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Positron emission tomography systems

4. EQUIPMENT

4.2. Positron emission tomography systems

PRIMEIRO BLOCO

JORGE PORTUGAL No ar mais um Aprovado. O programa da Bahia inteligente. Onde você estiver, nós estaremos aí. Se você que está na Liberdade, Cidade Nova, se você que está no Cabula, se você está em Pernambués, se você ama o conhecimento, mas ama de paixão, o Aprovado é seu aliado incondicional. Tema do programa de hoje: Meio Ambiente. Estamos no mês do Meio Ambiente. Vamos discutir, refletir, debater o: Meio Ambiente, por um mundo sustentável, importantíssimo. Por que vai sair daqui um programa propositivo. Não e só você ficar apontando, denunciando, não, também propostas, também coisas absolutamente positivas que sairão certamente da inteligência da participação, da experiência de todos os nossos debatedores. É um Aprovado debate. Não tenha nem dúvida. Como nós estamos fazendo, já, há algum tempo.

Mas no Aprovado de hoje nós teremos, também, o Conexão Aprovado com Ruy Castro. Jornalista Ruy Castro, aqui, conversando conosco e dando um banho de informação. No Fazendo e acontecendo você vai conhecer a história de Gilvã. Uma história de superação simplesmente arrepiante. Não vou adiantar nada para que você fique aí de olho grudado na tela e teremos o Ralando na área da FTC.

Nossos convidados - olha que time Bahia, querida Bahia – tenho aqui professor, doutor Júlio Rocha. Ele que é diretor geral do Ingar - Instituto de Gestão das Águas e Clima. E o professor Asher Kiperstopk: professor da Universidade Federal da Bahia. Bem-vindos, bem-vindos, bem-vindos. Portas abertas do coração do Aprovado para vocês.

Nossos debatedores. Outros sócio: Thiago Siqueira que é gestor da Joguelimpo. Temos aqui Ney, estudante do doutorado em ecologia. Temos aqui Wesley, estudante de geografia. Gabriela que é estudante de engenharia sanitária e ambiental da UFBA.

E a mestra Sueli Conceição que é bióloga e especialista em gestão ambiental. É isso aí. São os nossos convidados que vão debater, aqui, com Asher e com Júlio Rocha. Além disso, os alunos estudantes da Escola, do Colégio Senhor do Bonfim. Teremos a participação musical luxuosa, já em clima de forró - olha pro seu meu amor - da Estakazero. Ok. Bem-vindos também, viu? Daqui a pouco vocês vão falar cantando. Mandando ver.

Então Bahia? Está todo mundo gravando tá? Todo mundo ligado, ligada? É isso aí. É um programa pra não mais esquecer. Então vou perguntar. Posso? Então pronto. Presente. Seguinte: eu queria começar logo ligando essa Bahia que estuda à uma situação recentemente vivida e que ainda estamos vivendo... nós estamos meio mergulhados aliás, mergulhado não bem a palavra, que foram as fortes chuvas que caíram sobre Salvador e outras cidades, em muitas cidades do Brasil

recentemente. Coisa que eu vi poucas vezes. Então eu queria saber se isso é próprio de um ciclo absolutamente normal da natureza ou já uma forma de resposta que ela está dando?

ASHER KIPERSTOPK

Veja bem nós vivemos, e aí não há qualquer dúvida, um processo de mudanças climáticas. Não há dúvida com relação a isso. Claro que sempre há alguém que diga que não, mas de alguma maneira o consenso científico, estamos mesmo num problema de mudanças climáticas que levam o agravamento dos extremos: da falta e do excesso de água. Agora não podemos interpretar fatos isolados como já dizendo “esse é um exemplo devido as mudanças climáticas”, por que a percepção da gravidade da evolução das mudanças climática é uma percepção que requer de uma analise estatística cuidadosa de muita ciência e de muita interpretação adequada. Então eu não diria que essas chuvas já são efeito das mudanças climáticas, mas eu posso afirma que a recorrência maior de eventos excessivos tanto de falta, quanto excesso de água está acontecendo em função das mudanças climáticas, sim.

