Figura 1.2: O círculo virtuoso.
Num cenário em que a procura de emprego (especialmente o primeiro) se apresenta cada vez mais difícil, não apenas pelo maior grau de exigência, por parte de quem recruta, mas também devido à forte concorrência existente entre a generalidade
12Documento dos Líderes, Relatório da Gazeta Mercantil, 18 de Fevereiro de 1998, página 04, adaptação do autor.
Acumulaçãodemocratizada de riqueza humana
Construção permanente da competitividade das empresas de base
tecnológica, criadas via incubadora
Geração crescente de riqueza económica e valor acrescentado pelas empresas de base tecnológica , criadas via incubadora
dos candidatos, uma alternativa que se coloca é a da criação de seu próprio posto de trabalho13.
De que forma? Pondo a imaginação, a criatividade a trabalhar e apostando no espírito de iniciativa e empresarial que reside em cada um de nós.
No mercado haverá sempre lugar para ideias com valor, que possam dar origem a projectos de criação de negócios com sucesso. É preciso ser inovador, ter determinação e ser persistente.
É indispensável criar mecanismos capazes de impulsionar a capacidade empreendedora dos indivíduos, traduzida numa maior e melhor capacidade de iniciativa e numa mais acentuadaautonomia daqueles que pretendem criar o seu próprio negócio, na preparação e concretização da sua integração na vida empresarial.14
A oportunidade é uma “criatura” amistosa e muitas vezes imperceptível. Perigosa, somente quando ignorada pelos empreendedores. Ela precisa ser protegida, explorada, preservada, dinamizada e aumentada.
Oportunidade, então, é a soma de uma necessidade com as condições de satisfazê-la. O welfare state europeu reduziu consideravelmente o grau de necessidade das pessoas. Não por acaso, hoje, faltam empreendedores criativos na maioria dos países europeus.
Os empreendedores de sucesso sabem como identificar e aproveitar as oportunidades, à medida que elas se apresentam. Com a ideia de risco no lugar do destino, temos hoje uma teoria para aproveitar as oportunidades. Os empreendedores têm a livre determinação. A ideia de risco só faz sentido quando os empreendedores têm a possibilidade de escolha.
A forma mais barata de criar e de ter sucesso numa empresa é que a iniciativa corresponda a uma necessidade do mercado.
O empreendedor é um artista, um criador. Alguém que cria novos produtos, novos empregos, novas coisas. E nunca param. Os empreendedores não criam porque querem, mas porque têm uma grande necessidade de realização.
13 Bilrley, S. The Role of the new firms: biths,deaths,and job generation. Strategic Management Journal, 7(4): 361-76, July / August 1986.
14 As acções do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa - SEBRAE, no Brasil,
da Associação Nacional de Jovens Empresários - ANJE e da Novas Empresas e Tecnologias -NET, na Cidade do Porto, Portugal, são exemplos de como apoiar as micro e pequenas empresas.
Introdução 16
Agora, de forma esquematizada, apresentamos um novo conceito de espírito empreendedor, resultante de uma visão integrada da percepção da atitude e do comportamento empreendedor (Schumpeter, McClelland e Drucker).
Figura 1.3: A visão integrada: Schumpeter, McClelland e Drucker.
As empresas de conteúdo tecnológico obedecem ao seguinte processo de nascimento e crescimento:
a concepção do produto;
a largada para a produção;
os primeiros negócios;
crescimento da empresa;
estabilização gerencial e comercial;
a expansão.
Em geral, os capitalistas de risco entram da terceira ou quarta etapa, quando o empreendedor demonstra, claramente, dimensão empresarial. Daí a necessidade de concatenar esforços com empresas de capital de risco para garantir as duas primeiras etapas15.
