• Aucun résultat trouvé

9. SUMMARY AND CONCLUSIONS

9.3. PROTEUS experimental procedures

Atualmente, com diferentes formas de adesão e graus de engajamento, além de presença espacial na escala global, a Economia de Comunhão desponta em todo o espectro da economia. De fato, a Economia de Comunhão expandiu-se por todos os campos da economia, atuando no comércio, na indústria e nos demais setores.

Dados de 2005 apontam que, das 735 empresas da EdC que funcionavam no mundo, 148 atuavam no comércio, 188 atuavam na indústria e 366 atuavam em ou- tros serviços.

Veja o quadro a seguir:

QUADRO 6 - Setor econômico de atuação das Empresas da EdC em 2005.

Área de Atuação Quantidade

Comércio 148

Indústria 188

Serviços 366

Outras empresas 33

Total 735

Fonte: Centro Filadelfia de Estudos, Pesquisa e Documentação da EdC Rua Rosário Gaspar, 118 - Mariápolis Ginetta 06730-000 Vargem Grande Paulista – SP

No comércio, as empresas da EdC atuam em áreas díspares como confec- ção, alimentação, decoração, livros, informática, etc., conforme pode ser verificado no quadro a seguir:

QUADRO 7 - Área de atuação das empresas da EdC no setor Comercial (2005)

Atividade Nº de empresas Confecção 23 Alimentação 25 Decoração 10 Auto 4 Livros 9 Material de informática 3 Material médico-hospitalar 16 Material vário 58 Total 148

Fonte: Centro Filadelfia de Estudos, Pesquisa e Documentação da EdC Rua Rosário Gaspar, 118 - Mariápolis Ginetta 06730-000 Vargem Grande Paulista – SP

Na indústria, as empresas da EdC também militam em diversas áreas, atuan- do nos ramos de confecção, agrícola, artesanato, alimentação, decoração, constru- ção civil, gráfica, metal mecânico, plástica, vídeo, etc., conforme pode ser verificado no quadro a seguir:

QUADRO 8 - Área de atuação das empresas da EdC no setor Industrial (2005)

Atividade Nº de empresas Confecção 18 Agrícola 24 Artesanato 3 Alimentação 33 Decoração 17 Artigos vários 24 Construção civil 25 Gráfica 7 Indústria mecânica 15 Plásticos 7 Vídeo 6 Outros 9 Total 188

Fonte: Centro Filadelfia de Estudos, Pesquisa e Documentação da EdC Rua Rosário Gaspar, 118 - Mariápolis Ginetta 06730-000 Vargem Grande Paulista – SP

No setor de Serviços, as empresas da EdC também militam em diversas á- reas, atuando nos ramos de consultoria, contabilidade, fotografia, imobiliária, infor- mática, jurídico, médico, projetos, ensino, telefonia, elétrico, eletrônico, transporte, turístico e outros conforme pode ser verificado no quadro a seguir:

QUADRO 9 - Área de atuação das empresas da EdC no setor de Serviços (2005) Atividade Nº de empresas Consultoria 88 Contabilidade 7 Fotografia 3 Imobiliária 4 Informática 17 Jurídico 8 Manutenção 15 Médico 57 Projetos 16 Restauração 5 Escolar 33 Telefonia 1 Elétrico 7 Eletrônico 3 Transporte 3 Turístico 18 Outros 81 total 366

Fonte: Centro Filadelfia de Estudos, Pesquisa e Documentação da EdC Rua Rosário Gaspar, 118 - Mariápolis Ginetta 06730-000 Vargem Grande Paulista – SP

Dados de 2006 apontam que, das 754 empresas da EdC que funcionavam no mundo, 147 atuavam no comércio, 196 atuavam na indústria e 411 atuavam em ou- tros serviços.

Veja o quadro a seguir:

QUADRO 10 - Setor econômico de atuação das Empresas da EdC em 2006.

