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3.2 Classification des mod` eles pour les probl` emes de type ALBP

3.2.2 Mod´ elisation des postes de travail

É o ma is fo rte vínc ulo q ue uma p e sso a e sta b e le c e a o lo ng o d a vid a . É o g rup o ma is p ró ximo e d ura d o uro d e to d o s o s g rup o s so c ia is p rimá rio s, o nd e o s c o nta to s sã o ma is íntimo s e a s zo na s d e a trito sã o ma io re s; c o mp a rtilha o s risc o s d o me io a mb ie nte , b io ló g ic o s, p sic o ló g ic o s, so c ia is, d e c o mp o rta me nto o u e stilo d e vid a . É p o r me io d a fa mília q ue va lo re s, c re nç a s, c o stume s, e nfim, o s c o mp o ne nte s c ultura is sã o ma is fo rte me nte re p a ssa d o s, a o lo ng o d a s g e ra ç õ e s.

So c ie d a d e

A sa úd e d a so c ie d a d e é o q ue c ha ma mo s d e justiç a . Se vive mo s e m uma so c ie d a d e injusta , c o rre mo s o risc o d e c o mp ro me te r a no ssa sa úd e so c ia l e p sic o ló g ic a (LELO UP, 2002).

To ma nd o c o mo e ixo no rte a d o r o p e nsa me nto d e He g e l, te mo s q ue a so c ie d a d e mo d e rna te m vinc ula d o a s p e sso a s e ntre si, à me d id a q ue b usc a m sa tisfa ze r a s sua s ne c e ssid a d e s, to rna nd o -a s p ro d uto ra s o u c o nsumid o ra s; d e sse mo d o , o p rinc íp io d e c o nfig ura ç ã o d e ssa so c ie d a d e é a d ivisã o d o tra b a lho , e , p a rtind o d e sse p o nto , o ho me m va i à b usc a d e se u d ire ito fund a me nta l d e a p ro p ria r-se d a s c o isa s (O LIVEIRA, 1993). C o m e sse p rinc íp io , te mo s c o mo re sulta d o a c o nc e ntra ç ã o d e re nd a , o s p rivile g ia d o s e o s d e sva lid o s.

É ne ssa so c ie d a d e (e no c a so d a s ma rg ina liza d a s, a e xe mp lo , a d e sse e stud o ), re p le ta d e d e sig ua ld a d e s q ue a Enfe rma g e m se fa z ne c e ssá ria , c o mo sup o rte p a ra a s fa mília s, no se ntid o d e a jud á -la s a lid a r c o m a s c a rê nc ia s ma te ria is, e c o m o c o nsumismo d e se nfre a d o q ue le va o se r huma no a a c umula r insa tisfa ç õ e s.

Ao a na lisa rmo s o s tra b a lho s, e vid e nc ia mo s um c o nte xto so c ia l no q ua l a mulhe r é vista , limita d a p e la q ue stã o d e g ê ne ro , c o mo a p rinc ip a l re sp o nsá ve l p e la sa úd e d o s me mb ro s d a fa mília , p o is o ma rid o o c up a -se d e a sse g ura r a so b re vivê nc ia d e to d o s, p o r me io d e se u tra b a lho ma rg ina liza d o , invisíve l e nã o re mune ra d o (â mb ito p riva d o ). A ne c e ssid a d e d e a mp lia r a re nd a fa milia r, p o ré m, se p o r um la d o ve m c o ntrib uir p a ra a s c o nq uista s fe minina s e m te rmo s d e me rc a d o d e tra b a lho (â mb ito p úb lic o ), te m, d e o utra p a rte , c o ntrib uíd o p a ra q ue e la a c umule p a p é is visíve is e re mune ra d o s a se re m d e se mp e nha d o s.

Ao re g re ssa r a o la r, a mulhe r q ue c ump re a me sma jo rna d a d e tra b a lho d o ho me m, c o m um sa lá rio infe rio r a o d e ste , d e p a ra -se c o m a fa ze re s d o mé stic o s, c uid a d o d o s filho s, d o e sp o so , e d e ma is me mb ro s d a

fa mília q ue c o m e le s re sid a m. No c o nte xto d o C EDEFAM, e ssa é a so c ie d a d e q ue se a fig ura , e ntre ta nto , b usc a mo s c o m b a se no s a c ha d o s q ue se g ue m a mp lia r e sse c o nc e ito , p o r a c re d ita rmo s no p o te nc ia l tra nsc e nd e nte d o se r huma no :

As ne c e ssida de s p sic o sso c ia is inc lue m a s c o ndiç õ e s de so lide z o u fra g ilida de da re de so c ia l de a p o io (...) sua c a p a c ida de de inse rir-se e vive r no mundo , se u g ra u de c o nflito o u e q uilíb rio c o m o s se re s q ue a c e rc a m, se u p a p e l dia nte da s de ma nda s so c ia is, sua ima g e m p úb lic a , to do s e sse s a sp e c to s de se mb o c a m e m sua c a p a c ida de de a uto c uida r-se e do q ua nto e la é c uida da p o r se us se me lha nte s... (P6).