As palavras-chave do empreendedor/criador de empresas de base tecnológica, via incubadora, enfrentar o século XXI são :
flexibilidade;
actualização permanente;
motivação, envolvimento e compromisso; criatividade;
atitude pró-activa e empreendedora; abertura à mudança e disponibilidade; capacidade de adaptação;
orientação para a resolução de problemas; Empreender Perceber Antecipar Decidir Agir Correr Riscos OPORTUNIDADE Criar
tenacidade e resistência a situações “stressantes”. Ser empreendedor significa:
ter a oportunidade de trabalhar em todas as vertentes do negócio; controlar o seu próprio destino;
gerir o próprio tempo;
lidar directamente com os clientes.
Os empreendedores também enfrentam dificuldades no exercício de suas funções, tais como:
ter que despedir empregados, trabalhar com um sócio; contratar empregados;
ter que fornecer formação aos empregados.
O capitalismo mostra uma imensa capacidade de se renovar, de baixo para cima: novas tecnologias, nações emergentes e os “espíritos animais” dos empreendedores criam, continuamente, novas empresas16.
É preciso saber explorar a capacidade do trabalhador do conhecimento. Não esquecer que vem aí a sociedade cognitiva. As tarefas manuais exclusivas tendem a desaparecer. Perdem expressão numérica e assumem cada vez menos importância.
No passado, com excepção de algumas poucas profissões, como médicos, advogados, trabalhar por conta própria significava uma diminuição de status social. Agora, virou mote que desafia “cidadãos informais”, donas de casa e incontáveis doutores formados pelas melhores universidades do planeta. Todos entretidos na corrida para “abrir seu próprio negócio”. E conquistar um espaço prestigiado e confortável.
Este é um trabalho dedicado a quem acredita na liberdade de iniciativa, prefere a competição ao conforto da autarquia estatal e vê, na sua capacidade de decidir, um elemento vital da existência humana.
A todo momento, estão “nascendo” novas empresas, guiadas pela iniciativa empresarial de certos indivíduos, dotados de espírito empreendedor, que se dispõem a assumir riscos inerentes ao próprio empreendimento, pois “não sabendo que era impossível, vão à luta e faz acontecer”.
15 Burch, John G. Profiling the entrepreneur. Business Horizons, 29(5): 13-6, Sept./Oct. 1986. 16 Burroughs, Helen J. & Thompson, M. Kay. Small business is America's future. Business America, 110 (9): 2-10, May 8, 1989.
Introdução 18
A atitude é uma pequena coisa que estabelece uma grande diferença. Há pessoas que vivem com a impressão de que as oportunidades lhes escapam entre os dedos. Muitas vezes, olham para trás e espantam-se com as coisas que não fizeram.
Por que será que certas pessoas têm e apoiam ideias novas, enquanto outros, que dispõem dos mesmos dados, as rejeitam?
Os empreendedores agem de forma inversa: percebem tudo como grandes oportunidades. A sua segurança económica não está fundamentada num emprego, mas no seu próprio potencial de produzir, de pensar, de aprender, de criar, de se adaptar. Essa é a sua verdadeira independência financeira. A excelência operacional é o bilhete para entrar no jogo. Mas não é suficiente para poder vencê-lo.
É preciso que os empreendedores/criadores de base tecnológica, via incubadora, estejam aptos para tomar as rédeas dos negócios, preparados para assumir as complexas responsabilidades de administração, no limiar do século XXI, turbulento, competitivo, globalizado, desafiador, sobrevivendo as melhores organizações, aquelas que cultuam a excelência.
Os empreendedores/criadores de empresas de base tecnológica, via incubadora, são pessoas de qualidade rara, da qual emerge algo de sólido e verdadeiro, em contratendência ao mundo de hoje, onde tudo é ficção e aparência. Ser e não parecer, esse é, verdadeiramente, seu dote maior.
Nos mais diversos meios de comunicação social, hoje é freqüente ouvirem-se comentários acerca da necessidade de aparecimento de uma nova geração de empreendedores de maneira a poder encarar-se desafios e oportunidades de empreendimentos de base tecnológica que se advinham.
