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Realisation of the complete photonic integrated circuit

quantum dots in photonic integrated ciruits

5.2 Controlled integration of selected SNSPDs and emitters on a silicon

5.2.3 Realisation of the complete photonic integrated circuit

Todas as evidências que foram apresentadas até agora, neste trabalho, suscitam algumas interessantes questões. O que exactamente proporciona às pequenas empresas, mais agilidade, flexibilidade, enormes vantagens competitivas? O que acontece a todas as teorias acerca da economia de escala, o dogma da dominação da participação no mercado, dentre outras, suposições relacionadas com o sucesso das empresas? É uma lei imutável da natureza que toda vez que uma empresa cresce, está sujeita a tornar-se lenta, transformando-se num dinossauro? Como pode uma grande empresa equilibrar-se entre a burocracia e o seu espírito empreendedor?

O espírito empreendedor, no velho estilo, e não nas novas técnicas de administração, é que é a base fundamental do sucesso da inovação tecnológica, do rápido crescimento das empresas. Isto é verdade, tanto para as grandes como para as pequenas, em qualquer parte do mundo.

Muitas das grandes empresas normalmente substituem seu espírito empreendedor pela burocracia profissional. A prática empreendedora, dentro de uma grande empresa,

20 Galbraith, J.K. O Novo Estado Industrial. Tradução Sonia Lima, São Paulo: Nova Cultural, 1985, pp. 10- 250.

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geralmente é sufocada pelas teias da burocracia. A origem desta questão é perfeitamente previsível como uma etapa do ciclo de vida da empresa não é somente a sua dimensão. O tamanho encoraja a burocracia, porém o factor crítico é que o gestor profissional da actualidade, frequentemente com o curso superior de gestão, nunca aprendeu ou experimentou a utilização, a prática dos fundamentos básicos da gestão de uma empresa, como fazem tranquilamente os empreendedores na condução de seus negócios.

As empresas altamente burocratizadas não estão aptas para competir numa economia dinâmica e raramente conseguem sobreviver a um ataque mais forte de seus concorrentes. Quando o espírito empreendedor é posto de lado numa empresa, os seus bem intencionados gestores e empregados lutam para a implantação de procedimentos burocratizantes. Melhores controlos são instituídos, mais sistemas de planeamento são desenvolvidos, descrição de tarefas são escritas e (re)escritas.

Entrepreneurship pode ser descrito, ministrado, reinstalado numa empresa.

Empreendedores são tipicamente descritos, em termos psicológicos, como portadores de uma poderosa força misteriosa, impulsionadora internamente, própria, além dos padrões normais do ser humano. Isto é puro disparate.

Empreendedores comportam-se de outra maneira. Fazem as coisas de forma diferente dos burocratas. E este comportamento pode simplesmente ser descrito, aprendido e assimilado. E todos os empregados de qualquer empresa podem adoptar um alto grau de entrepreneurship em suas actividades. Não há nada de misterioso, super- humano ou excepcional, em ter este tipo de comportamento.

Há fortes semelhanças entre o período compreendido entre os anos 1870 e 1920, quando da explosão dos negócios - surgimento de novos produtos e empresas - e o que estamos actuando hoje, com o surgimento de inúmeros negócios, nas áreas de telecomunicações, biotecnologia, computadores, etc., movidas por aqueles que têm espírito empreendedor.

A razão de ebulição actual, no ramo dos negócios, é que os empreendedores fazem as coisas que são realmente básicas e necessárias ao bom funcionamento de um empreendimento e o executam de forma simples e com muita força de vontade para acertar, em contraste com as grandes organizações que são inundadas por processos burocráticos.

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Como já foi dito anteriormente neste trabalho, a importância dos empreendedores, principalmente daqueles que empreendem pequenos negócios de alta tecnologia para a economia de qualquer nação, é fundamental. Quando os empreendimentos são iniciados, seus idealizadores normalmente têm um elevado espírito empreendedor. Como mantê-lo, quando a organização cresce ?

3.5.3. "Entrepreneurship" = liberdade de acção + oportunidade

Para reconstruir suas instituições em torno das novas realidades provocadas pela

Iinformation Age urge que as nações promovam acções de apoio ao entrepreneurship.

A palavra entrepreneur, de origem francesa, não só deve ser lembrada por sua designação de correr riscos, não somente pela capacidade de ganhar dinheiro ou tornar-se rico. Ela simboliza muito mais do que isto. Significa a atitude psicológica materializada pelo desejo de iniciar, desenvolver e concretizar um projecto.

Diante desta perspectiva, pode-se afirmar que o entrepreneurship é algo que transcende os campos dos negócios e da economia.

É necessário conhecer-se em profundidade os principais factores impulsionadores do progresso das sociedades, pois, agindo desta forma, pode-se descobrir a chave da melhoria do padrão de vida das pessoas.