A so c ie da de e stá p re se nte de ntro e fo ra de c a da indivíduo , p o rta nto , a a ç ã o do suje ito so b re o me io e do me io so b re o indivíduo c o nstitui uma c o ntínua e sp ira l dia lé tic a . Ca da c o nduta , a ç ã o , tudo q ue se p a sse c o m o indivíduo e stá inc luído e m se u p a ssa do , p re se nte o u futuro , to rna ndo a dime nsã o de te mp o ra lida de imp re sc indíve l p a ra a a ná lise de um fe nô me no (P8).

A mulhe r, no s dia s de ho je , te m c o nq uista do vá rio s e sp a ç o s no s â mb ito s so c ia l, e c o nô mic o e p o lític o , o s q ua is, a nte s e ra m re strito s a o ho me m. Co m isso , a mulhe r te m a dq uirido vá rio s p a p é is e status q ue te m a c a rre ta do ma io r a c úmulo de funç õ e s e re sp o nsa b ilida de s fo ra e de ntro de c a sa , imp lic a ndo uma dup la jo rna da de tra b a lho , le va ndo -a a uma so b re c a rg a físic a e me nta l (P1).

O ho me m é so c ia liza do p a ra o e sp a ç o e xte rio r à c a sa , p a ra e nfre nta r e se r c a p a z de ma nte r uma fa mília . Já q ue a mulhe r te ve c o mo p ro c e sso de so c ia liza ç ã o o mundo do la r (...) a s p e sso a s tê m um a mb ie nte so c ia l no q ua l de se nvo lve m a ma io ria de sua s a tivida de s (p ro fissio na is, lúdic a s, re lig io sa s, a fe tiva s)... (P3).

A so c ie da de a c re dita q ue a mulhe r é a me lho r p e sso a e a únic a c a p a z de c uida r c o rre ta me nte do s filho s; e q ue e le s e xig e m sua p re se nç a c o ntínua e e xc lusiva . A mulhe r de ve inc o rp o ra r to da s a s q ua lida de s tra dic io na lme nte a sso c ia da s à fe minilida de , ta is c o mo a c o lhime nto , te rnura e intimida de c o m a c ria nç a (Fo rna , 1999, p .146). (P4).

SO C IEDADE

C o nstitui-se um e sp a ç o d e re la ç õ e s, intrinse c a me nte re la c io na d a s à te mp o ra lid a d e , e sta nd o p re se nte d e ntro e fo ra d e c a d a ind ivíd uo . A a ç ã o re sulta nte d a influê nc ia d o suje ito so b re o me io e d e ste so b re o ind ivíd uo é visua liza d a c o mo tra nsfo rma ç õ e s q ua lita tiva s. É ne sse c o nte xto so c ia l o nd e a s a tivid a d e s d o ind ivíd uo sã o d e se mp e nha d a s no c o tid ia no .

C ultura

O c o nc e ito d e c ultura p a sso u a o lo ng o d a histó ria , c o m d ive rso s e nfo q ue s te ó ric o s, to rna nd o -se d ifíc il c o mp re e nd ê -lo c o mo um to d o . Tra ta -se d e uma id é ia imp o rta nte p a ra a Enfe rma g e m, e m ra zã o d e influe nc ia r fo rte me nte o mo d o d e vid a d a s fa mília s, b e m c o mo na sua ma ne ira d e lid a r c o m a s c irc unstâ nc ia s d a vid a .

A a b o rd a g e m c ultura l é o b je to d e inte re sse d e e nfe rme ira s p e sq uisa d o ra s, no â mb ito re g io na l, na c io na l e inte rna c io na l. Re c e b e fo rte influê nc ia d a Antro p o lo g ia , c o mo é o c a so d e Le ining e r, e m sua Te o ria d a Dive rsid a d e e Unive rsa lid a d e d o C uid a d o C ultura l, p o r me io d a q ua l b usc o u o fe re c e r à s c lie nte s um c uid a d o c ultura lme nte c o ng rue nte (XIMENES, 2001).

O c o nc e ito fo i a mp la me nte c o nte mp la d o no s tra b a lho s, ta nto e m sua c o nc e itua ç ã o c o mo e m e xe mp lo s d a influê nc ia e xe rc id a p o r e sse , c o mo se g ue :

É o c o njunto de va lo re s, c re nç a s e mo do s de vida q ue sã o a p re e ndido s, c o mp a rtilha do s e tra nsmitido s à s g e ra ç õ e s vindo ura s q ue dire c io na m a s de c isõ e s e a ç õ e s de c uida r...(P1).