A mudança da estrutura produtiva de um país ou região não acontece do dia para a noite, nem de geração espontânea, existindo, geralmente, um não aproveitamento do capital de conhecimentos de certas instituições, de produção de saber – universidades e institutos de investigação – que não passam no sistema produtivo. O desenvolvimento de uma rede de micro e pequenas empresas de base tecnológica, criadas via incubadora, poderá constituir um instrumento eficaz de política económica, através da criação de interfaces entre a Universidade e os Institutos de Investigação e Desenvolvimento (detentores tradicionais do saber) e a indústria, revitalizando todo o aparelho produtivo.
A inovação é o sangue da longevidade empresarial. A inovação converte-se em factor de êxito quando a actividade de I&D se integra e alimenta o processo de
transformação que pode garantir o desenvolvimento empresarial. Isolada, perde as propriedades competitivas.
“Os homens trilham quase sempre estradas já percorridas”. Nicolau Maquiavel. Escreveu o genial florentino estas palavras, para dizer que as pessoas buscam sempre o caminho que lhes é familiar por acomodação ou medo. Os empreendedores/criadores de empresas agem de forma totalmente diferente: criam seu próprio caminho. É uma alegria renovada a cada passo bem-sucedido, não fazem nada sem alegria.
É ai que começa uma história de intensa insatisfação com o sucesso. O empreendedor/criador de empresas de base tecnológica, via incubadora, é amaldiçoado pelo talento e pela sorte. Este é o seu destino: prosperam com base na inovação e mudança. Estão sempre dispostos a experimentar novas tecnologias. A resistência à mudança é a maldição para estes empreendedores.
Estas ligações, ainda que marginais no contexto de contribuição do PIB, podem induzir efeitos propulsores, nomeadamente em períodos de descontinuidade, como os que vivemos e que podem genericamente caracterizar-se como seguem:
abandono, por parte da generalidade dos países industrializados, do modelo tradicional de crescimento baseado no paradigma dos factores de produção (trabalho, terra, recursos naturais e capital) que fazem com que deixem de privilegiar-se certas indústrias, as empresas de base tecnológica são vítimas deste processo. Faz-se necessário que sejam acrescentados aos tradicionais factores de produção a figura do empreendedor e o processo de entrepreneurship, o novo conceito baseia-se na inovação (quer seja ao nível do processo ou do produto) e no entrepreneurship, que em muitos casos impõe uma ruptura com sectores anteriormente apoiados;
a dinâmica proporcionada pela descontinuidade tecnológica, onde o diferencial tecnológico poderá constituir-se uma vantagem competitiva sustentável, se permanentemente mantido e aprofundado;
ciclo de vida dos produtos cada vez mais curtos – os produtos passam rapidamente da juventude à maturidade e mesmo ao declínio e exigências, cada vez maiores, de investimentos em investimento & desenvolvimento.17
17 Ibrahim, A. B. & Goodwin, J. R. Perceived causes os success in small business. American Journal of Small Business, 11 (2): 41 - 50, Fall 1986.
Introdução 20
O que poderia mudar, em duas décadas, está renovando agora, em dois anos. A velocidade dramatiza ainda mais a profundidade da mudança. O empreendedor de empresas de base tecnológica que não mudar, morre.
Estamos num momento de mudança, do tipo que cria grandes oportunidades. Está deixando de existir o emprego, no sentido clássico, que era o antigo sonho da maioria dos indivíduos, e está surgindo um mundo em que todos precisam, de uma forma ou outra, ser mais empreendedores.
Num ambiente de maior competição, a exposição de cada um ao risco aumentou. Também aumentaram as chances de fazer dinheiro em volume maior. Vivemos tempos interessantes. Uma época em que vale muito mais o cérebro que o capital inicial para abrir-se uma empresa.
É o valor da ideia. Não é por acaso que Bill Gates não fabrica computadores. Vender o que vai dentro deles é um negócio muito melhor.
É a incansável procura de um nicho de mercado, pois a tecnologia não é o único grande capital contemporâneo. É preciso também apostar no marketing.
