comida fora em perfeitas condições é um ato de exclusão. Na verdade, aquilo que sobra a muitos, fica a faltar aos que nada têm. A dignidade de todo o ser humano apela à consciência ética de todos (individual e coletiva), no sentido de se estar atentos às necessidades dos outros e de não se viver exclusivamente centrados sobre a abundância de bens de que se usufrue.
"Fizemos dos frutos da terra mercadoria de alguns, gerando assim exclusão. O consumismo induziu a habituar-nos ao supérfluo e ao desperdício diário de comida, a que por vezes já não somos capazes de dar o justo valor e que se situa para além de meros parâmetros económicos. Far-nos-á bem recordar que o alimento desperdiçado é como se fosse roubado à mesa do pobre, de quem tem fome." (Discurso do Papa Francisco na Sede do Programa Mundial Alimentar (PMA) Segunda-feira, 13 de junho de 2016)
Foi essa realidade que levou, Hunter Halder, a pegar na sua bicicleta e no seu carismático chapéu branco e procurar em Lisboa, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, esses excedentes alimentares, com o objetivo de ajudar os que atravessavam forte carência alimentar. Passados trinta dias, esta sua ideia altruísta valeu-lhe trinta restaurantes como parceiros e trinta voluntários, o que o obrigou a procurar um espaço próprio (que não a sua residência).
59
Mas outra inquietação o assolava. Seria possível e legal, resgatar os alimentos que sobravam todos os dias nos restaurantes e cafés, para de seguida redistribui-los aos mais carenciados?
Sobre esta matéria será da mais elementar justiça enaltecer o papel precioso de António Costa Pereira, comandante da TAP, que em 2010, indignou-se com o facto de, alegadamente, a legislação em Portugal impedir que os milhares de refeições que sobravam nas cantinas e refeitórios, fossem doados a quem nada tinha que comer e avançou com uma petição online contra o desperdício alimentar, que ultrapassou as 70 mil assinaturas.
A ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, através da newsletter nº32/2011 veio esclarecer que não há nada que impeça a doação de alimentos, desde que sejam cumpridas e ao longo de todas as etapas (recolha, acondicionamento, conservação, refrigeração, transporte e distribuição) as regras da rastreabilidade alimentar 45 bem como,
as normas mínimas de higiene e segurança alimentar (Ver Anexo II).
Recordemos que a doação de géneros alimentícios excedentes de atividades do sector alimentar a pessoas em situação de vulnerabilidade social, constitui uma resolução eficaz de combate à erradicação da fome, erradicação da pobreza e redução das desigualdades, três metas globais para o desenvolvimento sustentável (ODS nº 1,2 e 10)
A Re-food 4 Good é uma associação, suportada 100% por cidadãos, que não faz angariação de fundos, não detém propriedade e que não possui nada que não sirva a sua missão. A sua ação na comunidade é voltada para a inclusão e receção onde todos são convidados e ninguém é excluído, conforme afirma Hunter “As instituições locais
(mercearias, farmácias, etc) muitas vezes são uma ajuda preciosa no sentido em que conhecem as pessoas do bairro e têm informações sobre quem precisa de comida (a fome envergonhada), por isso eu peço sempre a todos os nossos coordenadores e gestores para
45 A rastreabilidade é a capacidade de conhecer o histórico, a utilização ou a localização de um género alimentício ou de uma atividade, através de meios de identificação registados. Na prática, traduz-se na possibilidade de situar e identificar o produto em cada uma das suas etapas. Na Re-food 4 Good, todos os alimentos resgatados são de imediato etiquetados pelo voluntário no ato da recolha, como depois no centro de operações todos os passos ficam registados pelos gestores: o parceiro doador, o voluntário da recolha, o dia (etiqueta a cores) e hora da recolha e o beneficiário a quem foi distribuída aquela refeição.
