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Pourquoi réguler les PHMEV ?

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D. Régulation des PHMEV

1. Pourquoi réguler les PHMEV ?

Desde 1949, o CBPF atua na área de investigação científica básica em Física e desenvolve atividades acadêmicas de pós-graduação em física teórica e experimental13.

Em 2009, o centro iniciou sua conta no Twitter14, que tem 716 seguidores e 524

tweets15. A atualização não é frequente, apesar de que, no início, as publicações eram bastante constantes. As mensagens se referem a cursos – como abertura do prazo de inscrição para o mestrado profissional do CBPF; divulgação de eventos – entre eles o programa Ciência às

Seis e Meia, CBPF de Portas Abertas e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia; notícias

da área científica; re-tweets de revistas científicas – como a Ciência Hoje; de outros institutos de pesquisa – Centro Latino-Americano de Física e o Museu de Astronomia, por exemplo; resposta aos comentários; elogios à participação, entre outros tipos de informações.

Também foi realizada cobertura de um evento em tempo real – a mesa-redonda A

Prática da Divulgação Científica e as Novas Mídias Sociais, inclusive com espaço para

perguntas dos participantes. A primeira pergunta feita à mesa foi enviada via Twitter. O acompanhamento do evento foi realizado em parceria com o CHtemporeal, conta da revista

Ciência Hoje para cobertura de eventos.

Após consulta ao centro, outros recursos foram indicados na resposta ao questionário:

blog, canal no YouTube, conta no Facebook.

Em 2009, mesmo ano da adoção do Twitter, foi lançado o blog Crônicas do CBPF16, em comemoração aos 60 anos da instituição. Seu objetivo era oferecer um espaço para registrar os episódios marcantes de sua história. O blog continua acessível, mas as atualizações ocorreram apenas durante alguns meses de 2009.

Um ano depois, em 3 de maio de 2010, foram lançadas três ferramentas: o blog da VIII

Escola do CBPF17, um canal no YouTube18 e um perfil no Orkut19, para fornecer informações e conteúdos específicos para os estudantes e proporcionar maior envolvimento entre eles.

13

http://portal.cbpf.br/index.php?page=Home

14

http://twitter.com/#!/CBPF_MCT

15 Dados obtidos em 12 de maio de 2011. 16 http://cronicas.cbpf.br/

17

www.escoladocbpf.blogspot.com

18 http://www.youtube.com/user/ESCOLAdoCBPF

Enquanto estiveram ativos, no Twitter do CBPF eram divulgadas informações do blog e dos vídeos.

Dos 24 vídeos da VIII Escola do CBPF, A equação de Schroedinger é..., publicado em 17 de setembro de 2010, teve 647 exibições; Você sabe o que é computação, de 29 de julho de 2010, foi visto 1.560 vezes. Em vários vídeos, os estudantes de pós-graduação entrevistam pesquisadores da instituição. Em alguns poucos, eles são os próprios entrevistados.

Seis receberam comentários, entre elogios à iniciativa e uma pergunta sobre como participar. Outros falavam da qualidade técnica dos vídeos, que apresentam áudio deficiente, e sugeriram uso de legendas. A linguagem usada nos comentários é bastante informal. No entanto, apenas parte dos comentários foi feito pelas pessoas inscritas no canal, que são 19 ao todo. Não houve resposta por parte do CBPF.

Mesmo sendo bastante conhecida no Brasil, a rede social do Google – Orkut – não teve muito sucesso para discussão dos assuntos relacionados ao curso, agregando 35 amigos e apenas oito publicações sem conteúdos relevantes.

O blog, apesar de não estar mais sendo atualizado, conta com 64 seguidores e mais de 22 mil visitas. Durante o tempo em que esteve em uso, recebeu atualizações frequentes. Apesar disso, constatou-se não foram desenvolvidas discussões relacionadas ao tema proposto, com poucas exceções, como a de 3 de agosto de 2010, Bilhete a um jovem físico, que traz recomendações do professor Francisco Caruso para jovens que querem seguir a carreira científica. A publicação recebeu 33 comentários, no entanto, todos de profissionais da área e não dos estudantes, a quem o texto foi destinado inicialmente.

Segundo Dayse Lúcia Moraes Lima, analista de Ciência e Tecnologia da instituição, o uso do blog foi positivo no caso da VII Escola do CBPF:

O blog mostrou-se uma ferramenta bastante positiva para promoção do evento e da interação entre professores, estudantes e interessados em geral, especialmente se ancorado pelo Twitter e pelo canal de vídeos do YouTube. Em dois meses o blog recebeu mais de 18 mil visitas de estudantes e pesquisadores que comentavam os posts e vídeos com pesquisadores do CBPF e produzidos internamente, nos quais, via de regra, destacavam-se temas abordados nos cursos. Foi utilizada uma ferramenta do Google para análise estatística de freqüência e tipo de visitação ao blog, que indicou visitantes de várias cidades do país e do mundo (entrevista fornecida à autora).

No entanto, a analista explica que a ideia de dar continuidade ao blog e torná-lo institucional não lhes pareceu conveniente:

Ao final da Escola [VIII Escola do CBPF], que durou duas semanas, foi realizada uma reunião interna para avaliar a experiência, seus resultados e a conveniência de sua continuidade num blog institucional. Naquele momento, a decisão foi a de NÃO dar continuidade ao blog, tendo em vista: 1) a falta de equipe para manter o ritmo da produção de conteúdos e 2) as dúvidas sobre como o blog poderia (ou deveria) servir de ferramenta de expressão do posicionamento de uma instituição de governo sem, ao mesmo tempo, restringir ou impedir ou tolher de qualquer forma a manifestação ou expressão dos pontos de vista pessoais de seus pesquisadores ou grupos de pesquisa; em suma, a mediação e interlocução não pareceram tarefas claras e fáceis de serem exercidas diante da “voz institucional” (ibidem).

Lima conta ainda que o centro possui uma conta no Facebook20, mas que não é mantida pelo setor de comunicação. A página conta apenas com uma descrição retirada do Wikipedia, no item Informações – Descrições, e o conteúdo retirado deste site.

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