Quando se compete na crista da onda da inovação, é preciso estar preparado para pagar o preço do fracasso, por mais competente que seja o empreendedor. Pode ser chato ter de admitir, mas não há saída quando se está à frente do processo de inovação. É preciso preparar-se para o fracasso.
Se o empreendedor não está cometendo erros, ele não está assumindo riscos, e isso significa que ele não está indo a lugar algum.
A criação de empresa de base tecnológica constituirá, provavelmente, o embrião e o motor das transformações radicais que já se manifestam no aparelho produtivo e no futuro próximo poderão desempenhar um papel decisivo na dinamização, tanto da economia brasileira como da portuguesa, a exemplo do que assiste-se em outras regiões do mundo.
“Negócios empreendedores tratam o empreendimento como um dever. Eles são disciplinados com relação a ele.... eles estudam-no...eles praticam-no”.18
O emprego não mora aqui. Onde é a sua nova morada? Este será o dilema do século XXI, quando o indivíduo perceberá que o seu melhor como empregado não será suficiente para a manutenção de seu posto de trabalho.
18
As empresas de base tecnológica, criadas via incubadora, apresentam algumas importantes vantagens comparativas:
existência de know-how super especializado; produtos/serviços de alta qualidade;
flexibilidade estrutural;
ligação fácil a centro de excelência;
proximidade/conhecimento de clientes; se organizam em redor do cliente e não de acordo com a sua lógica interna, o cliente é a razão de ser de seu negócio, não importa em que negócio a empresa está, o sucesso depende da sua capacidade de resposta às mudanças nas necessidade e desejos dos seus clientes. E para isso tem de se manter em constante contacto com eles;
mercado em forte crescimento e tecnologia de ponta;
o sangue vital deste tipo de empreendimento não é equipamento, mas sim capital humano e se sua escassez ocorrer, seria como se a humanidade ficasse sem o minério de ferro durante a revolução industrial.
“Se o indivíduo quer colher a curto prazo, planta cereais. Se quiser colher a longo prazo, planta árvores frutíferas. Se os empreendedores/criadores de empresas de base tecnológica querem colher para sempre, devem investir no ser humano”.
O conhecimento sempre importou, mas duas coisas mudaram. Primeiro, a percentagem do valor adicionado a um produto passou a ser a coisa mais importante. Os custos costumavam ser 80% para materiais e 20% para conhecimentos – agora estão repartidos em 70% e 30%. Segundo, é cada vez mais possível administrar o conhecimento.11
O conhecimento é um activo muito importante nas empresas. Passámos de uma fase em que o principal activo das empresas era o capital, depois passou a ser a mão-de- obra e agora não é nenhuma dessas coisas. É a informação. E a informação, já se dizia há algum tempo, são dados providos de sentido. É o conhecimento, não é mais do que o estágio a seguir: são informações sobre as quais podemos decidir e empreender acções.
Em uma frase: “o capital intelectual constitui a matéria intelectual conhecimento, informação, propriedade intelectual, experiência que pode ser utilizada para gerir riqueza”.12
11 Leite, Emanuel F. Capital Humano Incrementa Desenvolvimento de Empresas. Diário de
Pernambuco, página 44, 07 de julho de 1991.
Introdução 22
O empreendedor/criador de empresas de base tecnológica, via incubadora, é um filho da revolução do saber, que a cada dia aumenta o seu quociente de inteligência, através das seguintes estratégias:
investe em activos de capital intelectual (patentes, base de dados, “know-how”, marcas, etc.) partilhados pelo colectivo, por exemplo, através de “intranets” e “extranets”;
organização descentralizada com maior capacidade de decisão, a nível local e na frente dos clientes;
cultura interna fomentadora do espírito empreendedor;
cooperação total entre os envolvidos no processo - os sócios, accionistas, empregados, clientes, fornecedores, distribuidores – funcionando como uma verdadeira comunidade de interesses, como um autêntico “cluster”;
participação alargada de todos os membros da organização nos processos de formulação estratégica da empresa;
cultivo de factores dinâmicos internos, como a liderança, a estratégia e um ambiente favorável à mudança;
sistemas de recompensas baseados na performance, com participação accionária e nos lucros.