60 convidaram todos na nossa comunidade. Eles podem juntar-se a nós como voluntários ou sinalizando quem precisa de ajuda (…) e assim é-lhes dada a oportunidade de exercerem o seu dever de responsabilidade social na sua comunidade, por meio do projeto Re-Food”
( Entrevista a Hunter Halder em 23.02.2017)
O maior recurso identificado e ativado pela Re-Food não é a abundância de comida, os espaços físicos ou o apoio de empresas locais, mas sim a boa vontade das pessoas em todas as comunidades que voluntariamente se unem para construir a ponte humana entre o excesso e a necessidade que efetivamente muda o mundo para melhor nos seus próprios bairros.
Simultaneamente a Re-Food evita que muitas toneladas de alimentos se estraguem e vão para aterros sanitários, permitindo a diminuição da quantidade de resíduos produzidos. Desta forma, a Re-Food proporciona um trabalho exemplar de sustentabilidade económica, ambiental e de inclusão social: “porque os alimentos, o trabalho e as instalações são cedidas gratuitamente e as despesas operacionais inevitáveis são muito baixas; porque cada refeição resgatada reduz o impacto negativo da biomassa que se degrada em aterros e a maior parte do trabalho de recolha é realizado por equipas a pé, de bicicleta ou com veículos elétricos doados; porque tem a capacidade de despertar o civismo nos seus participantes e de incluir toda a comunidade”( Site da Re-Food, 2016)
No primeiro ano do projeto, um grande impulso chegou com o “Prémio de Voluntariado Jovem Montepio”, um prémio no valor de 25 000 euros que para além do valor financeiro, veio dar grande visibilidade. “Sabia que com o prémio vinha a atenção da comunicação social”, afirma Hunter. Outros prémios e menções honrosas se
sucederam como, em 2013, o EDP Solidária 2013, uma distinção da Fundação EDP e em 2015, o selo “PRATO” de Comunidade Solidária e Sustentável, uma iniciativa do Governo destinada a premiar as melhores práticas na luta contra o desperdício de alimentos.
Um projeto que, desde aí, teve um crescimento exponencial (de 1 núcleo e 1voluntário em Lisboa em 2011, a 38 núcleos e 6000 voluntários por todo o país, em 2017), consequência direta da boa vontade das pessoas que, nas suas comunidades se preocupam e se atrevem em mudar o mundo ao seu redor. “Todos nós temos o poder de mudar o mundo, cada um à sua maneira” (Entrevista a Hunter Halder,2017)
61
Hoje a Re-food é uma organização sem fins lucrativos, e desde 2013 uma IPSS, que funciona à base de voluntariado e de parcerias. A sua missão é eliminar o desperdício alimentar e acabar com a fome, incluindo neste esforço todos os membros da comunidade. Para isso, tem como visão “a criação de um novo mundo, onde: todos têm a comida que precisam, todos os alimentos são aproveitados, todos os cidadãos participam ativamente na gestão dos preciosos recursos comunitários e todos assumem o seu poder, o seu direito e a sua obrigação de transformar o mundo num lugar melhor” (Site da Re-Food, 2016). Trata- se de um projeto de baixo custo e alta produtividade, assente em valores como, Igualdade, Respeito, Inclusão Social, Sustentabilidade e Otimismo (Re-Food, 2016).
Às instituições locais, públicas e privadas, é dada a oportunidade de fornecer o espaço físico (muitas vezes em desuso) ou qualquer outro tipo de apoio disponível para facilitar a execução da Re-food na sua localidade, enquanto as empresas locais são convidadas a participar no esforço da comunidade da forma que melhor corresponda às suas metas de responsabilidade social – toda a comunidade é convidada.
