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SECTION 2 : ANALYSE DES RESULTATS

3.1. Méthode de Galerkin

3.2.1. Position du problème

A seleção dos arquitetos para participar das entrevistas teve como prioridades profissionais com produção recente e o fato de que seus trabalhos neste período tivessem algum tipo de reconhecimento e consequente publicidade nos meios profissionais de comunicação. Assim, foram estabelecidos os seguintes critérios:

1. Representatividade: Arquitetos em atividade no Brasil com obra premiada em concursos e/ou selecionada para fazer de mostras e exposições de expressão nacional e internacional;

2. Recorte temporal: Foi feito um agrupamento dos profissionais e eventos entre os anos 2008 e 2018 (projeto, execução ou seleção e premiação);

3. Publicidade: Os arquitetos selecionados devem ter a obra premiada/selecionada publicada em mídias digitais, pois entende-se que elas são o principal catalisador das informações, uma vez que impulsiona a sua divulgação em larga escala.

Representatividade

As premiações de concursos de projetos ou seleções para participação em mostras ou exposição são um importante indicador da produção arquitetônica. Estes eventos reúnem trabalhos relevantes de determinado momento e é possível, através deles, obter uma amostra representativa dos projetos, já que são selecionados por curadoria especializada. Os resultados de premiação em concursos de projetos e participação em exposições/mostras foi portanto o primeiro critério estabelecido.

Inicialmente, três tipos de evento foram definidos: concurso, prêmio e mostra. O Concurso é uma modalidade competitiva de projeto sobre um tema específico, cujo objetivo é a escolha de solução mais pertinente a determinado problema arquitetônico. Este tipo de seleção representa uma oportunidade importante de discussão e de trabalho para os arquitetos, pois se destina a obras futuras. Além de revelar novos profissionais, novas preocupações e temas e, ainda, diferentes visões de futuro. O Prêmio é uma reunião de trabalhos realizados, agrupados em categorias e modalidades e submetidos a uma seleção por critérios relativos a cada uma delas e ainda um importante sinalizador da produção de uma elite profissional. A Mostra também é um agrupamento de projetos que giram em torno de uma temática comum, mas que demonstram interpretações particulares sobre este tema130.

Embora o concurso de projetos seja um tipo de seleção muito importante para os profissionais, no Brasil a sua ocorrência é ainda bastante tímida. De acordo com pesquisa realizada para levantar a situação dos concursos brasileiros, entre os anos 2005 e 2014 o país apresentou uma média histórica de dez concursos por ano, considerado pouco em relação a países como a França e a Alemanha (SOBREIRA, 2015). Nesta mesma pesquisa, entre outros critérios de análise, foi observada a distribuição da realização de concursos por região e o resultado indicou uma concentração expressiva de eventos nas Regiões Sul e Sudeste do país (FIGURA 69).

130Uma importante Exposição/Mostra foi realizada na Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitectura,

em Matosinhos, entre setembro de 2018 a abril de 2019 intitulada Infinito vão: noventa anos da Arquitetura Moderna Brasileira, reuniu as obras consideradas mais significativas nas últimas nove décadas no Brasil. O recorte do período se inicia com a coas Casas Modernistas de Gregori Warchavchik (a 1ª concluída em 1928) até os dias atuais. Foram selecionados noventa projetos que associados a peças cinematográficas e músicas dos mesmos períodos compõem a narrativa da Exposição dividida em seis períodos. A curadoria ficou a cargo de Guilherme Wisnik e Fernando Serapião. A última grande exposição dedicada exclusivamente à arquitetura brasileira realizada fora do país foi a Brazil Builds, exibida em 1943 no MoMA – Nova York.

FIGURA 69 – TABELA COM DISTRIBUIÇÃO DE CONCURSOS DE PROJETO POR REGIÃO.

FONTE: Site Concursos de Projeto131.