A iniciativa individual faz parte da natureza humana. A sociedade é guiada por indivíduos que são inerentemente dirigidos pelas suas iniciativas individuais. Quando libera-se o ser humano para que possa tornar-se um empreendedor, consegue-se o muito interessante - amarra-se a sua iniciativa individual às necessidades do mercado.

Este não é um argumento novo. Foi desenvolvido por Adam Smith em “The wealth of nations”, há cerca de mais de 200 anos, os empreendedores podem ter tudo que os indivíduos desejam, se eles satisfazem muitas pessoas - neste caso os clientes.21

É preciso que haja mais e maior liberdade para que se possam criar as condições favoráveis ao surgimento de empreendedores vocacionados para satisfazer os desejos e necessidades dos clientes. 22

21 Smith, Adam. The Wealth of nations. London: Penguin, 1970, pp.10-60

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São o cliente e o mercado que definem o sucesso. Em outras palavras, o empreendedor bem sucedido sempre está com o olhar voltado para fora da empresa. Procurando novas formas de atender, mais rápido e melhor aos seus clientes.23

A liberdade e oportunidade são as molas mestres para o desenvolvimento e o crescimento de uma sociedade. Deve-se reconhecer e recompensar a iniciativa individual que procura satisfazer ao máximo os desejos e necessidades dos consumidores. Numa sociedade livre, a transferência das riquezas pode dar-se de forma muito rápida.

O comportamento empreendedor das pessoas contribui, de forma preponderante, para que cada vez mais muitos indivíduos possam criar seu próprio negócio e prosperarem.

Diante deste facto, é preciso encorajar ao máximo este comportamento empreendedor. É preciso dar asas à liberdade e oportunidade para que todos aqueles que desejem ser empreendedor possam concretizar este sonho.

O entrepreneuship significa possuir tenacidade para perseguir e alcançar seus

sonhos. Se o indivíduo não é interiormente forte e capaz para vencer as barreiras e dificuldades próprias de quem começa um novo empreendimento, isto é quase impossível.

Faz-se mister que o empreendedor tenha a coragem de assumir riscos calculados, saiba gerenciar as incertezas. Também deve ter a disciplina para perseverar na luta e superar os obstáculos. Uma sociedade livre não deve somente preocupar-se com a criação das riquezas, porém, é preciso voltar suas atenções para sua (re)distribuição - que por definição envolve conflito.

Na sua essência, o entrepreneurship é o processo que permite o nascimento de uma nova empresa. Mas é importante questionar-se sobre: Quais são as questões básicas que têm de ser levadas em conta na concepção e nascimento de um novo empreendimento? Estes são tópicos que serão debatidos durante o desenvolvimento deste trabalho.

23 Kent, C. The Rediscovery of Entrepreneur. In Kent, C. et alii, eds. The Envoroment for Entrepreneurship. Lexington: Lexington Book, 1984, pp 1-19, que diz textualmente "The entrepreneur is more than self-employed. Those

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3.6. Conclusão

Este capítulo apresenta as ideias de Schumpeter sobre inovação e "entrepreneurship. É a história da prática do negócio, numa perspectiva económica.

A análise económica, na sua forma original, baseava-se nas observações da vida do dia-a-dia e considerava o negócio como algo mais ou menos normal.

O homem de negócio era uma figura familiar, desde tempos imemoriais e não necessitava de qualquer pensamento ou explicação especial.

Todos os ambientes sociais criavam um certo tipo de negócio, representado pelo artesão, pelo mercador, o prestamista, etc. até perto dos fins do século XVII, altura em que começaram a surgir algumas tentativas de formulação de teorias, não foi feita qualquer descrição sintética desses tipos. Já antes disso alguns estudiosos tinham tratado uma distinção entre trabalho e comércio; essa distinção pode remontar até ao século XV.

Richard Cantillon, banqueiro e escritor parisiense, foi o primeiro a descrever sistematicamente o comércio, nos princípios do século XVIII, e foi ele quem começou a utilizar o termo “empreendedor”.

Cantillon definiu empreendedor como aquele que comprar meios de produção a preços conhecidos, para os combinar num produto que espera vender por um preço ainda desconhecido; compromete-se com os seus custos, mas o seu lucro é ainda incerto.

Cantillon reconhece, assim, a actividade comercial como uma função distinta na sociedade, destacando o elemento especulativo que sempre existe nos negócios. Isto, tal como a maioria das ideias de Cantillon, foi mais tarde desenvolvido pelos fisiocratas, e os seus ensinamentos tornaram-se largamente em França.24

O economista francês Jean – Baptiste Say, que viveu nos fins do século XVIII foi quem, pode dizer-se, levou por diante a tradição francesa, desenvolvendo ainda mais a análise.