Todas as empresas têm o dever de responsabilidade social, mas nem todas as empresas encontram a oportunidade de cumprir esse dever. A Re-food tem a obrigação de convidar todas as instituições públicas e privadas e todas as empresas na comunidade a participar do Movimento Re-Food - cada um na forma e medida que seja mais adequado à sua realidade. O nosso convite é um ato de inclusão, onde cada entidade é convidada a responder de acordo com seu próprio interesse, disponibilidade e boa vontade. “Para a
Re-Food é simples, se não convidamos, não estamos a praticar a inclusão”.(Hunter,2017)
A ação do Movimento Re-food tem perdurado ao longo do tempo muito devido a mecanismos internos que garantem a sua sustentabilidade, económica, ambiental e social.
“Um movimento que se quer de todos e para todos, independentemente de credos e crenças (políticas ou religiosas) onde serão sempre os cidadãos a ditar as regras”
sublinhou Hunter Halder.
Todos os alimentos são doados livremente pelos parceiros ( fontes de alimentos), todo o trabalho é executado por voluntários motivados pela boa vontade, o espaço operacional é doado sem custos e as despesas operacionais inevitáveis são muito
62
baixas - média de cerca de 250€ por mês (facilmente financiados pela boa vontade da comunidade em geral). Os milhares de refeições que são resgatados e entregues a cada mês por cada núcleo da Re-food são produzidos por menos de 10 cêntimos cada (e são claro, entregues sem custo). A sustentabilidade económica flui assim da eficácia do modelo e da boa vontade da comunidade46.
Por outro lado, o modelo da Re-food permite maximizar a recolha de alimentos, tanto quando minimiza a pegada ecológica (trabalho de recolha realizado a pé ou de bicicleta) como nas recolhas mais distantes com baixo impacto ambiental (veículos elétricos cedidos pela EDP). Igualmente cada refeição resgatada reduz o impacto negativo da biomassa que degrada o meio ambiente em aterros.
Por último, o impacto social tangível é comprovado pelos efeitos positivos sobre os voluntários e na comunidade em geral. Um modelo de organização simples e inclusivo, que ao despertar o civismo nos seus participantes e de toda a comunidade, garante a sustentabilidade humana e tem contribuído para o crescimento exponencial do Movimento Re-food.
Trata-se de um movimento singular, que funciona de forma diferente de outras operações de resgate de comida e de forma diferente de outros movimentos sociais.
Os seus processos inovadores permitem trabalhar em conjunto para resolver o problema mais desafiante de resgate de comida num ambiente comercial: "como fornecer um serviço de distribuição sustentável de alimentos para muitos, diferentes e dispersos em pontos de recolha diária - e em tempo real" (Figura 17)
46 Rigor e transparência, valores da Re-food bem visíveis trimestralmente, na elaboração e divulgação á comunidade do relatório de atividades de cada núcleo. (Ver Anexo III)
63
Figura 17- Modelo de Funcionamento Re-Food
A criação de um novo núcleo Re-Food permite trazer os benefícios comprovados do Movimento para a comunidade local, reduzindo, deste modo, o desperdício de alimentos e a fome ao mínimo, enquanto se aumenta a solidariedade comunitária.
Trata-se de um processo que acarreta alguma complexidade devido ás características de cada um (local, pontos de recolha e horários, apoios). Para o efeito, existe um manual de Implementação, um documento interno, com todas as orientações e conselhos úteis na fase inicial do processo de desenvolvimento de um novo núcleo (Ver Anexo IV).
Segundo Hunter Halder, “este é um processo que dura cerca de 6 a 9 meses, pois
para além da identificação do local, e de potenciais voluntários, parceiros alimentares e beneficiários, é também necessário coordenar com os agentes sociais responsáveis pelas futuras áreas de atuação dos núcleos para que não haja duplicações das ajudas, garantindo assim que estas cheguem a um maior número de pessoas”.