Para esta pesquisa, no entanto, não foram escolhidos concursos de projetos. Embora os resultados dos principais concursos nacionais tenham sido bastante positivos, o caso do Instituto Moreira Salles, em São Paulo (2017), autoria do escritório paulista Andrade e Morettin Arquitetos, que também recebeu outros prêmios, este tipo de evento ou seleção foi descartado em função de outros critérios como a periodicidade.

A periodicidade dos prêmios e das mostras foi considerada como um fator decisivo para a escolha. Assim, foram selecionados dois prêmios nacionais: o Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura-Habitat Sustentável e o Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel e ainda, uma mostra internacional, a Mostra Bienal de Arquitetura de Veneza. Os dois prêmios são nacionais e anuais e têm cinco edições cada. O prêmio Saint-Gobain apresenta como temática chave a elação entre sustentabilidade e arquitetura. Foram escolhidas inicialmente todas as edições dos dois prêmios.

A mostra escolhida – Mostra Bienal de Arquitetura de Veneza – ocorre a cada dois anos e conta com a representação do Brasil em uma exposição montada especificamente para cada edição. Com estes três eventos foi possível montar uma extensa lista de profissionais que atendessem ao critério da representatividade (QUADRO 2).

131 Disponível em: <https://concursosdeprojeto.org/2015/03/11/concursosdearquiteturanobrasil-2005-2014>.

QUADRO 2 – TIPOS DE EVENTOS SELECIONADOS

Tipo Nome Edição/Ano Abrangência

Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura-Habitat Sustentável 1ª 2014; 2ª 2015; 3ª 2016; 4ª 2017; 5ª 2018. Nacional

Prêmio De Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel 1ª 2014; 2ª 2015; 3ª 2016; 4ª 2017; 5ª 2018. Nacional Mostra Bienal de Arquitetura de Veneza 15ª 2016; 16ª 2018. Internacional

FONTE: A autora (2018).

A lista dos projetos vencedores dos Prêmios Saint-Gobain nas cinco edições consta no APÊNDICE F. Foram selecionados os primeiros colocados de cada modalidade na categoria profissional. Os resultados nas cinco edições do Prêmio indicam uma concentração de selecionados e premiados nas regiões Sudeste e Sul. Situação semelhante à dos concursos, comentada anteriormente. Essa ocorrência abrange não apenas a categoria profissional, mas também os trabalhos da categoria estudantil e a cada ano mais projetos são inscritos o que diversifica os resultados (TABELA 1).

TABELA 1– DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO DOS PROJETOS PREMIADOS NO PRÊMIO SAINT- GOBAIN DE ARQUITETURA-HABITAT SUSTENTÁVEL 1ª, 2ª, 3ª, 4ª E 5ª EDIÇÕES.

Prêmio Saint-Gobain SP RS RJ PR MG SC 1ª edição 1 1 2ª edição 3 3ª edição 1 1 1 4ª edição 1 1 1 5ª edição 2 1

Total por estado 7 1 2 1 1 2

FONTE: Site Prêmio Saint-Gobain132.

NOTAS: Montagem da autora (2019).

O formato deste prêmio vem se aprimorando a cada ano e novas modalidades foram incluídas em sua última edição, como os destaques em conforto, sustentabilidade e inovação, além do anúncio da curadoria que conta com profissionais da engenharia e de Arquitetura.

O Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel tem o objetivo de reunir em suas seleções alguns dos trabalhos mais significativos da produção contemporânea da Arquitetura brasileira, acontece desde 2014, ano de sua primeira edição. A lista com os projetos e vencedores em primeiro e segundo lugar, por edição consta no APÊNDICE G.

Foram considerados, neste prêmio, os primeiros e os segundos colocados para cada edição, mais o Hors Concours, da quinta edição. Com 244 projetos inscritos, originários de 17 estados brasileiros, a predominância de vencedores da quinta edição deste prêmio é da Região Sudeste, com dois integrantes de São Paulo, um do Rio de Janeiro e um de Minas Gerais. A curadoria das edições deste prêmio é composta de nomes importantes na crítica, teoria e atuação profissional brasileira contemporânea (QUADRO 3).