Say tinha experiência própria do negócio e, assim, mostrou para com os empreendimentos uma empatia que os outros economistas clássicos não a tinham. Para

who start buisness solely as an alternative to wage employment do not participate in the entrepreneurial event. Entrepreneurship requires the element of growth that leads to innovation, job creation, and economic expansion".

24 Karlof, Bengt. Business Strategy: A guide to concepts and models. London: The Macmillan Press, 1989, pp 12-16

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Say, o empreendedor era aquele que combinava diferentes valores numa unidade produtiva. Colocou o empreendedor no centro tanto do processo de produção como da teoria da distribuição, o que iria, mais tarde, influenciar muitos outros teóricos da economia.

O economista escocês Adam Smith foi fortemente influenciado por Cantillon e pelos fisiocratas. Fala muito do “patrão, do mercador e do encarregado”. Por outro lado, nada diz a respeito do homem de negócios que desempenha uma parte espantosamente pequena, na sua análise do processo económico. Quase ficamos com a impressão que ele pensava que esse processo começava e continuava espontaneamente.

Adam Smith tendia a engrandecer o papel do trabalhador e a minimizar a totalidade do negócio, dentro do qual este se realizava. Além disso, inclinava-se a identificar os detentores do capital com os homens de negócio. Tal como muitos outros teóricos, acreditava que o negócio surgia espontaneamente em presença do capital, de uma força de trabalho e das matérias-primas disponíveis.

Para os fins do século XIX, tornou-se cada vez mais evidente que era necessário fazer-se uma clara distinção entre empreendedor e o capitalista. Os novos métodos das companhias financeiras levaram à criação de um crescente número de empresas, nas quais os empreendedores não eram capitalistas, não eram empreendedores.

O proprietário e o líder formavam naturalmente a constelação dominante, mas tornava-se cada vez mais evidente que não existia uma correlação automática. Cada vez mais economistas começaram a distinguir empreendedores dos capitalistas. Caíram, contudo, em sérias dificuldades intelectuais, visto que, na percepção deles, o capitalista era a pessoa que corria riscos, o que não sucedia com o empreendedor.

Teorizar a esse respeito era, por consequência, bastante confuso. Porém aumentava o número de economistas que acentuassem cada vez mais a importância do “entrepreneurship”. É importante destacar que efectivamente, entre os economistas, quem primeiro, realmente, dedicou-se em profundidade sobre as características do empreendedor e a sua importância no desenvolvimento económico foi Schumpeter.

A distinção entre administração e a coordenação de recursos, por um lado, e o desenvolvimento criativo de recurso, por outro lado, foi feito por Schumpeter.

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Schumpeter fez uma importante distinção entre a conduta de adaptação relativa aos recursos dados, e a conduta criativa sob determinadas condições. O seu livro Capitalismo, Socialismo e Democracia deu origem à designação de “destruição criativa”.

Schumpeter utilizou essa designação para definir a mutabilidade, ou seja, a natureza dinâmica dos fenómenos económicos, mantendo que o apego ao pensamento e às estruturas existentes bloqueia a receptividade a novas ideias. Esforçou-se, assim, para colocar a tónica na mudança, como um ingrediente essencial do sucesso na indústria e noutras actividades da empresa.

Se um indivíduo inventa uma nova combinação de negócio que satisfaz melhor as necessidades que as combinações de negócios existentes, isso leva, de acordo com a teoria dinâmica de Schumpeter, à destruição criativa das velhas estruturas, até que qualquer coisa nova surja a mudar a situação.

Schumpeter formulou suas ideias básicas em 1912, mas o solo académico para essas sementes de pensamento conservou-se extraordinariamente árido e pedregoso, por mais de cinquenta anos. E isso foi porque lhes faltava o enquadramento matemático que era a chave mestra para a aceitação na era tecnocrática.

A capacidade do empreendedor para gerar novas soluções de negócio a um micronível era imprevisível e não tinha lugar nas estruturas de que os estudiosos necessitavam para trabalhar.

Empreendedor, para Schumpeter, era sinónimo de aventura e pioneirismo. Era aquele indivíduo com ideias que combinam capital e trabalho, e faz algo verdadeiramente inovador: concebe um novo produto; introduz um novo método de produção, uma nova maneira de fazer; cria um novo mercado; descobre uma nova fonte de matérias-primas; ou estabelece novas formas de organização.

É esta capacidade de iniciativa, de inovação, de risco, de transformação que define o empreendedor schumpeteriano. Mas, por mais incrível que possa parecer  sustenta Schumpeter , os empreendedores não se movem pelo lucro.

As verdadeiras motivações do empreendedor são o "sonho, o desejo de conquistar, a alegria de criar, fazer coisas, o impulso para lutar, para se provar superior aos outros, ter sucesso em nome, não dos seus frutos, mas do próprio sucesso".