O processo de criação de um núcleo da Re-Food começa sempre com o interesse de algumas pessoas da comunidade com vontade de formar uma equipa de Pioneiros. Estes serão os catalisadores do Movimento na nova comunidade. “Os Pioneiros” informam-se sobre o Movimento Re-food, formarão uma equipa coesa e candidatam-se a lançar o processo na sua comunidade. Farão a divulgação da sua ideia e promoverão na freguesia a “Reunião Sementeira” uma reunião pública onde o fundador- Hunter Halder- faz a apresentação á comunidade local do movimento Re-Food e onde futuros voluntários e voluntários-gestores serão convidados a juntar-se ao Movimento. A formação e organização da equipa de voluntários-gestores marca o fim da primeira fase do processo.
64
Numa segunda fase, vão-se desenvolver e fortalecer os laços de equipa de voluntários-gestores dentro do espírito Re-food, adquirir e organizar um profundo conhecimento da comunidade, nomeadamente fontes de informação que sinalizarão os possíveis beneficiários, (juntas de freguesia, misericórdias ou a Igreja), bem como espaços vazios disponíveis para o centro de operações. No final serão escolhidos os coordenadores e as equipas. Para além disso, nesta fase, irão identificar e convidar padarias e pastelarias a doar, pela primeira vez, os seus excedentes no fim do cada dia (Operação “Pão e Bolos”), que, por agora, serão reencaminhados para associações ou instituições da comunidade.
Quando o centro de operações está identificado e confirmado, o plano de ação (com a previsão das atividades) e o cronograma devem ser desenvolvidos - em conjunto com a activação de parceiros – e apresentada á Re-food 4 Good. Com a sua aprovação, a equipa pode avançar para a oficialização do seu núcleo.
De seguida com o apoio da toda a equipa de voluntários-gestores, deverão convidar (e envolver) a Comunidade Institucional e Empresarial local no processo de lançamento do novo núcleo. Depois de oficializado o novo núcleo toda a equipa de voluntários- gestores assinará a Carta de Princípios (Ver Anexo V)
Em simultâneo os coordenadores do núcleo assinarão, a titulo individual, contratos que regulam a utilização da marca Re-food e a gestão financeira do núcleo. Cabe a este grupo liderar a equipa de gestão, controlar a vida financeira e garantir o bom funcionamento do núcleo. Trimestralmente deve ser dado a conhecer á comunidade o relatório de atividades do núcleo.
Entramos assim na última fase. O novo núcleo, juntamente com Re-food 4 Good, irão contratar o espaço (por vezes pertencente à igreja ou à junta de freguesia) e requisitar a água e luz. Seguindo o caderno de encargos e baseado no plano de utilização do espaço, as partes da obra (realizadas com mão-de-obra voluntária) serão adjudicadas e a obra avança. Uma segunda reunião pública será planeada e divulgada (tal e qual como foi feito anteriormente na altura da Reunião Sementeira) para ser realizada cerca de 3 ou 4 semanas antes da inauguração do núcleo, altura em que toda a comunidade (voluntários, beneficiários parceiros envolvidos, comunicação social) será convidada.
65
Para além de servir a comunidade, o novo núcleo terá como um dos objetivos, alargar o seu serviço por todo o território, tanto a novas fontes de alimentos como a novos beneficiários e voluntários.
Em síntese, para alcançar os objetivos a que se propôs, a Re-food conta com uma equipa de voluntários, com parceiros de alimentação, (restaurante, hotéis), parcerias com instituições públicas (escolas) e privadas (grandes superfícies ou eventos como o “ Rock In Rio, Lisboa” ou o “Optimus Alive”) e com o apoio financeiro de parceiros nacionais, estando igualmente aberta a doações.
Embora todo o trabalho seja executado por voluntários, há uma diferença entre os que vão apenas duas horas por semana, e não têm outra responsabilidade e os que estão disponíveis para dedicar mais algum tempo, os chamados voluntários-gestores, a quem são atribuídas a responsabilidade pela gestão das várias pastas - Operações, Apoio Comunitário, Fontes de Alimentos, Voluntários e Beneficiários. (Em média cada gestor presta 4 horas por dia ao núcleo)
II.2. Estrutura de Gestão dos núcleos Re-Food