QUADRO 3 – CURADORES POR EDIÇÃO DO PRÊMIO DE ARQUITETURA INSTITUTO TOMIE OHTAKE AKZONOBEL 1ª edição/2014 Julio Katinsky Marta Bogéa Paulo Jacobsen Pedro Nitsche Paulo Miyada 2ª edição/2015 Abílio Guerra Carlos Teixeira Priscyla Gomes Shundi Iwamizu 3ª edição/2016 Carlos Vainer Daniel Corsi G. Vannucchi Priscyla Gomes 4ª edição/2017 Carla Juaçaba Gustavo Penna Nabil Bonduki Priscyla Gomes 5ª edição/2018 Adriana Benguela Fábio Gonçalves José Lira Marcos Boldarini Priscyla Gomes FONTE: Site Prêmio Arquitetura Instituto Tomie Ohtake133.

NOTAS: Montagem da autora (2019).

A outra modalidade selecionada para extrair o grupo a ser entrevistado foi a Mostra, especificamente a Mostra Bienal de Arquitetura de Veneza. A primeira edição da Bienal de Veneza, intitulada A presença do passado, aconteceu em 1980, sob a direção de Paolo Portoghesi (1931), como desdobramento da Exposição Bienal de Arte de Veneza (exposição internacional de Arte realizada desde 1895). Mas, já em 1968 havia a participação da Arquitetura na exposição. Este evento, que acontece alternadamente à Bienal de Arte, abriu pela primeira vez o espaço do Arsenal de Veneza. A cada edição é atribuído um tema e uma curadoria é designada para reunir trabalhos recentes, realizados em vários países para compor os pavilhões da exposição134. O Brasil tem um pavilhão nacional próprio no espaço denominado Giardini.

A 15ª edição da Mostra Bienal de Arquitetura de Veneza, em 2016 teve quinze projetos selecionados para representar o Brasil. O tema geral da Bienal, dirigida pelo arquiteto chileno Alejandro Aravena (Pritzker 2016) foi Reporting from the Front, com uma abordagem sobre o resgate da responsabilidade da Arquitetura em desenvolver o habitat humano. O pavilhão brasileiro teve curadoria de Washington Fajardo e foi comissionado pelo então diretor da Fundação Bienal de São Paulo, Luis Terepins. Com o tema JUNTOS, o pavilhão

133Disponível em: <http://premioarquitetura.institutotomieohtake.org.br/>. Acesso em: 21 jul. 2019.

134Entre os principais curadores constam nomes como Vittorio Gregotti, Aldo Rossi, Paolo Portoghesi, Francesco

Dal Co, Massimiliano Fuksas, Deyan Sudjic, Kurt W. Forster, Richard Burdett, Aaron Betsky, Kazuyo Sejima, David Chipperfield e Rem Koolhaas.

brasileiro reuniu quinze projetos, nem todos de Arquitetura, que buscam “evidenciar histórias de pessoas que lutam e alcançam mudanças na passividade institucional das grandes cidades do País” (HELM, 2016). Nesta edição o arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha recebeu o prêmio Leão de Ouro, pelo conjunto da obra. A lista dos projetos brasileiros participantes da 15ª Mostra Bienal de Arquitetura de Veneza consta no APÊNDICE I.

Sua 16ª edição, em 2018 foi organizada pela curadoria de Yvonne Farrell e Shelley McNamara e teve como tema geral Freespace, que aborda as diferentes formas de “muros”, inclusive os imateriais que fazem parte das cidades e das arquiteturas. O Pavilhão do Brasil, em convergência ao tema geral, montou a exposição “Muros de Ar – cartografias”, com curadoria de Gabriel Kozlowski, Laura González, Fierro, Marcelo Maia Rosa e Sol Camacho e comissariado por João Carlos de Figueiredo Ferraz, Presidente da Fundação Bienal de São Paulo. Nesta edição, dezessete trabalhos foram selecionados para representar o Brasil,a partir de uma chamada aberta, além de uma série de dez desenhos cartográficos que tratam de aspectos diversos da urbanização do país. Os projetos que compõem a mostra estão listados no APÊNDICE H.