JÚLIO ROCHA O Ingá está fazendo um ano agora. Nós temos os nossos centros de monitoramento do clima, que é o Simba tem verificado sérios históricos de chuvas intensas que é o fenômeno muito próximo dos litorais, é um problemas sérios de desertificação nas regiões do semi- árido. Então são problemas sérios que precisam ser avaliados e acompanhados pelo poder público, pela comunidade científica e pela sociedade como um todo.

JORGE PORTUGAL Maravilha querido. Aqui, os nossos debatedores, alguém já quer falar? Thiago?

THIAGO SIQUEIRA Eu queria parabenizar aqui os convidados, bastante interessante para o tema de meio ambiente que a gente vive hoje no cenário de Salvador e da Bahia e a minha pergunta é mais um pano de fundo para a gente iniciar uma discussão que é sobre os avanços que a gente vem tendo a nível global com relação à problemática ambiental. O que é que a gente avançou da década de 80, da Eco92 até agora? Muito se fala de um mundo sustentável, sobre o desenvolvimento sustentável, mas o quê que, de fato, quer dizer isso? E se hoje a gente consegue ver exemplos, se a gente consegue ter, hoje, práticas sustentáveis que a gente possa estar discutindo aqui e; para deixar vocês em uma sinuca de bico ainda há tempo?

JÚLIO ROCHA Acho que nós avançamos do ponto de vista da arquitetura institucional, mas eu acho que os grandes países precisam assumir mais mais responsabilidades. Eles que são os maiores poluidores. Claro que os países emergentes como o Brasil, como Índia, China, precisam adotar posturas muito mais conseqüente e afirmativas em relação à questão ambiental e o local também é importante, o espaço local a cidade é um espaço ecossistema importante que nós precisamos preservar, nós precisamos cuidar do espaço local.

JORGE PORTUGAL Aproveitando o gancho de sua resposta, vamos chamar agora uma matéria muito interessante que vai também nos instruir, nos fornecer informação sobre as últimas tecnologias, os últimos belos caminhos encontrados pelos paisagistas brasileiros e baianos. Então, vamos ver uma matéria sobre paisagismo. No Aprovado, olho na tela.

VT – MATÉRIA EXTRA

JORGE PORTUGAL Pois é matérias como essa sempre acrescentam à nossa informação, concordam? Com certeza. Mas já que nós estamos aqui no mês de junho, o frio está chegando, precisamos de quê? Uma bela fogueira, milho, licor de jenipapo e sem dúvida nenhuma outro item hoje indispensável no São João que é Estakazero .

ESTAKAZERO Música: A corda Autor: Kuque Malino

Vamos se embora.

SEGUNDO BLOCO

JORGE PORTUGAL De volta com o Aprovado o programa que trouxe de volta o debate de idéias à TV aberta na Bahia, portanto Aprovado é um programa que educa. Hoje, discutindo Meio Ambiente, por um mundo sustentável. Programa que é todo seu, estudante da Bahia de 8 a 80 anos, sobretudo você, estudante da rede pública de ensino e por falar em você, Senhor do Bonfim qual a pergunta que você tem para nossos convidados? VT - VESTIBULAR ASSUNTO DO DIA Tamires Muniz Colégio Senhor do Bonfim

Porque e como surgiu a sustentabilidade ambiental?

JORGE PORTUGAL Pois é. A pergunta que você tinha, mais ou menos, feito e que tinha ficado aí. Ela que saber quando é que surgiu esse conceito de sustentabilidade e porque surgiu?

ASHER

KIPERSTOPK Eu acho que três coisas se juntaram, agora: a pergunta da jovem, a pergunta do Tiago e o final da palavra do Estakazero - “A corda que nos uniu se chama destino”. E a pergunta que Tiago fez é se temos tempo. Do ponto de vista do nível de formação que eu tenho, tudo indica que não temos tempo, mas como o pessoal colocou “a corda que nos uniu se chama destino” nós temos que acreditar que somos capazes de superar uma situação que, hoje, as informações nos colocam, não teria superação. E o quê que é sustentabilidade? Podemos desde as definições de Grumutã... o Gandhy tem definições muitos precisas sobre o que é sustentabilidade, mas eu vou fazer a minha, arriscar a dizer a minha: sustentável é tudo aquilo que você

quer fazer mas, dois bilhões e meio de chineses e indianos também vão poder fazer. E eles vão poder fazer antes que do que a gente porque a taxa de crescimento da economia chinesa é muito maior do que a nossa. Agora se você se coloca perante essa situação, você vai ver que muitas das coisas que você faz você não vai poder fazer, se que quer todo mundo faça pelo menos, e que você vai ter que evoluir tecnologicamente para que alguma parte daquilo, pelo menos o que é básico para você poder ter qualidade de vida. A tecnologia vai ter que, ainda, identificar como fazer aquilo por que ela não sabe.