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Podemos definir o empreendedor schumpeteriano como sendo um tipo de indivíduo que olha para as mudanças, não apenas como ameaças, mas como oportunidades de negócios (desde que tenham as competências necessárias). Utilizando as competências-chave, responde às necessidades de um mercado cada vez mais segmentado.

O empreendedor schumpeteriano é dotado de: competências mais relações, mais capacidade de resposta às necessidades, mais segmentação (fragmentação) do mercado, mais percepção da envolvente ambiental (atenção ás regras do mercado).

Sem esses motores do progresso, reza o economista austríaco Joseph Alois Schumpeter, a economia permaneceria estática.

Pioneiro na identificação da contribuição vital dos empreendedores para o desenvolvimento e o crescimento económicos, Schumpeter acreditava que eles eram dotados de um faro especial para detectar e aproveitar oportunidades criadas por mudanças tecnológicas, introduzindo novos processos de produção, abrindo novos mercados, agregando novas fontes de matérias-primas e estruturando novas organizações.

Suas inovações criam um novo ciclo económico, ao tornarem obsoletos os investimentos do passado. Mas na realidade capitalista, ao contrário do que dizem os seus compêndios, não é a concorrência (de preços) que conta, mas a concorrência de um novo produto, de uma nova fonte de suprimento, de um novo tipo de organização (...) concorrência que (...) não atinge apenas as margens (...) da empresa, mas seus alicerces e até mesmo sua vida.25

A criação e a consolidação de uma autêntica empresa fornecedora de produtos e serviços de tecnologia avançada, inovadora e competitiva, é um facto raro, especialmente nas condições adversas que temos hoje na economia mundial.

Uma incubadora de empresas de base tecnológica pode ser a materialização do empreendedor/criador de empresa schumpeteriano.

A incubadora não é meramente um empreendimento condominial, no qual diversas empresas recém-nascidas dispõem de espaços exclusivos (módulos) e compartilham outros espaços, como infra-estrutura e os serviços básicos.

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Uma incubadora é laboratório schumpeteriano que deve ser conduzido com o conhecimento de dezenas de factores que favorecem e desfavorecem o êxito de uma empresa.

É essencial o emprego de técnicas modernas de gestão e de produção, bem como o aporte de conhecimento científico e tecnológico à realidade do empreendimento. É a aplicação da destruição criativa.

O resultado deve ser uma empresa competitiva, integrada ao mercado e com capacidade económica para enfrentar a dura concorrência no mercado marcado cada vez mais pelas rápidas transformações.

O acesso à informação é, também, essencial para assegurar a actualidade do processo produtivo, que muda a todo o momento.

A história de cada empreendedor é um microcosmo em meio a muita turbulência, com variações sobre um tema subjacente: todos têm uma visão, na qual acreditam completamente, e a perseguem com todas as suas forças.

Os empreendedores de hoje demonstram que a nova economia é baseada na inovação, e que o sucesso vem para aqueles cujas soluções rompem paradigmas. Ao responderem às oportunidades, sabem como modificar a direcção estratégica quando necessário, e continuam a buscar o que é novo e melhor.

Ninguém, principalmente um empreendedor, deve subestimar a importância da sorte, numa carreira de sucesso. Tem que acreditar que a sorte e a força de vontade andam juntas. É preciso ter a perseverança para esperar pela sorte  e, quando ela chegar, é preciso ter força para segui-la.

Ao estabelecer os valores que norteiam suas empresas, os empreendedores mostram o caminho aos empregados que se miram na pessoa, que está no topo, e consequentemente nas coisas em que essa pessoa acredita.

Os empreendedores de sucesso sabem que, para gerar um diferencial, eles próprios têm de ser diferentes, inovadores, adeptos da destruição criativa. Não existem muitos casos de sucesso de empreendedores que copiaram soluções. É preciso ser criativo, arrojado e não temer o fracasso.

25 Schumpeter, Joseph A. Capitalismo, Socialismo e Democracia. Tradução Sérgio Góes de Paulo. Rio de Janeiro: Zahar. 1984, pp. 85-202.

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A persistência é fundamental, pela simples razão de que empresariar não é como um evento; leva tempo. É um processo de aprendizagem, e a habilidade em errar, aprender com o erro e sair em busca da próxima oportunidade são partes desse processo Pode-se até chamar isso de habilidade de errar rápido e ir em frente.

Numa retrospectiva, o ponto de partida para a actual geração de empreendedores se deu na década de 1980, quando o mundo dos negócios migrou de uma economia de escala para uma economia de velocidade. Nessa lutas de Davi e Golias, a tecnologia e a disponibilidade de capital alimentaram a capacidade de competir e crescer da micro, pequenas e médias empresas.

CAPÍTULO 4