Nas duas edições da Mostra Bienal de Arquitetura de Veneza (2016 e 2018), escolhidas como fonte de seleção para esta pesquisa, observou-se a repetição da presença maciça de representantes do sudeste do país. Na 15ª edição, o perfil dos trabalhos envolve mais propostas de intervenção urbana e há uma maior variação de representação por estado, com predominância do Rio de Janeiro, enquanto a 16ª reúne mais projetos arquitetônicos e com representação de apenas três estados com destaque para São Paulo (TABELA 2).

TABELA 2– PARTICIPAÇÃO POR ESTADO NAS DUAS ÚLTIMAS EDIÇÕES DA MOSTRA.

Mostra Bienal de Veneza SP RS RJ PE MG

15ª edição 3 1 10 1 1

16ª edição 14 2 1

Total por estado 17 1 12 1 2

FONTE: A autora (2018).

A escolha desta seleção priorizou, claramente, a visibilidade profissional por participação em eventos de seleção pública de trabalhos. Esta opção mostrou-se coerente com a fundamentação teórico-metodológica da pesquisa, pois trabalha com os meios de propagação de informação especializada. Porém, ao analisar a listagem dos projetos selecionados e premiados, percebeu-se uma assimetria quantitativa importante entre os

estados e o número de premiações, mas que converge para o quadro de atividade profissional das regiões brasileiras de acordo com o censo do CAU-BR de 2015.

Este censo foi organizado por distribuição geográfica e demonstra o percentual dos profissionais em atividade, ou seja, aqueles que movimentam o sistema de informações do CAU (SICAU), por estado e região. Este documento apresenta grandes diferenças numéricas na oferta de profissionais por região (TABELA 3). Neste sentido, a amostragem selecionada desconsidera a proporcionalidade de alocação dos arquitetos atuantes em relação ao território nacional e acentua as características de visibilidade e amplitude de comunicação via mídia e, também, a validação qualitativa a partir das seleções prévias dos eventos. Esta opção é fundada na premissa de que os meios digitais de comunicação são responsáveis pela extraordinária visibilidade dos projetos de Arquitetura e demais expressões de ideias.

TABELA 3– DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DOS ARQUITETOS DO SICAU.

REGIÃO QUANTIDADE PERCENTUAL ENTREVISTADOS

Sudeste 45.057 53,80% 45 Sul 18.935 22,61% 19 Nordeste 10.162 12,13% 10 Centro-oeste 6.598 7,88% 6 Norte 2.986 3,57% 3 Não informado 16 0,02% Total 83.754 100% 83

FONTE: Site CAU BR135 (2018).

Afastada a possibilidade de uma amostragem proporcional por região, foi necessário encontrar um número representativo para a seleção. Inicialmente foram reunidos mais de trinta projetos. Todavia, já havia uma expectativa de uma redução importante do número final de entrevistados.

Recorte temporal

Para obter uma amostra mais direcionada aos arquitetos em atividade no Brasil, que demonstrem alguma aproximação com a noção da sustentabilidade e suas implicações na produção arquitetônica, foi tomado como recorte temporal o período entre o anos de 2009 e 2018.

135Disponível em: <http://www.caubr.gov.br/censo/distribuicao-geografica. Captura em: abril/2018.>. Acesso em:

Este intervalo de dez anos retroativos a 2018 justifica-se pela consolidação da questão da sustentabilidade, sobretudo através de importantes publicações especializadas em mídias digitais no Brasil (VIRUVIUS, ARCHDAILY BRASIL, GALERIA DA ARQUITETURA). Estes meios de divulgação da Arquitetura são uma constante fonte de consulta e pesquisa por parte dos arquitetos, relativas às produções mais recentes, em âmbito nacional e internacional, inclusive, as divulgações de prêmios, exposições e mostras. A publicação de projetos, premiados ou não nestas mídias destaca a relevância dos mesmos.