JORGE PORTUGAL Belíssima definição

JÚLIO ROCHA Precisamos assumir novos padrões de comportamento. Eu me lembro que eu fiz uma visita, recente, técnica à Israel : 90% da irrigação de Israel é feita com água de esgoto. Então isso significa que nós precisamos construir inventividade. E ao mesmo tempo, nós temos Israel, nós temos a Faixa de Gaza, nós temos os palestinos que carecem de água.

A gente vive complexidades e contradições inclusive no nosso cotidiano: hoje os principais vulneráveis das mudanças climáticas são as populações tradicionais. São os quilombolas, os catingueiros, são os pescadores e isso significa que nós temos que pensar na perspectiva ambiental inserindo o humano nas condições de garantia da sustentabilidade.

JORGE PORTUGAL Beleza doutor Júlio e aqui os nosso debatedores já querem entrar no fogo? Sueli

SUELI CONCEIÇÃO Ola. Olá Jorge, Júlio, Asher. Eu quero saber quais são as intervenções a curto prazo que deve ser feito na perspectiva do Ingar, na perspectiva do Asher com a Teclim37.

JÚLIO ROCHA Em relação à desertificação nós temos um plano estadual de combate à desertificação que é um interesse nosso desenvolver. Hoje, 69% do estado está na região de semi-áridos. Nós temos problemas sérios de agravamento de escassez de água. Então fazer nessa área é importante. Em termos de recursos hídricos dos rios, da qualidade dos rios. Quando a gente fala do Subaé, do Paraguaçu, do Itapicuru nós precisamos efetivamente mudar o padrão de relação com os recursos hídricos. Eles não podem ser esgotos nas áreas urbanas. Eles são rios então nós precisamos associar tecnologia por isso que a universidade é importante; ao mesmo tempo a mudança de postura dos municípios, do poder local que tem a responsabilidade inclusive com a gestão, o estado e o governo federal. Então nós precisamos mudar perspectivas. Na área de matas, nas matas filiais nós precisamos avançar muito mais a restauração de matas filiares do que autorizações de desmatamento. Então são diversas ações que precisam ser feitas na perspectiva de um pensar sistêmico sobre a questão ambiental.

ASHER Queria complementar a pergunta de Sueli. Veja bem, se a gente somar 37 Núcleo de Tecnologia Limpa

KIPERSTOPK tudo aquilo que cada um de nós já sabe que deveria fazer; tudo aquilo que já sabe que deveria saber mas ainda não faz e aquilo que ainda faz, e; ainda projetarmos isso em larga escala pra uma população que, vamos dizer, passe a ter uma ação mais consciente em relação a isso; tudo isso ainda não seria suficiente. Pegue o exemplo que Júlio colocou com relação a Israel... tenho uma certa familiaridade. Estudei, fiz minha faculdade lá. Israel hoje, usa, de fato, 70% da sua água de esgoto urbano é usado na agricultura. Não chegou ainda a 90 mas eles fecham um ciclo hídrico de 90%, 95% mas você sabe como eles fazem isso? De uma maneira extremamente insustentável. É sustentável para o modelo econômico de ocupação de território e agricultura que desenvolve que hoje se exporta a tecnologia. Mas hoje já quase 10% da água israelense é água dessalinizada do mar. Vai chegar a 30% num horizonte de 10 anos. Você sabe como dessaliniza a água do mar? Usando energia elétrica gerada em termoelétricas que queimam carvão colombiano que é o pior combustível possível. Quer dizer, de fato há uma exportação do problema usando a atmosfera como meio agravando o problema das as mudanças climáticas, mas por outro lado, em função desses recursos todos, fazem o uso de tal eficiência da água que merece ser reproduzido, mas se você levar a agricultura à esse padrão de consumo energético que Israel hoje pratica, o planeta não teria condição de sobreviver. Então temos que somar tudo aquilo, mas ter uma análise crítica do quê que é possível, o quê que tem que ser feito para que no conjunto almejemos pelo menos é uma redução desse espaço gigantesco que nos separa da sociabilidade.