Este estudo visa, em sua essência, analisar o processo de criação de empresas de base tecnológica, via incubadora, no Brasil e Norte de Portugal.
O trabalho fundamenta-se na trilogia do conceito do espírito empreendedor:
Schumpeter (Entrepreneurship, Inovação e Economia), McClelland (Entrepreneurship,
Inovação e Psicologia Motivação) e Drucker (Entrepreneurship, Inovação e Gestão), considerando-se como agente central desse processo o empreendedor/criador de empresas.
Para contextualizar a importância do tema desta tese, podemos afirmar que as quatro principais revoluções ocorridas no século XX podem ser assim sintetizadas: a revolução política e o ”revolucionário profissional”. Marx foi o primeiro a
entender as dinâmicas internas do capitalismo industrial, tema que Schumpeter magistralmente retoma em “Capitalismo, Socialismo e Democracia”.
a revolução da gestão e o gestor profissional. Alfred Sloan, o líder da General Motors, foi o “prático” e Peter Drucker o “teórico”.
a revolução do saber e o empreendedor da “terceira vaga”. Joseph Schumpeter, foi o teórico e Bill Gates, um dos criadores da Microsoft, o protótipo do empreendedor da “terceira vaga” mais bem-sucedido até hoje. Schumpeter veria na contínua “destruição criativa” a essência do capitalismo. E, na verdade, uma força revolucionária solta no mundo, que vem transformando tudo num passo que, a cada instante, excede tudo o que até então foi pensado.
a revolução do comportamento, motivação, atitudes empreendedoras e as mulheres, onde a Margaret Thatchet é a principal protagonista e David McClelland o seu “guru.
Este estudo permite uma reflexão sobre a figura do empreendedor inovador que foi deixado na penumbra, durante muito tempo, para ressurgir em força, na década de 70. Hoje, mais do que nunca, criar o seu próprio emprego é fundamental para a sociedade.
Em termos específicos, busca-se traçar o perfil do empreendedor / criador de empresas, tendo em vista:
pontos fortes e fracos perfil de activos que a empresa/empreendedor detém, (tecnológicos, intangíveis, financeiros, etc.) e a descrição das características sócio- económicas dos empreendedores / criadores de empresas;
a envolvente ambiental identificação das facilidades e dificuldades para a criação de empresas de base tecnológica, via incubadora;
sistemas de valores e atitudes correspondem às motivações e necessidades dos empreendedores que colaboraram com este trabalho;
ameaças e oportunidades definem o campo de actuação dos empreendedores com os riscos, mais as eventuais recompensas;
Organização da tese 24
Para tanto, escolheu-se como universo de estudo, as empresas de base tecnológica, criadas via incubadora, no Brasil e Norte de Portugal, em função dos recursos e do tempo disponíveis. A metodologia incluiu a investigação de campo junto a uma amostra de 70 empreendedores/criadores de empresas, sendo 40 do Brasil e 30 do Norte de Portugal.
Os resultados da investigação permitiram elaborar o perfil dos empreendedores/criadores de empresas de base tecnológica, via incubadora.
Finalmente, o estudo apresenta as conclusões extraídas da investigação e algumas recomendações são emitidas com o intuito de orientar estudos futuros.
1.2.Organização da Tese
O trabalho é composto de cinco partes: a primeira apresenta a Inovação
Tecnológica e Entrepreneurship, a segunda a Visão Integrada dos Conceitos de Entrepreneur e Entrepreneurship, a terceira - Caracterização do Entrepreneur, a
quarta focaliza - Estudo e Criação das Empresas de Base Tecnológica, a quinta parte refere-se à apresentação dos Resultados, Conclusões e Recomendações.