O c o nhe c ime nto individua l, a titude s e c o mp o rta me nto s, (...) re la c io na do s c o m a s ativida de s de vida sã o influe nc ia do s p o r uma va rie da de de fato re s q ue p o de m se r c ate g o riza do s a mp la me nte c o mo físic o s, p sic o ló g ic o s, so c io c ulturais, a mb ie nta is e p o lític o -e c o nô mic o s (P2).

A b usc a da sa úde e a c ura da do e nç a a inda e ra m, no te mp o de juve ntude do s no sso s na rra do re s, a ssunto s da e sfe ra p riva da da fa mília o u e ntre g ue s a o s re sp o nsá ve is p e la c ura , a q ua l de p e ndia de c a da g rup o de p ro b le ma s. Na e sfe ra do mágic o: c ura do r, re za do r, b e nze de ira , c o ma dre , sa nto s, divinda de s. Na e sfe ra do re ligio so: p a i-de -sa nto , p a dre s. Na e sfe ra do e mpíric o: do uto re s e m ra íze s, o s ma is ve lho s, c o ma dre e e tc . (P3).

... O siste ma po pular de saúde é c o nstituído p o r p e sso a s q ue a tra vé s de sua s e xp e riê nc ia s no c uida do c o m o s o utro s o u de um “ p o de r de c ura a dq uirido o u na to ” se to rna ra m c ura nde iro s p o p ula re s. De ntre e le s de sta c a m-se a s re za de ira s, p a rte ira s, ra ize iro s, p a is de sa nto e e sp iritua lista s (P5).

... A g ra vide z a ume nta sua s ne c e ssida de s de c uida do e a uto c uida do , e p e rc e b e ndo e ssa ne c e ssida de , a so c ie da de re a g e atra vé s do s indivíduo s, da s le is e da c ultura. Co mo p a rte de ssa re a ç ã o , e nc o ntra mo s a s funç õ e s da Enfe rma g e m vo lta da s p a ra a a ssistê nc ia p ré -na ta l, se ndo e sta uma da s ma is

b e la s e c o mp le xa s ta re fa s a se re m e xe c uta da s p e la e nfe rme ira o b sté tric a (P6).

A c o nvivê nc ia c o m e ssa s mulhe re s no c o nsultó rio , o a c o mp a nha me nto e m se us do mic ílio s, a p re e nde ndo o c o nte xto a mb ie nta l e só c io - c ultural no q ua l e stã o inse rida s, p o ssib ilita ra m-me o c o mp a rtilha me nto de se us se ntime nto s, p e nsa me nto s, a nse io s e dúvida s. Po ssib ilita ndo , a ssim, a a b e rtura ne c e ssá ria a uma inte rve nç ã o c o nsc ie nte e c o e re nte , c o m a s fo rç a s inte rna s de sta s jo ve ns, a rg ume nta ndo fo rma s e so luç õ e s p rá tic a s p a ra o s p ro b le ma s c o m o s q ua is se de p a ra va m (P7).

A visã o o u re p re se nta ç ã o q ue a s mã e s tê m da a p a rê nc ia c o rp o ra l de se us filho s é histo ric a me nte c o nstruída , o s hábito s familiare s e c ulturais sã o re p a ssa do s a c a da g e ra ç ã o ...(P8).

C ULTURA

C o njunto d e va lo re s, c re nç a s, no rma s e mo d o s d e vid a q ue sã o a p re e nd id o s, c o mp a rtilha d o s e tra nsmitid o s à s g e ra ç õ e s vind o ura s, influe nc ia nd o d ire ta me nte no mo d o d e a s p e sso a s se c o mp o rta re m d ia nte d o s e ve nto s d a vid a , d e te rmina nd o a s re la ç õ e s d e g ê ne ro e a s inte ra ç õ e s inte rp e sso a is.

Sa úd e / Sa úd e d a Fa mília

O c o nc e ito d e sa úd e e ste ve p re se nte d e ma ne ira c la ra e m q ua se to d o s o s tra b a lho s, e ntre ta nto , me smo e m re la ç ã o a o s q ue nã o a b o rd a ra m d ire ta me nte o q ue p a ra e le s sig nific a va sa úd e , e sta va imp líc ito q ue o o b je tivo d o c uid a d o p re sta d o vislumb ra va , e m e sp e c ia l, a c o nd iç ã o d e vid a e sa úd e d a s fa mília s.

Wo lff (1996) sa lie nta q ue to d o p ro fissio na l d e Enfe rma g e m p re c isa te r c la ra me nte a c e rte za d e q ue sa úd e é uma c o nc e p ç ã o ind ivid ua l e , p o rta nto , p re c isa se r re sp e ita d a p a ra q ue a re la ç ã o d e a jud a , d e no mina d a c uid a d o d e Enfe rma g e m, p o ssa se r e fe tiva d a e a lc a nc e o s o b je tivo s p ro p o sto s.