NEI NUNES Gostaria de chamar atenção e fazer uma pergunta sobre um ponto que me parece muito importante, mas ainda pouco conhecido e diz respeito aos mecanismos que tem sido proposto por alguns cientistas muito importante ou por grandes corporações. São mecanismo de geo- engenharia ou de engenharia climática. Bem dois exemplos são a fertilização oceânica com ferro e outros nutrientes que visaria o aumento no crescimento das algas e conseqüente a captação de CO2 e

um outro mecanismo aí o aterramento geológico de carbono em rochas porosas. Esses mecanismos são propostas muitas vezes como soluções mágicas puramente técnicas para um problema ambiental que não é, me parece, um problema meramente técnico não. Eu queria saber em qual medida essas soluções, as propostas não são uma maneira de esconder a verdadeira face ideológica do problema ambiental.

ASHER KIPERSTOPK

Olha eu tô usando como referência porque, como você colocou existem “N” soluções. A questão de aumento da fixação de carbono, a partir de um estímulo à fotossíntese provocada pelas algas marinhas. A fixação de CO2 em rochas carbonáceas ou nos próprios

reservatórios de petróleo. Se a gente começar a elencar, tem “N” rotas. Nenhuma delas, em separado ou sozinha, é suficiente para chegar perto da sustentabilidade.

Eu uso como referencia, um estudo que a Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico, a OSD divulgou agora em 2008, que também reuniu centenas de cientistas. Eles fazem uma projeção de 2005 para 2050 mostrando que, hoje, a gente emite globalmente 28 Giga toneladas de CO2 ao ano, tirando as queimadas,

apenas em atividade econômica. Se a gente quiser chegar em 2050 para o mesmo padrão de emissão de agora, claro que vamos subir nesse meio tempo. Se todo mundo continuar sua vidinha como ela é, vamos de 28 para 64 Giga tonelada. Se a gente faz mudanças substancias que já são conhecidas, hoje, em termos tecnológicos, mas elas chegam à todo mundo podemos repetir esses 28 Giga em 2050. Se a gente quiser chegar a metade que são 14, a gente precisaria de uma revolução energética que não se conhece nas bases de fornecer isso. E observe que se em 2050 chegamos à 14, ainda assim, temos uma concentração, um crescimento da concentração de carbono maior do que a que temos hoje. Isso pode levar a mudança da ordem de grandeza de um ou dois graus e até três graus. Três graus de aquecimento global implica na savanização da Amazônia. O desafio é muito grande. Será que a humanidade tem capacidade de ingerir em larga escala a energia nuclear? É uma coisa que a mim me apavora conhecendo a capacidade da sociedade agir em cima de interesses globais e não particulares. Mas nem se quer a energia nuclear a gente tem hoje condições de se dar ao luxo de descartá-la perante o nível do problema que se coloca aí pela frente.

JÚLIO ROCHA Só pra vocês terem um exemplo no oeste da Bahia se gasta 90% da água do oeste para a irrigação. Se gasta por dia 11bilhões de litros de água para a irrigação, com agronegócio. Significa que ou nós mudamos o padrão tecnológico, avançamos nessa perspectiva de superar a idéia do pivô central ou a gente não avança na perspectiva dos estoques hídricos. Quando a gente fala... eu tive a oportunidade de ir pra Estambu, no Fórum mundial da água , o grande dilema... é um dilema o tema da água, e tem uma relação direta com as mudanças climáticas. O tema dos aqüíferos, nós temos problemáticos hoje de rebaixamento de aqüíferos em regiões nossas do estado que são bastante preocupante: a região de Irecê, por exemplo. A região do Oeste, do Urucuia, a região de São Sebastião, a região metropolitana. Então, esse é um tema que merece sempre cuidado e a questão das mudanças, das alterações climáticas têm relação direta, ou nós alteramos o padrão tecnológico, mudamos a concepção de tecnologia de final de tubo, ou nós inserimos uma outras formas de pensar e associamos o saber popular também. Ele é importante. A tecnologia, ele tem que cada vez mais associar a idéia de que o conhecimento popular ele é... ele tem o seu mérito, tem seu lugar na perspectiva da ciência, na combinação do pensamento científico.