O período também precisaria ser posterior à Conferência do Meio Ambiente, sediada no Brasil, a Rio’92, marco das discussões acerca do meio ambiente e da sustentabilidade mundial. O final do intervalo coincide com o período final de elaboração deste trabalho.

Publicidade

A seleção dos arquitetos, e de suas respectivas obras, está ligada ao ciclo comunicativo que ocorre no meio profissional e a capacidade de um grupo minoritário influenciar outro grupo maior. Este ciclo de influência se manifesta das mais diversas formas, mas, hoje, dá-se, principalmente, através das mídias especializadas e digitais as quais desenvolvem um papel crucial na disseminação de novos conceitos, tecnologias e experiências de projeto136.

Portanto, o critério de seleção do grupo de profissionais pela publicação de matérias sobre os arquitetos e seus projetos nas mídias contemporâneas, especificamente, publicações em sites e revistas especializados em Arquitetura e Urbanismo justifica-se pelo alcance que as mídias e publicações eletrônicas atingem sobre um público enorme e assim reafirma o papel do arquiteto como um formador de opinião ao publicar seus trabalhos. Neste sentido, o texto de apresentação de uma das plataformas digitais especializadas mais visitadas, no mundo e o Brasil, e que abrange 232 países, o ArchDaily, anunciou:

136Neste sentido, Serge Moscovici desenvolveu a Teoria da Mudança Social, ou como ele prefere (2001), Teoria

da Inovação, cujo foco é o estudo da capacidade de grupos minoritários de influenciar grupos majoritários. No entanto, os grupos minoritários aos quais se referere Moscovici, são aqueles que “não se reconhece nos sistemas existentes de poder, crença e não representa tal sistema para ninguém” (MOSCOVICI, [2000] 2015, p.340), o que não corresponde exatamente ao caso do grupo de arquitetos, pelo seu prestígio. Porém, a força da influência é inegável que, independente do prestígio do grupo, caso se mobilize, vale o argumento de que “As minorias não são os únicos inovadores, porém, através da história, elas se mostraram, muitas vezes, como os principais agentes de inovação na arte, ciência, politica e assim por diante” (MOSCOVICI, [2000] 2015, p.340). A validade deste argumento é notadamente reforçada pelas mídias de comunicação.

Em 2008, trabalhávamos como arquitetos, quando percebemos que não tínhamos boas fontes de pesquisa com bons exemplos de projetos e materiais arquitetônicos. Então decidimos criá-lo. O que começou como um website para reunir informações que ajudaria os arquitetos a produzirem uma melhor arquitetura, agora é uma empresa de tecnologia que cresce rapidamente, que inspira, traz ferramentas e conhecimento aos 10 milhões de arquitetos que visitam o ArchDaily todos os meses. Nos orgulhamos de ajudar aos arquitetos a melhorar a qualidade de vida das pessoas137.

Os números tabulados a seguir confirmam o poder de propagação de informação das mídias digitais a partir das visitas realizadas ao site/revista por ano. As consultas às plataformas especializadas se tornaram parte da metodologia de trabalho dos estudantes e dos profissionais hoje em dia e o alcance às informações por este meio de comunicação é um fator irreversível. De acordo com esta plataforma digital, o crescente número de visitas registrado demonstra o alargamento do público desde o início das suas atividades até 2018 (QUADRO 4).

QUADRO 4 – Nº DE VISITAS AO SITE ARCHDAILY

ANO Nº de visitas ANO Nº de visitas

2009 1.1 milhões 2010 2.1 milhões

2011 3.2 milhões 2012 3.8 milhões

2013 4.4 milhões 2014 8.5 milhões

2015 10.0 milhões 2016 10.5 milhões

2017 12.4 milhões 2018 13.6 milhões*

FONTE: Site ArchDaily138.

NOTAS: Montagem da autora (2018).