Área de Atuação Quantidade

Comércio 147

Produção 196

Outros Serviços 383

Outras empresas 28

Total 754

Fonte: Centro Filadelfia de Estudos, Pesquisa e Documentação da EdC Rua Rosário Gaspar, 118 - Mariápolis Ginetta 06730-000 Vargem Grande Paulista – SP

No comércio, as empresas da EdC atuam em áreas díspares como confec- ção, alimentação, decoração, livros, informática, etc., conforme pode ser verificado no quadro a seguir:

QUADRO 11 - Área de atuação das empresas da EdC no setor Comercial (2006)

Atividade Nº de empresas Confecção 24 Alimentação 26 Decoração 10 Auto 3 Livros 7 Material de informática 3 Material médico-hospitalar 17 Material vário 57 Total 147

Fonte: Centro Filadelfia de Estudos, Pesquisa e Documentação da EdC Rua Rosário Gaspar, 118 - Mariápolis Ginetta 06730-000 Vargem Grande Paulista – SP

Na indústria, as empresas da EdC também militam em diversas áreas, atuan- do nos ramos de confecção, agrícola, artesanato, alimentação, decoração, constru- ção civil, gráfica, metal mecânico, plástica, vídeo, etc., conforme pode ser verificado no quadro a seguir:

QUADRO 12 - Área de atuação das empresas da EdC no setor Industrial (2006)

Atividade Nº de empresas Confecção 15 Agrícola 28 Artesanato 3 Alimentação 35 Decoração 19 Artigos vários 29 Construção civil 25 Editorial e gráfica 7 Indústria mecânica 15 Plásticos 6 Vídeo 6 Outros 8 Total 196

Fonte: Centro Filadelfia de Estudos, Pesquisa e Documentação da EdC Rua Rosário Gaspar, 118 - Mariápolis Ginetta 06730-000 Vargem Grande Paulista – SP

No setor de Serviços, as empresas da EdC também militam em diversas á- reas, atuando nos ramos de consultoria, contabilidade, fotografia, imobiliária, infor- mática, jurídico, médico, projetos, ensino, telefonia, elétrico, eletrônico, transporte, turístico e outros conforme pode ser verificado no quadro a seguir:

QUADRO 13 - Área de atuação das empresas da EdC no setor de Serviços (2006)

Atividade Nº de empresas Consultoria 94 Contabilidade 7 Fotografia 4 Imobiliária 4 Informática 18 Jurídico 8 Manutenção 16 Médico 57 Projetos 17 Restauração 6 Escolar 32 Telefonia 1 Elétrico 1 Eletrônico 5 Transporte 4 Turístico 20 Outros 89 Total 383

Fonte: Centro Filadelfia de Estudos, Pesquisa e Documentação da EdC Rua Rosário Gaspar, 118 - Mariápolis Ginetta 06730-000 Vargem Grande Paulista – SP

3.3 Expansão da Economia de Comunhão

Do ponto de vista quantitativo, depois de experimentar crescimento vertigino- so nos primeiros anos de funcionamento do Projeto229, a expansão do número das

229

Calliari Ginetta afirmou que a Economia de Comunhão se expande “como os círculos concêntricos da pedra lançada num lago se abrem ao infinito”. CALLIARI, Ginetta. O Projeto Economia de Comunhão: acenos sobre a origem, o desenvolvimento e algumas repercussões sobre a origem. BARAÚNA, Márcia. (Coord.)

empresas da EdC vem, aparentemente, passando por um processo de acomodação. Alguns analistas creditam este fenômeno, não a um arrefecimento do encanto exer- cido pela Economia de Comunhão, mas ao sistema usado pelo Centro de Estatísti- cas da EdC para enquadrar as organizações que militam no universo da EdC230 e ao

rigor para aceitação de novas propostas de adesão ao Projeto.

De qualquer forma, há um sentimento de que, atingida a fase de crescimento vegetativo, a expansão do número das empresas da Economia de Comunhão pas- sará a obedecer a um padrão espasmódico em função dos impulsos provocados pela abertura de novas vagas nos Pólos Produtivos já existentes ou da instalação de novos Pólos.

Ao analisar o processo de desenvolvimento da Economia de Comunhão231, a-

lém de aspectos quantitativos, Ressl observa aspectos qualitativos e se refere ao gradiente estabelecido pelo grau de engajamento dos empresários e de amadureci- mento das empresas da EdC. Com base nestes critérios, Ressl classifica as empre- sas da EdC em três tipos:

a) Empresas Inseridas – aquelas que, em função da identificação dos empre- sários (mesmo desvinculadas do Movimento dos Focolares) com os princípios e ob- jetivos da EdC, participam do Projeto através de contribuições, principalmente de

Economia de comunhão e movimento econômico: desenvolvimento e perspectivas. Vargem Grande Paulis- ta: Cidade Nova, 1999. p. 22.