JORGE PORTUGAL Concordo com você meu rei e assino em baixo. Vamos para um papo gostosíssimo, um dos ícones do jornalismo nacional. Vamos agora para o “Conexão Aprovado” com Ruy Castro, olho na tela!

VT - CONEXÃO APROVADO

JORGE PORTUGAL Puxa muito legal, muito legal mesmo. É isso gente. Isso que é o Aprovado: você pegar Ruy Castro e democratizar pra toda Bahia. Bahia, querida Bahia. Tá bom de mais, tá ou não tá. Então morrendo de vontade de continuar com esse debate, como é que é? Eu só vou ali mas volto já.

TERCEIRO BLOCO

JORGE PORTUGAL De volta com o Aprovado. Hoje discutindo o Meio Ambiente por um mundo sustentável.

Momento solidariedade Bahia, querida Bahia. Olhe bem. Todo mundo fechando os olhos aqui por favor. Roberto, olha. Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro: 200 anos, dois séculos servindo, aconlhendo principalmente a população pobre, não só de Santo Amaro como de todo o Recôncavo e neste momento está precisando da nossa ajuda, da sua solidariedade, da sua contribuição, do seu apoio, principalmente você que é de Santo Amaro ou do Recôncavo. Então salve a Santa Casa. Essa é uma santa causa.

Voltamos então aqui ao nosso programa querido, ao nosso debate, mas é hora de perguntar. Será que você realmente está decido ou decidida? É engenharia, é contabilidade, é economia, é medicina? Eu sei que está um pouco longe, mas ta também na hora de você começar a pensar nessas coisas. Se ainda existe um certo vacilo da sua parte pra isso que existe o quê? Ralando na área. Vamos ver!

VT – RALANDO NA ÁREA

JORGE PORTUGAL É isso aí. Que belo Ralando na área né gente? Puxa vida. Vocês tiveram muita dificuldade para escolher o curso, ficaram assim pensando 6 meses, 7, 10?

ASHER

KIPERSTOPK Olha eu não tive mais mudei um monte de vezes. Comecei a fazer arquitetura, fiz engenharia civil, fiz mestrado da engenharia química, sou engenheiro ambientalista. Eu acho que a vida é um seqüência de absorção de conhecimento e é fundamental. Eu acho que se expande essa idéia que a gente está divulgando com universidade nova. O reitor Naomar...

JORGE PORTUGAL O bacharelado interdisciplinar. Claro. ASHER

KIPERSTOPK

Exatamente. Dê ao jovem tempo para amadurecer o que quer. Não é possível que com 17 anos o cara já saiba qual diploma que ele quer. Ele pode até achar que sabe, mas a grande parte, e estatísticamente está provado, não vai ser aquilo que pensou que era aos 17 anos. JORGE PORTUGAL Com certeza. Mas Senhor do Bomfim: o estudante da rede pública, no

ver a pergunta? VT - VESTIBULAR ASSUNTO DO DIA Carolina do Santos Colégio Estadual Senhor do Bonfim

Professor, tem como manter os vestígios de Mata Atlântica em Salvador com o acentuado crescimento que a cidade tem sofrido?

JORGE PORTUGAL Júlio?

JÚLIO ROCHA Esse é um tema que tem a ver com o plano diretor urbano, ou seja, quem pensa essa cidade é a legislação urbanística. Então o desafio dessa cidade é proteger suas áreas, que é na Paralela que existe, São Bartolomeu que é um espaço também importante, ou seja, mas essa é também uma responsabilidade do conjunto de cidadãos. Nós precisamos efetivamente ter limites ao crescimento, à especulação imobiliária e pensar que Salvador necessita efetivamente de áreas verdes e precisa efetivamente proteger os seus resquícios de mata atlântica que ainda existem.

JORGE PORTUGAL Eu acho que Wesley quer perguntar, quer ou não quer meu rei? Ele está aí na fila, meu Deus, me sacudindo. Vá lá meu rei.

WESLEY

CERQUEIRA Salve, salve a todos. Como vocês avaliam mais precisamente a questão do avanço do mercado imobiliário na região da Paralela e do Litoral Norte e do uso e ocupação desordenado do solo para agricultura? E sabendo também que nós não podemos associar e jogar a responsabilidade dos problemas ambientais somente para a população. A população é responsável por 20% de todos os danos