Uma ve z q ue no sso e stud o c o nte mp la o c uid a d o à fa mília , p a rtimo s d o c o nc e ito d e sa úd e p a ra e ntã o a lc a nç a rmo s a d ime nsã o d e sa úd e d a fa mília , te nd o c o mo sup o rte a s re sp o sta s e vid e nc ia d a s na se q uê nc ia :

O p ro c e sso sa úde /do e nç a e stá a inda re la c io na do a o e stilo de vida da s p e sso a s q ue , p o r sua ve z, p o ssui de te rmina nte s de o rde m p e sso a l, do g rup o so c ia l a q ue p e rte nc e e de to da uma g a ma de c o ndiç õ e s a mb ie nta is e de vida , e m q ue o se r huma no se e nc o ntra e nvo lvido no c o tidiano (...) Ap re se nta - se a sso c ia do a o tra b a lho , de sta c a ndo -se a no ç ã o de c o rp o c o mo instrume nto de tra b a lho (...) Está re la c io na da à c o nc e p ç ã o de e q uilíb rio do ho me m c o nsig o me smo (...), c o m o se u me io na tura l e so c ia l e c o m o s a g e nte s so b re na tura is... (P5).

(...) fo i c o mp re e ndida p o r nó s numa p e rsp e c tiva de q ua lida de de vida , de p ro mo ç ã o da sa úde , a ssim c o mo o a justa me nto de um se r a o mundo e a o s o utro s se re s huma no s, q ua ndo o s la ç o s a fe tivo s e o e nfre nta me nto do e stre sse te m re sp o sta s satisfa tó ria s. Ne ssa p e rsp e c tiva , a p a rtir do s re sulta do s e nc o ntra do s, p o de mo s a firma r q ue no sso s na rra do re s c o nse g uira m p re se rva r, na s ma is dife re nte s situa ç õ e s, dura nte a ma io r p a rte de sua s vida s, sua saúde me ntal (P3).

Alto níve l de func io na me nto físic o , me nta l e so c ia l (...). Um níve l g e ra l de a da p ta ç ã o -ma nute nç ã o a o s fe nô me no s func io na is. A a usê nc ia de p ato lo g ia s re lativa s a o p ro c e sso g e sta c io na l. Pre se nç a de e sfo rç o s da p ró p ria g e sta nte , q ue le va m à a usê nc ia de p a to lo g ia s. Esta do de unida de e harmo nia na me nte , c o rp o e a lma /e sp írito (P6).

Po de m e xistir p ro b le ma s (re a is o u p o te nc ia is) c o m a s a tivida de s de vida , se ndo q ue o c o nc e ito de pro ble ma po te nc ial inc o rp o ra a p ro mo ç ã o e ma nute nç ã o da sa úde e a p re ve nç ã o da do e nç a ; e ide ntific a o p a p e l da e nfe rme ira c o mo p ro mo to ra de sa úde , me smo numa situa ç ã o de do e nç a (P7).

...É ne c e ssá ria p a ra a so b re vivê nc ia e fre q üe nte me nte é e nunc ia da c o mo me ta da Enfe rma g e m (...) a sa úde é e xp e rie nc ia da no p ro c e sso de vive r, de e nvo lve r-se c o m c a da mo me nto vivido . Nã o é sufic ie nte o “ b e m-e sta r” q ue sug e re uma situa ç ã o de e sta b ilida de , ma s de ve mo s b usc a r o “e star me lho r q ue é o p ro c e sso de se to rna r c a da ve z ma is e to rna r to da s a s a sp ira ç õ e s huma na s p o ssíve is (P8).

Esta r b e m e ra se r c apaz de e xe c uta r ativida de s do c o tidia no de fo rma ro tine ira . Nã o ha via p re o c up a ç ã o c o m a p re ve nç ã o o u a ide ntific a ç ã o de sina is de a le rta , p o is e sse nã o e ra um c o nhe c ime nto so c ia liza do no se u unive rso do mé stic o e c ultura l. Esta r b e m é nã o te r ne nhuma ma nife sta ç ã o o rg â nic a , isto é , sina is e sinto ma s. O b e m-e sta r é a lte ra do q ua ndo se ma nife sta m sinto ma s p rinc ip a lme nte a sso c ia do s à do r (P3).

O re c o nhe c ime nto do pape l da família no dia g nó stic o , trata me nto e c ura da s do e nç a s fa z p a rte da s p re o c up a ç õ e s da Enfe rma g e m, de sde se u surg ime nto c o mo p ro fissã o no sé c ulo p a ssa do , na Ing late rra , e mb o ra a inte g ra ç ã o da fa mília ne sse s e sp a ç o s te ra p ê utic o s nã o te nha sido va lo riza da (P3).