230

Usando nova metodologia de enquadramento, o Centro de Estatísticas da EdC deixou de classificar certas entidades econômicas como 'empresa’ e passou a identificá-las como ‘atividade produtiva'.

231

RESSL, Markus. Economia de Comunhão: visão de desenvolvimento. BARAÚNA, Márcia. (Coord.) Econo- mia de comunhão e movimento econômico: desenvolvimento e perspectivas. Vargem Grande Paulista: Cida- de Nova, 1999. p.83 e 84.

natureza financeira (no dizer de Ressl, este tipo representa a maior das empresas que participam do Projeto)232;

b) Empresas em Constituição – aquelas completamente integradas ao Projeto da Economia de Comunhão e que atravessam um processo de ‘desenvolvimento’233;

e

c) Empresas Constituídas – aquelas que, após profundo processo de trans- formação e desenvolvimento, atingem o estágio mais avançado das empresas da EdC, colocando a propriedade em comum no Grupo Economia de Comunhão (na apreciação de Ressll, até o presente momento nenhuma das empresas que partici- pam da Economia de Comunhão teria chegado a este estágio).

Em junho de 1999, Ressl afirmou que a Economia de Comunhão ultrapassara a 'fase preparatória', por ele identificada como aquela anterior ao lançamento do pro- jeto em 1991, passando a viver uma fase de desenvolvimento rumo a maturidade em diversos aspectos, incluindo o pessoal envolvido (empresários, empregados e outros participantes), que estaria se aprimorando em termos de competência profissional e de existência comunitária; as empresas, que estariam buscando maturidade em ter- mos de tamanho, finanças, de serviço e de estrutura, consolidando estruturas regio- nais, como a Espri S.A.; e a teoria, que estaria alcançando melhor definição concei-

232

Alguns autores falam, ainda, em 'Empresas coligadas', que são aquelas nas quais um ou mais sócios aderem à Economia de Comunhão, respeitando plenamente a liberdade dos demais, adequando assim a repartição dos lucros. Esta mesma nomenclatura é usada para designar empresas que, por sua distância das 'cidadezinhas', não se inserem nos respectivos pólos empresariais.

233

Neste contexto, o termo ‘desenvolvimento’ parece se referir ao estágio de evolução da empresa na escala que afere o grau de comunhão dos bens. Em comentário de 1999, Ressl incluiu nesta categoria das empresas em ‘Constituição’ aquelas instaladas no Pólo Empresarial Spartaco. Ver RESSL, Markus. Economia de Comu- nhão: visão de desenvolvimento. BARAÚNA, Márcia. (Coord.) Economia de comunhão e movimento eco- nômico: desenvolvimento e perspectivas. Vargem Grande Paulista: Cidade Nova, 1999. p.83 e 84.

tual com o desenvolvimento e definição do papel das empresas da EdC na Econo- mia de Comunhão.

De fato, do ponto de vista quantitativo, a Economia de Comunhão não expe- rimenta a evolução intensa que viveu nos primeiros anos do Projeto, do ponto de vista qualitativo, há um visível aperfeiçoamento na dinâmica de funcionamento das empresas e empenho para a construção de um arcabouço teórico-científico para embasar a EdC. O esforço para dar ‘dignidade científica’234 à Economia de Comu-

nhão vem sendo conduzido, principalmente, pelo economista Liugino Bruni, que, ao final do XVI Congresso da EdC realizado na Mariápolis Ginetta, em Vargem Grande Paulista, em São Paulo, no final de abril de 2007, lançou o desafio para os estudan- tes e professores presentes. Desde então, começou a funcionar um grupo de dis- cussão, que, sob a mediação do Centro Filadelfia de Estudos, Pesquisa e Documen- tação da EdC, trata temas ligados a Economia de Comunhão com vistas ao desen- volvimento de uma teoria sobre a matéria235.